Então quer ser uma putinha submissa... (Parte 2)

Depois que ela aceitou meu acordo com ela de cumprir e satisfazer ela na cama do jeito que o namorado dela não podia nem queria, em troca de dinheiro. Durante o dia inteiro ela não saiu do meu lado, até minha melhor amiga estava ficando com ciúmes porque via que a Mayra não parava de falar comigo, e eu, claro, não perdia tempo e passava a mão nas coxas dela e entre as coxas, e quando dava mais chance, abraçava ela de leve, encostando nos peitos dela. Se alguém visse alguma coisa, não era problema, porque quase todos os professores e todo mundo no grupo sabia o que eu fazia com minhas amigas que sentavam do meu lado durante as aulas. Mas no final, minha melhor amiga chegou perto de mim e da Mayra pra perguntar por que a gente tava tão próximo. Eu simplesmente expliquei que a Mayra precisava de mim pra resolver uns problemas que ela tinha sobre um assunto da aula. Óbvio que minha amiga não acreditou, mas também não podia fazer nada. Fui com a Mayra pra minha casa. A gente devia ir pra casa dela, mas ela disse que não dava por causa do namorado, que tinha o costume de aparecer sem avisar. Eu ia receber meu dinheiro de qualquer jeito, então pra mim tava de boa. Quando cheguei na minha casa, mandei ela entrar e deixei ela no meu quarto. Perguntei se ela tava com medo do que a gente ia fazer. Ela sorriu pra mim e disse que não tinha pago pra eu me preocupar com ela. Isso me deixou meio puto, então na hora olhei pra ela com ódio, dei um tapa na cara dela e me joguei por cima, dominando os braços e a cabeça dela. Tirei meu cinto e amarrei os braços dela com ele, deixando ela de costas na cama. Ela tava toda vestida, então começou a resistir, como se fosse um estupro de verdade. Isso começou a me divertir e me excitar. Peguei ela pelo cabelo e bati a cabeça dela várias vezes contra a cama, entre os travesseiros, pra não machucar muito. Bati uma vez e outra até ela cansar de lutar e ficar ofegante, toda exausta. Levantei e amarrei as pernas dela abertas na cama com uma corda, deixando a buceta dela toda exposta. Olhei pra ela. Nos olhamos nos olhos e eu disse: "Tá bom, pensei em ter um pouco de pena de você". Em seguida, puxei um canivete que sempre carregava comigo e passei pelo rosto dela, descendo com o lado afiado sobre a roupa, rasgando e cortando tudo. Até deixá-la só de calcinha e sutiã. Eu a despi literalmente cortando a roupa dela com meu canivete. A lingerie dela era vermelha, muito sexy. Quando vi, dei uma risadinha e chamei ela de puta e vagabunda, bem antes de cortar o sutiã dela no meio, deixando aqueles peitos lindos caírem livres pelo próprio peso. Apertei e massageei os peitos dela com força, comecei a apertar e esticar os bicos. Ela gritava e gemia, dizendo que doía muito, mas eu não tava nem aí, continuei usando aquelas tetas deliciosas do meu jeito. Subi nela e tirei minha pica pra fora, em cima daquelas tetas enormes, redondas e macias. Apertei elas e comecei a me masturbar com os peitos dela. Ela olhava pro meu roto e depois baixava o olhar, tentando ver os próprios peitos sendo usados pra minha ereção. Gozei em cima das tetas dela e, quando olhei nos olhos dela, cuspi na cara dela e esfreguei minha mão no rosto dela, misturando minha saliva e meu esperma nas tetas e na cara dela. Levantei, segurei o queixo dela e falei, olhando nos olhos dela, que a culpa era dela por ter aquele rostinho de boneca lindo e perfeito com um corpo tão nojento e sujo, com aquele par de tetas gigantes. Mostrando aquelas fotos na internet. Ela tava chorando e gemendo, mas com um sorrisinho no rosto que tentava disfarçar, como se realmente estivesse curtindo o "estupro fingido" dela. Forcei ela a abrir a boca e a asfixiei enquanto apertava as tetas dela. Ela se contorcia e arqueava até que os movimentos pararam e ela começou a gemer. A boca aberta dela tava sendo fodida pela minha pica, e parecia que ela só percebeu quando sentiu minha pica atravessando a boca aberta, amassando a língua e expandindo o interior. Asfixiei ela enquanto a forçava a me fazer um boquete profundo. Usei a cara dela por um bom tempo. Tempo, como eu já sabia que ela tava adorando, comecei a masturbar ela esfregando o clitóris dela por cima da calcinha molhada. Ela tava molhadinha demais e muito quente, e pra ser sincero, acho que ela ficou molhada desde que eu amarrei ela na cama. Quando eu gozei, ela vomitou e tremeu o corpo inteiro, eu cuspi de novo na cara dela e gritei que ela era uma puta inútil, que aquele corpo todo só servia pra ser uma puta, e esfreguei o rosto dela com minha saliva, meu gozo escorrendo da boca dela e o vômito, misturando tudo na cara dela antes de dar um tapa que fez ela gemer e soluçar. Ela me olhava com olhos de medo, mas a boca dela tava se lambendo. Eu me aproximei das pernas dela e com o canivete rasguei a calcinha, deixando ela completamente nua. A buceta dela tava tão molhada que brilhava com a luz da lâmpada. Resolvi ser um pouco mais sádico e mostrei o cabo do meu canivete passando por todo o corpo dela até embaixo, até a virilha, onde fiz ela sentir o cabo do canivete penetrando ela, masturbei ela usando o cabo do canivete como um dildo, acompanhei o cabo com meus dedos, masturbando ela devagar, com paciência e firmeza em cada toque, ela gozou jorrando, eu não podia acreditar. Era o primeiro orgasmo dela e já tinha sujado minha cama inteira. Peguei a calcinha rasgada dela, limpei os fluidos dela com ela e coloquei na boca dela antes de dar um tapa e gritar que ela era uma puta nojenta. Ela tava ofegante e soluçando, os gemidos dela eram muito baixos e abafados, mas o corpo dela entregava, a facilidade com que ela ficava excitada e o rápido que ela gozava era muito claro. Antes de continuar, fiz ela olhar enquanto eu falava com minha namorada, ela tinha me ligado perguntando se eu queria sair. Eu tava dizendo que não enquanto a Mayra tava ali amarrada olhando. Eu disse pra minha namorada: "Desculpa, amor, uma colega me pediu ajuda pra estudar porque parece que ela é uma inútil em tudo". Minha namorada perguntou se tava tudo bem falar assim dela, eu expliquei que ela não tava por perto e continuei: "Sim, ela é uma inútil, nem sei como ela Pode ser tão idiota na vida. Ouvi dizer que o namorado dela tentou ajudar, mas nem assim conseguiu melhorar." Depois disso, terminamos de conversar eu e minha namorada, e voltei pra Mayra. Sorri pra ela e falei: "Ouviu? E olha que nem te falei que você é uma puta nojenta que só serve pra ser comida." Voltei pras pernas dela e mostrei como tirei um dildo roxo e enorme que estava guardado numa gaveta. Antes de meter, expliquei: "Geralmente minha namorada usa, e eu esterilizo antes de usar, mas já que você não merece meu tempo, vou usar assim mesmo, ok?" E comecei a penetrar ela com ele. O dildo entrou com tanta facilidade que até ri de ver como uma das mais gostosas da sala era tão rodada. O dildo era daqueles que usam pilha e podem girar, então liguei ele dentro dela. Ela começou na hora a se contorcer e gemer. Deixei o dildo enfiado na buceta dela, girando lá dentro. Deixei ela assim por umas meia hora enquanto eu fui almoçar. Tipo, eu tinha acabado de chegar e tava com fome, e não ia esperar por ela não. Já tinha dado o bastante deixando ela com o dildo enfiado. Quando voltei, ela tava chorando e gemendo, com uma poça de fluidos debaixo da bunda dela. O colchão não tinha dado conta de absorver tudo. Tirei o dildo, e nunca ouvi um grito igual. Ela gritou gemendo como se tivesse gozando só de tirar aquilo de dentro dela. Dei um tapa nela pra calar a boca e voltei a sufocar ela enquanto me deitava por cima, com meu pau esfregando na buceta quente e molhada dela. Falei no ouvido dela: "Não encara isso como algo especial, só quero esvaziar minhas bolas, tá bom?" E comecei a foder ela enquanto a sufocava e metia sem pena, uma porrada atrás da outra. Quando gozei dentro dela, levantei e limpei meu pau na blusa dela. Peguei o dildo de novo e enfiei no cu dela dessa vez. Prendi bem pra não sair, deixando ele pressionado contra a cama, atravessando o cu dela. O dildo ligado... tava coçando o interior do cu dela e ela não podia fazer nada pra impedir. Enquanto isso, fiquei olhando pra ela e falei "sinceramente, me surpreende você ser tão obscena". Fui até meu armário e tirei de lá um brinquedo daqueles de soprar bolha, a parada... o brinquedo era maior que qualquer pau, era grosso, arredondado e cheio de relevos ao longo, até com umas protuberâncias pequenas. Comprei porque achei engraçado e porque sabia que ia usar melhor eu do que uma criança. Com o brinquedo, comecei a penetrar ela uma vez atrás da outra, enfiava até onde não dava mais e fazia um pouco de força pra chegar bem no fundo. Ela revirou os olhos, gemia e gritava com força. Fiquei nessa até que simplesmente enjoei de dar diversão pra ela com os brinquedos. Tirei o dildo e o brinquedo, e dessa vez desamarrei ela e coloquei de quatro, amarrando de novo, prendendo as mãos dela nas pernas, deixando ela mordendo o travesseiro com a bunda pra cima igual um porquinho. Comecei a bater na bunda dela uma vez atrás da outra até deixar tudo vermelho, ela gritou até o fim, mas até teve um pequeno descuido onde soltou muito líquido. Apertei os quadris dela e comecei a foder ela analmente, metia no cu dela uma vez atrás da outra, a bunda dela tava esticada e dolorida por causa do dildo que não teve pena dela, mas mesmo assim ela gemia como se estivesse no cio, sendo completamente dominada. Passaram mais horas, desde 1 da tarde que a gente tinha chegado em casa até 6 da tarde que terminei de usar ela, alternando entre meu pau, o dildo, o brinquedo de bolha. Trocando de posição toda vez que eu gozava dentro dela, intercalando entre a boca dela, o cu e a buceta. Desamarrei ela e dei umas roupas que minha ex-namorada tinha deixado na minha casa, com isso ela me beijou como se fosse minha namorada e falou que foi incrível. Me deixou a calcinha rasgada dela de lembrança e foi embora. No dia seguinte, voltando pra faculdade, ela sentou do meu lado de novo, só que dessa vez me cumprimentou com um beijo na A boca dela bem molhada. Ela me disse que não tinha dinheiro, mas que assim que conseguisse, eu desse a dose dela, mas que não a afastasse de mim, que ela precisava pelo menos provar meu gozo pra se sentir bem e não pensar mais naquilo que aqueles caras fizeram com ela anos atrás.

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