Minha namorada com meu primo 3 Dia dos Namorados

Neste conto, eu queria que tivesse vídeos ou gifs, no mínimo, mas ainda não aprendi a subir eles, então vou deixar uma imagem de referência e o link pro gif pra quem quiser ver.





Depois das 2 semanas anteriores e depois de tudo o que tinha acontecido, o meu eu daquela época ainda não imaginava tudo o que o esperava. Para este sábado, juntaram-se 2 coisas: primeiro, era o dia de São Valentim, e o aniversário da P era na sexta. Aliás, a P me avisou que os pais dela não estariam o fim de semana inteiro, já que iam fazer uma viagenzinha a dois e só voltariam na segunda. Isso foi o melhor, porque assim teríamos mais tempo pra nos divertir. Enfim, o sábado foi um dia espetacular. Fomos tomar café da manhã, passear por alguns lugares e depois uma tarde e um jantar num lugar que reservei pra nós dois. A gente se divertiu pra caralho e sem preocupação de chegar cedo. Durante a nossa noite, eu via que ela ficava mandando mensagem e tirando fotos em alguns momentos, mas não dei importância.

A Anna estava linda, com um top preto, o colar que eu dei pra ela brilhava ainda mais. Ela se maquiou (coisa que ela quase nunca faz e nem precisa), e pra fechar, uma saia com umas meia-calça de rede que, junto com o corpo dela, sinceramente, pra onde a gente ia, ela roubava os olhares de alguns caras. A combinação do clima, o jantar com vinho, e a falta de preocupação resultou na gente passando do ponto com as bebidas. Minha tolerância a álcool é boa, até me consideraria bom nisso, mas por outro lado, a Anna é o oposto. A tolerância dela a álcool é praticamente zero, então se eu estava meio tonto e feliz, ela mal conseguia ficar de pé, além de começar a ficar com tesão. Chegamos no apê, provavelmente umas 10:30 da noite. Parecia que a Anna ia vomitar, então o que fiz foi deixar ela sentada no sofá enquanto eu levava nossas coisas pro quarto. Nisso, uma mensagem no celular dela me chamou a atenção.

Então fechei a porta, só por precaução, caso ela viesse, pra ter tempo de reagir. Essa oportunidade eu não teria sempre. Embora a gente saiba a senha um do outro, ela raramente solta o celular. Então fui lá e desbloqueei, só pra me deparar com a surpresa de que a mensagem era... nada mais, nada menos que P, pra entender isso melhor vou colocar os prints que tirei no dia seguinte, e vou explicar em ordem
Primeira mensagemMinha namorada com meu primo 3 Dia dos NamoradosAqui eu fiquei sabendo que ela me escondeu uma coisa que rolou no quarto quando foi com o P e o G, pelo visto deu o número pra eles e ficaram conversando.namoradaembora fosse verdade que P não tinha amigos na sala dele, já que os amigos dele estavam em outras salas e obviamente ia passar o dia sozinho, porque era como todo mundo um punheteiro naquela idade, além de ter gostos bem diferentes, que podiam se encaixar no que chamam de nerdola.boquetesAnna continuava conduzindo a conversa e deixando brechas para que o P tomasse a iniciativarabaoSeja como for, de forma consciente ou inconsciente, P tinha tocado numa fibra sensível da Anna, já que ela sentia empatia por saber o que é não ter amigos. Isso fez o vínculo delas ficar bem mais próximo. Como eram poucas mensagens, li tudo em uns 10 minutos, até lembrar que eu tava espiando e que o P tinha mandado uma mensagem.primeira vezDepois disso entrei em pânico, já que P, ao ver que "Anna" tinha visto as mensagens dele mas não respondia, uma hora ou outra ia perguntar e eu não saberia como explicar que estive lendo, então deixei o celular na cama, me apressei pra sair do quarto sem fazer barulho e foi aí que eu os vi, P sentado no sofá e Anna ajoelhada no chão, sem a saia e, pra minha surpresa, durante o dia todo ela não tinha usado calcinha, então só restava a meia de rede dela, enquanto eu, na escuridão, comecei a me mover em direção à cozinha pra ter uma visão melhor de tudo, P e Anna conversavam sussurrando, até que de repente Anna começou a tirar a calça de P.primoQuando cheguei à cozinha, consegui ver um close que, sem mentir pra vocês, me fez gozar um pouco na calça.
A Anna começou masturbando o P, algo que dava pra ver que o pivete tava curtindo muito, depois foi avançando devagar, dando beijinhos na base da rola dele pra ir subindo aos poucos até chegar na ponta.Minha namorada com meu primo 3 Dia dos NamoradosLink do gif:https://ibb.co/4nYC8FXfUma vez lá, ele deu um beijo nela que, ao abrir um pouco a boca, virou a primeira mamada do P, que pelos gestos no rosto dele, estava se derretendo de prazer, tudo isso enquanto as mãos da Anna procuravam onde se tocar, até que ela começou a se tocar com uma mão no peito e a outra desceu até a buceta. Passaram uns 6 minutos, até que o P gozou na cara da Anna, depois continuaram conversando e o P foi pro quarto dele, então eu saí do meu esconderijo pra confrontar minha mina.

Às palavras dela "Se você pode mentir pra mim dizendo que o P te ameaçou, então eu também posso ter segredos", ao que eu respondi que não tinha problema ela não me pedir permissão, desde que depois me contasse tudo, então ela me confessou sobre a conversinha dela com o P, e como ela se sentia triste por ele, então quando chegamos em casa e eu fui pro quarto ler as mensagens, o P, sem resposta das mensagens dele, decidiu sair pra sala e começaram a conversar até que surgiu na conversa que além de ser Dia dos Namorados, no domingo seria o aniversário dele e os pais não estariam com ele, então ela disse que daria o presente de Dia dos Namorados pra ele pra ele não se sentir mal, e logo em seguida aconteceu o que eu contei de quando saí do quarto, no momento em que decidimos ir pro quarto, nós dois já estávamos excitados o suficiente pra continuar transando até a semana seguinte, depois de um tempo fazendo isso comecei a tratar ela com mais brutalidade e ocasionalmente dando tapas ou socos, ao que ela respondia gemendo mais alto e apertando muito mais que o normal, quando estávamos no clímax eu a encostei na porta do corredor e sussurrei no ouvido dela "você gosta que outros te toquem?" ao que ela, gemendo, gritava "Sim, sim, eu gosto, eu adoro", terminamos de transar aproximadamente às 4 da manhã, eu não podia acreditar que a cada vez a safadeza e a excitação eram ainda maiores, nós dois queríamos ver até onde isso podia ir, finalmente dormimos mas sem saber, isso mal tinha começado.

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