Meu nome é Yamaris.
Bem, depois do que aconteceu, voltamos para Torreón e continuamos com a vida normal. Ainda me lembro da despedida dos meus sogros e do abraço forte e quente do meu cunhado... Acho que depois de ver o que vi do meu cunhado, nosso sexo se fortaleceu a ponto do meu marido dizer que eu tinha mudado, perguntando por que tanta vigorosidade da minha parte. Ele achava que era só ele, mas eu bem sabia que era por causa do irmão dele e do pau grande que eu tinha visto...
O tempo todo eu ficava pensando em como estava o irmão dele, perguntando pro meu marido sobre ele. Sem mais nem menos, ele me deu detalhes sobre alguma namoradinha e que tudo estava indo melhor pra ele. Por um lado fiquei feliz, por outro fiquei imaginando se ele já tinha chegado na segunda base com a namoradinha... Foi o suficiente pra gente poder voltar no aniversário do irmãozinho dele... Eu que pedi, coisa que deixou meu marido felizão...
Me arrumando o melhor possível para a festa e para ver a família dele, claro que os vimos e os irmãos dele com uma namoradinha bem simpática. Três dias é o que ficaríamos de visita, a festa e dois dias depois... Meu cunhado eu via igual, bem patético e afastado da gente, conversando com a Rebeca, a namorada dele, claro que a conheci, conversamos os três e foi legal saber que ela era uma moça direita... Por outro lado, meus sogros davam permissão para a Rebeca ficar em casa, então no dia da festa e no dia seguinte ela ficou com a gente, se divertindo pra caramba. Eu, por outro lado, não pensava nada de mal, nada mesmo, mas tinha aquela pulguinha atrás da orelha de poder falar com meu cunhado e perguntar se ele já tinha transado com a Rebeca. Não sei por que, mas sentia a necessidade de perguntar, certo ou errado, era meu plano saber... Depois, o dia todo meu marido ficou com meu sogro ajudando a mudar móveis de lugar, minha sogra feliz com a comida e eu ajudando no que dava... Esses dias tentei ficar bem gostosa.
Causar uma boa impressão e tal... Por outro lado, Rebeca não podia ficar na casa dos meus sogros, então meu sogro teria que levá-los e deixar a Rebeca. Esperteamente, pedi a chance de poder levá-los enquanto eles não estavam livres das suas obrigações... Meu sogro agradeceu o gesto, minha sogra parecia feliz e meu marido ajudava no que era preciso... Por volta das 7 da noite, pegamos o carro do meu sogro rumo à casa da Rebeca, com eles no banco de trás se mostrando carinhosos enquanto eu dirigia até o destino... Ao chegar lá, fiquei no carro esperando por mais de 10 minutos...
A área era um parque grande e escuro, com poucas luzes na frente. A região das casas parecia bem tranquila... Então desci, acendi um 🚬 cigarro olhando as horas e nervosa, já que era a ocasião em que ficaríamos sozinhos. Mais tarde, ao ver o relógio, avistei meu cunhado correndo pela rua em direção ao carro...
Alfredo: Pronto, cunhada
Eu: Nossa, haha, quanto demorou...
Enquanto terminava meu cigarro, conversamos um pouco sobre a Rebeca e como ela estava feliz. Ambos entramos no carro, eu do lado do passageiro, entregando as chaves a ele. Com um tom debochado, ele me devolveu dizendo que não sabia dirigir nem automático.
Sinto que algo muito depravado entrou em mim desde que vi ele se tocando há alguns meses. Sentia uma necessidade de saber coisas, era como perguntar pra uma criança... basicamente era uma criança, o controle como adulta era meu.
Yam: Ei, cunhado, tenho uma coisa pra te perguntar.
Alfredo: Fala.
Yam: Olha, não sei como você vai levar isso, mas confio muito em você e quero que me diga a verdade... Mmmm...
Yam: No aniversário da sua mãe, depois da festa, estando na sua casa de madrugada, você estava na sala e eu estava no banheiro e ouvi um barulho... era você que tava na sala...
A cara do meu cunhado mudou completamente pra medo, espanto... era uma cara de quem queria que a terra engolisse...
Alfredo: Não sei, não acho... por que você tá dizendo isso?
Yam: Porque eu te vi.
Alfredo: O quêeeeeee?
Yam: Pelado tirando fotos.
Alfredo: Yam, olha, não conta pros meus pais, por favor...
Yam: Tá tranquilo, só queria saber por quê. Por acaso você viu alguma coisa ou o que aconteceu naquele dia? Sou sua amiga da família, pode confiar em mim...
Meu cunhado demorava pra gesticular, pra falar... dava pra ver que ele tava abalado, nervoso, com medo...
Alfredo: Teeeee... amm... teee... vi com meu irmão tendo relações... bem, amm... não exatamente... não sei...
Yam: Ok, o que você me viu fazendo?
Alfredo: Juro que não queria... a porta tava entreaberta, juro, juro!
Yam: Tá tranquilo, não tô brava, só tô perguntando como amiga. Tá calmo, só quero saber.
Alfredo: Uuuuu... amm... eeee... amm... este... ok, bem... só vi que meu irmão tava em pé com o pau pra fora e você tava beijando e enfiando na boca... mas só isso, Yam, juro, juro...
Yam: Ok, ok, tranquilo. E me diz: isso que você viu te deixou assim, com seu pau duro? Quer dizer, você sentiu alguma coisa quando nos viu assim?
Alfredo: Amm... mmm... amm...
Yam: Tá tranquilo, confia em mim, sou sua amiga, não tô brava.
Alfredo: Amm... emm... este... bem... amm... senti algo que não consegui controlar.
Yam: Tá certo, e o que você sentiu? Vou entender o que você disser, confia em mim.
Alfredo: Bem... amm... este... foi como um formigamento na barriga e do nada senti minha cueca molhada... e é isso. que já tinha acontecido algo comigo enquanto eu estava dormindo, só ficou assim duro e eu sentia muito calor, tava pingando algo de mim, você sabe... Yam: do seu pau, cunhado, do seu pau era líquido pré-seminal, é normal. Tá segura, Yam? Yam: segura, tá tudo bem... Ok, obrigado, Yam, só não conta pros meus pais, por favor, é vergonhoso se eles souberem... Yam: eles não vão saber de nada, mas me conta, você já transou com a Rebeca por causa do que aconteceu? Não tem problema, me fala a verdade. Alfredo: Não, como assim... Yam: Como é isso de "não como assim"? Alfredo: Bom, só a Rebeca que acariciou e só, nada mais. Yam: Ok, e outra coisa, tipo o que eu fiz com seu irmão de colocar na boca... Alfredo: Não, nada disso, não!
Yam: ok e me diz, você gostaria de sentir como é isso...
Alfredo: amm esse não sei amm heee esse amm acho que sim
Yam: posso te ajudar a sentir isso, mas ninguém pode saber, somos família e amigos, o que você acha... Esperei tipo mil anos porque meu cunhado só ficava olhando pro chão
Alfredo: sim, quero, Yam
Ok, bom, vamos tentar, ok
Devagar ele foi abaixando o shorts e parte da cueca com estampinhas, revelando aquele pedaço de carne grossa, com a glande quase aparecendo através do tecido fino que cobria o pau. Enquanto meus olhos se pregavam na cock dele, os olhos do meu cunhado se pregavam nos meus... Pronto. Hmm... é... ok... hein... ah... é...
Peguei seu pau com a mão enquanto passava a língua pela cabeça, liberando aos poucos aquela pele fina e macia, enquanto meu cunhado ficava encarando como eu procedia pra fazer isso
Comecei a enfiar mais na minha boca, chupando só a cabeça como se fosse um picolé, tentando chegar no centro líquido. Quanto mais eu fazia, mais notava jatos de urina, enquanto meu cunhado começava a curtir, se submetendo, com as unhas cravadas no banco do carona... Aaaaa aaaa oooo aaaa eeee aaa yamm aaaa heee aaa yamm eeee aaaa
Não perdia um momento de prazer e de ouvir como meu cunhado se deliciava com o jeito que eu chupava o pau dele. De vez em quando, ele se levantava do assento só para enterrar o cacete com força na minha boca, como se estivesse fodendo minha boca.
Ele parecia estar gostando ainda mais enquanto sentia o pau dele liberar um pouco de urina que se perdia na minha saliva. Logo senti jatos e mais jatos de porra — parecia ter guardado de dias, semanas, hmm, talvez anos — inundando minha boca. O gosto era um pouco salgado, mas ainda mais gostoso que o do meu marido. Aquele sêmen, senti a necessidade de engolir, e foi o que fiz sem pensar muito. Meu cunhado ficou exausto, o rosto e as pernas tremendo...
Yam: O que você fez? Ooooo aaaaaa ooooo
Yam: Gostou, cunhado?
Siiiiii, siii, muito!
Meu celular tocou. Era meu marido, enquanto eu saía do carro limpando o sêmen e a urina da boca. Ao atender, vi meu cunhado subindo o bermudão e arrumando o pau ainda duro...
Yam: Tudo bem, amor? — sentei no lugar do carona — Seu irmão demorou, mas estamos indo praí.
No caminho, fomos conversando sobre como foi gostoso, enquanto meu cunhado limpava o suor e o pau ainda ereto a caminho de casa. Ao chegar, ele correu pro banheiro imediatamente, enquanto eu cumprimentava meu marido, fechando um dia redondo do que em breve seria a culminação de algo delicioso...

Bem, depois do que aconteceu, voltamos para Torreón e continuamos com a vida normal. Ainda me lembro da despedida dos meus sogros e do abraço forte e quente do meu cunhado... Acho que depois de ver o que vi do meu cunhado, nosso sexo se fortaleceu a ponto do meu marido dizer que eu tinha mudado, perguntando por que tanta vigorosidade da minha parte. Ele achava que era só ele, mas eu bem sabia que era por causa do irmão dele e do pau grande que eu tinha visto...
O tempo todo eu ficava pensando em como estava o irmão dele, perguntando pro meu marido sobre ele. Sem mais nem menos, ele me deu detalhes sobre alguma namoradinha e que tudo estava indo melhor pra ele. Por um lado fiquei feliz, por outro fiquei imaginando se ele já tinha chegado na segunda base com a namoradinha... Foi o suficiente pra gente poder voltar no aniversário do irmãozinho dele... Eu que pedi, coisa que deixou meu marido felizão...
Me arrumando o melhor possível para a festa e para ver a família dele, claro que os vimos e os irmãos dele com uma namoradinha bem simpática. Três dias é o que ficaríamos de visita, a festa e dois dias depois... Meu cunhado eu via igual, bem patético e afastado da gente, conversando com a Rebeca, a namorada dele, claro que a conheci, conversamos os três e foi legal saber que ela era uma moça direita... Por outro lado, meus sogros davam permissão para a Rebeca ficar em casa, então no dia da festa e no dia seguinte ela ficou com a gente, se divertindo pra caramba. Eu, por outro lado, não pensava nada de mal, nada mesmo, mas tinha aquela pulguinha atrás da orelha de poder falar com meu cunhado e perguntar se ele já tinha transado com a Rebeca. Não sei por que, mas sentia a necessidade de perguntar, certo ou errado, era meu plano saber... Depois, o dia todo meu marido ficou com meu sogro ajudando a mudar móveis de lugar, minha sogra feliz com a comida e eu ajudando no que dava... Esses dias tentei ficar bem gostosa.
Causar uma boa impressão e tal... Por outro lado, Rebeca não podia ficar na casa dos meus sogros, então meu sogro teria que levá-los e deixar a Rebeca. Esperteamente, pedi a chance de poder levá-los enquanto eles não estavam livres das suas obrigações... Meu sogro agradeceu o gesto, minha sogra parecia feliz e meu marido ajudava no que era preciso... Por volta das 7 da noite, pegamos o carro do meu sogro rumo à casa da Rebeca, com eles no banco de trás se mostrando carinhosos enquanto eu dirigia até o destino... Ao chegar lá, fiquei no carro esperando por mais de 10 minutos...
A área era um parque grande e escuro, com poucas luzes na frente. A região das casas parecia bem tranquila... Então desci, acendi um 🚬 cigarro olhando as horas e nervosa, já que era a ocasião em que ficaríamos sozinhos. Mais tarde, ao ver o relógio, avistei meu cunhado correndo pela rua em direção ao carro... Alfredo: Pronto, cunhada
Eu: Nossa, haha, quanto demorou...
Enquanto terminava meu cigarro, conversamos um pouco sobre a Rebeca e como ela estava feliz. Ambos entramos no carro, eu do lado do passageiro, entregando as chaves a ele. Com um tom debochado, ele me devolveu dizendo que não sabia dirigir nem automático.
Sinto que algo muito depravado entrou em mim desde que vi ele se tocando há alguns meses. Sentia uma necessidade de saber coisas, era como perguntar pra uma criança... basicamente era uma criança, o controle como adulta era meu.Yam: Ei, cunhado, tenho uma coisa pra te perguntar.
Alfredo: Fala.
Yam: Olha, não sei como você vai levar isso, mas confio muito em você e quero que me diga a verdade... Mmmm...
Yam: No aniversário da sua mãe, depois da festa, estando na sua casa de madrugada, você estava na sala e eu estava no banheiro e ouvi um barulho... era você que tava na sala...
A cara do meu cunhado mudou completamente pra medo, espanto... era uma cara de quem queria que a terra engolisse...
Alfredo: Não sei, não acho... por que você tá dizendo isso?
Yam: Porque eu te vi.
Alfredo: O quêeeeeee?
Yam: Pelado tirando fotos.
Alfredo: Yam, olha, não conta pros meus pais, por favor...
Yam: Tá tranquilo, só queria saber por quê. Por acaso você viu alguma coisa ou o que aconteceu naquele dia? Sou sua amiga da família, pode confiar em mim...
Meu cunhado demorava pra gesticular, pra falar... dava pra ver que ele tava abalado, nervoso, com medo...
Alfredo: Teeeee... amm... teee... vi com meu irmão tendo relações... bem, amm... não exatamente... não sei...
Yam: Ok, o que você me viu fazendo?
Alfredo: Juro que não queria... a porta tava entreaberta, juro, juro!
Yam: Tá tranquilo, não tô brava, só tô perguntando como amiga. Tá calmo, só quero saber.
Alfredo: Uuuuu... amm... eeee... amm... este... ok, bem... só vi que meu irmão tava em pé com o pau pra fora e você tava beijando e enfiando na boca... mas só isso, Yam, juro, juro...
Yam: Ok, ok, tranquilo. E me diz: isso que você viu te deixou assim, com seu pau duro? Quer dizer, você sentiu alguma coisa quando nos viu assim?
Alfredo: Amm... mmm... amm...
Yam: Tá tranquilo, confia em mim, sou sua amiga, não tô brava.
Alfredo: Amm... emm... este... bem... amm... senti algo que não consegui controlar.
Yam: Tá certo, e o que você sentiu? Vou entender o que você disser, confia em mim.
Alfredo: Bem... amm... este... foi como um formigamento na barriga e do nada senti minha cueca molhada... e é isso. que já tinha acontecido algo comigo enquanto eu estava dormindo, só ficou assim duro e eu sentia muito calor, tava pingando algo de mim, você sabe... Yam: do seu pau, cunhado, do seu pau era líquido pré-seminal, é normal. Tá segura, Yam? Yam: segura, tá tudo bem... Ok, obrigado, Yam, só não conta pros meus pais, por favor, é vergonhoso se eles souberem... Yam: eles não vão saber de nada, mas me conta, você já transou com a Rebeca por causa do que aconteceu? Não tem problema, me fala a verdade. Alfredo: Não, como assim... Yam: Como é isso de "não como assim"? Alfredo: Bom, só a Rebeca que acariciou e só, nada mais. Yam: Ok, e outra coisa, tipo o que eu fiz com seu irmão de colocar na boca... Alfredo: Não, nada disso, não!

Yam: ok e me diz, você gostaria de sentir como é isso... Alfredo: amm esse não sei amm heee esse amm acho que sim
Yam: posso te ajudar a sentir isso, mas ninguém pode saber, somos família e amigos, o que você acha... Esperei tipo mil anos porque meu cunhado só ficava olhando pro chão
Alfredo: sim, quero, Yam
Ok, bom, vamos tentar, ok
Devagar ele foi abaixando o shorts e parte da cueca com estampinhas, revelando aquele pedaço de carne grossa, com a glande quase aparecendo através do tecido fino que cobria o pau. Enquanto meus olhos se pregavam na cock dele, os olhos do meu cunhado se pregavam nos meus... Pronto. Hmm... é... ok... hein... ah... é...
Peguei seu pau com a mão enquanto passava a língua pela cabeça, liberando aos poucos aquela pele fina e macia, enquanto meu cunhado ficava encarando como eu procedia pra fazer isso
Comecei a enfiar mais na minha boca, chupando só a cabeça como se fosse um picolé, tentando chegar no centro líquido. Quanto mais eu fazia, mais notava jatos de urina, enquanto meu cunhado começava a curtir, se submetendo, com as unhas cravadas no banco do carona... Aaaaa aaaa oooo aaaa eeee aaa yamm aaaa heee aaa yamm eeee aaaa
Não perdia um momento de prazer e de ouvir como meu cunhado se deliciava com o jeito que eu chupava o pau dele. De vez em quando, ele se levantava do assento só para enterrar o cacete com força na minha boca, como se estivesse fodendo minha boca.
Ele parecia estar gostando ainda mais enquanto sentia o pau dele liberar um pouco de urina que se perdia na minha saliva. Logo senti jatos e mais jatos de porra — parecia ter guardado de dias, semanas, hmm, talvez anos — inundando minha boca. O gosto era um pouco salgado, mas ainda mais gostoso que o do meu marido. Aquele sêmen, senti a necessidade de engolir, e foi o que fiz sem pensar muito. Meu cunhado ficou exausto, o rosto e as pernas tremendo... Yam: O que você fez? Ooooo aaaaaa ooooo
Yam: Gostou, cunhado?
Siiiiii, siii, muito!
Meu celular tocou. Era meu marido, enquanto eu saía do carro limpando o sêmen e a urina da boca. Ao atender, vi meu cunhado subindo o bermudão e arrumando o pau ainda duro...
Yam: Tudo bem, amor? — sentei no lugar do carona — Seu irmão demorou, mas estamos indo praí.
No caminho, fomos conversando sobre como foi gostoso, enquanto meu cunhado limpava o suor e o pau ainda ereto a caminho de casa. Ao chegar, ele correu pro banheiro imediatamente, enquanto eu cumprimentava meu marido, fechando um dia redondo do que em breve seria a culminação de algo delicioso...
3 comentários - Que surpresa a vida dá 2