Futebol, Praia e Sexo (Gay) Parte 2

Acordei com uma puta ressaca, torcendo pra que o que rolou ontem fosse só um sonho. Mas a dor na mandíbula e na garganta tava foda. Ainda sentia o cheiro de ovo e porra na boca daquele tal de Raúl Ramiro. Tomei um banho e fiz gargarejo com tudo que achei: xampu, pasta de dente e sabão pra tirar o gosto de pau e porra da boca. Enquanto terminava de me lavar, um dos caras veio me chamar pra avisar que iam pra praia e pra eu ir junto. E fui. Peguei a toalha e saí com o grupo, onde obviamente tava o Ramiro, que nem me olhou, como se eu não existisse e o que rolou no dia anterior não tivesse acontecido. Eu fiz o mesmo. Mas não conseguia tirar aquele pau da cabeça. Quando chegamos, ficamos de bobeira na praia, jogamos um pouco de bola, olhamos várias rabetas e entramos no mar. Como sempre fazíamos, fomos até a água bater quase no pescoço e fizemos um círculo — sem o Ramiro — pra ir pulando as ondas que se formavam naquela altura e não ficar debaixo d'água. Enquanto a gente falava do jogo e de como ganhamos, vários entraram no círculo. O último foi o Ramiro, que veio pela minha direita e, direto, meteu a mão esquerda por baixo da minha sunga e começou a apalpar minha bunda com força, apertando e soltando. Mas se juntando na conversa como se "não tivesse rolando nada". Meu instinto foi tentar tirar a mão dele enquanto tentava participar do papo também, pra ninguém perceber nada. Mas ele pegou minha mão direita e levou direto pro volume do pau dele na sunga. Não demorou pra ele puxar o próprio pau pra fora e fazer eu começar a masturbar aquele pau já durasso. Pressionando a mão dele contra a minha e batendo uma devagar. Aí ele aproveitou uma das ondas que tavam vindo, daquelas que a gente tem que dar um pulinho pra não ficar debaixo d'água. Na hora que eu pulei, ele aproveitou e puxou minha sunga até o pé, e com um movimento rápido tirou ela de vez. Me pegou de surpresa, mal deu tempo de dobrar as pernas e já tava... bolas, por sorte a água era bem opaca e não dava pra ver. Cercado pelos meus amigos. E com uma mão que voltava a apalpar minha bunda, mas dessa vez já procurava o cu, enfiava e tirava a pontinha de um dos dedos que cada vez tentava meter mais fundo. Enquanto todo mundo falava do jogo, ele falou baixinho no meu ouvido com um tom alegre e super tesudo. Ramiro: - Você adora, né?!?... Tava morrendo de vontade de estar assim?... Curtiu ontem à noite, né?... Que bom que você aprendeu a chupar pica?... Ele ia falando a cada 3 ou 4 segundos pra ninguém notar. E cada pergunta ele terminava enfatizando com pressão do dedo no meu cu. Que cada vez entrava mais e mais. Cada onda que vinha e a gente tinha que pular, eu sentia o dedo entrando mais e mais. Aos poucos todo mundo foi indo embora e eu ficava cada vez mais sozinho com o Ramiro, até que ficamos a sós. E fomos um pouco mais pra dentro. Onde o Ramiro alcançava o fundo, mas eu não. Na verdade, ele já me segurava com dois dedos enfiados no cu. Num momento, tateando enquanto procurava minha mão pra eu continuar masturbando ele. Ele percebe que eu também tava com a pica dura pra caralho. E comenta Ramiro: - Uff, como você gosta de ser minha putinha, chupa ela agora. Por sorte ele tira os dedos do meu cu. Mas me puxa pelo braço pra baixo com a ordem "segura o ar". A correnteza era meio forte, mas consegui chegar até a pica dele e comecei a chupar como dava. Fiquei uns segundos e subia pra respirar. Mas assim que pegava ar, ele já me puxava de volta pra continuar chupando. Enquanto ele ia se masturbando, a cada vez que eu subia. Numa das tantas que desci, a única coisa que ele conseguiu falar foi "engole tudo", me agarrou pela nuca assim que enfiei a pica na boca e encheu minha boca de porra. Entre engasgos e a luta contra a corrente, cuspi uma parte e engoli a maior parte. Quando subi de novo tossindo de afogamento, a única coisa que ele fala é Ramiro: - Que boqueteira master você é!... Mas você morre de vontade de levar no cu e ser sua putinha, né? Eu nego com a cabeça e ele concorda. Enquanto me agarra pela cintura e volta a procurar meu cu. com os dedos e começa de novo a me enfiar e tirar, primeiro um dedo e depois dois. Apesar da resistência, ele só repetia "você me masturba" enquanto enfiava e tirava os dedos com mais brutalidade do meu cu. Minha cara e reclamações de dor me entregavam, e ele só repetia com muito tesão Ramiro:- mmm adoro essa cara de desejo... Quer essa pica no cu a todo custo, né? Te deixei mais puta do que esperava E continuou assim por um bom tempo até chegar num ponto onde os dedos eram sentidos com força, mas doía bem menos, mesmo tendo dois dedos enfiados até o fundo no cu, entrando e saindo com velocidade e força. Depois de quase uma hora, ele colocou minha sunga na minha cabeça e foi embora como se nada tivesse acontecido. Eu rapidamente tirei e vesti. O cu ainda ardia e pulsava forte. E minha mandíbula doía de ponta a ponta. Saí do mar e me desculpei com meus amigos, dizendo que estava me sentindo meio tonto e ia para o hotel. Fiz o caminho de volta quase mancando, mas tentando disfarçar. Cheguei no hotel, pedi a chave do quarto e, quando ia subir no elevador, vejo que vem o Ramiro. Ele para o elevador e entra com um sorriso de orelha a orelha e comenta Ramiro:- ia sair pra comer. Mas quando você disse que vinha, percebi que queria pica Tentei negar, mas ele coloca um dedo nos meus lábios, que se transformaram em dois, e os enfiava e tirava da minha boca para eu não falar enquanto o elevador subia. Parou no 3º andar e me levou quase arrastando para o quarto dele, já que o meu era no 2º. Mal entramos, ele sentou na mesa e me colocou de cócoras na frente dele, e puxou a pica. E ordenou Ramiro:- vai, chupa!!! E com vontade, deixa bem dura e babada Sem perder tempo, comecei a chupar a pica o mais rápido que podia, mas ele não demorou a me agarrar pela nuca e enfiar o mais fundo que conseguia. Enquanto repetia "assim, vadia, assim" Num momento, ele me tirou, pegou a camisinha, colocou e ordenou de novo Ramiro, fica de quatro ali no chão e bota a Bunda bem pra cima. Obedeci porque sabia que resistir era perda de tempo. Ele cuspiu meu cu e começou a aproximar a cabeça, mas fica passando a pica na minha racha e me diz, já num tom excitado, Ramiro:

- Me pede pra te comer, pra arrebentar toda essa sua bunda... Fala, que você tá morrendo de vontade.

Eu:
- Me come.

Ramiro:
- Pede direito, sabendo que você quer.

Eu:
- ...me come, pai... Faz... Faz meu cu.

Ramiro:
- Óbvio, ia deixar pra noite e estrear com o Raúl, mas essa buceta merece um privado.

E começou a forçar meu cu, enquanto cuspia de vez em quando. Soltei um grito abafado enquanto a pica, a cada empurrão, entrava centímetro por centímetro. Conforme entrava, começava a bombar. Em poucos minutos, já tinha metido quase toda e bombava sem parar. A dor era tremenda. Ficou assim um bom tempo até comentar que tinha entrado toda. E continuou comendo.

Depois de uns minutos, me levanta ainda com a pica no cu e me apoia na cama. Tira ela e me vira, colocando minhas pernas nos ombros dele. E começa a bombar de novo. A dor ali era maior. Enquanto ele prendia minhas mãos no meu peito pra eu não parar as investidas. Ficou assim um bom tempo. Depois, continuou mudando de posição: com uma perna só no ombro, de lado, até se jogar na cama e pedir pra eu montar na pica dele. E assim eu fiz.

Não sei quantas vezes gozei. Mas quando ele gozou, me jogou na cama de barriga pra cima com a cabeça pendurada pro lado e me disse:

Ramiro:
- Agora é engolir a porra e deixar minha pica bem limpinha, putinha!

Enquanto tirava a camisinha e escorria bem sobre a própria pica, e metia ela na minha boca até o fundo. Entre engasgos e engasgos. Afogada e engolindo porra. Terminei de chupar ela toda. Nos trocamos e ele me disse:

Ramiro:
- Meio-dia passo te buscar e vamos com o Raúl. Que seu fim de semana de puta dada não acabou.

Continua...

6 comentários - Futebol, Praia e Sexo (Gay) Parte 2

Q hermoso es despertar con gusto a lechita y macho en la boca
Algún Ramiro de España me enseña a disfrutar como un buen putito?