Acordei com uma puta ressaca, esperando que o que rolou ontem fosse só um sonho. Mas a dor na mandíbula e na garganta tava foda. Ainda sentia o cheiro de ovo e porra na boca daquele tal de Raúl Ramiro. Tomei um banho e fiz gargarejo com tudo que achei: xampu, pasta de dente e sabão pra tirar o gosto de pau e porra da boca. Enquanto terminava de me lavar, um dos caras veio me chamar pra avisar que iam pra praia e pra eu ir junto. E fui. Peguei a toalha e saí com o grupo, onde obviamente tava o Ramiro, que nem me olhou, como se eu não existisse e o que rolou no dia anterior nunca tivesse acontecido. Eu fiz o mesmo. Mas não conseguia tirar aquele pau da cabeça. Quando chegamos, ficamos de bobeira na praia, jogamos um pouco de bola, olhamos várias bundas e entramos no mar. Como sempre fazíamos, fomos até a água bater quase no pescoço e fizemos um círculo — sem o Ramiro — pra ir pulando as ondas que se formavam naquela altura e não ficar submerso. Enquanto falávamos do jogo e de como a gente ganhou, vários entraram no círculo. O último foi o Ramiro, que veio pela minha direita e, direto, enfiou a mão esquerda por baixo da minha sunga e começou a apalpar minha bunda com força, apertando e soltando. Mas se juntando à conversa como se "não tivesse rolando nada". Meu instinto foi tentar tirar a mão dele enquanto tentava também participar do papo pra ninguém perceber nada. Mas ele pegou minha mão direita e levou direto pro volume do pau dele na própria sunga. Não demorou pra ele tirar o pau pra fora e fazer eu começar a masturbar aquele pau já duríssimo. Pressionando a mão dele contra a minha e se punhetando devagar. Aí ele aproveitou uma das ondas que tavam vindo, daquelas que a gente tem que dar um pulinho pra não ficar debaixo d'água. Na hora que eu pulei, ele aproveitou e puxou minha sunga até o chão e, com um movimento rápido, tirou ela de vez. Me pegou de surpresa; mal deu tempo de dobrar as pernas e já tava bolas, por sorte a água era bem opaca e não dava pra ver. Cercado pelos meus amigos. E com uma mão que voltava a apalpar minha bunda, mas dessa vez já procurava o cu, enfiava e tirava a pontinha de um dos dedos que cada vez tentava meter mais fundo. Enquanto todo mundo falava do jogo, ele falou baixinho no meu ouvido, com um tom alegre e super tesudo. Ramiro: - Você adora, né?!?... Tava morrendo de vontade de estar assim?... Curtiu ontem à noite, né?... Que bom que aprendeu a chupar pica?... Ele ia falando a cada 3 ou 4 segundos pra ninguém perceber. E cada pergunta ele terminava enfatizando, fazendo pressão com o dedo no meu cu. Que cada vez entrava mais e mais. Cada onda que vinha e a gente tinha que pular, eu sentia o dedo entrando mais e mais. Aos poucos, todo mundo foi indo embora e eu ficava cada vez mais sozinho com o Ramiro, até que ficamos a sós. E aí fomos um pouco mais fundo. Onde o Ramiro alcançava o pé, mas eu não. Na verdade, ele já me segurava com dois dedos enfiados no meu cu. Num momento, ele tateava enquanto procurava minha mão pra eu continuar masturbando ele. Percebe que eu também tava com a pica duríssima. E comenta Ramiro: - Uff, como você gosta de ser minha putinha, chupa ela agora. Por sorte, ele tira os dedos do meu cu. Mas me puxa pelo braço pra baixo com a ordem "toma ar". A corrente tava meio forte, mas ele conseguiu me levar até a pica dele, que comecei a chupar como dava. Fiquei uns segundos e subia pra respirar. Mas assim que tomava ar, ele já me puxava de volta pra continuar chupando. Enquanto ele ia se masturbando, a cada vez que eu subia. Numa das tantas que desci, a única coisa que ele conseguiu falar foi "engole tudo". Me segurou pela nuca assim que enfiei a pica na boca e encheu minha boca de porra. Entre engasgos e a luta contra a corrente, cuspi uma parte e engoli a maior parte. Quando subi de novo, tossindo de afogado, a única coisa que ele fala é Ramiro: - Que boqueteira master você é!... Mas você morre de vontade de eu te comer o cu e ser seu macho, né? Eu nego com a cabeça e ele concorda. Enquanto me agarra pela cintura e volta a procurar meu cu. com os dedos e começa de novo a me enfiar e tirar, primeiro um dedo e depois dois. Apesar da resistência, ele só repetia "você me masturba" enquanto enfiava e tirava os dedos com mais brutalidade do meu ânus. Minha cara e reclamações de dor me entregavam, e ele se limitava a repetir com muito tesão Ramiro:- mmm adoro essa cara de desejo... Quer essa pica no cu a todo custo, né? Te deixei mais puta do que esperava E continuou assim por um bom tempo até chegar num ponto onde sentia os dedos fortes, mas doía muito menos, apesar de ter dois dedos enfiados até o fundo no cu e que entravam e saíam com velocidade e força. Depois de quase uma hora, ele colocou minha maiô na cabeça e foi embora como se nada tivesse acontecido. Eu rapidamente tirei e vesti. O cu ainda ardia e pulsava forte. E a mandíbula doía de ponta a ponta. Saí do mar e me desculpei com meus amigos, dizendo que me sentia meio tonto e ia para o hotel. Comecei a voltar quase mancando, mas tentando disfarçar. Cheguei no hotel, pedi a chave do quarto e, quando ia subir no elevador, vejo que vem o Ramiro. Ele para o elevador e entra com um sorriso de orelha a orelha e comenta Ramiro:- ia sair pra comer. Mas quando você disse que vinha, percebi que queria pica Tentei negar, mas ele coloca um dedo nos meus lábios, que se transformaram em dois, e os enfiava e tirava da minha boca para eu não falar enquanto o elevador subia. Parou no 3º andar e me levou quase arrastando para o quarto dele, já que o meu era no 2º. Mal entramos, ele sentou na mesa e me colocou de cócoras na frente dele, e puxou a pica. E ordenou Ramiro:- vai, chupa!!! E com vontade, deixa bem dura e babada Sem perder tempo, comecei a chupar a pica o mais rápido que podia, mas ele não demorou a me agarrar pela nuca e enfiar o mais fundo que conseguia. Enquanto repetia "assim, puta, assim" Num momento, ele tirou, pegou a camisinha, colocou e ordenou de novo Ramiro, fica de quatro ali no chão e bota a Bunda bem pra cima. Obedeci porque sabia que resistir era perda de tempo. Ele cuspiu meu cu e começou a aproximar a cabeça, mas foi passando a pica na minha racha e disse, já num tom excitado:
Ramiro: — Pede pra te comer, pra arrebentar toda essa bunda... Fala logo, que tu tá morrendo de vontade.
Eu: — Me come.
Ramiro: — Pede direito, sabendo que tu quer.
Eu: — ...me come, papi... Faz... Faz meu cu.
Ramiro: — Claro, ia deixar pra noite e estrear com o Raúl, mas esse cu merece um privado.
E começou a forçar meu cu, enquanto cuspia de vez em quando. Soltei um grito abafado enquanto a pica, a cada empurrão, entrava centímetro por centímetro. Conforme entrava, começava a bombar. Em poucos minutos, já tinha metido quase toda e bombava sem parar. A dor era fodida. Ficou assim um tempão até que comentou que tinha entrado toda. E continuou comendo.
Depois de uns minutos, me levantou ainda com a pica no cu e me apoiou na cama. Tirou ela e me virou, colocando minhas pernas nos ombros dele. E começou a bombar de novo. Aí a dor era maior. Enquanto isso, ele prendia minhas mãos no meu peito pra eu não parar as investidas. Ficou assim um bom tempo.
Depois, foi mudando de posição: com uma perna só no ombro, de lado, até que se jogou na cama e pediu pra eu montar na pica dele. E eu fiz. Não sei quantas vezes gozei. Mas quando ele gozou, me jogou na cama de barriga pra cima, com a cabeça pendurada pro lado, e disse:
Ramiro: — Agora engole a porra e deixa minha pica bem limpinha, putinha!
Enquanto tirava a camisinha e escorria bem em cima da própria pica, e enfiou ela na minha boca até o fundo. Entre engasgos e mais engasgos, afogada e engolindo porra. Terminei de chupar ela toda.
Nos trocamos e ele disse:
Ramiro: — Meio-dia passo te pegar e vamos com o Raúl. Que teu fim de semana de puta dada não acabou.
Continua...
Ramiro: — Pede pra te comer, pra arrebentar toda essa bunda... Fala logo, que tu tá morrendo de vontade.
Eu: — Me come.
Ramiro: — Pede direito, sabendo que tu quer.
Eu: — ...me come, papi... Faz... Faz meu cu.
Ramiro: — Claro, ia deixar pra noite e estrear com o Raúl, mas esse cu merece um privado.
E começou a forçar meu cu, enquanto cuspia de vez em quando. Soltei um grito abafado enquanto a pica, a cada empurrão, entrava centímetro por centímetro. Conforme entrava, começava a bombar. Em poucos minutos, já tinha metido quase toda e bombava sem parar. A dor era fodida. Ficou assim um tempão até que comentou que tinha entrado toda. E continuou comendo.
Depois de uns minutos, me levantou ainda com a pica no cu e me apoiou na cama. Tirou ela e me virou, colocando minhas pernas nos ombros dele. E começou a bombar de novo. Aí a dor era maior. Enquanto isso, ele prendia minhas mãos no meu peito pra eu não parar as investidas. Ficou assim um bom tempo.
Depois, foi mudando de posição: com uma perna só no ombro, de lado, até que se jogou na cama e pediu pra eu montar na pica dele. E eu fiz. Não sei quantas vezes gozei. Mas quando ele gozou, me jogou na cama de barriga pra cima, com a cabeça pendurada pro lado, e disse:
Ramiro: — Agora engole a porra e deixa minha pica bem limpinha, putinha!
Enquanto tirava a camisinha e escorria bem em cima da própria pica, e enfiou ela na minha boca até o fundo. Entre engasgos e mais engasgos, afogada e engolindo porra. Terminei de chupar ela toda.
Nos trocamos e ele disse:
Ramiro: — Meio-dia passo te pegar e vamos com o Raúl. Que teu fim de semana de puta dada não acabou.
Continua...
6 comentários - Futebol, Praia e Sexo (Conto Gay) Parte 2