Depois do ménage com aquele moleque, a Daiana ficava toda alucinada, só queria transar o tempo todo. Meu pau já não dava conta de satisfazer ela, então eu terminava e ela continuava se dedando. Chegou a me pedir pra chamar o cara de novo pra comer ela, mas eu, por raiva e ciúme, sempre dizia que ele tava ocupado e não podia, e assim ia enrolando.
Uma tarde, subimos no terraço da piscina do prédio pra refrescar. Depois de nadar, deitamos nas espreguiçadeiras pra pegar um sol. Nisso, chega o Raul, um vizinho de uns 65 anos, um velho filho da puta, insuportável. Ninguém aguentava ele, era um cuzão com todo mundo, mal-educado. Era viúvo e os filhos não se davam com ele, então ninguém o visitava. Sentou do nosso lado sem nem cumprimentar.
Do nada, fiquei vermelho de vergonha da situação. Estávamos os três molhados da piscina, então as roupas de banho marcavam o corpo. Eu tava de short vermelho, minha Daiana de biquíni branco que mal segurava os peitos, e o Raul de calção estampado. Mas minha indignação foi ver o trambolho que aquele velho filho da puta tinha entre as pernas. E mais humilhante ainda foi ver que a buceta da minha mina fazia mais volume que meu pinto. Era humilhante: uma mulher tinha mais volume que eu. Mas o pior foi ver a cara da Daiana olhando pro volume do velho.
— Daiana, já volto, amor. Vou trocar de biquíni, esse não tô gostando.
Daí a pouco ela voltou com uma calcinha rosa bem pequena, que mal cobria a buceta. A putinha veio quase pelada pro Raul olhar. O volume do velho tinha deixado ela com tesão, e ela tava procurando quem comesse ela. Chegou perto dele e começou a puxar conversa. O velho olhava ela de cima a baixo. Quando ela voltou pra perto de mim, perguntei:
— Eu: O que cê tá fazendo? Por que veio assim? Tá aparecendo tudo!
— Daiana: Não, amor, imagina. É mais confortável assim pra piscina.
Ela foi nadar de novo e, quando saiu, a buceta marcava toda. A calcinha ficou transparente por causa da água, e ela ficou se exibindo. Na frente do velho. Raul — sua namorada é uma puta gostosa, tem uma buceta linda, é carne demais pra você, aguenta isso? Kkkkk — Eu — cala a boca, velho babaca — Fiquei puto, Raul percebeu e começou a dar risada. Chamei a Daiana pra sair um pouco. — Eu — você é louca? Tá se fazendo de puta pra esse velho? — Daiana — não, amor, nada a ver, mas viu o volume que ele tem, com certeza tem uma pica enorme — Enquanto falava isso, Daiana se tocava a buceta, tava muito tarada. — Eu — beleza, já foi, vamos pro apê. A gente tava indo embora e Daiana passou na frente do Raul, ele deu um tapa na bunda dela que estralou forte, minha namorada soltou um grito e devolveu um sorriso. Não podia acreditar que o velho que eu mais odiava no mundo ia comer minha namorada, tinha que fazer alguma coisa. Sabia que se não fizesse nada, Daiana ia cair de quatro pra pica grande dele. Esperei ele ir embora e encarei o Raul. Raul — quer a pica pra sua namorada puta? Vou te fazer de corno, kkkkk — Eu — olha, Raul, por favor, não come minha namorada, não me faça de corno, por favor — falei quase chorando. Raul — kkkkk, mas que corno manso que você é, kkkkk — A risada dele me dava muita raiva. Raul — olha, se não quer que eu coma sua namorada, vai ter que me fazer um favor — Ele abaixou o short e deixou à mostra a pica enorme, já meio dura por causa do show que minha namorada deu no colégio. Raul — faz eu gozar com a boca, corno, ou sua namorada vai me fazer gozar com a buceta dela — Eu — sim, seu Raul — Me agachei e fiquei com a cara na frente daquele monstro, segurei com as duas mãos e vi como ficava cada vez mais duro. Comecei beijando a cabeça da pica e massageando os ovos, tava copiando como minha namorada tinha chupado a pica do cara. Dei beijinhos por todo o tronco da pica, comecei a tentar meter na boca, mas não conseguia, era muito grande, só parte da cabeça entrava, então do jeito que dava tentei chupar e bater uma punheta com as duas mãos. Em uns minutos fazendo isso, senti um jorro enorme. porra entrava na. Minha boca, raul segurou minha cabeça e me apertou contra a pica dele, não consegui me soltar então não tive escolha a não ser engolir tudo, depois de gozar e limpar bem o pau dele com minha língua até não sobrar nenhum vestígio de porra, raul arrumou o short e foi embora, no caminho ele disse -raul- todo dia eu acordo umas 7, passa aqui antes de ir trabalhar pra chupar um pouco, de quebra toma café com porra kkkkk um único dia que você falte e eu como sua namorada. Não podia acreditar, era o chupa-pau particular do velho filho da puta do prédio, e tudo pra minha namorada não me fazer de corno de novo. Ao chegar no apê, ouço uns gemidos, vou no banheiro e vejo a daiana com a raba pra baixo, ela tava se dedando pensando na piroca do raul, um dedo da daia é mais ou menos do tamanho da minha piroquinha, ela enfiava 3 dedos sem problema e ainda sobrava espaço.... era questão de tempo até a daiana implorar pro raul dar uma pica pra ela.......
Uma tarde, subimos no terraço da piscina do prédio pra refrescar. Depois de nadar, deitamos nas espreguiçadeiras pra pegar um sol. Nisso, chega o Raul, um vizinho de uns 65 anos, um velho filho da puta, insuportável. Ninguém aguentava ele, era um cuzão com todo mundo, mal-educado. Era viúvo e os filhos não se davam com ele, então ninguém o visitava. Sentou do nosso lado sem nem cumprimentar.
Do nada, fiquei vermelho de vergonha da situação. Estávamos os três molhados da piscina, então as roupas de banho marcavam o corpo. Eu tava de short vermelho, minha Daiana de biquíni branco que mal segurava os peitos, e o Raul de calção estampado. Mas minha indignação foi ver o trambolho que aquele velho filho da puta tinha entre as pernas. E mais humilhante ainda foi ver que a buceta da minha mina fazia mais volume que meu pinto. Era humilhante: uma mulher tinha mais volume que eu. Mas o pior foi ver a cara da Daiana olhando pro volume do velho.
— Daiana, já volto, amor. Vou trocar de biquíni, esse não tô gostando.
Daí a pouco ela voltou com uma calcinha rosa bem pequena, que mal cobria a buceta. A putinha veio quase pelada pro Raul olhar. O volume do velho tinha deixado ela com tesão, e ela tava procurando quem comesse ela. Chegou perto dele e começou a puxar conversa. O velho olhava ela de cima a baixo. Quando ela voltou pra perto de mim, perguntei:
— Eu: O que cê tá fazendo? Por que veio assim? Tá aparecendo tudo!
— Daiana: Não, amor, imagina. É mais confortável assim pra piscina.
Ela foi nadar de novo e, quando saiu, a buceta marcava toda. A calcinha ficou transparente por causa da água, e ela ficou se exibindo. Na frente do velho. Raul — sua namorada é uma puta gostosa, tem uma buceta linda, é carne demais pra você, aguenta isso? Kkkkk — Eu — cala a boca, velho babaca — Fiquei puto, Raul percebeu e começou a dar risada. Chamei a Daiana pra sair um pouco. — Eu — você é louca? Tá se fazendo de puta pra esse velho? — Daiana — não, amor, nada a ver, mas viu o volume que ele tem, com certeza tem uma pica enorme — Enquanto falava isso, Daiana se tocava a buceta, tava muito tarada. — Eu — beleza, já foi, vamos pro apê. A gente tava indo embora e Daiana passou na frente do Raul, ele deu um tapa na bunda dela que estralou forte, minha namorada soltou um grito e devolveu um sorriso. Não podia acreditar que o velho que eu mais odiava no mundo ia comer minha namorada, tinha que fazer alguma coisa. Sabia que se não fizesse nada, Daiana ia cair de quatro pra pica grande dele. Esperei ele ir embora e encarei o Raul. Raul — quer a pica pra sua namorada puta? Vou te fazer de corno, kkkkk — Eu — olha, Raul, por favor, não come minha namorada, não me faça de corno, por favor — falei quase chorando. Raul — kkkkk, mas que corno manso que você é, kkkkk — A risada dele me dava muita raiva. Raul — olha, se não quer que eu coma sua namorada, vai ter que me fazer um favor — Ele abaixou o short e deixou à mostra a pica enorme, já meio dura por causa do show que minha namorada deu no colégio. Raul — faz eu gozar com a boca, corno, ou sua namorada vai me fazer gozar com a buceta dela — Eu — sim, seu Raul — Me agachei e fiquei com a cara na frente daquele monstro, segurei com as duas mãos e vi como ficava cada vez mais duro. Comecei beijando a cabeça da pica e massageando os ovos, tava copiando como minha namorada tinha chupado a pica do cara. Dei beijinhos por todo o tronco da pica, comecei a tentar meter na boca, mas não conseguia, era muito grande, só parte da cabeça entrava, então do jeito que dava tentei chupar e bater uma punheta com as duas mãos. Em uns minutos fazendo isso, senti um jorro enorme. porra entrava na. Minha boca, raul segurou minha cabeça e me apertou contra a pica dele, não consegui me soltar então não tive escolha a não ser engolir tudo, depois de gozar e limpar bem o pau dele com minha língua até não sobrar nenhum vestígio de porra, raul arrumou o short e foi embora, no caminho ele disse -raul- todo dia eu acordo umas 7, passa aqui antes de ir trabalhar pra chupar um pouco, de quebra toma café com porra kkkkk um único dia que você falte e eu como sua namorada. Não podia acreditar, era o chupa-pau particular do velho filho da puta do prédio, e tudo pra minha namorada não me fazer de corno de novo. Ao chegar no apê, ouço uns gemidos, vou no banheiro e vejo a daiana com a raba pra baixo, ela tava se dedando pensando na piroca do raul, um dedo da daia é mais ou menos do tamanho da minha piroquinha, ela enfiava 3 dedos sem problema e ainda sobrava espaço.... era questão de tempo até a daiana implorar pro raul dar uma pica pra ela.......
5 comentários - Minha namorada deu pra outro porque meu pau é muito curto