Passaram-se algumas semanas sem saber do Pedro.
Minha rotina era baseada em procurar emprego, tive algumas entrevistas para atendimento ao cliente em vários lugares e uma bem avançada para uma loja de roupas dentro de um shopping.
Minha mente, embora devesse focar em conseguir um trabalho, só pensava nas minhas experiências recentes com Pedro. O quanto era erótico ser uma garota de 20 anos que tinha cobrado e até entregado a bunda para um senhor de 50 anos que mal conhecia.
Nem sabia como gastar o dinheiro, ainda morava com meus pais e não tinha como justificar qualquer compra que aquela grana me permitisse.
Desde meu último encontro no hotel de Puerto Madero, já tinham se passado 3 semanas. Com certeza ele já tinha arrumado outra gostosa fácil ou que transava muito melhor que eu. Pelo menos era o que minha cabeça, que se autossabotava, acreditava.
Decidi que era passado e coloquei todo meu esforço em me dedicar àquela oportunidade de trabalho que foi confirmada. Comecei a trabalhar de terça a sábado. Não era ruim, apesar de serem muitas horas, tinha desconto em roupas que eu gostava e me dava bem com o atendimento ao público.
Para contextualizar, a loja era de roupas bem adolescentes, diria até que é a primeira ou segunda que vem à mente de vocês. Os tamanhos eram bem justinhos e as roupas bem curtinhas.
Minha irmã já dizia que, não importava o que eu vestisse, meu corpo parecia de uma gostosa. Mas ali, realmente chamava muito a atenção por causa do tipo de roupa. Obviamente, estando na loja, a gente tinha que usar as roupas deles.
A calça jeans elástica ficava bem apertada em mim, mas ainda mais o top curto de algodão do Snoopy. Por baixo, dava pra ver um top esportivo que eu usava pra não deixar os peitos escaparem.
Lembro que um dos primeiros dias, veio uma cliente com o namorado dela. Ela era um pouco gordinha, não muito, mas talvez a roupa da loja não fosse a ideal.
O namorado dela entrou parecendo frustrado, imagino que depois de ir e voltar por várias horas. Mas tenho que admitir, quando eu atendi eles, o rosto dele se iluminou. rosto. Adorei que ele me devorava com os olhos, era super na cara e eu tentava prestar atenção no pedido da namorada dele. Levei ela até o provador com várias roupas e ele ficou do lado de fora comigo.
Aí pude notar que, apesar da idade, não pareciam ter 30, eram casados, ele usava uma aliança dourada.
Ficamos conversando enquanto a namorada experimentava. Eu aproveitava pra juntar a roupa de outros boxes e me abaixar até mais do que o necessário.
Ele não tirava os olhos de mim, eu amava.
A esposa tinha entrado com uns vestidinhos, me ocorreu puxar a cortina e entrar com ela, deixando aberto.
"Como foi? Te ajudo?"
Ajudei ela a tirar aquele vestido que estava meio apertado, deixei o marido ver como ela ficava de fio dental e sutiã. A cara dele era um poema.
"Juro que esses vestidos são maravilhosos! São super fresquinhos, além do mais, seu marido vai ficar feliz" e pisquei o olho pra ele enquanto ela ria e ele concordava quase sem ter ouvido.
Era uma bobeira, mas eu tava com a adrenalina a mil. Queria pensar que ele ia tar comendo ela lembrando daquele episódio.
Deixei ela continuar experimentando outro tamanho e fiquei do lado de fora com ele, me espreguiçando como se estivesse cansada, mas era pra minha blusinha levantar e ele poder apreciar o top esportivo. Confirmei de canto de olho pelo espelho de um box que era isso mesmo. Fiquei satisfeita e ainda por cima a esposa levou o vestido.
Depois que foram embora, olhei meu celular e uma mensagem me cegou.
Pedro: "voltei de uma viagem, cê tá disponível hoje?"
"Claro" respondi.
Aquelas últimas horas de trabalho foram uma tortura de verdade. Não via a hora de ver aquele senhor. Tinha achado que já tava pouco me lixando, mas tava morrendo de vontade de ir comer ele. Ainda mais com todo o episódio que tinha rolado minutos atrás.
Ele disse que ia me buscar no estacionamento do shopping às 22h, na hora do fechamento. Repetiríamos o hotel e, se eu quisesse, podia jantar algo na suíte.
Fechei tudo o mais rápido possível e fui. Esperei obedientemente no estacionamento que ele me disse.
Chegou a BMW azul de sempre, sorri assim que vi o carro chegar sem ainda conseguir vê-lo por causa do vidro fumê.
Entrei e notei que ele tinha raspado a barba, mas deixado um bigode bem grande, realmente não gostei do visual novo dele, mas também não é que o anterior me encantasse. Sem nem dizer oi, ele já estava me beijando com paixão, sentia um fogo que precisava apagar e aqueles beijos só eram mais combustível pra mim.
Senti as mãos dele nos meus peitos e fiz o mesmo com o volume dele, passei meus dedos pela calça social e percebi que o velhinho já vinha bem excitado, amei isso.
"Vamos?" ele disse, ansioso pra continuar em particular.
Não respondi, mas dei um olhar de gata e desci até o cinto dele, onde, colocando meu rosto no colo dele, fui desabotoando aquela fivela dourada, tirei o botão e, descendo lentamente o zíper da calça, fui massageando por cima da cueca aquele membro duro que ele trouxe pra mim.
Senti que arrancamos e me limitei a me entreter na viagem.
Sabia que ele não tinha vindo me buscar pra conversar, não queria me contar o que fez nessas semanas nem coisas do trabalho. Veio buscar uma garota 30 anos mais nova que fizesse exatamente isso: calar a boca e chupar o pau dele.
Então foi isso que eu dei.
Minha língua foi roçando docemente todo o membro dele, pela posição, ficava com vontade de chegar até as bolas, então ia da base até a pontinha que já me deixava de presentinho, algumas pérolas de líquido pré-seminal fruto da recepção que eu dei.
Envolvi com minhas mãos o pau dele e lambia como se fosse um pirulito, uma e outra vez.
Sentia o carro se mexer, mas não sabia por onde estávamos indo. Eu estava totalmente focada em satisfazer ele.
Com meus lábios, fui apertando suavemente a cabeça do pau dele enquanto passava minha língua por ela. Via que ele se contorcia de prazer, isso me encantava.
Repeti essa ação várias vezes até que, a pedido do meu senhor, parei de brincadeiras e enfiei ele inteiro na boca.
Por Por favor, como eu sentia sua falta, não consegui me segurar e falei pra ele. Com certeza ele achou que eu tava mentindo, mas era verdade.
Acelerei o ritmo do meu boquete graças ao incentivo que ele me dava. A mão dele segurava meu cabelo e fazia o que queria comigo enquanto me xingava.
"Que mina chupa pau que você é"
"Ass mesmo, putinha, assim"
"Vou encher você de porra, do jeito que as vadias like you adoram"
Era difícil não encontrar motivos suficientes pra continuar. Cada frase que ele dizia me dava um formigamento na entreperna e mais vontade de devorar aquele pau.
Estacionamos naquele hotel onde tive que me arrumar um pouco pra poder descer do carro, por causa do meu cabelo bagunçado e do inchaço dos meus lábios, dava pra ver que tipo de tarefa eu tinha acabado de fazer.
No lobby, naquela noite de semana, dava pra ver os empresários indo e vindo com suas "acompanhantes" vários anos mais novas.
Aí eu pensei. Eu era uma delas, né? Iam pensar o mesmo de mim. Também não tava apaixonada e nem sequer gostava dele. Embora o que me movia não fosse o dinheiro, na verdade, nem sabia se ia ter pagamento ou não. Simplesmente me motivava o prazer.
No elevador ele me beijou enquanto apertava meus peitos mais uma vez, dava pra ver que ele era obcecado por eles. Ele até chegou a puxar um pra fora do top, e quando a porta abriu eu tive que esconder rapidinho, por sorte não vinha ninguém.
Entramos na suíte, era a mesma, a sala gigante dele, a vista pra cidade e uma decoração linda.
Senti as mãos dele na minha cintura me segurando forte e me levando com violência até uma mesa de vidro na sala da suíte.
Ele me percorreu desde o pescoço com beijos enquanto ia tirando minha roupa, primeiro caiu minha blusinha do Snoopy e enquanto alternava as mordidas com lambidas na minha cintura, foi desabotoando aquele jeans. Deixou minha calcinha fio-dental à mostra e continuou com os beijos entre as bandas da minha bunda.
Eu sentia a língua dele molhando minha calcinha e os dedos na minha pélvis puxando minha bunda ainda mais (se é que isso era possível). possível) contra o rosto dela.
De um puxão seco, arrancou aquele pano preto fininho que cobria minhas partes mais íntimas e fiquei exposta, à mercê dos desejos dele, molhadinha entre a saliva dele e meus próprios fluidos.
Enganada, pensei que ele ia abusar da situação, mas ele se levantou e terminou de tirar o que restava da minha roupa, deixando meus peitos, a perdição dele, à mostra.
De novo me enganei: ele não se jogou neles. Estendeu a mão e me fez reparar umas caixas em cima da mesa.
"Escolhe um e vem pro quarto, enquanto isso vou pedir algo pra beber."
Me deixou sozinha, completamente nua e excitada, com umas caixas que eu não conhecia.
Abri a primeira e um conjunto de lingerie me esperava, era de renda, vermelho, divino. A segunda, bem parecida, também de renda, preta, bem clássica. Fui na terceira, já era mais ousada, preta também, mas de courino, não cobria meus peitos e tinha uma abertura na calcinha. Obviamente o melhor ficou pro final: não resisti ao ver um body de animal print, a tanga era bem alta, com um estilo meio retrô, me fascinou. Apesar de ser inteiro, o decote ia até o umbigo, com as costas de fora, mas com uma renda preta que combinava perfeitamente.
Me apaixonei e vesti aquilo pra "me arrumar".
Fui pra cama ver meu senhor e ele estava de cueca boxer, daquelas soltinhas. Exibia o bigode e uma barriguinha que tinha crescido nessas duas semanas, mas sem chegar a ser gordinho nem nada parecido.
"Agora, quando vierem entregar a bebida, abre você, veste o roupão mas não fecha." E me deu 20 dólares de gorjeta pro rapaz.
Não passou quase nada do pedido até o toc-toc na porta.
Vesti o roupão do hotel, cumpri a ordem de não fechar e fui.
O coitado do rapaz ficou paralisado. Devia ter minha idade, dava pra ver que era novinho. Quase saltou os olhos quando reagiu. Entrou rápido pra arrumar o balde de gelo no quarto onde pedi, destampou o vinho rosé olhando pro chão e ia saindo às pressas quando eu o segurei.
"Gato, Espera, esqueceu isso"
Entreguei a nota e pisquei o olho enquanto fechava a porta.
Voltei, agora sim, para o que tinha ido fazer.
Pedro serviu nossos copos e se deliciou me olhando de cima a baixo. Colocou a mão na minha bunda e, rindo, enquanto os dedos brincavam perto do meu cu, acrescentou: "hoje vou deixar ele intacto".
Subi em cima dele, de pernas abertas mais precisamente, e com um beicinho grande respondi...
"Ufa, não gostou?"
A resposta dele foi me jogar na cama, de bruços, e puxando meus braços para trás, me deixar imóvel enquanto esfregava o pau na minha raba.
"Filha da puta, não se faz de sonsa porque vou arrebentar tudo nessa puta"
Um gemido e um sorriso escaparam enquanto ele falava no meu ouvido daquele jeito.
Ele me soltou para ir chupar minha bunda, puxando a fio dental do body. Um dedo acariciou minha buceta que estava encharcada, ele levou como um convite para enfiar. Tava me punhetando e lambendo enquanto eu abafava gemidos naquela cama mais uma vez.
Dois dedos foram o próximo ato que recebi com prazer. Quando enfiou o terceiro, eu já estava em outro mundo, só conseguia pensar, ansiosa, que o que eu queria e desejava era o pau dele bem dentro.
Ele me masturbou por um tempão, eu não conseguia falar, faltava ar, sentia a cama molhada dos meus fluidos, a mão dele ia e vinha na minha buceta. Comecei a gozar, a boca dele pegou uma parte, era impossível não estar ali, no meu cuzinho, brincando.
Tentava recuperar o fôlego, mas não conseguia. Ele me virou de barriga para cima, puxou meus peitos para fora do decote e se jogou para chupá-los enquanto tirava a cueca. O pau dele duro foi se abrindo caminho dentro de mim, o que era extremamente fácil, dado o quanto eu estava lubrificada naquele ponto. O bigode dele, ainda molhado, foi percorrendo meu corpo desde os peitos até minha boca. A língua dele roçava a minha, e o membro já tinha entrado por completo.
Ele me comeu entre beijos, parece fofo, mas era pura luxúria. Apertava meus peitos com força extrema, torcia meus bicos, gritava por... prazer e dor naquele momento. Mas nunca ia pedir pra ele parar. Era dele.
Ele levou minhas perninhas pro lado e continuou me penetrando. Entre os movimentos, a gente acabou quase de conchinha, sempre sem tirar de dentro, fomos girando e ele me comeu sem parar.
Também não soltou meus peitos, que eram o grande apoio dele nessa corrida sexual.
"Vem pra cima, garota" — ele não quis admitir, mas a respiração dele me mostrava que tava exausto, acabado de tanto me comer.
Eu, longe de desistir, queria era espremer ele até o fim.
Subi em cima dele, dessa vez fui eu quem apoiou as mãos no peito dele e comecei a quicar contra a pélvis dele. Fui sentando em cima dele, buscando dar o prazer que ele merecia.
"Você vai me fazer gozar, putinha"
"Vou sair" — respondi, quase inocente.
"Não, não, quero encher sua buceta de porra, continua quicando"
Não lembrei ele de novo que não tomava pílula, só obedeci mais uma vez e continuei pulando descontrolada em cima dele enquanto ele via meus peitos balançando na frente dos olhos dele.
Pedro me puxou contra o corpo dele, me beijou e eu senti a tensão do corpo dele e do jeito que ele se agarrou nas minhas costas.
O esperma quente dele começou a me encher enquanto ele continuava me penetrando devagar e minha buceta sugava até a última gota. Era incrível tudo que acabava de rolar, dava pra sentir a porra dele escorrendo do meu buraquinho. Ele não parou de me comer, só diminuiu o ritmo.
A gente se beijou enquanto ele ainda gozava, eu timidamente continuava subindo e descendo naquela rola até sentir ela amolecer.
Desci pra limpar ela, nossos fluidos estavam misturados, dando um gosto intenso a cada lambida que eu dei até deixar ela brilhando.
Senti a porra dele escorrendo pela minha perna, fui me limpar e voltei pra cama.
Ele tava mexendo no celular e eu deitei em cima dele enquanto ele respondia mensagens.
Os dois pelados, sem se falar, mas satisfeitos.
De novo, depois de um tempo, ele se trocou, foi embora e eu fiquei sozinha naquele quarto. Pedi uma Cena por volta das 2 da manhã e coloquei no nome dela. Dormi lá até a manhã seguinte, quando fui trabalhar de novo no shopping e segui minha rotina.
Dessa vez, não teve envelope, mas fiquei com uns conjuntos de lingerie lindos e a satisfação de ser uma boa puta.
Minha rotina era baseada em procurar emprego, tive algumas entrevistas para atendimento ao cliente em vários lugares e uma bem avançada para uma loja de roupas dentro de um shopping.
Minha mente, embora devesse focar em conseguir um trabalho, só pensava nas minhas experiências recentes com Pedro. O quanto era erótico ser uma garota de 20 anos que tinha cobrado e até entregado a bunda para um senhor de 50 anos que mal conhecia.
Nem sabia como gastar o dinheiro, ainda morava com meus pais e não tinha como justificar qualquer compra que aquela grana me permitisse.
Desde meu último encontro no hotel de Puerto Madero, já tinham se passado 3 semanas. Com certeza ele já tinha arrumado outra gostosa fácil ou que transava muito melhor que eu. Pelo menos era o que minha cabeça, que se autossabotava, acreditava.
Decidi que era passado e coloquei todo meu esforço em me dedicar àquela oportunidade de trabalho que foi confirmada. Comecei a trabalhar de terça a sábado. Não era ruim, apesar de serem muitas horas, tinha desconto em roupas que eu gostava e me dava bem com o atendimento ao público.
Para contextualizar, a loja era de roupas bem adolescentes, diria até que é a primeira ou segunda que vem à mente de vocês. Os tamanhos eram bem justinhos e as roupas bem curtinhas.
Minha irmã já dizia que, não importava o que eu vestisse, meu corpo parecia de uma gostosa. Mas ali, realmente chamava muito a atenção por causa do tipo de roupa. Obviamente, estando na loja, a gente tinha que usar as roupas deles.
A calça jeans elástica ficava bem apertada em mim, mas ainda mais o top curto de algodão do Snoopy. Por baixo, dava pra ver um top esportivo que eu usava pra não deixar os peitos escaparem.
Lembro que um dos primeiros dias, veio uma cliente com o namorado dela. Ela era um pouco gordinha, não muito, mas talvez a roupa da loja não fosse a ideal.
O namorado dela entrou parecendo frustrado, imagino que depois de ir e voltar por várias horas. Mas tenho que admitir, quando eu atendi eles, o rosto dele se iluminou. rosto. Adorei que ele me devorava com os olhos, era super na cara e eu tentava prestar atenção no pedido da namorada dele. Levei ela até o provador com várias roupas e ele ficou do lado de fora comigo.
Aí pude notar que, apesar da idade, não pareciam ter 30, eram casados, ele usava uma aliança dourada.
Ficamos conversando enquanto a namorada experimentava. Eu aproveitava pra juntar a roupa de outros boxes e me abaixar até mais do que o necessário.
Ele não tirava os olhos de mim, eu amava.
A esposa tinha entrado com uns vestidinhos, me ocorreu puxar a cortina e entrar com ela, deixando aberto.
"Como foi? Te ajudo?"
Ajudei ela a tirar aquele vestido que estava meio apertado, deixei o marido ver como ela ficava de fio dental e sutiã. A cara dele era um poema.
"Juro que esses vestidos são maravilhosos! São super fresquinhos, além do mais, seu marido vai ficar feliz" e pisquei o olho pra ele enquanto ela ria e ele concordava quase sem ter ouvido.
Era uma bobeira, mas eu tava com a adrenalina a mil. Queria pensar que ele ia tar comendo ela lembrando daquele episódio.
Deixei ela continuar experimentando outro tamanho e fiquei do lado de fora com ele, me espreguiçando como se estivesse cansada, mas era pra minha blusinha levantar e ele poder apreciar o top esportivo. Confirmei de canto de olho pelo espelho de um box que era isso mesmo. Fiquei satisfeita e ainda por cima a esposa levou o vestido.
Depois que foram embora, olhei meu celular e uma mensagem me cegou.
Pedro: "voltei de uma viagem, cê tá disponível hoje?"
"Claro" respondi.
Aquelas últimas horas de trabalho foram uma tortura de verdade. Não via a hora de ver aquele senhor. Tinha achado que já tava pouco me lixando, mas tava morrendo de vontade de ir comer ele. Ainda mais com todo o episódio que tinha rolado minutos atrás.
Ele disse que ia me buscar no estacionamento do shopping às 22h, na hora do fechamento. Repetiríamos o hotel e, se eu quisesse, podia jantar algo na suíte.
Fechei tudo o mais rápido possível e fui. Esperei obedientemente no estacionamento que ele me disse.
Chegou a BMW azul de sempre, sorri assim que vi o carro chegar sem ainda conseguir vê-lo por causa do vidro fumê.
Entrei e notei que ele tinha raspado a barba, mas deixado um bigode bem grande, realmente não gostei do visual novo dele, mas também não é que o anterior me encantasse. Sem nem dizer oi, ele já estava me beijando com paixão, sentia um fogo que precisava apagar e aqueles beijos só eram mais combustível pra mim.
Senti as mãos dele nos meus peitos e fiz o mesmo com o volume dele, passei meus dedos pela calça social e percebi que o velhinho já vinha bem excitado, amei isso.
"Vamos?" ele disse, ansioso pra continuar em particular.
Não respondi, mas dei um olhar de gata e desci até o cinto dele, onde, colocando meu rosto no colo dele, fui desabotoando aquela fivela dourada, tirei o botão e, descendo lentamente o zíper da calça, fui massageando por cima da cueca aquele membro duro que ele trouxe pra mim.
Senti que arrancamos e me limitei a me entreter na viagem.
Sabia que ele não tinha vindo me buscar pra conversar, não queria me contar o que fez nessas semanas nem coisas do trabalho. Veio buscar uma garota 30 anos mais nova que fizesse exatamente isso: calar a boca e chupar o pau dele.
Então foi isso que eu dei.
Minha língua foi roçando docemente todo o membro dele, pela posição, ficava com vontade de chegar até as bolas, então ia da base até a pontinha que já me deixava de presentinho, algumas pérolas de líquido pré-seminal fruto da recepção que eu dei.
Envolvi com minhas mãos o pau dele e lambia como se fosse um pirulito, uma e outra vez.
Sentia o carro se mexer, mas não sabia por onde estávamos indo. Eu estava totalmente focada em satisfazer ele.
Com meus lábios, fui apertando suavemente a cabeça do pau dele enquanto passava minha língua por ela. Via que ele se contorcia de prazer, isso me encantava.
Repeti essa ação várias vezes até que, a pedido do meu senhor, parei de brincadeiras e enfiei ele inteiro na boca.
Por Por favor, como eu sentia sua falta, não consegui me segurar e falei pra ele. Com certeza ele achou que eu tava mentindo, mas era verdade.
Acelerei o ritmo do meu boquete graças ao incentivo que ele me dava. A mão dele segurava meu cabelo e fazia o que queria comigo enquanto me xingava.
"Que mina chupa pau que você é"
"Ass mesmo, putinha, assim"
"Vou encher você de porra, do jeito que as vadias like you adoram"
Era difícil não encontrar motivos suficientes pra continuar. Cada frase que ele dizia me dava um formigamento na entreperna e mais vontade de devorar aquele pau.
Estacionamos naquele hotel onde tive que me arrumar um pouco pra poder descer do carro, por causa do meu cabelo bagunçado e do inchaço dos meus lábios, dava pra ver que tipo de tarefa eu tinha acabado de fazer.
No lobby, naquela noite de semana, dava pra ver os empresários indo e vindo com suas "acompanhantes" vários anos mais novas.
Aí eu pensei. Eu era uma delas, né? Iam pensar o mesmo de mim. Também não tava apaixonada e nem sequer gostava dele. Embora o que me movia não fosse o dinheiro, na verdade, nem sabia se ia ter pagamento ou não. Simplesmente me motivava o prazer.
No elevador ele me beijou enquanto apertava meus peitos mais uma vez, dava pra ver que ele era obcecado por eles. Ele até chegou a puxar um pra fora do top, e quando a porta abriu eu tive que esconder rapidinho, por sorte não vinha ninguém.
Entramos na suíte, era a mesma, a sala gigante dele, a vista pra cidade e uma decoração linda.
Senti as mãos dele na minha cintura me segurando forte e me levando com violência até uma mesa de vidro na sala da suíte.
Ele me percorreu desde o pescoço com beijos enquanto ia tirando minha roupa, primeiro caiu minha blusinha do Snoopy e enquanto alternava as mordidas com lambidas na minha cintura, foi desabotoando aquele jeans. Deixou minha calcinha fio-dental à mostra e continuou com os beijos entre as bandas da minha bunda.
Eu sentia a língua dele molhando minha calcinha e os dedos na minha pélvis puxando minha bunda ainda mais (se é que isso era possível). possível) contra o rosto dela.
De um puxão seco, arrancou aquele pano preto fininho que cobria minhas partes mais íntimas e fiquei exposta, à mercê dos desejos dele, molhadinha entre a saliva dele e meus próprios fluidos.
Enganada, pensei que ele ia abusar da situação, mas ele se levantou e terminou de tirar o que restava da minha roupa, deixando meus peitos, a perdição dele, à mostra.
De novo me enganei: ele não se jogou neles. Estendeu a mão e me fez reparar umas caixas em cima da mesa.
"Escolhe um e vem pro quarto, enquanto isso vou pedir algo pra beber."
Me deixou sozinha, completamente nua e excitada, com umas caixas que eu não conhecia.
Abri a primeira e um conjunto de lingerie me esperava, era de renda, vermelho, divino. A segunda, bem parecida, também de renda, preta, bem clássica. Fui na terceira, já era mais ousada, preta também, mas de courino, não cobria meus peitos e tinha uma abertura na calcinha. Obviamente o melhor ficou pro final: não resisti ao ver um body de animal print, a tanga era bem alta, com um estilo meio retrô, me fascinou. Apesar de ser inteiro, o decote ia até o umbigo, com as costas de fora, mas com uma renda preta que combinava perfeitamente.
Me apaixonei e vesti aquilo pra "me arrumar".
Fui pra cama ver meu senhor e ele estava de cueca boxer, daquelas soltinhas. Exibia o bigode e uma barriguinha que tinha crescido nessas duas semanas, mas sem chegar a ser gordinho nem nada parecido.
"Agora, quando vierem entregar a bebida, abre você, veste o roupão mas não fecha." E me deu 20 dólares de gorjeta pro rapaz.
Não passou quase nada do pedido até o toc-toc na porta.
Vesti o roupão do hotel, cumpri a ordem de não fechar e fui.
O coitado do rapaz ficou paralisado. Devia ter minha idade, dava pra ver que era novinho. Quase saltou os olhos quando reagiu. Entrou rápido pra arrumar o balde de gelo no quarto onde pedi, destampou o vinho rosé olhando pro chão e ia saindo às pressas quando eu o segurei.
"Gato, Espera, esqueceu isso"
Entreguei a nota e pisquei o olho enquanto fechava a porta.
Voltei, agora sim, para o que tinha ido fazer.
Pedro serviu nossos copos e se deliciou me olhando de cima a baixo. Colocou a mão na minha bunda e, rindo, enquanto os dedos brincavam perto do meu cu, acrescentou: "hoje vou deixar ele intacto".
Subi em cima dele, de pernas abertas mais precisamente, e com um beicinho grande respondi...
"Ufa, não gostou?"
A resposta dele foi me jogar na cama, de bruços, e puxando meus braços para trás, me deixar imóvel enquanto esfregava o pau na minha raba.
"Filha da puta, não se faz de sonsa porque vou arrebentar tudo nessa puta"
Um gemido e um sorriso escaparam enquanto ele falava no meu ouvido daquele jeito.
Ele me soltou para ir chupar minha bunda, puxando a fio dental do body. Um dedo acariciou minha buceta que estava encharcada, ele levou como um convite para enfiar. Tava me punhetando e lambendo enquanto eu abafava gemidos naquela cama mais uma vez.
Dois dedos foram o próximo ato que recebi com prazer. Quando enfiou o terceiro, eu já estava em outro mundo, só conseguia pensar, ansiosa, que o que eu queria e desejava era o pau dele bem dentro.
Ele me masturbou por um tempão, eu não conseguia falar, faltava ar, sentia a cama molhada dos meus fluidos, a mão dele ia e vinha na minha buceta. Comecei a gozar, a boca dele pegou uma parte, era impossível não estar ali, no meu cuzinho, brincando.
Tentava recuperar o fôlego, mas não conseguia. Ele me virou de barriga para cima, puxou meus peitos para fora do decote e se jogou para chupá-los enquanto tirava a cueca. O pau dele duro foi se abrindo caminho dentro de mim, o que era extremamente fácil, dado o quanto eu estava lubrificada naquele ponto. O bigode dele, ainda molhado, foi percorrendo meu corpo desde os peitos até minha boca. A língua dele roçava a minha, e o membro já tinha entrado por completo.
Ele me comeu entre beijos, parece fofo, mas era pura luxúria. Apertava meus peitos com força extrema, torcia meus bicos, gritava por... prazer e dor naquele momento. Mas nunca ia pedir pra ele parar. Era dele.
Ele levou minhas perninhas pro lado e continuou me penetrando. Entre os movimentos, a gente acabou quase de conchinha, sempre sem tirar de dentro, fomos girando e ele me comeu sem parar.
Também não soltou meus peitos, que eram o grande apoio dele nessa corrida sexual.
"Vem pra cima, garota" — ele não quis admitir, mas a respiração dele me mostrava que tava exausto, acabado de tanto me comer.
Eu, longe de desistir, queria era espremer ele até o fim.
Subi em cima dele, dessa vez fui eu quem apoiou as mãos no peito dele e comecei a quicar contra a pélvis dele. Fui sentando em cima dele, buscando dar o prazer que ele merecia.
"Você vai me fazer gozar, putinha"
"Vou sair" — respondi, quase inocente.
"Não, não, quero encher sua buceta de porra, continua quicando"
Não lembrei ele de novo que não tomava pílula, só obedeci mais uma vez e continuei pulando descontrolada em cima dele enquanto ele via meus peitos balançando na frente dos olhos dele.
Pedro me puxou contra o corpo dele, me beijou e eu senti a tensão do corpo dele e do jeito que ele se agarrou nas minhas costas.
O esperma quente dele começou a me encher enquanto ele continuava me penetrando devagar e minha buceta sugava até a última gota. Era incrível tudo que acabava de rolar, dava pra sentir a porra dele escorrendo do meu buraquinho. Ele não parou de me comer, só diminuiu o ritmo.
A gente se beijou enquanto ele ainda gozava, eu timidamente continuava subindo e descendo naquela rola até sentir ela amolecer.
Desci pra limpar ela, nossos fluidos estavam misturados, dando um gosto intenso a cada lambida que eu dei até deixar ela brilhando.
Senti a porra dele escorrendo pela minha perna, fui me limpar e voltei pra cama.
Ele tava mexendo no celular e eu deitei em cima dele enquanto ele respondia mensagens.
Os dois pelados, sem se falar, mas satisfeitos.
De novo, depois de um tempo, ele se trocou, foi embora e eu fiquei sozinha naquele quarto. Pedi uma Cena por volta das 2 da manhã e coloquei no nome dela. Dormi lá até a manhã seguinte, quando fui trabalhar de novo no shopping e segui minha rotina.
Dessa vez, não teve envelope, mas fiquei com uns conjuntos de lingerie lindos e a satisfação de ser uma boa puta.
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