De camping con mi novia - Parte 1

NOTA:Este relato é uma adaptação e continuação da série publicada há vários anos por "sumadrid" (perfil 683026) em outro site. Foi continuado por outra pessoa, então o texto final é de autoria conjunta.1 – O campingFui buscá-la na casa dela numa quinta-feira quente do final de julho. Fumei um cigarro esperando por ela na porta. Reparei no seu vestido branco curto de verão enquanto ela descia os últimos degraus. Que gostosa ela estava.

Ela me deu um beijo longo nos lábios e me agradeceu mais uma vez pela pequena escapada que íamos fazer. Me custou um bom dinheiro reservar um lote naquele camping à beira da praia. Tão tarde naquela altura do verão foi uma verdadeira façanha, mas eu faria qualquer coisa pela minha namorada.

Vê-la tão gostosa dissipava qualquer dúvida sobre o valor do esforço feito. Susana carregava uma mochila bem pequena. Qualquer garota de vinte anos preparando uma mala teria tentado levar metade do guarda-roupa, mesmo que fosse para a praia. Mas minha namorada era realista, só precisava de alguns vestidos de verão e uns biquínis.

Fomos para a estação de ônibus. Logo no caminho eu percebia como outros caras olhavam para minha garota. Era perfeitamente compreensível. Ela tinha um corpo esbelto com curvas delicadas, peitos volumosos e firmes, e pernas torneadas. Era o centro das atenções de muitos homens invejosos.

A viagem de ônibus foi normalíssima, e pra falar a verdade, dormimos durante a maior parte do trajeto.

Graças ao ar-condicionado, não passamos calor algum. A única coisa é que os mamilos da Susana marcavam sob o vestido por causa do ar fresco que chegava até nós. Parece que ela não estava usando sutiã. Ainda bem que ela dormia, porque a coitada teria passado muita vergonha com os olhares indiscretos constantes dos homens sentados ao nosso redor.

Chegamos felizes ao povoado onde ficava o camping. Uma vez lá, me preparei para montar a barraca enquanto Susana foi comprar uns refrigerantes. Enrolado tentando decifrar a posição daqueles tubos de plástico, vi que ao nosso lado tinha um grupo de três caras tocando violão enquanto fumavam uns baseados e tomavam umas cervejas. Resignado, pensei que com certeza iam nos dar a noite.

Quando a Susana finalmente chegou, eu já tinha deixado tudo montado. Os caras da barraca do lado, claro, ficaram babando olhando pra ela. Nem era pra menos; a Susana estava completamente encharcada. Ela me contou que tinha passado na piscina do camping, explorando o local, e que tinha ficado conversando com o salva-vidas. Parece que o cara, que criou intimidade muito rápido, tinha empurrado ela na água pra pregar uma peça.

Não dei muita importância, mas a verdade é que ela tava bem gostosa com a roupa toda colada no corpo. Dava pra ver os mamilos cor-de-rosa clarinho através do tecido branco, e o resto do vestido grudava na pele, marcando perfeitamente a silhueta dela. Deu vontade de enfiar ela na barraca e meter logo, mesmo que fosse em plena luz do dia. Falei que ia tirar uma soneca porque tava cansado, mas ela preferiu ficar lá fora dando voltas e arrumando nossas coisas no espaço.

Apesar do barulho que o pessoal do lado fazia, caí num sono profundo por algumas horas. Quando acordei, senti o sol de verão batendo forte no tecido da barraca, transformando ela num forno. Saí rapidão, suando que nem um porco, e fui procurar a Susana. Depois de uns minutos sem ver ela, ouvi a risada dela vindo da barraca vizinha, a daqueles caras barulhentos.

Me aproxiei de fininho e abri o zíper da barraca sem avisar. Um calor abafado escapou pela abertura, misturado com um cheiro inconfundível. Lá estava ela, rindo e se divertindo com os três vizinhos desconhecidos, com um baseado na mão. Eles estavam sentados em círculo, passando ele de mão em mão.

Minha namorada, toda excitada, tinha as pernas flexionadas, sentada sobre os calcanhares. Com a roupa ainda meio úmida, seja pelo mergulho de antes ou pelo suor, a Susana parecia completamente relaxada e alegre.

Pra minha surpresa, deduzi que a Susana não estava usando calcinha. deixadas, já que as reconheci jogadas sobre as pernas de um dos caras. Ele disse que era porque estavam molhadas e queria que secassem. Os caras, por sua vez, estavam com o torso de fora, mostrando corpos esculturais diante dos quais minha namorada não parecia nada desconfortável. Os torsos dos novos amigos da Susana brilhavam de suor, e o calor e o cheiro de humanidade e maconha eram fortes lá dentro. A verdade é que a barraca cheirava a hormônios que davam vontade de sair correndo.

Finalmente, meio irritado, eu disse à Susana:
— Vamos, precisamos comer alguma coisa.
— Mas, amor, não fica bravo não, já tô saindo, só estava passando um tempinho com esses caras tão legais — disse ela sorridente.

Em seguida, ela adotou uma postura de gata e, do fundo da barraca, veio rastejando até a entrada onde eu estava. Ela fez isso sem pressa nenhuma, deixando que seus novos amigos contemplassem toda sua beleza. Imagino que, pelo vestido ser tão curto, eles deviam estar vendo suas coxas firmes. E talvez até conseguissem ver sua bucetinha sem dificuldade, dependendo do que a saia minúscula deixasse à vista.

Quando estava quase saindo, ela parou, virou a cabeça e disse:
— Bom, pessoal, saibam que foi um prazer conhecer vocês, me diverti muito. É uma pena que não tenhamos nada para comer para oferecer.

Eu intervi secamente:
— Temos comida, mas não é suficiente para todos, é uma pena.

Eu não tinha ido acampar para fazer amigos, mas para curtir minha mina, e por isso meu comentário ficou meio cortante.

— Podemos ir de carro até a cidade aqui do lado e comprar algo para o jantar para todos — disse um deles, sem tirar os olhos da bunda da minha namorada.

Susana, lá de baixo, me olhou com cara de gata faminta, para ver o que eu achava da ideia. Ela estava super excitada com a ideia de dividir o jantar com aqueles caras tão agradáveis. Recusei por um tempo, alongando a discussão por alguns minutos enquanto minha namorada tentava me convencer com voz carinhosa e mexendo o bumbum de maneira provocante enquanto os caras a seguiam com os olhos. Acabei aceitando a proposta, mas sem muita vontade, pra ser sincero.

Combinamos que os três iriam fazer compras enquanto Susana e eu íamos à piscina para um mergulho antes do sol se pôr. Na volta, eles passariam para nos pegar com o carro e compartilharíamos um churrasquinho graças ao botijão de gás que eles tinham.

Colocamos os maiôs e chegamos à piscina depois de uma caminhada, já que ficava um pouco longe. Desvantagens de reservar com tão pouca antecedência. Havia bastante gente, incluindo muitas garotas bonitinhas. Mas eu podia me orgulhar da minha mina, a mais gostosa de todas. Pelo menos pra mim, isso é óbvio.

Ela estava linda com seu biquíni branco, que destacava aquelas curvas tão deliciosas que ela tem.
Os velhos que estavam por ali também a admiravam e não paravam de observá-la enquanto ela passava protetor ou se deitava na toalha. Depois de alguns minutos de paz e relaxamento, eu entrei na água, e ela foi, pelo menos foi o que disse, cumprimentar o salva-vidas. Ele era o típico bombado de academia, usando óculos de sol de marca e uma tatuagem tribal na panturrilha.

O corpão da minha garota também não passava despercebido por ele, e da água eu via como ele a olhava de cima a baixo, dando cantada, o que fazia Susana rir. Ela sempre foi muito impressionada por tatuagens, e esse cara parecia um catálogo de uma loja de tatuagem. Ele as mostrava, aproveitando para exibir os músculos e flertar um pouco com ela. Eles conversavam animadamente, e ela seguia o jogo, toda encantada.

Ela até se permitia acariciar alguns dos músculos dele, usando como desculpa tocar nas tatuagens.
Eu estava ficando com bastante ciúmes da cena, mas então percebi que tudo tinha sido uma estratégia de Susana para deixar o cara à vontade. Em um momento de distração, Susana o agarrou pela cintura para jogá-lo na água, querendo assim devolver a brincadeira de... Naquela manhã. Ela, que não tem mais de um metro e sessenta, tentava jogar na piscina uma montanha de músculos que a superava em vinte centímetros de altura.

Ficaram se agarrando e rindo por alguns segundos que pra mim pareceram uma eternidade, até que ele se posicionou atrás dela e a envolveu com seus braços fortes, esmagando seus peitos e se apertando contra ela. Caíram juntos na água, onde ficaram submersos por outros segundos intermináveis até voltarem à superfície, ainda abraçados.

Comecei a nadar na direção deles, para ajudar minha baixinha contra aquele gigante. Porém ela conseguiu se virar e, de frente pra ele, apoiou as mãos nos ombros dele e se ergueu para fazer uma "ahogadilla". Sempre rindo, Susana levantou metade do corpo da água para ganhar impulso, enquanto ele a segurava pela cintura. Notei que, por causa da brincadeira, a parte de baixo do biquíni estava um pouco deslocada, deixando à vista parte de seus maravilhosos e brancos glúteos.

Susana mudou de estratégia e virou uma constrictor; enquanto suas pernas torneadas envolviam o torso do salva-vidas, seus braços o abraçavam pelo pescoço, fazendo com que seus peitos se espremessem contra o rosto do rapaz. Ele acabou perdendo o equilíbrio e terminaram de novo debaixo d'água.

Mergulhei para ver o que acontecia. Embora não com muita clareza, pude observar como afundavam abraçados e se agarrando. Os peitos de Susana continuavam pressionando o rosto dele, e ele a segurava com força contra seu corpo com uma mão e com a outra agarrava uma de suas coxas.

Depois de mais um pouco de agarramento, finalmente se soltaram e subiram novamente à superfície. Susana não parava de rir com a situação. Ele saiu da água e voltou para sua cadeira de salva-vidas. Pude notar que ele estava de pau duro. Ela ficou na água apoiada na borda da piscina, conversando animada com ele. Seus peitos generosos ficavam comprimidos entre seus braços, à vista de todos.

Eu estava com uma boa irritação, então fui para a toalha sem querer falar com ela. Depois de um tempo, os vizinhos da barraca chegaram, já voltando de comprar o jantar. Sem nem mesmo me ver, foram direto falar com minha namorada. Dava para ver que Susana estava muito à vontade conversando com aqueles desconhecidos, incluindo o salva-vidas que se juntou a eles enquanto eu me entediava na toalha. Parecia que minha mina estava convidando eles para mergulhar com ela na água, dizendo que estava muito gostosa. Todos se divertiam com minha namorada, todos menos eu.

Finalmente ela se aproximou da toalha, pensei que fosse para ficar um tempinho comigo, como deveria ser. Mas não, estava muito enganado.

— Amor — ela me disse —, vamos começar a preparar o jantar. Eu vou na frente com eles no carro para ajudar. Você pode levar minhas coisas para a barraca? É que estou muito molhada e não quero ficar resfriada, está começando a escurecer e a barraca é longe…

Com aquele olhar de pena, ela me convenceu e me pediu para pegar o vestidinho de verão que ela tinha deixado na bolsa. Ela colocou por cima do biquíni ainda encharcado, molhando assim também o vestido branco no processo.

Ela se olhou e disse:

— Quase que eu tiro a parte de baixo, porque vai molhar tudo.

Sem cerimônia nem preguiça, ela se livrou do biquíni, diante do meu olhar atônito, ficando só com o vestido, que era tão curto e tão molhado que dava para ver tudo através dele. Apesar de não estar nada frio, seus mamilos molhados ficavam marcando contra o tecido úmido do vestido. Seus peitões balançavam a cada passo que ela dava em direção aos nossos vizinhos, que estavam todos de boca aberta com a situação.

Eu os vi caminhando até o carro e entrando nele, para depois saírem derrapando em direção à barraca. Até o salva-vidas tinha se auto-convidado para a festa para não perder nenhum detalhe do que poderia acontecer.
2 – A festaDepois de dez minutos de caminhada, finalmente cheguei à minha barraca, cansado e puto da vida com minha namorada por ter me deixado na mão por causa daqueles quatro idiotas.

Vi ela com aquele mesmo vestido e percebi que ainda não tinha colocado calcinha, já que, balançando de um lado pro outro, a saia subia mais do que devia. Ela dizia que, com aquele calor, ficava mais confortável assim. E olha que pouco antes ela tinha dito que estava começando a esfriar. Eu não entendia essas mudanças repentinas de temperatura que minha namorada sentia; pra mim, era um fim de tarde de verão normalíssimo.

Os quatro caras estavam de sunga, com o torso nu, e atendendo minha namorada como se ela fosse uma princesa. Mas, principalmente, cuidavam pra que não faltasse nada pra ela beber, já que, quanto mais ela bebia, mais carinhosa ficava com eles.

Os caras não perdiam uma oportunidade de se aproximar dela, abraçá-la e, se preciso (mas não necessário), dar um beijo carinhoso enquanto brincavam. Eu não conseguia acreditar que ela estava se comportando de um jeito tão confiante e inocente com esses caras que tinha acabado de conhecer. Um deles começou a tocar violão, enquanto o resto preparava o jantar com minha garota.

Eu fiz a única coisa que me veio à cabeça na hora: também comecei a beber. Quando o jantar ficou pronto, nos sentamos à mesa. Era uma mesa de camping com bancos acoplados nas laterais que nossos vizinhos tinham trazido. Pra falar a verdade, ficamos bem apertados. Susana não conseguiu sentar do meu lado e ficou na frente, entre dois dos caras. Eu fiquei num canto do lado oposto, junto com o salva-vidas e outro dos vizinhos.

A paquera continuou na minha cara. Sempre que algum pedaço de comida "caía" nas pernas dela, um dos seus escoltas se apressava pra pegar, aproveitando pra "limpar" a mancha que tinha feito. Um dos caras brincou dizendo pra ela levantar a saia do vestido pra não se sujar, e ela levou a sério. Alegre como— Iba, deixou seu púbis à mostra por alguns segundos, antes que eu a repreendesse dizendo para ela se cobrir.

Depois, um dos pedaços de comida acabou caindo "acidentalmente" bem no decote da Susana e um dos caras não hesitou em pegá-lo, fuçando com as mãos, e dando um banquete que me deixou alucinado. Eu na época também estava meio bêbado e cada vez me sentia mais lento e desajeitado nas minhas reações. Cada vez eu ia ficando mais em segundo plano, enquanto ela era o centro das atenções daqueles machos no cio.

Em algumas ocasiões fui mijar num pinheiro próximo, e tive que manter o olhar no grupo para controlar se a coisa ia longe demais. Cada vez que um deles ia mijar, dava pra notar o pau duro debaixo do tecido da sunga. Ela olhava pra eles e, pra falar a verdade, não parecia muito incomodada. Um deles, com a desculpa de que estava muito escuro, foi mijar logo atrás de um arbusto que mal o cobria, deixando sua ferramenta à vista da minha namorada.

Num certo momento, ela também já estava bem bêbada, e precisou mijar. Como os banheiros ficavam a uns cem metros, eu, cavalheirescamente, me ofereci para acompanhá-la. Mas ela não quis e me disse que podia fazer como a gente e mijar atrás de um pinheiro. Bastou levantar o vestido e se agachar.

De repente ela começou a gritar e de um salto apareceu na nossa frente, ainda segurando o vestido na altura da cintura.
— Tem uma cobra ou algo assim aí que se mexeu! — exclamou histérica.

Eu fiquei puto ao vê-la porque deixava sua bucetinha depilada à vista de todos, mesmo que sem querer. Mesmo assim me aproximei pra ver se encontrava o que tinha se mexido, mas não vi mais nada.

— Mata ela, amor, que me dá muito nojo! — gritou me animando, mas então exclamou — Ai…! Não aguento mais, tá escapando…

A Susana começou a escapar o mijo, que foi escorrendo pernas abaixo enquanto ela apertava uma contra a outra tentando segurar sem sucesso. Reparei nos quatro caras, olhando ela de boca aberta enquanto ela mijava em cima de si mesma. Sorte que ela não estava de tênis, senão teriam ficado manchados. Terminou com as pernas molhadas, um filete de mijo transparente saindo da sua bocetinha exposta até formar uma poça no chão sob seus pés descalços.

Falei pra ela que era melhor tomar um banho pra se limpar e também pra se recompor, porque ela estava muito abalada, mas na verdade eu tava quase pior. Quis acompanhá-la, mas nosso amigo salva-vidas me fez sentar e insistiu em acompanhá-la ele mesmo. Como já estava bem escuro, era melhor ele guiá-la, já que trabalhava ali e conhecia o caminho.

Aceitei resignado e eles foram juntos pros banheiros. Eu não sabia do que falar com os caras na mesa, que ainda estavam chocados com o que aconteceu mas não tinham coragem de comentar comigo. Me senti como um convidado estranho e inconveniente na festinha particular deles.

Eles demoravam muito pra voltar, e de repente começou a dar pra ouvir o som do chuveiro e gritos da Susana à distância. Me aproximei o máximo que pude pra ver o que tava rolando. Quando entrei, vi ela abraçada nele, ainda de vestido mas debaixo do chuveiro, gritando de tão fria que estava a água e rindo. Eles nem me viram.

Ele aproveitava pra se aproximar do corpo dela e abraçá-la. As pernas deles se entrelaçavam e a Susana ficava completamente imobilizada quando ele a segurava nos braços. O amigo salva-vidas tentava tirar o vestido dela e queria ajudá-la a se limpar esfregando suas pernas nuas. Ela se esquivava rindo pra não deixar, mas sem muita resistência.

Quando finalmente me viram, nem pararam de fazer palhaçada na hora, mas acabaram saindo dos chuveiros. Eu tava muito puto, mas muito bêbado pra fazer uma reclamação consistente. Então peguei ela pela mão e levei de volta pro lote com os vizinhos.

A Susana, que estava completamente encharcada, entrou na barraca pra vestir algo seco. Mas bêbada como... Ela se distraiu e não fechou o zíper para se trocar. Saiu ainda mais gostosa do que havia entrado, com uma camiseta branca que ficava pequena nela e que grudava nos seus seios como uma segunda pele.

Embaixo uma minissaia vaporosa, também branca, que chegava acima da metade da coxa. Parecia que branco e curto era o uniforme obrigatório para aquela noite.

Claro que ela não usava sutiã, então eu perguntei irritado se pelo menos ela tinha colocado calcinha.

Ela levantou a saia na frente, desafiante, para me mostrar na frente de todos sua calcinha branca de algodão. Era meio infantil, e ela a mostrava enquanto apertava as pernas e reclamava da minha implicância.

Eu, com uma das piores bebedeiras da minha vida, decidi pouco depois que a festa tinha acabado, e que já era hora de ir dormir. Minha namorada reclamou porque tinha acabado de se vestir, e que se soubesse teria ficado pelada. Mas seja como for, no final ela também decidiu que era hora de ir para a cama. Todos ficaram muito tristes, mas ela prometeu que passaria para dar um beijo de boa noite em cada um.

Minha garota me acompanhou até nossa barraca, mas com a ajuda de dois caras que me seguraram para evitar que eu quebrasse algo devido ao meu estado. Ao entrar, desabei imediatamente sobre o saco de dormir. Vi Susana começar a se despir de novo, ficando só de calcinha pronta para dormir. Com essa última imagem, apaguei.

Quando acordei, estava sozinho. Olhei o relógio e era uma da tarde. O saco de dormir da minha namorada não parecia ter sido usado, embora eu tenha encontrado o top e a minissaia da noite anterior jogados sobre ele. Minha cabeça estava girando e doía horrores. Saí da barraca para procurar Susana, supondo que ela estivesse lá fora preparando algo para comer, mas quando saí não a encontrei. Não sabia onde ela estava.

Procurei meu celular e liguei para ela. Minha surpresa foi enorme quando começou a tocar de dentro de uma das barracas dos nossos vizinhos. Na noite anterior eu tinha bebido demais para reagir, mas dessa vez eu não ia deixar passar, apesar da ressaca terrível. Então peguei um galho do chão e gritei para que abrissem a barraca e ordenei que a Susana saísse. Ia rolar uma confusão daquelas.

Depois de várias ameaças sem resposta, abri o zíper eu mesmo, só para encontrar a barraca vazia.

Nesse momento chegou a Susana com os amigos tomando um café que tinha comprado no bar do camping. Ela vestia outro vestidinho de praia curtíssimo e estava zoando com um dos caras. Eles me explicaram que tinham acordado cedo para tomar café da manhã. Perguntei à Susana onde ela tinha dormido e ela disse que comigo, mas que eu com certeza não lembrava por causa do quanto eu tinha bebido.

Fiquei puto de vê-los tão de boa depois de quanto todos nós tínhamos bebido, e eu o único com aquela ressaca que estava massacrando meus neurônios sem piedade. Os olhares de cumplicidade da Susana com aqueles caras, insistindo que ela tinha mesmo dormido comigo na nossa barraca, me deixaram com raiva. Mas não tive escolha a não ser confiar nela.
3 – A praiaNarra ele:

Naquele dia decidimos ir à praia todos juntos; minha namorada e nossos novos amigos inseparáveis. Como éramos cinco, cabíamos perfeitamente no carro deles, de modo que ainda devíamos ficar gratos pelo resto da vida por terem nos dado carona. Me deixaram ir na frente, no banco do passageiro, enquanto minha namorada sentou bem atrás do meu assento, perdendo assim o contato visual com ela. O trajeto foi curto e passei o tempo todo bolando uns baseados para a galera e também para minha namorada, que agora também fumava.

Ela tinha ficado muito gostosa para ir à praia; um biquíni azul-escuro que ficava incrível nela e um pareô branco amarrado na cintura. Minha namorada devia estar muito chapada, porque não parava de rir nervosa. Um dos caras, o Nacho, não parava de fazer piadas com ela. Ao chegar, me surpreendeu que, apesar da viagem ter sido curta e com poucos buracos, minha namorada acabou com a roupa toda desarrumada, não só o pareô, mas também o biquíni.

Narra ela:

Sentei atrás com esses caras tão legais que havíamos conhecido. A verdade é que gostei muito deles e estava me divertindo pra caramba. Não parávamos de fazer piadas enquanto compartilhávamos uns baseados que meu namorado tinha bolado. Mas aí aconteceu algo que me deixou um pouco sem graça; caiu um cigarro debaixo do meu pareô e o Nacho, sem nem se dar ao trabalho de perguntar, simplesmente meteu a mão lá embaixo.

Começou a apalpar entre minhas pernas e sem querer começou a tocar diretamente minhas coxas e a parte de baixo do biquíni.

Eu olhei pra ele incrédula, me perguntando como podia ter tanta cara de pau. Mas por outro lado, sabia que o cara só estava tentando achar o cigarro dele, então decidi ajudá-lo. Me recostei nele, apoiando meus braços nas pernas fortes dele para que tivesse mais facilidade para encontrar o que procurava. Perguntei se estava perto e ele disse que sim, que já tinha localizado, mas que eu ficasse assim para ele conseguir alcançar. Nessa posição, aproveitei pra pedir um baseado pro meu namorado, que colocou na minha boca e acendeu.

Menos mal que ele tampou minha boca com o cigarro naquela hora, porque justo o Nacho se confundiu e sem querer passou a mão por toda minha xerequinha, enfiando um pouco o biquíni pra dentro. Fiquei meio irritada e perguntei o que ele tava fazendo. O Nacho, sem parar de esfregar o dedo na minha vulvinha, respondeu que o cigarro tinha ficado entre as costuras do banco, e achou que era ali que ele tava procurando.

Que erro, me confundir com o banco, mas não dava pra negar que tava me dando prazer, mesmo que por acidente. Também não queria falar mais nada na frente do meu namorado pra ele não ficar chateado. Pra mim era engraçado e dava vontade de rir da situação, porque era cômico ele confundir minha calcinha com o banco. Mas por outro lado, pude notar o volume que começava a crescer debaixo do maiô dele e não quis que a coisa passasse dos limites. Então me sentei direitinho no meu lugar e disse que a gente ia achar o cigarro quando chegássemos.

Quando finalmente estacionamos perto da praia, começamos a procurar um lugar vazio, o que foi fácil porque tava quase deserta. Parecia mentira ter tão pouca gente, talvez porque era um lugar mais afastado e só dava pra chegar de carro. Além disso, naquela hora, com aquele sol de rachar, pouca gente se arriscaria a passar por ali.

Nos instalamos na beira da água e um depois do outro todos começaram a exibir seus corpaços, ficando só de maiô. Passaram protetor se ajudando, já que eu me recusei a fazer isso. Pedi pro meu namorado me ajudar com o protetor, mas o bobo não quis, já que parecia meio irritado por algum motivo.

Narra ele:

Me recusei a passar protetor nela. Tava o caminho todo fazendo carona pra eles e minha namorada me deixando de lado.

Agora ainda tinha que passar protetor? Nem pensar. No final, o grande amigo Nacho se encarregou de passar o protetor nela. Na verdade, ele fez com grande... com maestria, sem pressa e sem esquecer nenhum cantinho. Confesso que estava ficando com um pouco de ciúmes, porque ele não se segurava, mas na verdade estava fazendo um bom trabalho protegendo minha namorada do sol.

Quando passava o protetor nas costas dela, apoiava o corpo na bunda dela. Depois espalhou por trás das pernas, passando também pela virilha. Como ele fazia tão bem, Susana pediu que passasse pela frente também, na barriga e em tudo mais. Eu passei meu protetor sozinho, que pra alguma coisa já sou crescido, e aproveitei pra descansar um pouco enquanto eles terminavam.

Nacho, Carlos e Pedro, que era o nome do trio, se levantaram depois de um tempo e começaram a insistir pra Susana se juntar a eles pra dar um mergulho. Eles achavam que seria mais divertido se ela os acompanhasse, já que ela era muito legal. Ela estava com vontade de pegar sol e teimava que não ia, mas eles continuavam insistindo. A conversa se estendeu demais pra minha paciência, então sem pensar dei um chute na areia enquanto dizia que eles eram uns chatos e a deixassem em paz.

Tive o azar de que a areia foi parar na barriga da Susana, ficando completamente impregnada de areia, igual uma coxinha.

Ela narra:

Com olhos de fúria me levantei toda cheia de areia. Não tinha jeito de ficar tranquila pegando sol na praia. Agora teria que ir com esses caras na água pra me limpar, quisesse ou não. E ainda por cima depois teria que passar mais protetor sozinha porque o babaca do meu namorado não ia querer passar. Fui andando até a água sem dizer nada e com cara de poucos amigos. Nacho, Carlos e Pedro me seguiram e em alguns segundos estávamos todos na água.

A verdade é que estava agradável, nem muito fria nem muito quente. Olhei pra areia e lá estava o imbecil do meu namorado, fumando tranquilamente e indo até um quiosque comprar uma cerveja ou algo assim. Me lavei bem pra tirar toda a areia e depois fui pra voltar em direção às toalhas. Mas Pedro me parou com um grito, pedindo que ficasse um pouco com eles. Não estava muito a fim, então comecei a me virar de novo para sair, quando de repente Carlos atirou uma sunga na minha direção, que ficou boiando a um palmo de mim.

Nacho saiu correndo para pegá-la, mas ao me ver, parou e pediu que eu a entregasse a ele.

Deu vontade de rir ao ver um cara tão forte paralisado diante de uma garota do meu tamanho. Aceitei levar a sunga, me aproximei dele me divertindo e, tenho que admitir, tentando ver se conseguia espiar alguma coisa. O nível da água em mim chegava acima do umbigo, mas nele, por ser mais alto, ficava bem mais abaixo. Dava pra ver perfeitamente seu ventre baixo e seus pelos pubianos escuros.

Quando estava prestes a entregar sua preciosa sunga, Nacho esticou a mão para pegá-la, mas fui mais rápida e me agachei, desviando da sua mão. Joguei a sunga por trás dele na direção de Carlos. O problema é que Nacho, tentando agarrar a sunga, deu um pulo ao mesmo tempo que se virava e, esquecendo que estava pelado, seu membro solto e tão perto de mim bateu no meu peito. Não sei se ele percebeu, mas eu com certeza sim.

Nacho correu até Carlos, mas ele atirou a sunga de volta pra mim e eu a escondi atrás das costas. Eu, divertida, desafiei ele a vir buscar. E veio mesmo. Já sem o pudor de ser visto nu, correu até mim e, como eu segurava a sunga atrás do corpo, ele me abraçou por completo tentando alcançá-la. Levou as mãos até minha bunda e me apertou contra ele enquanto tentava arrancar a peça. Senti o membro dele esfregando no meu umbigo, mas não me dei por vencida e continuei resistindo.

A verdade é que o garoto parecia ter dificuldade em encontrar a sunga, porque por mais que procurasse e revirasse, suas mãos só paravam na minha bunda e nas minhas pernas, se agarrando mais a mim. Seu pau, de tanto esfregar contra Minha barriga, acho que estava ficando feliz porque cada vez ficava maior, sem chegar a ficar totalmente dura. Estava tipo uma linguiçona, mas o tamanho já começava a me assustar.

Tentei me concentrar no jogo, quando de repente tropecei, caindo lentamente sobre meus joelhos. Enquanto caía, a linguiçona dele esfregou na minha barriga, depois nos meus peitos, e por último no meu pescoço e rosto. Quando consegui me estabilizar de joelhos, meu rosto ficou bem fora d'água, na altura do pau do Nacho. Ele não se deu ao trabalho de afastar, só ficou rindo de mim de cima, acariciando minha cabeça com a mão.

A situação ficou um pouco desconfortável pra mim, então me levantei com a ajuda dele. Mas por causa do jeito que ele me segurava perto, ao me levantar esbarrei no pau dele com o corpo todo de novo, do pescoço, peitos até a barriga. Ficamos frente a frente de novo, como antes de eu tropeçar. Só que agora dava pra sentir o pau dele dando uns tapinhas na minha barriga. Nacho começou a rir de nervoso, acho, e pra cortar a tensão pediu de brincadeira pra eu devolver a sunga. Mas claro que eu recusei de novo, não ia dar assim depois de tudo aquilo. Nacho me agarrou por trás de novo, brincando e tentando recuperar, como antes. Só que parecia que a estratégia dele tinha mudado um pouco. Ainda sentia o pau grosso dele esfregando em mim, mas agora as mãos dele não tentavam pegar a sunga dele, e sim tirar o meu biquíni.

Ele enfiou as mãos por baixo do tecido da calcinha do biquíni e apertou minha bunda. "Que jeito esquisito de tirar meu biquíni", pensei. Aí ele começou a puxar pra baixo, e eu resisti me contorcendo junto com ele.

Com tanto movimento, o pau dele já estava completamente duro, e os amigos dele começaram a aplaudir e incentivar ele a continuar "me despindo" quando viram o que ele tava tentando.

Entre risadas, ele conseguiu puxar meu biquíni até as... joelhos. Com uma mão ele me imobilizava contra ele enquanto com a outra me despia. Eu, pra ser sincera, também não estava me opondo muito, só achava graça e ria. Era mais divertido negar e continuar com a brincadeira, e pra ser justa ele já estava sem sunga. A única coisa que me preocupava era evitar tocar muito no pau dele, pra ele não pensar que eu estava tentando me aproveitar da situação.

Finalmente ele conseguiu tirar a parte de baixo do biquíni completamente. Tentei recuperá-la, mas ele a segurava bem alto com o braço esticado e eu não conseguia alcançar. Depois fizeram uma roda ao meu redor e ficaram passando meu biquíni entre eles. Cada vez que tentava ir atrás de um, eu pulava nele, geralmente tentando manter as pernas fechadas, por estar pelada e tal. Mas às vezes sem querer pulava em um deles com as pernas abertas. Na verdade, isso acabou acontecendo com todos eles, mais cedo ou mais tarde. Aí sentia um pouco de vergonha porque sem querer esfregava minha bucetinha pelada contra as pernas musculosas deles enquanto tentava recuperar minha calcinha.

Olhava pra areia, pensando que meu namorado talvez quisesse vir brincar com a gente na água também.

Mas ele parecia um morto, mal se mexia pra beber uma cerveja ou fumar um cigarro olhando pro infinito. Meus colegas engraçadinhos aproveitavam pra continuar brincando comigo. Os que estavam atrás de mim sempre me davam tapinhas amigáveis, quase todos na bunda, embora alguns sem querer escapassem e entrassem no meio do cuzinho que meus glúteos formam.

Em algumas ocasiões até empurravam mais do que deviam e eu caía sobre o que estava na minha frente de um jeito indesejado. Por exemplo, aconteceu uma vez que eu ia pular no Nacho, tentando recuperar minha calcinha que ele segurava no alto, e o Carlos, ao me empurrar por trás, fez com que eu caísse pra frente e a mão dele escorregasse pra minha xota por trás. Isso fez com que eu me abrisse mais do que devia ao pular, quase como se fosse abraçá-lo com minhas pernas. cintura.

Pulei de um jeito tão descontrolado em cima do Nacho que ele perdeu o equilíbrio e caiu pra trás comigo em cima.

Ele teve a delicadeza de soltar meu biquíni pra me segurar com um dos braços fortes dele, enquanto o outro foi direto pro pau, provavelmente pra afastar e não enfiar sem querer na minha bocetinha. Na real, ele não foi muito habilidoso, porque a cabecinha dele bateu direto na minha xota pelada.

Não entendi muito bem o que o Nacho tava tentando fazer, porque com o braço que me segurava, ele me empurrava pelos quadris pra baixo, em vez de pra cima. Acho que ele ficou desorientado quando perdeu o equilíbrio, mas a verdade é que podia ter feito o pau dele entrar todinho. Até senti a cabecinha escorregando entre meus lábios, e só porque consegui me virar de lado é que não entrou por acidente. Por um instante, fiquei irritada com o que podia ter acontecido. Mas quando vi a cara de piada dele, percebi que não foi de propósito e me levantei pra continuar brincando com meus bons amigos.

Outra vez, fui pular em cima do Pedro, e alguém me deu um empurrão forte na bunda por trás. Dessa vez, o pulo saiu mais alto do que o planejado, e tive que abrir as pernas pra não acertar ele com o joelho. Fiquei agarrada nele pra não cair, enquanto ele me segurava pelas nádegas. O coitado nem percebeu que uma das mãos dele ficou bem pertinho da minha fenda, e um dos dedos ficou acariciando ela de leve.

Com o Carlos também aconteceu algo parecido, mas no caso dele, o dedo não ficou pressionando minha boceta, e sim meu cu. E foi com tanta falta de sorte que, na verdade, entrou um pouquinho enquanto eu lutava com ele pra tirar meu biquíni. Não podia reclamar do erro, porque era eu que tava me apoiando com força na mão dele pra me impulsionar pra cima. Na verdade, aproveitei a situação pra tentar puxar o shorts dele e deixar mais um deles pelado.

Na real, foi super fácil roubar o shorts do Carlos, até juro que... que ele me ajudou. Embora eu não acredite, porque que vergonha se despir na frente dos amigos dele. Estávamos na água, eu em cima do Carlos, e ele me segurava pela bunda com o dedo no meu cu. Eu tinha ficado meio deitada sobre ele, de pernas abertas. Então puxei a sunga dele para baixo, e ela desceu fácil até os joelhos. Carlos se levantou como pôde enquanto eu fiquei de joelhos na frente dele, ainda segurando a sunga dele.

Carlos me olhava de cima sorrindo e eu sorria de volta enquanto continuava puxando a sunga dele até chegar nos tornozelos. A verdade é que a situação era um pouco embaraçosa, porque na frente do meu rosto, a poucos centímetros, estava o pau dele meio mole. Muito grosso, pensei, isso poderia estourar uma pessoa do meu tamanho. Ainda bem que estava em repouso, porque se aquilo inchasse…

Olhando nos olhos dele, pedi que ele levantasse um pé para eu poder tirar a sunga. Ele continuava me olhando sorridente. Passou a mão pelo meu rosto, acariciando meu queixo e trazendo o pau dele um pouco mais perto da minha carinha.

Eu continuava sorrindo para ele, esperando que ele levantasse algum dos pés. A mão dele foi do meu queixo para o meu pescoço, acariciando minha nuca depois. Sem pensar, talvez ele fez um pouco de pressão nela.

Carlos finalmente levantou um dos pés debaixo d'água, me permitindo tirar uma parte da sunga. Para não perder o equilíbrio, a mão dele se apoiou com mais força na minha nuca. Claro, isso fez com que meu rosto ficasse ainda mais colado no pau grosso dele. Talvez demais para o meu gosto. Como eu estava olhando para baixo naquele momento, não percebi que Carlos tinha levado a outra mão para o pau dele, segurando pela base. Ao levantar a cabeça, quase esbarrei naquele monstro de carne.

Tive que jogar a cabeça para trás para conseguir olhar nos olhos dele, desviando do membro dele. Fiquei um pouco séria, porque me senti ameaçada e não entendia se era uma brincadeira ou o que estava acontecendo. Ele me olhava sorrindo, ainda acariciando minha nuca com uma mão e com a outra segurando ela.

—Carlos! —falei sério—. Levanta a outra perna, por favor.

—Só com uma condição —ele disse, puxando minha nuca.

—Que condição? —me chamou a atenção ele começar a pedir condições naquele momento.

—É simples, Susanita, você só tem que fechar os olhos e abrir bem a boca.

Olhei estranhada, surpresa, e na verdade divertida. Não sabia o que ele estava planejando com tudo aquilo. Mas daqueles caras tão bonzinhos eu não podia esperar nada além de alguma bobagem relacionada à brincadeira, então relaxei. Fechei os olhos e abri bem a boca.

Naquele momento, estava convencida de que ele tentaria jogar água salgada na minha boca, ou algo parecido. Por isso fiquei muito impressionada quando não senti nenhum líquido entrando, mas sim algo sólido. Sólido, quente e bem macio.

—Caralho, Carlos, não exagera! —ouvi Nacho dizer, que estava atrás de mim.

Eu não podia ter a boca mais aberta, e ainda assim ela estava completamente cheia daquela coisa macia.

Toquei com a língua e tinha um gosto muito salgado. Seria algo que ele encontrou no mar, embora eu não soubesse bem o que era.

Finalmente minha boca foi liberada e agora sim, caiu um monte de água do mar no meu rosto e na minha boca, ainda aberta. Engasguei um pouco, mas depois me deu vontade de rir por ter adivinhado suas intenções. Abri os olhos e lá ainda estava meu amigo Carlos, que levantou a outra perna sorrindo para mim.

—O que foi aquilo que você colocou na minha boquinha? Quase não coube! —perguntei enquanto tirava completamente o maiô dele.

—Nada, Susana, era só um peixe que consegui capturar e queria te pregar uma peça.

—Bom, não senti as escamas, pra ser sincera —respondi sorrindo para ele—. Que peixe mais estranho e macio, na verdade.

Fiquei de pé com a ajuda de Carlos, que me abraçou bem forte contra ele para que eu não caísse na água. Senti com meus seios cada contorno de sua musculatura marcada, e me segurei com minhas mãos em seus antebraços poderosos. Me virei para continuar brincando com os outros, mas ele me abraçou, comigo de costas pra ele. Tentei escapar, mas claro, ele era mais forte. Com tanto movimento, não dava pra evitar esfregar minha pele na dele, e também dava pra sentir a anatomia dele nas minhas costas. Ele era um cara bem divertido, na real, mas não sei se ele percebia que o pauzão dele tava esfregando nas minhas nádegas com tanta brincadeira. Mas no final ele me soltou e tudo voltou ao normal. Continuamos brincando, agora com o Nacho e o Carlos sem sunga, igual a mim. Assim o jogo ficava mais justo. Mas entre eles, eles não jogavam as sungas, só ficavam jogando a minha. Eu tentava recuperar e sempre acabava caindo em cima de um deles, já que por trás não paravam de me empurrar. Algumas vezes a gente acabava debaixo d'água, eles me agarrando e eu aproveitando pra afogá-los um pouco e me vingar. Gostava da intimidade que a gente tava criando e que ninguém ficava desconfortável com a nudez, ou com o fato de que às vezes minha bucetinha esfregava nas coxas ou nos paus deles com o movimento. Talvez outras pessoas me chamariam de Puta, mas esses caras não, parecíamos irmãos. Ainda faltava o Pedro pra desarmar e de alguma forma me sentir vencedora do jogo. Cada vez que passavam minha sunga pra ele, eu corria na direção dele e, com a desculpa, me jogava em cima e fazia ele cair debaixo de mim. Aí eu tentava puxar a sunga dele pra baixo, mas foi meio difícil porque ele quase não deixava. —Susana, para com isso que você vai levar uma baita surpresa —ele me dizia às vezes. Eu não sabia do que ele tava falando, mas sendo tão curiosa, a única coisa que ele conseguia com essas palavras era me incentivar a continuar. Puxar a sunga dele pra baixo não tava adiantando, ele sempre conseguia colocar de novo e recomeçar. Então decidi que tinha que mudar de estratégia. Eu ia vencer ele pelo cansaço. Da próxima vez que me aproximasse, eu ia me jogar no torso dele, me agarrando nele com meu corpo todo, e quando ele se cansasse do meu peso, eu aproveitaria para roubar a sunga dele. Era o plano perfeito!

E foi o que fiz. Em uma das vezes que ele segurou meu biquíni, corri até sua posição. Pulei nele o mais alto que pude e me agarrei como uma lapa em seu torso. Consegui fazer uma pegada com minhas pernas envolvendo seu corpo forte, enquanto com meus braços abraçava sua cabeça. Ele ficou de pé o tempo todo enquanto meus peitos ficaram na altura de seu rosto. Espero que não o tenha sufocado demais. Ele, com seus braços, me segurava pelas costas. Tinha certeza de que ele não aguentaria muito tempo naquela posição.

Mas eu estava enganada. Ele era um cara forte e deixou isso claro. Baixou as mãos até minha bunda para me segurar melhor, enquanto tentava respirar com dificuldade entre meus peitos. Acho que foi difícil para ele, porque tinha que abrir muito a boca para pegar ar, fazendo sem querer que sua língua passasse continuamente pelo tecido do meu biquíni, ou diretamente pela minha pele. Consegui descer meu pé direito pelas costas dele até a alça da sunga. Com ele, comecei a puxar para baixo. Afinal, meu plano estava dando certo. Senti uma grande alegria.

Nesse momento, ouvi meu namorado me chamando da areia, fazendo gestos com a mão para que eu voltasse para ele. Pensei que ele estivesse bravo com algo, então soltei um pouco o Pedro, disposta a terminar a brincadeira e ir para a areia com meu namorado.

No entanto, algo me impediu. Carlos tinha se colocado atrás de mim, segurando-me pelos quadris e dizendo para o Pedro:

— Vamos fazer uma "ahogadilla" na nossa amiga!

Ele começou a puxar meu corpo para baixo. À medida que eu descia centímetro a centímetro, meu pé ia entrando na sunga do Pedro, fazendo com que ela descesse ao mesmo tempo. Carlos também tinha se colado em mim por trás. Eles estavam fazendo o que se chama de sanduíche humano; meus amigos eram o pão e eu era o recheio.

Quando meu rosto ficou na altura do rosto do Pedro, vi que ele tinha um olhar estranho. Me... Lembrei da cara que o Carlos fez quando tirei a sunga dele. Eles continuavam puxando minha cintura para baixo até que algo me fez parar. Senti como se uma barreira batesse na minha virilha e me impedisse de descer mais.

O Pedro mordeu o lábio inferior enquanto suas mãos apertavam com força minhas nádegas, separando-as um pouco. Fiquei assustada porque percebi o que havia entre minhas pernas. Bom, não apenas entre minhas pernas, mas naquele momento estava começando a adentrar entre meus lábios vaginais.

Além disso devia ser muito grosso, e me pareceu que estava bem inchado, porque forçava a abertura da minha buceta de um jeito que nunca tinha sentido. Me senti mal porque na verdade estava gostando muito, e por curiosidade teria adorado saber o que aconteceria se entrasse.

Agora sentia meu grelinho bem aberto, e com o Carlos empurrando para baixo entrou mais alguns centímetros.

Tive que me segurar para não gritar, e não queria que o Pedro pensasse que estava me aproveitando da situação. Foi difícil porque me deu um prazer enorme quando senti aquela rola se mover um pouco mais, cravando em mim. Se eu me descuidasse, ele ia acabar entrando por completo. Isso me deu muito medo e olhei para a costa onde meu namorado continuava fazendo sinais para que eu saísse da água.

Com um movimento de quadril consegui me elevar um pouco e consegui tirar aquela dura barra de carne que ameaçava estragar nosso inocente jogo entre amigos. Olhei para o Pedro, que tinha cara de sofrimento, certamente pelo constrangimento da situação. Afinal, ele não pôde evitar, e foi minha culpa por ter baixado a sunga dele justo naquele momento.

Seu pau estava agora entre sua barriga e a minha, e eu, tendo evitado a penetração acidental, estava mais tranquila. Embora não tivesse visto, pela pressão na minha barriga adivinhei que se tratava também de um pênis bem comprido. Sem exagerar, posso dizer que quando a base do seu pau estava na altura do meu umbigo, a ponta chegava a tocar minha... peitos. Percorria toda a minha barriga, embora seja verdade que ele era bem maior que eu.

Carlos continuou me empurrando por trás para baixo, e a situação voltou a ficar embaraçosa, já que a ponta macia daquele monstro começou a se alojar entre meus seios. Eu ainda estava usando a parte de cima do meu biquíni, mas por tê-los tão grandes, o fio que unia as duas partes ficava bem afastado do meu decote, permitindo que o pau abrisse caminho. Mas ao mesmo tempo o biquíni fazia pressão contra minhas tetas, de modo que Pedro deve ter sentido o pau dele bem apertado entre elas.

Pedro estava com o rosto completamente desfigurado nessa altura, certamente de vergonha. O mesmo acontecia comigo. E eu temia o pior, porque se Carlos continuasse me puxando para baixo, sem saber o que estava acontecendo, aquela rola iria direto para a minha cara.

Pelo menos meu namorado não podia ver o que acontecia de longe, porque o idiota certamente teria interpretado mal e ficado com ciúmes.

Olhei para baixo, para o meu decote, e pude ver a ponta da rola dele emergindo entre meus peitos. Olhei para Pedro horrorizada. Ainda bem que ele parecia controlar a situação e me segurou pelos dois braços para evitar que eu descesse mais. Eu tinha ficado quase de joelhos na frente dele. O problema é que por trás ainda tentavam me fazer cair mais, enquanto Pedro me segurava contra ele puxando para cima.

Sem querer, estavam fazendo o pau dele ir de cima para baixo ao mesmo tempo que meus seios o espremiam. Tentei tirar o peso da situação, sorrindo para Pedro, dando a entender que antes de tudo éramos amigos. Não queria que nossa amizade sofresse por aquele incidente besta. Também não queria que ele percebesse que, apesar de tudo, eu estava ficando bem excitada. Não queria que ele pensasse que eu era uma piranha. Ele era um amigo, e eu não podia me aproveitar dele sexualmente.

Sua barra de carne continuou percorrendo meu peito ritmicamente por mais alguns segundos. Até que de repente, tudo parou. Pedro xingava o céu, enquanto eu sentia meu pescoço recebendo descargas úmidas de algo quente. Olhei para baixo e vi que o pau do Pedro começava a recuar, já ficando mole de novo.

Parece que o aperto dele tinha passado, finalmente, e o pênis se libertou completamente da armadilha em que eu, sem querer, o tinha prendido. Ele caiu na minha frente ofegante. Carlos, que estava me segurando por trás, passou a mão pelo meu pescoço, tirando algo que tinha grudado.

— Susana, encontrei algo relacionado com o peixinho que te mostrei antes. Quer experimentar? — me perguntou Carlos.

— Bom, se você acha que vale a pena... — respondi, intrigada e já muito mais tranquila.

— Tá certo — respondeu Carlos —, então abre bem a boca e fecha os olhinhos.

Sorri enquanto fazia o que ele pedia, ansiosa para descobrir o que era aquilo sobre o peixe misterioso. Senti os dedos dele entrarem na minha boca, com uma boa quantidade de uma substância viscosa e quente neles.

Ele pediu para eu lamber, e eu lambi. Pediu para engolir, e eu engoli. Tentei saborear bem para adivinhar o que era, aquele sabor me era muito familiar, e se não fosse pelo sal da água, acho que teria descoberto.

Lembrei do meu namorado e rapidamente me preparei para voltar para a areia. Mas aí Nacho gritou:

— Não vai esquecer de uma coisa!?

Me virei e vi meus amigos em fila, um do lado do outro. A água chegava nos três abaixo dos membros, o que me permitiu vê-los todos sem dificuldade. Eles tinham os paus grossos e duros, exceto o do Pedro, que tinha amolecido. Então percebi que Nacho tinha colocado minha calcinha do biquíni de um jeito que ficava segurando no pênis ereto dele.

Que tonta eu fui, ia sair da água esquecendo de colocar o biquíni de novo. Me aproximei do Nacho para que ele me devolvesse, mas ele disse para eu pegar sozinha. Achei a brincadeira um pouco de mau gosto, porque ao pegar tive que roçar o pênis dele com minha mão, coisa que não... Queria fazer. Mas foi só um segundo e já pude colocar o biquíni de novo para sair.

Pedro também conseguiu se vestir rápido e me acompanhar, mas os outros dois disseram que precisavam de um momento para achar as sungas antes de sair. Achei muito estranho porque vi que elas estavam boiando bem do lado deles.
4 – De volta ao acampamentoPassamos um tempo tomando sol, mas por volta das três da tarde deu uma fome danada e decidimos voltar. Já no acampamento, encontramos nosso amigo salva-vidas, que tinha vindo até nossas barracas dizendo que estava nos procurando o dia todo. Contamos a ele que fomos à praia e que era uma pena que ele não pudesse ter vindo.

Depois de comer, meu namorado quis tirar uma soneca. Fui com ele para nossa barraca e me ofereci para transar, porque, pra ser sincera, depois de tudo na praia, eu tinha ficado com um tesãozinho. Ao tirar o biquíni, percebi que tinha ficado toda molhada por dentro com os meus próprios fluidos da bucetinha. Mas o babaca do meu namorado disse que estava chateado comigo e que queria dormir um pouco. Fiquei pelada sobre meu saco de dormir por um tempo, tentando dar uma cochilada também, mas não conseguia relaxar. Ao ouvir as risadas dos meus amigos conversando com o salva-vidas na barraca ao lado, peguei o primeiro vestido que encontrei e fui visitá-los enquanto meu namorado ficou roncando.

Quando me viram, notei que mudaram de assunto rapidinho, não sei por quê. Fiquei curiosa, então sem rodeios perguntei do que estavam falando. Nacho respondeu evasivo, dizendo que era particular. Fiquei um pouco decepcionada porque achava que já tinham confiança suficiente comigo, e falei isso pra eles.

— Susana, é que dá vergonha, só isso — disse Nacho para me animar.

— Por que teria vergonha? Me conta do que vocês estavam falando, por favor… — perguntei com cara triste, mais intrigada que antes.

— Bom, se você insiste… — disse finalmente Nacho. — É que estávamos comentando como é engraçado que você não tem nenhum pelinho na sua periquita.

— Ai, mas como vocês falam disso? — perguntei um pouco alarmada.

— Bom, é que estávamos contando para o salva-vidas como foi legal brincar na praia e como foi divertido quando conseguimos roubar seu biquíni…

— Realmente foi divertido — comentei rindo —, e é verdade que é engraçado eu Eu mantenho depilado porque vocês fazem ao contrário, vocês são bem barbudos!

Rimos todos da situação. Percebi que meus amigos ainda estavam com as mesmas bermudas de praia e estavam sem camiseta para pegar sol nos músculos. Exceto o salva-vidas, que estava com a camiseta branca do uniforme.

—Nossa, que pena eu ter perdido isso — disse justamente o salva-vidas com cara de tristeza.

—Bom, por que você não vem na próxima vez? — perguntei inocente.

—Não vou poder porque tenho que trabalhar aqui no camping — continuou triste —. O que vamos fazer…!

—Ei, Susanita, por que você não mostra pra ele como você tem depilado? Assim ele fica menos triste por não ter vindo — disse Carlos então.

—Ai, que isso! Metade do camping vai me ver… — respondi envergonhada.

—Bom, então entra aqui dentro da barraca e pronto.

Pensei um pouco porque não entendia muito bem como isso faria ele se sentir menos triste se no final ele não poderia vir pra praia mesmo assim. Mas como tinha tanta intimidade com eles quanto com meus irmãos e já tínhamos nos visto pelados, também não achei que tivesse muita importância.

—Tá bom… se isso te faz sentir melhor…

Entrei na barraca dele, que cheirava um pouco mal a suor, e fiquei de joelhos bem na entrada mas com o zíper aberto para que me vissem. Me cobria só o suficiente para que se alguém passasse pela trilha não me visse. Depois, apertando bem minhas pernas, levantei o vestido até minha cintura.

—Nossa! Você não está de calcinha…! — exclamou Nacho.

—É que o biquíni estava sujo e bom… — me justifiquei.

Mas eles não ligaram, estavam todos bobões me olhando lá embaixo. Que bobos os caras podem ser às vezes. Me inclinei para me olhar, e pude ver como meu monte de vênus estava bem depiladinho e brilhante como o de uma menina, e apesar de fechar bem as pernas dava pra ver parte dos meus lábios vaginais carnudinhos.

Perguntei ao salva-vidas se já estava bom assim, porque eu estava ficando cansada de ficar de Os joelhos já estavam começando a doer um pouco porque o chão estava duro e tinha algumas pedrinhas. Ele disse que sim, mas que não era justo porque os outros também tinham visto por trás. Pensei que era besteira porque todo mundo tem um bundão e qual o problema de verem o meu se todos são iguais.

Mas para acabar logo com aquilo, virei de costas para eles e me inclinei para frente. Fiquei um tempo assim e achei engraçado que não disseram nada e ficaram em silêncio o tempo todo. Quando cansei, levantei e disse que já era o suficiente e que, se estava com tanta pena, que se virasse para vir com a gente pra praia no dia seguinte. Mas ele insistiu que não podia pegar nenhum dia de folga porque era alta temporada.

Como meu namorado ia acordar logo, disse que melhor eu ir jantar com ele aquela noite porque acho que ele estava um pouco chateado comigo por não estar muito com ele. Os caras insistiram que eu ficasse com eles de qualquer jeito. Recusei, mas eles ficaram mais tranquilos quando disse que iria dar boa noite antes de ir dormir.

Com meu namorado, jantamos no bar do camping. E ainda bem que depois da soneca ele tinha se acalmado um pouco e estava menos bravo. Ao voltar pra nossa barraca, ele perguntou se eu queria transar. Na verdade, fiquei na dúvida porque tinha prometido aos caras que passaria pra vê-los antes de dormir, mas não podia recusar depois de tudo que tínhamos discutido naquele dia.

O problema é que ele não aguentou quase nada, subi em cima dele e em cinco minutos ele já tinha gozado dentro de mim. Além disso, como de costume, ele dormiu feito uma pedra logo depois. Coloquei então uma calcinha branca de algodão que tinha pra dormir e uma camiseta justinha, mas elástica, que era bem confortável e eu gostava de usar de pijama.

Assim fui para a barraca ao lado, onde se ouviam as risadas dos meus três bons amigos. Eles ficaram muito felizes quando me viram, e me ofereceram um baseado e uma garrafa de vinho que estavam compartilhando enquanto jogavam cartas. A única coisa é que estavam pelados. Me disseram que normalmente iam dormir assim, e que como era tarde já não esperavam que eu fosse aparecer e tinham se acomodado. Mas eu disse que não tinha problema, que havia confiança e que, no fim das contas, já os tinha visto na praia.

Me sentei com eles completando o círculo, cruzando minhas pernas como se estivesse fazendo yoga. Eles me incentivaram a me juntar à partida de cartas, embora eu não tivesse entendido muito bem o jogo. Eu perdia cada mão, mas levei na brincadeira e não liguei. Nacho fez a piada de que era uma pena a gente não estar jogando prendas, porque eu já teria tido que pagar todas.

Achamos graça da piada, mas riram ainda mais quando eu disse que, de qualquer forma, eles já não tinham nenhuma peça de roupa para pagar, então, em teoria, eu já tinha ganhado. Ao perder a próxima mão por isso, seguindo com a brincadeira, levantei um pouco minha camiseta como se fosse pagar prenda por ter perdido. Mas pensei que era melhor não fazer esse tipo de piada de novo, porque vi que o Nacho, que tinha ficado me olhando boquiaberto, estava com o pau um pouco inchado e não queria que ele tivesse que se envergonhar mais por essas brincadeirinhas.

Depois me cansei e deixei que eles jogassem um pouco enquanto eu os observava deitada em um dos colchonetes. Sem perceber, acabei pegando no sono. Quando acordei, era no meio da noite. Percebi que Carlos, o dono do colchonete onde eu tinha adormecido, tinha se aconchegado a mim e, como por instinto, tinha dormido agarrando meus peitos.

Graças a eles terem deixado uma pequena lanterna acesa, consegui afastá-lo com cuidado sem acordá-lo.

Ao me levantar, notei que minha calcinha estava bem molhadinha de novo, não sei por quê, e a mancha de umidade era especialmente visível por ser tão branquinha. Afastei-a para frente e pude ver que, mais uma vez, os fluidos da minha bucetinha tinham encharcado ela. Me preparei para sair da tenda, mas aí um barulho me parou. Eu não tinha percebido que o Nacho tinha acordado.

—Não me dá um beijinho de boa noite? —ele disse do seu colchonete.

Me aproximei sorrateira para dar um beijinho amigável, embora não quisesse prolongar muito porque me dava uma vergonha danada que ele continuasse pelado. Como a barraca estava na penumbra, não podia ter certeza total, mas me pareceu que o pauzão dele estava maior que o normal. O bobão não se mexeu para facilitar o beijinho, e tive que me posicionar diretamente em cima dele para conseguir dar. Ainda bem que o Nacho me segurou pelos quadris, porque não percebi que o pênis dele ficava bem mais alto do que eu imaginava, e sem querer quase esmaguei ele com minha bunda, coitado.

Me inclinei para dar o beijinho, mirando a bochecha dele. Mas ele, sempre engraçadinho, virou um pouco a cabeça, fazendo com que eu encontrasse os lábios dele. Comecei a rir bastante e, sem querer, escorreguei um pouco no joelho que estava me apoiando e acabei caindo sobre ele. Dessa vez o Nacho não pôde fazer nada para me segurar e fiquei sentada diretamente sobre o pedaço de carne dele. Percebi que, com minha calcinha tão molhada, conseguia sentir muito bem através do tecido o quanto o pau dele estava quente. O Nacho me olhou meio estranho, acho que o coitado ficou um pouco constrangido com a situação. Por isso decidi fazer de conta que nada tinha acontecido e simplesmente sorri para aliviar a situação.

Perguntei sussurrando se amanhã eles nos acompanhariam de novo à praia. Ele não ouviu bem e tive que repetir, me aproximando mais dele e sussurrando direto no ouvido. Com o movimento, provoquei um pouco de atrito entre nós, o que fez o pau dele dar tipo um pulo que senti direto na minha virilha. O Nacho disse que, claro, eles viriam com a gente, e que se a gente quisesse, ele nos levaria a uma praia mais privada que ele conhecia e que é muito bonita. Fiquei muito feliz e dei uns pulinhos de alegria em cima dele. Mas depois me arrependi. um pouco porque acho que machuquei o pau dele, já que ele começou a desinchar de repente. Além disso, o rosto dele ficou muito tenso e ele teve que se segurar para não gritar e acordar os outros amigos.

Desejei boa noite com cara de santinha para ele não ficar bravo comigo, e saí de cima dele para voltar para minha barraca. Senti uma brisa fresca soprando sobre o tecido molhado da minha calcinha que me fez tremer, ela estava realmente encharcada. Toquei com a mão a mancha e percebi que agora ela estava até grudenta de tanto melado. Devagar e sem fazer barulho, fui rastejando para fora para voltar para o meu namorado antes de amanhecer.

1 comentários - De camping con mi novia - Parte 1

Muy divertido el relato, lo publico @LaurenBig hace un tiempo