O resto da semana fluiu numa boa, inclusive ele vinha me buscar na facul e me levava pra casa enquanto eu dava um boquete nele, quase todo dia, menos na sexta que ele viajou a trabalho. Avisei em casa que ia ficar com uns amigos no fim de semana e me preparei toda pra curtir gostoso aquelas noites até domingo à tarde. Me depilei inteira, praticamente abaixo das sobrancelhas não tinha um pelo no corpo. Quando cheguei na casa do meu macho, como já tinha a chave, subi direto pro quarto nupcial e vesti umas roupas da ex-mulher dele, além de uma lingerie inflável. Me apressei pra ficar pelada antes do meu macho chegar: primeiro coloquei minha gaiolinha de castidade, a menor que eu tinha, e deixei bem apertada pra assumir meu papel de mulher. Coloquei uma calcinha vermelha de renda preta com enfeites de pedraria e um sutiã combinando que levantava minhas tetinhas, vesti uma meia sem liga mas com silicone cor natural, me enfiei num vestido justo vermelho que marcava minha figura feminina. Depois disso, coloquei uma peruca preta comprida e um par de sapatos pretos de salto alto, uns dez ou quinze centímetros. Tomei uns whiskies até meu homem chegar. — Que linda minha mulherzinha, já fez suas coisas? — Ele tava falando das tarefas de casa, e como a mulher dele, eu tinha feito comida, limpeza, até lavado a roupa dos dois (tudo de salto é muito feminino, mas péssima ideia, kkkk). — Claro que sim, love — respondi docemente. — Então vem receber seu marido — Andei até ele e a gente se fundiu num beijo apaixonado que rapidinho virou beijos no pescoço e apertões de bunda que me excitavam pra caralho. Enquanto a gente se beijava, ele procurava meu cuzinho com o dedo, até que achou e começou a enfiar devagarzinho. — Aaaah. — Já tava com saudade de levar uma pirocada gostosa, né? — Sim, love. — Na hora, me ajoelhei na frente dele e desabotoei a calça pra liberar a jeba gostosa e grossa dele. pau que saiu rapidamente, ansiosa pela minha boca, e foi exatamente o que fiz: coloquei ela inteira na minha boca, saboreando os líquidos gostosos que escorriam da pau dela enquanto eu arrancava gemidos de prazer. Levantei do chão e me inclinei sobre o sofá, levantando meu vestido e baixando minha calcinha até os joelhos (algo que, por algum motivo, me excita pra caralho), ela começou a lamber minha buceta e me fazia gemer igual uma puta, aos poucos a língua dela foi me dilatando e me preparando pra ela me comer. - Agora é sua vez, meu amor - Ela colocou a pau entre minhas nádegas e passou mais um pouco de saliva com os dedos - Agora você é minha mulher até eu voltar, sua puta - Ela enfiou a pau de uma vez, mas como eu já tava tão acostumada com o pau dela, não doeu tanto, mesmo assim soltei um gemido mais de prazer do que de dor. Ela começou a bombar forte sem parar enquanto me dava tapas na bunda e falava pra eu me comportar e não esquecer que aquela buceta era só dela. - Sim, amor, sim, só sua, só você pode comer ela. Ela tirou a pau gostosa do meu cu e me colocou de pernas abertas no sofá, não demorou muito até ela gozar dentro de mim e não me deixou limpar, mandou eu colocar a calcinha de novo sem me limpar, e eu obedeci, feito uma boa puta do meu macho. Passamos o resto da tarde fazendo coisas de casal, comemos, dançamos e conversamos, não fizemos mais nada à noite porque, mesmo eu tendo colocado um lindo baby doll vermelho que combinava super comigo, meu amorzinho precisava descansar. De manhã cedo, levei ele no aeroporto, óbvio que fui vestida de mulher, mesmo por baixo da minha roupa de menino, não aconteceu nada demais, só deixei ele na porta, dei um beijo e fui embora pra casa cuidar dela. Tirei minha roupa e voltei pra cama com meu baby doll, mas tava com vontade de pau, então peguei um vibrador, coloquei um pornô na TV (claramente transexual, a gente tinha vários filmes assim). Comecei a me tocar no peito e na buceta pra me excitar enquanto as minas no filme tavam mamando o pau dos machos delas, eu fiz o mesmo Fui com meu pênis de plástico até ligar ele e colocar no modo vibração, era o que mais me fazia gozar. Comecei a introduzir ele devagar no meu cu, como se estivesse montando nele, e comecei a cavalgar. Eu gemia do jeito que queria porque ninguém me ouvia, a casa era só minha. E assim comecei a dar várias sentadas enquanto meu pênis preso começava a receber estímulo suficiente pra tentar ter uma ereção, coisa que era impossível com a gaiolinha que me limitava. Enquanto os gemidos das minas no vídeo continuavam, eu ficava mais e mais excitada até sentir que tava mijando. Já sabia que tava chegando perto do meu objetivo, dava sentadas cada vez mais rápidas enquanto meus gemidos ficavam mais altos e eu mexia nos meus mamilos, estimulando eles até conseguir. — Aaaaaaaaaaaaw — um gemido longo saiu de mim e um jato branco e quente saiu do meu pênis engaiolado. Isso não me parou, a cada sentada que eu dava, mais e mais porra saía até eu ficar completamente exausta. Me limpei um pouco e voltei a dormir até umas 9 ou 10 da manhã. Levantei e vi como a cama tinha ficado manchada da minha porra, então decidi lavar a roupa e fazer meus deveres de mulher. Coloquei umas calcinhas fio dental de renda e um vestido bonito pro calor, que ficava acima do joelho. Fiquei o dia todo entre limpar e lavar até bater uma fome e decidi chamar uma marmitaria que entregava comida perto da casa do meu amor. Não demorou pra chegar e eu esperava que fosse a pessoa que eu queria: um moleque de uns 20 anos, mais ou menos da minha idade, moreno, mais alto que eu e bem magro. Pra receber ele e ver se meu plano funcionava, me arrumei: me maquiei, arrumei o cabelo e coloquei uns saltos brancos de uns 10 cm que levantavam bem minha bunda. Quando abri a porta, lá estava ele, de olhos arregalados, e me estendeu a sacola com a comida, nervoso. — Boa tarde, se... Senhorita (gaguejando) aqui está. — Muito obrigada, mas não tenho o dinheiro comigo. Quer entrar e tomar uma água? enquanto procuro ele, anda, deixa sua bicicleta pra dentro pra não roubarem. -Ah não, como assim, melhor vai buscar ele e eu espero aqui. - Anda, vem - falei, vale destacar que ele já tinha me visto várias vezes, obviamente sabia que eu não era mulher, mas sempre que me via ficava nervoso - não tem ninguém e dá pra descansar um pouco. - Pô, só um pouquinho né?, enquanto você me paga e eu termino minha água. Ele entrou e fechou a porta, eu ia na frente dele rebolando o máximo possível pra ele ver bem o que queria que ele comesse. Servi água pra ele e deixei com um sorriso safado dos meus lábios vermelhos. - Espera aí que vou pegar o dinheiro. - Sim, senhorita. Quando voltei, ele já tinha terminado a água e tava nervoso, dava pra ver que apesar do tamanho e do jeito chakal dele, tava muito nervoso. - Aqui tá o dinheiro, o que você tem? - Perguntei - Será que te deixo nervoso? - Um pouquinho - Ele disse baixinho - É que sempre que vejo você, me chama atenção e e se alguém nos ver? - Não acontece nada que você não queira que aconteça. - Ah, e o que pode acontecer? - Dava pra ver pelo short que ele já tava de pau duro. - Você gostou, né? - Bom... Bom, sim, verdade, mas você é namorada do doutor, não é? - Sou esposa dele. - E ele não vai vir? - Depois - Coloquei minha mão no short dele e comecei a esfregar, ele tentou tirar minha mão mas nem tanto hehe - agora a gente pode se divertir se você quiser. - Ah, eu quero sim, mas tô com vergonha e tenho que voltar pro trabalho. Eu puxei o short dele pra baixo e ele mesmo se levantou da cadeira pra deixar tudo à mostra. Um pau bonito de uns 13 cm, bem grosso e com os ovos cheios de pelinhos. Enfiei na boca e comecei a chupar gostoso, passei meus lábios pelos ovos dele e chupava a cabeça como se desse um beijo carinhoso, já dava pra sentir o gosto da porra dele prestes a sair enquanto eu mamava e batia uma ao mesmo tempo, já sentia ele pulsando, sinal que tava quase gozando, ele começou a segurar minha cabeça enquanto Eu metia mais forte com a boca e, aos poucos, ela começava a gozar até que terminou. — Aaaaaaaaah. — Soltou um suspiro de alívio — Você chupa muito gostoso. — É que você tá nervoso, não tem problema. Quer mais? Vem quando sair do trabalho, te espero. — Mas que roupa você vai vestir? — O que você gostar. — Algo rosa ou branco. Saio às 6, mas ninguém vai nos ver? — Claro que não, não se preocupa. Aqui te espero, vamos nos divertir pra caralho.
Ele foi embora e, depois de comer, comecei a preparar tudo pra noite. Procurei entre as roupas que tinha algo rosa e, curiosamente, já sabia que usaria um conjunto rosa com branco de fio dental e sutiã bem sexy, além de um baby doll rosa com pelúcia nas bordas. Coloquei a cinta-liga que também era rosa e umas meias brancas. Verdade, não tava nada mal. Vestir um roupão por cima e uns saltos cor creme, daqueles de agulha, do jeito que eu gosto.
Me maquiei e esperei a hora. Esperei e esperei, mas ele não chegava. Bateu 6:15, 6:30, já tava me decepcionando quando ouvi a campainha. Saí quase correndo e, pelo olho mágico, vi que era ele. Abri a porta e me escondi atrás dela pra ele não ver como eu tava vestida. Falei pra ele entrar, e ele entrou. Ainda parecia nervoso, mas eu sabia que era algo que ele queria.
Assim que fechei a porta e ele me viu, ficou de olhos arregalados e boca aberta. Aproveitei e plantei um beijo nele. — Você tá incrível, caralho, uau. — Vem, vamos pra dentro. — Caminhei pra casa com meu baby doll transparente e bem puta, rebolando o máximo que podia. — Caralho, você é muito gostosa. — Obrigada. Vem, vamos subir pro quarto. — Falei enquanto pegava na mão dele e o guiava pelas escadas, mas ele não se aguentou e começou a passar a mão na minha bunda, dizendo que eu tava bem gostosa e que queria comer meu cu.
Assim que entramos no quarto, ele me encostou na parede e começou a me beijar apaixonadamente: boca, pescoço, enquanto passava a mão no meu corpo todo depilado e perfumado, que eu tinha preparado pra ele. Passava as mãos na minha bunda Enfiou os dedos por dentro da minha calcinha fio dental até sentir meu plug.
— O que é isso?
— Um plug pra você meter mais fácil.
— Tira isso — ele ordenou, e obviamente eu obedeci. Assim que o plug caiu no chão, ele me jogou na cama de barriga pra cima e levantou minhas pernas, começou a chupar meu cu deliciosamente. Dava pra sentir a língua dele entrando e saindo do meu ânus de um jeito tão gostoso que me arrancava gemidos de puta. Eu adoro dar. Tava tão excitada que já queria o pau dele no meu cu.
— Mete em mim — pedi. Coloquei uma camisinha nele e guiei o pau dele pro meu ânus dilatado e molhado, pronto pra ser fodido.
Ele foi deslizando devagar, sentindo cada centímetro do meu cu, arrancando gemidos de prazer até entrar tudo. Era um pau de uns 12 cm, mas bem grosso. Dava pra sentir ele alargando meu cu, e quando eu me acostumei, ele começou a foder com força.
— Aaah, siiiim, assim aah, que gostoso — eu falava entre gemidos. Ele continuava metendo sem parar até que me calou com beijos e me segurou com toda a força dele.
Eu tava no céu. A rola grossa dele me fazia vibrar maravilhosamente.
— Tava morrendo de vontade de te comer, puta — ele sussurrou no meu ouvido e depois me deu um tapa que me fez gemer. — Dá pra ver que você gosta de ser tratada assim.
— Sim, papai, me maltrata.
Assim que eu falei isso, ele pegou minhas mãos e levantou. Tinha muita força. Segurou meus pulsos com uma mão só, arrancou meu babydoll e meu sutiã com a outra, e começou a morder meus mamilos. Ele me fazia sentir completamente submissa. Até que mandou eu abrir a boca e cuspiu dentro. Naquele momento, eu piroquei de vez. Tava sendo totalmente dominada.
— Você gosta de ser puta?
— Sim — respondi toda excitada.
— Então fica de quatro — ele ordenou, e eu obedeci. De uma vez, ele meteu o pau de novo. Dessa vez, tirou minha peruca, torceu meu braço e puxou meu cabelo. Naquele momento, ele tava me comendo como uma verdadeira puta. Eu já tava até gozando de tanto prazer que ele me dava. Ele soltou meu braço e começou a dar tapas na minha bunda como ninguém nunca tinha feito antes, me chamando de puta e dizendo como eu gostava. Adorava a pica dela, as palmadas eram tão fortes que deixaram minhas mãos marcadas. Quando cansou, mandou eu montar nela, coisa que fiz, e aos poucos comecei a meter nela até que ela puxou meus mamilos pra me beijar e morder meus lábios antes de me dar outro tapa que me fez gemer. Na sequência, me abraçou, imobilizou meus braços e começou a me foder mais forte que o normal. Não sei quanto tempo ficou nisso enquanto me chamava de coisas que me excitavam (slut, foxy, qualquer vadia) e eu só gemia porque ela tinha razão. Foi nesse momento que ela gozou. Tirou a camisinha e mandou eu limpar, e eu fiz isso. A porra dela estava uma delícia e tomei tudo. Foi uma tarde espetacular. Acompanhei ela até a saída ainda sem calcinha e recém-comida. Ela me deu o número e disse que estaria livre no domingo. Óbvio que liguei, e dessa vez foi ainda melhor, mas isso é outra história. Me desculpem pela ausência, não consegui escrever, mas espero aparecer mais por aqui, pelo menos uma ou duas vezes por mês. Na real, escrever não me incomoda, em uma semana termino um conto. Aliás, se tiverem dicas de redação ou algo assim, eu leio. Obrigado por me lerem e esperarem.
Ele foi embora e, depois de comer, comecei a preparar tudo pra noite. Procurei entre as roupas que tinha algo rosa e, curiosamente, já sabia que usaria um conjunto rosa com branco de fio dental e sutiã bem sexy, além de um baby doll rosa com pelúcia nas bordas. Coloquei a cinta-liga que também era rosa e umas meias brancas. Verdade, não tava nada mal. Vestir um roupão por cima e uns saltos cor creme, daqueles de agulha, do jeito que eu gosto.
Me maquiei e esperei a hora. Esperei e esperei, mas ele não chegava. Bateu 6:15, 6:30, já tava me decepcionando quando ouvi a campainha. Saí quase correndo e, pelo olho mágico, vi que era ele. Abri a porta e me escondi atrás dela pra ele não ver como eu tava vestida. Falei pra ele entrar, e ele entrou. Ainda parecia nervoso, mas eu sabia que era algo que ele queria.
Assim que fechei a porta e ele me viu, ficou de olhos arregalados e boca aberta. Aproveitei e plantei um beijo nele. — Você tá incrível, caralho, uau. — Vem, vamos pra dentro. — Caminhei pra casa com meu baby doll transparente e bem puta, rebolando o máximo que podia. — Caralho, você é muito gostosa. — Obrigada. Vem, vamos subir pro quarto. — Falei enquanto pegava na mão dele e o guiava pelas escadas, mas ele não se aguentou e começou a passar a mão na minha bunda, dizendo que eu tava bem gostosa e que queria comer meu cu.
Assim que entramos no quarto, ele me encostou na parede e começou a me beijar apaixonadamente: boca, pescoço, enquanto passava a mão no meu corpo todo depilado e perfumado, que eu tinha preparado pra ele. Passava as mãos na minha bunda Enfiou os dedos por dentro da minha calcinha fio dental até sentir meu plug.
— O que é isso?
— Um plug pra você meter mais fácil.
— Tira isso — ele ordenou, e obviamente eu obedeci. Assim que o plug caiu no chão, ele me jogou na cama de barriga pra cima e levantou minhas pernas, começou a chupar meu cu deliciosamente. Dava pra sentir a língua dele entrando e saindo do meu ânus de um jeito tão gostoso que me arrancava gemidos de puta. Eu adoro dar. Tava tão excitada que já queria o pau dele no meu cu.
— Mete em mim — pedi. Coloquei uma camisinha nele e guiei o pau dele pro meu ânus dilatado e molhado, pronto pra ser fodido.
Ele foi deslizando devagar, sentindo cada centímetro do meu cu, arrancando gemidos de prazer até entrar tudo. Era um pau de uns 12 cm, mas bem grosso. Dava pra sentir ele alargando meu cu, e quando eu me acostumei, ele começou a foder com força.
— Aaah, siiiim, assim aah, que gostoso — eu falava entre gemidos. Ele continuava metendo sem parar até que me calou com beijos e me segurou com toda a força dele.
Eu tava no céu. A rola grossa dele me fazia vibrar maravilhosamente.
— Tava morrendo de vontade de te comer, puta — ele sussurrou no meu ouvido e depois me deu um tapa que me fez gemer. — Dá pra ver que você gosta de ser tratada assim.
— Sim, papai, me maltrata.
Assim que eu falei isso, ele pegou minhas mãos e levantou. Tinha muita força. Segurou meus pulsos com uma mão só, arrancou meu babydoll e meu sutiã com a outra, e começou a morder meus mamilos. Ele me fazia sentir completamente submissa. Até que mandou eu abrir a boca e cuspiu dentro. Naquele momento, eu piroquei de vez. Tava sendo totalmente dominada.
— Você gosta de ser puta?
— Sim — respondi toda excitada.
— Então fica de quatro — ele ordenou, e eu obedeci. De uma vez, ele meteu o pau de novo. Dessa vez, tirou minha peruca, torceu meu braço e puxou meu cabelo. Naquele momento, ele tava me comendo como uma verdadeira puta. Eu já tava até gozando de tanto prazer que ele me dava. Ele soltou meu braço e começou a dar tapas na minha bunda como ninguém nunca tinha feito antes, me chamando de puta e dizendo como eu gostava. Adorava a pica dela, as palmadas eram tão fortes que deixaram minhas mãos marcadas. Quando cansou, mandou eu montar nela, coisa que fiz, e aos poucos comecei a meter nela até que ela puxou meus mamilos pra me beijar e morder meus lábios antes de me dar outro tapa que me fez gemer. Na sequência, me abraçou, imobilizou meus braços e começou a me foder mais forte que o normal. Não sei quanto tempo ficou nisso enquanto me chamava de coisas que me excitavam (slut, foxy, qualquer vadia) e eu só gemia porque ela tinha razão. Foi nesse momento que ela gozou. Tirou a camisinha e mandou eu limpar, e eu fiz isso. A porra dela estava uma delícia e tomei tudo. Foi uma tarde espetacular. Acompanhei ela até a saída ainda sem calcinha e recém-comida. Ela me deu o número e disse que estaria livre no domingo. Óbvio que liguei, e dessa vez foi ainda melhor, mas isso é outra história. Me desculpem pela ausência, não consegui escrever, mas espero aparecer mais por aqui, pelo menos uma ou duas vezes por mês. Na real, escrever não me incomoda, em uma semana termino um conto. Aliás, se tiverem dicas de redação ou algo assim, eu leio. Obrigado por me lerem e esperarem.
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