Isso aconteceu quando eu tava no ensino médio, quase terminando. Acho que foi o começo de tudo, e só fui entender quando fiquei mais velha por que tenho esses gostos hoje e por que nem todo homem serve pra mim. Sei que tem muito preconceito em relação a isso. No fim, resolvi contar porque ninguém vai saber minha identidade e me animei por causa das histórias que li, quero contribuir. Espero não me enrolar, por isso pedi uma ajuda pra escrever.
As aulas eram um saco porque nunca foram difíceis pra mim, também não era nenhuma gênia ou nerd, mas minhas notas eram aceitáveis pros meus pais, a maioria 8 e alguns 7. Então eu vivia vendo anime, haha. E alguns caras, tipo o Alejandro, que era um dos mais gatos da escola. O Alejandro era branco, olhos cor de mel, sobrancelhas grossas e jogava no time de futebol. E aí a gente começou a se falar porque eu era a que tinha os peitos maiores da escola. Odeio admitir, mas naquela época eu morria de vergonha e vivia de moletom folgado. Mas ele percebeu e parece que virou um desafio pra ele.
No final, a gente começou a sair, mesmo ele sendo meio tímido. Eu já tinha experiência com outros namorados, e ele sempre foi muito respeitoso e carinhoso. Não que eu não gostasse, mas eu queria experimentar mais o que minhas amigas falavam, tipo um oral, por exemplo. Então, aos poucos, fui ensinando ele, e a gente se divertia pra caralho, depois transávamos mais selvagem, mas não passava de umas palmadas na bunda, o que eu até agradecia. Às vezes, até na sala a gente ficava se pegando. Nunca tivemos problemas. Mesmo quando o amigo dele, Marco, estava por perto, ele sempre foi muito respeitoso e vivia zoando o Alejandro pela sorte que ele tinha de me encontrar, e eu dizia que a sorte era do Alejandro, e ele ficava todo vermelho. Marco, diferente do Ale, era mais extrovertido e falava com mais gente. Era estranho que o Ale fosse mais conhecido, mas falava com menos pessoas.
Assim passaram-se vários meses e eu e a Ale fomos ficando cada vez mais próximos, e o Marco sempre foi um bom amigo, sempre por perto. A gente começou a ficar mais unido, conhecemos as famílias uns dos outros, fomos descobrindo a vida de cada um, até que um dia a gente tomou o primeiro porre.
Agora que sou mais velha, percebo que não tinha as coisas claras, né, mas quem nessa idade tem? A gente quer devorar o mundo. Marco sabia ouvir e conhecia os problemas do divórcio dos meus pais. Eu, por exemplo, sabia da família dele. O único que tinha uma vida com os pais de boa era o Ale, talvez por isso ele não entendia certos momentos em que eu precisava do meu espaço.
Preciso dizer que sempre fantasiava com polvos, sim, eu era uma otaku. E tinha essas fantasias, até que me divertia com o Ale, ele não era muito dotado, mas me satisfazia hehe, ou pelo menos era o que eu pensava. Até a bebedeira. Naquela vez, eu estava com a casa vazia porque meus pais tinham ido a uma conferência de medicina, os dois são médicos. Bem, não exercem mais. Compramos várias cervejas e ficamos jogando videogame, todo mundo já estava meio bêbado, e aí veio aquele jogo clássico de verdade ou desafio. No começo, eram verdades inocentes e castigos de beber mais. Não queria ser muito óbvia, mas é a verdade, o Ale começou a beber mais e logo começamos a aumentar o nível dos castigos. Por exemplo, o Marco pedia pra eu beijar o Ale de um jeito bem safado e eu fazia, o Ale se gabava da namorada que tinha. Aí chegou minha vez de dar um castigo pro Marco e pedi pra ele tirar uma peça de roupa, mas o Ale, já bêbado, falava que não e que não, eu percebia ele meio irritado e teimoso, porque já só tinha a calça. Perguntei pro Marco por quê, mas o Ale disse que era porque ele era deformado. Vi o Marco ficar sem graça, mas ninguém falou nada até a gente continuar o jogo. A atitude do Marco mudou e ele perguntou pro Ale se ele realmente me amava e sabia que eu amava ele. O Ale, bêbado pra caralho, disse que sim. Aí o Marco falou que ele não teria problema se eu beijasse ele, e o Ale, todo seguro, disse que não. Eu fiquei puta porque ele tinha decidido por mim, então aceitei e falei: "Claro que amo muito ele". Meu desafio foi beijar ele igual beijei o Ale. E foi o que eu fiz, mas a gente se perdeu nos dois. Senti algo estranho no beijo dele, algo que eu não sentia, um tesão ou um desejo diferente, claro que agora eu descrevo, na hora não sabia, hoje sei que é mais um desejo. Quero dizer que ele me beijou como se quisesse me comer, não igual o Ale, que me beijava com carinho. Quando terminou, o Ale disse: "Viu? Não aconteceu nada, a gente continua se amando". A gente continuou bebendo e o Ale apagou. Nós ficamos no sofá e perguntei pro Marco por que o Ale tinha ficado tão puto com a história da calça, falei que ele podia me contar. Dizer o que fosse, eu entenderia se fosse um problema tipo uma pinta, um machucado ou uma cicatriz, mas ele riu meio bêbado. Eu fiquei puta porque tava sendo sincera com ele e ele tava tirando sarro. Ele segurou minha mão e falou pra eu esquecer, mas cê sabe, sou birrenta e falei que não, ou ele falava ou eu ia ficar brava. Aí ele se levantou e baixou a cueca, e tava marcando um baita volume. Eu me assustei porque, bem, não tinha ficado com muitos caras, mas o dele era consideravelmente maior. Ele falou sério que meu castigo era chegar perto e me puxou pelo cabelo. Eu nem resisti, não sei se era porque tava bêbada ou se ainda tava pensando nos outros. Respirei fundo e um cheiro de porra, suor e mijo me inundou. A primeira reação foi me afastar, mas ele me segurou e eu continuei cheirando. E por algum motivo, mulheres ou algumas vão me entender, virou meu cheiro favorito, de homem.
Eu puxei a cueca dele pra baixo e vi o pau preto dele, um pedaço meio grosso, com veias marcadas, e foi crescendo cada vez mais, endurecendo na minha frente! Eu só abri a boca. Devo admitir que, pra minha idade, eu já era bem putinha e tinha chupado vários caras em parques, estacionamentos ou ruas vazias, também já tinha transado, mas ali senti um medo que me excitava. Eu sentia ele crescer na minha boca e só fechei os olhos, meio tonta, chupando aquela rola que já não cabia na minha boca, enquanto massageava com a mão. Não sei quanto tempo passou, mas o suficiente pra ele gozar abundante na minha boca. Sei que parece exagero, mas encheu minha boca toda, acho que ele não tinha esvaziado fazia tempo.
No dia seguinte, pensei que tudo não passava de uma alucinação, mas não, os restos de porra na minha roupa diziam o contrário. Olhei pro Ale e enganei ele, dizendo que era dele. Ele acreditou. As semanas passaram e eu quase não falava com o Marco. Mas depois ele me disse que lembrava de tudo, assim como eu. Começamos a trocar mensagens cada vez mais e a perder a vergonha, pra ser sincera. Eu mandava fotos pra ele e ele pra mim. Dizia que ainda pensava naquela noite enquanto tava com o Ale, e ele nem desconfiava — ou pelo menos era o que eu achava.
As aulas eram um saco porque nunca foram difíceis pra mim, também não era nenhuma gênia ou nerd, mas minhas notas eram aceitáveis pros meus pais, a maioria 8 e alguns 7. Então eu vivia vendo anime, haha. E alguns caras, tipo o Alejandro, que era um dos mais gatos da escola. O Alejandro era branco, olhos cor de mel, sobrancelhas grossas e jogava no time de futebol. E aí a gente começou a se falar porque eu era a que tinha os peitos maiores da escola. Odeio admitir, mas naquela época eu morria de vergonha e vivia de moletom folgado. Mas ele percebeu e parece que virou um desafio pra ele.
No final, a gente começou a sair, mesmo ele sendo meio tímido. Eu já tinha experiência com outros namorados, e ele sempre foi muito respeitoso e carinhoso. Não que eu não gostasse, mas eu queria experimentar mais o que minhas amigas falavam, tipo um oral, por exemplo. Então, aos poucos, fui ensinando ele, e a gente se divertia pra caralho, depois transávamos mais selvagem, mas não passava de umas palmadas na bunda, o que eu até agradecia. Às vezes, até na sala a gente ficava se pegando. Nunca tivemos problemas. Mesmo quando o amigo dele, Marco, estava por perto, ele sempre foi muito respeitoso e vivia zoando o Alejandro pela sorte que ele tinha de me encontrar, e eu dizia que a sorte era do Alejandro, e ele ficava todo vermelho. Marco, diferente do Ale, era mais extrovertido e falava com mais gente. Era estranho que o Ale fosse mais conhecido, mas falava com menos pessoas.
Assim passaram-se vários meses e eu e a Ale fomos ficando cada vez mais próximos, e o Marco sempre foi um bom amigo, sempre por perto. A gente começou a ficar mais unido, conhecemos as famílias uns dos outros, fomos descobrindo a vida de cada um, até que um dia a gente tomou o primeiro porre.
Agora que sou mais velha, percebo que não tinha as coisas claras, né, mas quem nessa idade tem? A gente quer devorar o mundo. Marco sabia ouvir e conhecia os problemas do divórcio dos meus pais. Eu, por exemplo, sabia da família dele. O único que tinha uma vida com os pais de boa era o Ale, talvez por isso ele não entendia certos momentos em que eu precisava do meu espaço.
Preciso dizer que sempre fantasiava com polvos, sim, eu era uma otaku. E tinha essas fantasias, até que me divertia com o Ale, ele não era muito dotado, mas me satisfazia hehe, ou pelo menos era o que eu pensava. Até a bebedeira. Naquela vez, eu estava com a casa vazia porque meus pais tinham ido a uma conferência de medicina, os dois são médicos. Bem, não exercem mais. Compramos várias cervejas e ficamos jogando videogame, todo mundo já estava meio bêbado, e aí veio aquele jogo clássico de verdade ou desafio. No começo, eram verdades inocentes e castigos de beber mais. Não queria ser muito óbvia, mas é a verdade, o Ale começou a beber mais e logo começamos a aumentar o nível dos castigos. Por exemplo, o Marco pedia pra eu beijar o Ale de um jeito bem safado e eu fazia, o Ale se gabava da namorada que tinha. Aí chegou minha vez de dar um castigo pro Marco e pedi pra ele tirar uma peça de roupa, mas o Ale, já bêbado, falava que não e que não, eu percebia ele meio irritado e teimoso, porque já só tinha a calça. Perguntei pro Marco por quê, mas o Ale disse que era porque ele era deformado. Vi o Marco ficar sem graça, mas ninguém falou nada até a gente continuar o jogo. A atitude do Marco mudou e ele perguntou pro Ale se ele realmente me amava e sabia que eu amava ele. O Ale, bêbado pra caralho, disse que sim. Aí o Marco falou que ele não teria problema se eu beijasse ele, e o Ale, todo seguro, disse que não. Eu fiquei puta porque ele tinha decidido por mim, então aceitei e falei: "Claro que amo muito ele". Meu desafio foi beijar ele igual beijei o Ale. E foi o que eu fiz, mas a gente se perdeu nos dois. Senti algo estranho no beijo dele, algo que eu não sentia, um tesão ou um desejo diferente, claro que agora eu descrevo, na hora não sabia, hoje sei que é mais um desejo. Quero dizer que ele me beijou como se quisesse me comer, não igual o Ale, que me beijava com carinho. Quando terminou, o Ale disse: "Viu? Não aconteceu nada, a gente continua se amando". A gente continuou bebendo e o Ale apagou. Nós ficamos no sofá e perguntei pro Marco por que o Ale tinha ficado tão puto com a história da calça, falei que ele podia me contar. Dizer o que fosse, eu entenderia se fosse um problema tipo uma pinta, um machucado ou uma cicatriz, mas ele riu meio bêbado. Eu fiquei puta porque tava sendo sincera com ele e ele tava tirando sarro. Ele segurou minha mão e falou pra eu esquecer, mas cê sabe, sou birrenta e falei que não, ou ele falava ou eu ia ficar brava. Aí ele se levantou e baixou a cueca, e tava marcando um baita volume. Eu me assustei porque, bem, não tinha ficado com muitos caras, mas o dele era consideravelmente maior. Ele falou sério que meu castigo era chegar perto e me puxou pelo cabelo. Eu nem resisti, não sei se era porque tava bêbada ou se ainda tava pensando nos outros. Respirei fundo e um cheiro de porra, suor e mijo me inundou. A primeira reação foi me afastar, mas ele me segurou e eu continuei cheirando. E por algum motivo, mulheres ou algumas vão me entender, virou meu cheiro favorito, de homem.
Eu puxei a cueca dele pra baixo e vi o pau preto dele, um pedaço meio grosso, com veias marcadas, e foi crescendo cada vez mais, endurecendo na minha frente! Eu só abri a boca. Devo admitir que, pra minha idade, eu já era bem putinha e tinha chupado vários caras em parques, estacionamentos ou ruas vazias, também já tinha transado, mas ali senti um medo que me excitava. Eu sentia ele crescer na minha boca e só fechei os olhos, meio tonta, chupando aquela rola que já não cabia na minha boca, enquanto massageava com a mão. Não sei quanto tempo passou, mas o suficiente pra ele gozar abundante na minha boca. Sei que parece exagero, mas encheu minha boca toda, acho que ele não tinha esvaziado fazia tempo.
No dia seguinte, pensei que tudo não passava de uma alucinação, mas não, os restos de porra na minha roupa diziam o contrário. Olhei pro Ale e enganei ele, dizendo que era dele. Ele acreditou. As semanas passaram e eu quase não falava com o Marco. Mas depois ele me disse que lembrava de tudo, assim como eu. Começamos a trocar mensagens cada vez mais e a perder a vergonha, pra ser sincera. Eu mandava fotos pra ele e ele pra mim. Dizia que ainda pensava naquela noite enquanto tava com o Ale, e ele nem desconfiava — ou pelo menos era o que eu achava.
1 comentários - Meus começos como corna gostosa