Olá, pessoal! Depois de umas duas semanas, tô de volta pra deixar mais uma das minhas histórias. Como todos os meus contos, é 100% real.
POR AQUI VOCÊS PODEM VER MINHAS OUTRAS HISTÓRIAS
Vou contar pra vocês, depois das minhas duas primeiras experiências, fiquei um tempão sem experimentar coisas novas de novo.
Muitas dúvidas surgiam, nervosismo e medos, me fizeram me afastar de tudo por um tempo.Rosário, Fevereiro de 2023, verão, mudança, sexta-feira e jantar com amigos pra inaugurar meu apê novo. Muitos drinks desde cedo, que continuaram depois de comer. As horas foram passando, dos 6 que éramos, só sobraram 3.
Saímos pra sentar na varanda, no meio da conversa, meus amigos começam a falar de mulher e sexo. Era 1h da madrugada, nessa altura todo mundo já tava bem cheio de álcool no sangue, e por causa disso e dos comentários sobre sexo dos meus amigos, lembrei das minhas experiências de meses atrás.
Voltaram por um instante aquelas sensações, e enquanto meus amigos falavam, voltei a fantasiar..
Pego a cadeira, me sento mais pro canto pra ninguém me ver, e baixo o app do Grindr. Minha intenção era só entrar no aplicativo, ver qual é, e sair, sem mais.
Entrei na minha conta, tava meses sem acessar, tinha umas mensagens antigas que simplesmente ignorei e deletei, e comecei a ver os perfis que o app oferecia.
À primeira vista, não tinha nada de interessante, então larguei o celular por uns minutos e voltei a bater um papo com meus amigos.
Voltei pro app e tinha umas mensagens, de gente que tava bem perto, sinceramente ignorei todas, menos uma.
O perfil não tinha fotos, o nome era inventado, mas tinha 62 anos e isso me chamou a atenção.
Foi só um "oi". Respondi aquela mensagem e quase na hora ele me escreveu de novo, me perguntou o que eu tava procurando, eu respondi que por enquanto só tava vendo qual era a dele, e a partir daí a gente começou a bater um papo.
O simples fato de estar conversando com um homem já me deixava meio nervoso, então de vez em quando eu levantava a vista pra ter certeza de que ninguém tava me vendo, mesmo sendo praticamente impossível.
Ele me conta que o nome verdadeiro dele é Daniel, tem 62 anos, no momento tava procurando gente mais nova, que já tinha um pouco de experiência, e tava decidido a continuar experimentando coisas novas.
Eu comentei que tinha pouca experiência e a gente conversou mais um tempão. Nessa hora, meus amigos decidiram ir pra casa, então fiquei sozinho na varanda, com meu celular e um drink recém-preparado.
O tempo passava, já eram 2h30 da manhã, a conversa tava bem tranquila até que uma mensagem me balançou toda. "Tô num jantar de trabalho, mas já estamos terminando os drinks e daqui a pouco todo mundo vai embora. Se você quiser, a gente se encontra e bate um papo.
Não vou mentir pra vocês, isso me deixou meio nervoso, mas já tava com bastante álcool no sangue, então, apesar das dúvidas, respondi com um tímido "sim, bora".
Daqui uns 20 min. tô saindo, cê tá por onde? Posso passar te pegar
Dou minha localização pra ela, e a gente tava bem perto, umas 12 quadras, então isso facilitou um pouco as coisas.
Falei pra ela que, por discrição, a gente marcasse outro ponto de encontro, umas 10 quadras de onde eu tava. Combinamos uma rua não muito movimentada, e mesmo sendo tarde, tentei tomar uns cuidados. Acertamos que ela ia me avisar quando tivesse chegando. Aí eu virei o fundo branco do resto do drink que tinha, e como já tava vestido, desci de elevador e comecei a andar.
Pra falar a verdade, por ser quase 3h da manhã, tinha bastante gente na rua por ser sexta-feira, mas conforme fui me afastando do centro, já tava andando praticamente sozinho, o que me deixou mais tranquilo.
Chego no local, fico de olho nas mensagens, já tava bem nervoso e aí chega a mensagem do Daniel. "Tô a 3 quadras, num Gol Trend cinza escuro". Confirmei que já tava esperando e larguei o celular.
Com muito nervosismo, parado na esquina, vejo um carro diminuindo a velocidade, era ele.
Naquele instante, me arrependi um pouco porque tava cheio de dúvida, medo, e queria vazar. O carro chega, e bem devagar freia e desce o vidro do passageiro um pouco. Vejo a cara dele no escuro, ele levanta o braço e faz um gesto com a mão tipo "sobe", e ouço destravar a trava da porta.
Todo nervoso, abro a porta e sento. Não sabia o que falar, ele me cumprimenta e diz: "vamos dar umas voltas e bater um papo".
A gente conversou uns 15/20 minutos enquanto rodava pelas ruas de Rosário, eu tava um pouco mais "tranquilo", mas só um pouco. Percebo que ele diminui mais a velocidade, vejo ele levantar um braço e apoiar na minha perna esquerda, quase no joelho. Eu fico completamente imóvel, não sabia o que fazer, aí ele começa a falar de boa como se nada tivesse acontecendo, e em poucos minutos sinto a mão dele subir mais um pouco e apertar melhor minha perna. Minha cabeça começou a viajar, e com a mão tremendo, levanto meu braço e agarro a perna dele.
Naquele momento, sem perder um segundo, ele começa a acariciar, eram carícias curtas, e de vez em quando dava um apertão. Eu tava tão nervoso que só conseguia repetir o que ele fazia.
Em poucos segundos, ela solta minha perna, coloca a mão dela sobre a minha e vai guiando as carícias. Começa pela perna, até que percebo que sai do trajeto e começa a passar mais perto da virilha dela. Num desses vai e vem, ela passa minha mão por todo o volume dela e começa a esfregar com a minha mão. Nessa hora, minha cabeça começou a viajar.
Imediatamente, continuei massageando, esfregando, agarrando o que dava, até que percebo que a calça começa a afrouxar, o cinto se solta e o zíper cede um pouco.
Sem hesitar, enfio a mão inteira dentro da calça e continuo massageando.
Foi incrível sentir como, com minhas esfregadas, o pau dele foi crescendo na minha mão.
Foram alguns minutos, até que ela me diz "Agora podemos ir pra um lugar mais tranquilo".
Então acelera um pouco, pega pela rua Oroño, uma rua principal, e depois de algumas quadras desvia pra ir saindo da região central. Enquanto a gente fazia esse trecho, ela abaixa um pouco a calcinha e eu peguei na piroca dela de novo, mas dessa vez tava com ela inteira na mão. Era normal, mas meio grossa.
Então comecei a masturbar ele, bem devagar, subia e descia, e ele soltava uns gemidos leves, tudo isso enquanto a gente fazia o percurso. A gente se afastou umas 20 quadras, ele fez umas curvas e me disse: "por aqui tá bom", e estacionou.
Era uma área bem escura, e as árvores tampavam um pouco a luz do poste, então praticamente ninguém passava por ali, só uns carros perdidos de vez em quando.
Ela se ajeita um pouco no banco, pego no pau dele de novo, e começo a bater uma pra ele, primeiro devagar, depois mais rápido, isso ele adorava e dava pra perceber pelos gemidos.
Depois de alguns minutos, passa o braço nas minhas costas, me puxa um pouco pra perto dele e fala "vem".
Me deixo levar pela força dela e acabo deitado sobre as pernas dela.
Recostada sobre ele, continuo batendo uma, minha cabeça voava, meu corpo explodia de adrenalina e tesão, então, sem pensar, pego a pica dele bem por baixo e, sem colocar na boca, passo a língua rápido na cabeça da pica, assim por uns minutos.
Até que ela me diz: "Fica tranquilo que não vai dar nada e aqui ninguém nos vê, fica assim, ajoelha no banco".
Então volto na hora pro meu lugar, subo no banco de joelhos, e como a calça não tava muito confortável, afrouxei ela toda. E ele passa o braço de novo pelas minhas costas e me puxa pra perto das pernas dele outra vez enquanto abaixa a roupa íntima completamente.
E aí estava eu, com meus braços apoiados nas pernas dela, e minha cara a um metro da pica dela.
Nesse momento, com a mão direita, ela começa a acariciar minhas costas e desce até a bunda. Eu, muito nervoso, nunca tinha feito sexo oral. Sinto ela enfiar a mão dentro da minha calça, puxar ela pra baixo e falar: "que bunda gostosa que você tem". Aí começa a massagear, me empurra um pouco e a pica bate na minha bochecha.
Sem hesitar, pego na pica com a mão e começo a passar a língua por todos os lados, muito nervoso.
Não era muito bom, mas era o melhor que conseguia fazer na hora, tava muito tesudo, mas também muito nervoso, não queria fazer tão mal assim.
Muita coisa passava pela minha cabeça, e lembrei de vários vídeos que vi durante a vida.
Peguei a pica e comecei a chupar, primeiro a cabeça, depois o tronco. Massageava os ovos dele enquanto chupava e ouvia os gemidos, enquanto ele continuava me acariciando e apertando minha bunda.
Ficamos uns 15 minutos, nunca parei de mamar. Era o que sempre quis experimentar, tava tão tesudo sentindo aquela pica na minha boca.
Ele perguntou se podia gozar dentro de mim, e por nervosismo eu disse que não, então ele abriu a porta e gozou lá fora.
Ela se deita de novo, por uns minutos continuei acariciando a rola dela e ela fala "Bom, já tenho que ir, te levo até sua casa".
Falei pra ela que era melhor me deixar umas quadras antes, então voltamos pro centro, ela para num beco, diz "depois a gente se fala", e a gente se despede com um "até mais". Saí do carro e voltei pro meu apê.
Até aqui minha história de hoje, espero que vocês possam curtir tanto quanto eu curti naquele dia. Nos vemos no meu próximo relato daqui a uns dias.
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Vou contar pra vocês, depois das minhas duas primeiras experiências, fiquei um tempão sem experimentar coisas novas de novo.
Muitas dúvidas surgiam, nervosismo e medos, me fizeram me afastar de tudo por um tempo.Rosário, Fevereiro de 2023, verão, mudança, sexta-feira e jantar com amigos pra inaugurar meu apê novo. Muitos drinks desde cedo, que continuaram depois de comer. As horas foram passando, dos 6 que éramos, só sobraram 3.
Saímos pra sentar na varanda, no meio da conversa, meus amigos começam a falar de mulher e sexo. Era 1h da madrugada, nessa altura todo mundo já tava bem cheio de álcool no sangue, e por causa disso e dos comentários sobre sexo dos meus amigos, lembrei das minhas experiências de meses atrás.
Voltaram por um instante aquelas sensações, e enquanto meus amigos falavam, voltei a fantasiar..
Pego a cadeira, me sento mais pro canto pra ninguém me ver, e baixo o app do Grindr. Minha intenção era só entrar no aplicativo, ver qual é, e sair, sem mais.
Entrei na minha conta, tava meses sem acessar, tinha umas mensagens antigas que simplesmente ignorei e deletei, e comecei a ver os perfis que o app oferecia.
À primeira vista, não tinha nada de interessante, então larguei o celular por uns minutos e voltei a bater um papo com meus amigos.
Voltei pro app e tinha umas mensagens, de gente que tava bem perto, sinceramente ignorei todas, menos uma.
O perfil não tinha fotos, o nome era inventado, mas tinha 62 anos e isso me chamou a atenção.
Foi só um "oi". Respondi aquela mensagem e quase na hora ele me escreveu de novo, me perguntou o que eu tava procurando, eu respondi que por enquanto só tava vendo qual era a dele, e a partir daí a gente começou a bater um papo.
O simples fato de estar conversando com um homem já me deixava meio nervoso, então de vez em quando eu levantava a vista pra ter certeza de que ninguém tava me vendo, mesmo sendo praticamente impossível.
Ele me conta que o nome verdadeiro dele é Daniel, tem 62 anos, no momento tava procurando gente mais nova, que já tinha um pouco de experiência, e tava decidido a continuar experimentando coisas novas.
Eu comentei que tinha pouca experiência e a gente conversou mais um tempão. Nessa hora, meus amigos decidiram ir pra casa, então fiquei sozinho na varanda, com meu celular e um drink recém-preparado.
O tempo passava, já eram 2h30 da manhã, a conversa tava bem tranquila até que uma mensagem me balançou toda. "Tô num jantar de trabalho, mas já estamos terminando os drinks e daqui a pouco todo mundo vai embora. Se você quiser, a gente se encontra e bate um papo.
Não vou mentir pra vocês, isso me deixou meio nervoso, mas já tava com bastante álcool no sangue, então, apesar das dúvidas, respondi com um tímido "sim, bora".
Daqui uns 20 min. tô saindo, cê tá por onde? Posso passar te pegar
Dou minha localização pra ela, e a gente tava bem perto, umas 12 quadras, então isso facilitou um pouco as coisas.
Falei pra ela que, por discrição, a gente marcasse outro ponto de encontro, umas 10 quadras de onde eu tava. Combinamos uma rua não muito movimentada, e mesmo sendo tarde, tentei tomar uns cuidados. Acertamos que ela ia me avisar quando tivesse chegando. Aí eu virei o fundo branco do resto do drink que tinha, e como já tava vestido, desci de elevador e comecei a andar.
Pra falar a verdade, por ser quase 3h da manhã, tinha bastante gente na rua por ser sexta-feira, mas conforme fui me afastando do centro, já tava andando praticamente sozinho, o que me deixou mais tranquilo.
Chego no local, fico de olho nas mensagens, já tava bem nervoso e aí chega a mensagem do Daniel. "Tô a 3 quadras, num Gol Trend cinza escuro". Confirmei que já tava esperando e larguei o celular.
Com muito nervosismo, parado na esquina, vejo um carro diminuindo a velocidade, era ele.
Naquele instante, me arrependi um pouco porque tava cheio de dúvida, medo, e queria vazar. O carro chega, e bem devagar freia e desce o vidro do passageiro um pouco. Vejo a cara dele no escuro, ele levanta o braço e faz um gesto com a mão tipo "sobe", e ouço destravar a trava da porta.
Todo nervoso, abro a porta e sento. Não sabia o que falar, ele me cumprimenta e diz: "vamos dar umas voltas e bater um papo".
A gente conversou uns 15/20 minutos enquanto rodava pelas ruas de Rosário, eu tava um pouco mais "tranquilo", mas só um pouco. Percebo que ele diminui mais a velocidade, vejo ele levantar um braço e apoiar na minha perna esquerda, quase no joelho. Eu fico completamente imóvel, não sabia o que fazer, aí ele começa a falar de boa como se nada tivesse acontecendo, e em poucos minutos sinto a mão dele subir mais um pouco e apertar melhor minha perna. Minha cabeça começou a viajar, e com a mão tremendo, levanto meu braço e agarro a perna dele.
Naquele momento, sem perder um segundo, ele começa a acariciar, eram carícias curtas, e de vez em quando dava um apertão. Eu tava tão nervoso que só conseguia repetir o que ele fazia.
Em poucos segundos, ela solta minha perna, coloca a mão dela sobre a minha e vai guiando as carícias. Começa pela perna, até que percebo que sai do trajeto e começa a passar mais perto da virilha dela. Num desses vai e vem, ela passa minha mão por todo o volume dela e começa a esfregar com a minha mão. Nessa hora, minha cabeça começou a viajar.
Imediatamente, continuei massageando, esfregando, agarrando o que dava, até que percebo que a calça começa a afrouxar, o cinto se solta e o zíper cede um pouco.
Sem hesitar, enfio a mão inteira dentro da calça e continuo massageando.
Foi incrível sentir como, com minhas esfregadas, o pau dele foi crescendo na minha mão.
Foram alguns minutos, até que ela me diz "Agora podemos ir pra um lugar mais tranquilo".
Então acelera um pouco, pega pela rua Oroño, uma rua principal, e depois de algumas quadras desvia pra ir saindo da região central. Enquanto a gente fazia esse trecho, ela abaixa um pouco a calcinha e eu peguei na piroca dela de novo, mas dessa vez tava com ela inteira na mão. Era normal, mas meio grossa.
Então comecei a masturbar ele, bem devagar, subia e descia, e ele soltava uns gemidos leves, tudo isso enquanto a gente fazia o percurso. A gente se afastou umas 20 quadras, ele fez umas curvas e me disse: "por aqui tá bom", e estacionou.
Era uma área bem escura, e as árvores tampavam um pouco a luz do poste, então praticamente ninguém passava por ali, só uns carros perdidos de vez em quando.
Ela se ajeita um pouco no banco, pego no pau dele de novo, e começo a bater uma pra ele, primeiro devagar, depois mais rápido, isso ele adorava e dava pra perceber pelos gemidos.
Depois de alguns minutos, passa o braço nas minhas costas, me puxa um pouco pra perto dele e fala "vem".
Me deixo levar pela força dela e acabo deitado sobre as pernas dela.
Recostada sobre ele, continuo batendo uma, minha cabeça voava, meu corpo explodia de adrenalina e tesão, então, sem pensar, pego a pica dele bem por baixo e, sem colocar na boca, passo a língua rápido na cabeça da pica, assim por uns minutos.
Até que ela me diz: "Fica tranquilo que não vai dar nada e aqui ninguém nos vê, fica assim, ajoelha no banco".
Então volto na hora pro meu lugar, subo no banco de joelhos, e como a calça não tava muito confortável, afrouxei ela toda. E ele passa o braço de novo pelas minhas costas e me puxa pra perto das pernas dele outra vez enquanto abaixa a roupa íntima completamente.
E aí estava eu, com meus braços apoiados nas pernas dela, e minha cara a um metro da pica dela.
Nesse momento, com a mão direita, ela começa a acariciar minhas costas e desce até a bunda. Eu, muito nervoso, nunca tinha feito sexo oral. Sinto ela enfiar a mão dentro da minha calça, puxar ela pra baixo e falar: "que bunda gostosa que você tem". Aí começa a massagear, me empurra um pouco e a pica bate na minha bochecha.
Sem hesitar, pego na pica com a mão e começo a passar a língua por todos os lados, muito nervoso.
Não era muito bom, mas era o melhor que conseguia fazer na hora, tava muito tesudo, mas também muito nervoso, não queria fazer tão mal assim.
Muita coisa passava pela minha cabeça, e lembrei de vários vídeos que vi durante a vida.
Peguei a pica e comecei a chupar, primeiro a cabeça, depois o tronco. Massageava os ovos dele enquanto chupava e ouvia os gemidos, enquanto ele continuava me acariciando e apertando minha bunda.
Ficamos uns 15 minutos, nunca parei de mamar. Era o que sempre quis experimentar, tava tão tesudo sentindo aquela pica na minha boca.
Ele perguntou se podia gozar dentro de mim, e por nervosismo eu disse que não, então ele abriu a porta e gozou lá fora.
Ela se deita de novo, por uns minutos continuei acariciando a rola dela e ela fala "Bom, já tenho que ir, te levo até sua casa".
Falei pra ela que era melhor me deixar umas quadras antes, então voltamos pro centro, ela para num beco, diz "depois a gente se fala", e a gente se despede com um "até mais". Saí do carro e voltei pro meu apê.
Até aqui minha história de hoje, espero que vocês possam curtir tanto quanto eu curti naquele dia. Nos vemos no meu próximo relato daqui a uns dias.
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