Oi, meu nome é Laura e tenho 22 anos. Quero contar pra vocês o que aconteceu comigo esse ano com um professor da faculdade. Talvez possa ser útil outras meninas que estudam com o mesmo professor saberem disso… Como eu estava dizendo, me chamo Laura, tenho 22 anos e faço o curso de ciências econômicas numa universidade de prestígio, cujo nome não vou mencionar nesse relato, pra evitar problemas futuros. Vou dizer que meus amigos consideram que tenho um corpo espetacular, com uma dianteira bem potente e uns quadris bons. Além disso, me considero bem atraente: tipo, um verdadeiro gostosa, mesmo que seja feio eu mesma falar isso. Na época eu tinha um namorado que era muito bonito também e com um corpo espetacular que era a inveja das minhas amigas. Mas depois do que vou contar pra vocês, só consegui terminar com ele porque ele deixou de me satisfazer completamente.
Os estudos não vão mal pra mim, na real. Moro com meus pais e eles me bancam, então a única coisa que tenho que fazer é estudar. Estou no segundo ano do curso e só tenho uma matéria pendente do ano anterior. Então, quando chegaram as provas de dezembro desse curso, me vi com nove matérias desse ano mais a do ano anterior. Como achei que seriam muitas, decidi me concentrar em oito delas, entre as quais estava história da economia.
Aquela matéria não me agradava muito. Além disso, o professor não me caía bem. Era um homem meio arrogante, convencido, autoritário. Cheio de si. Havia algo no jeito que ele me olhava que me deixava nervosa: ele me olhava com um descaramento e uma falta de discrição pro decote. Tenho que dizer que, por um lado, me parecia repugnante, que um professor já de meia-idade como ele olhasse de forma tão pouco disfarçada; mas por outro, essa forma enérgica e autoritária com que ele me olhava fazia com que algo se ativasse no meu interior. No fundo, tenho que reconhecer, me parecia que essa agressividade tinha um certo apelo.
Independentemente dessa sensação ao longo No semestre, tentei estudar igualmente as oito disciplinas que decidi fazer, e no final acho que fiz boas provas. Foi assim com todas as matérias, tirei entre sete e oito, mas quando cheguei no mural de notas de história da economia me deparei com um quatro e meio. Aquilo devia estar errado, com certeza era um engano. Não podia acreditar que tivesse tirado quatro e meio, já que tinha feito uma boa prova, confirmado depois com minhas colegas, que tinham passado. Teria que pedir revisão.
No dia seguinte fui ao departamento correspondente e entrei para falar com o professor. Ele não estava e me atendeu sua secretária, me indicando que enviasse um e-mail ao professor para marcar com ele e que ele responderia diretamente. Fiz isso e o grande filho da puta me marcou para sexta-feira às oito e meia. Que horário, pensei. Certamente, não deviam querer vê-lo logo em casa. Enfim, que confusão. Agora ia ter que me arrumar para sair, pois não dava tempo de ir à revisão, passar em casa e me arrumar, para um jantar que tinha depois. O professor agora me caía pior do que nunca.
Finalmente, chegou o dia da revisão. Lá fui eu super gata pra caralho, para sair voando de lá e ir pra festa. Devo dizer que talvez exagerei um pouco no decote, considerando que, antes da festa, tinha uma revisão, mas isso considerei tarde demais. Esperando na entrada do escritório, me sentia um pouco puta, ao ver minhas colegas vestidas com roupa do dia a dia, enquanto eu parecia a putinha do bairro. Bom, não dava mais para resolver.
Por volta das oito e quinze, o professor saiu de revisar a prova com um colega de classe, e espiou no corredor. Só restavam três pessoas. Ele me olhou por alguns instantes, escrutinadoramente, e deu ordem aos três, me deixando em último lugar. Que homem mais desagradável! Nem se deu ao trabalho de verificar quem tinha chegado primeiro, e agora os outros dois colegas iam passar na minha frente. Ótimo, eu ia chegar atrasado no jantar, pensei.01:39 da manhã.
Finalmente, às nove menos um quarto, saiu o último aluno. Eu já estava desesperada. Nesse ritmo, seríamos os últimos a sair da universidade! Entrei e fechei a porta, ficando de pé esperando permissão para me sentar. O professor me olhou de cima a baixo por alguns segundos. Senti com repugnância como se tivessem me passado um raio-x.
- Sente-se, Laura. Vamos ver sua prova... - revirou uma pilha de papéis e finalmente localizou meu exame, colocando-o em cima da mesa. Dava para ver claramente o 4,5.
- Aí está.
Comecei a revisá-lo. Enquanto olhava a prova para ver de onde poderia raspar pontos para passar, percebia como ele fixava seu olhar lascivo no meu decote. O homem estava se deliciando com o modelito que eu tinha escolhido, e eu estava me cagando de arrependimento pela minha decisão.
Finalmente, encontrei algumas coisas onde o professor tinha errado na correção, e a soma final estava errada. No fim das contas, eu tinha claramente e com justiça um 7, e assim o informei.
- Olhe, professor, aqui e aqui a resposta está certa, então eu deveria ter um ponto a mais em cada questão, e além disso, a soma total está errada. Eu deveria ter, no total, um 7.
Ele me encarou fixamente.
- Não me diga? - disse com um tom que me pareceu sarcástico.
- Sim, um sete - reitero. Um sorriso apareceu no meu rosto, ciente de que eu estava certa e aprovada. Uma a menos!
- Sério?
- Pois é, está claro. Não tem como negar.
O professor se levantou e contornou a mesa, apoiando-se nela bem ao lado da minha cadeira. Dessa posição, pensei, ele devia me ver pelo decote até os pés. Fodeu!
- E... o que eu ganho mudando sua nota, senhorita López?
Fiquei de boca aberta. Não entendi o que ele queria dizer. Como assim ganhar? Ele só tinha que corrigir e me aprovar, pensei, não tinha nada a ganhar.
Enquanto eu pensava nisso, o professor se aproximou da porta e trancou a chave, embora eu não tivesse percebido.
- Mas professor... ganhar o quê? Está claro... que estou aprovada…, já vê, eu tenho o sete e passei claramente. Só precisa revisar a nota… O professor se aproximou de mim e, sem dizer uma palavra… desabotoou a calça e a abaixou.
- Chupa.
Fiquei paralisada, sem saber o que fazer ou como reagir. Na minha frente, o professor de história da economia estava com o pau pra fora… mas que pau! Parecia grosso e grande, mesmo estando meio mole. Naquele estado, era quase tão grande quanto o do meu namorado.
Não tive tempo de reagir ou de me surpreender, porque, sem que eu percebesse, ele pegou minha cabeça e me forçou a ficar de joelhos diante do seu pau semi-ereto.
- Vamos, gata. - disse ele, ofegante.
Fiquei a poucos centímetros daquele pau que parecia enorme e me deixou hipnotizada.
- Eu disse pra você chupar, puta! - disse ele de mau jeito, e me agarrou pela nuca, me empurrando em direção a ele e enfiando na minha boca.
- Glups, glumpf.
Forçada, seu pau entrou na minha boca. Já sentia que era grande e grosso, e parecia que ocupava quase toda minha boca. Ele controlava meus movimentos segurando meu cabelo pela nuca, e se coordenava com os dele, metendo e tirando seu pau da minha boca ao seu gosto. Com o movimento, ele começou a ficar excitado e aquilo começou a crescer. Logo aquele pauzão não cabia mais na minha boca.
O professor não parava de gemer e me dizer obscenidades e barbaridades. Ele controlava a situação, e eu não sabia como reagir. Só sei que, em poucos segundos, seu pau tinha crescido tanto e ficado tão grosso que mal conseguia chupar mais do que a cabeça, e mesmo assim com dificuldade.
- Isso, que delícia, Laura. Que gostosa você é, puta. Eu já estava o ano todo querendo te comer. Mmmmh. Chupa direito, puta, que você vai ganhar sua aprovação direitinho. Porque pela sua aprovação hoje você vai ser minha puta, né?, Né que vai?... porque hoje você vai fazer tudo que eu quiser, vai ser minha puta o resto da tarde e eu vou te foder até cansar, e eu demoro muito pra cansar!
Ele tirou o pau e levantou meu rosto para que via a luxúria refletida no rosto dela.01:39 da manhã.
Ele me deixou recuperar o fôlego por um instante antes de enfiá-la de novo e continuar metendo na minha boca. Na pausa, pude ver em todo o esplendor o pau do meu professor. Era incrível: o do meu namorado parecia de brinquedo ao lado. Aquilo sim era um pau. Senti que comecei a ficar excitada e molhada.
- Mas não se assuste… - ele continuou -, porque você vai gostar, e vai desejar que eu não aprove você para voltar à revisão outro ano - disse meio rindo.
Meu professor é um cara rude, bruto, dominador. Não sei em que momento percebi que estava gostando daquilo. Sempre achei homens dominantes e um pouco agressivos atraentes, e confesso que em algum momento do curso pensei nisso, mas como disse, houve um momento em que percebi que o que tinha sido uma clara humilhação logo se transformou em algo que eu queria fazer. De repente, me vi com vontade de chupar aquele pau e me tornar a putinha dele, deixando que me dominasse e fizesse o que quisesse com aquele pau incrível. A brutalidade dele, o domínio e a masculinidade com que ele conduzia a situação tinham acabado de me deixar completamente molhada na minha calcinha fina de renda.
Agora já não sabia o que fazer, se resistir à humilhação a que estava sendo submetida, ou me jogar de cabeça e chupar aquele pau com toda a vontade que estava sentindo.
Houve um momento em que mudei de ideia. Quando passei a fazer as coisas de obrigadas a voluntárias, ele percebeu na hora, ofegante de prazer pelo boquete que eu estava fazendo.
- Isso, gata, vejo que finalmente está colaborando. - disse rindo de forma malandra.
- Sim, professor. - respondi, com cara de submissa. Ele agora parecia encantado. Eu continuei chupando aquele pau delicioso, olhando nos olhos dele com cara de menina boazinha. Aquele pau era incrível, nada a ver com o do meu namorado. Gostei muito: mais velho e experiente, mais veiudo e, claro, maior e muito mais grosso. E com um gosto diferente… Resumindo, adorei.
Além disso, o professor sabia do valor do pau dele e sabia como manejar ela, e sabia exatamente o que queria. Nada a ver com meu namorado, que era um iniciante nessas coisas e não controlava porra nenhuma. Enquanto eu continuava chupando o pau dele como uma vadia no cio, ele começou a apertar meus peitos por cima do vestido.
- Mmmh, que peitões enormes você tem, Laurita… você não imagina como me deixava na sala de aula. Já estava com vontade de experimentá-los…
- Eles são todos seus, professor…
Ao ouvir isso, ele tirou o doce da minha boca e me levantou.
- Tira esse vestido, vamos! Fica completamente pelada, vadia…
A forma dominante como ele falava comigo me deixou completamente molhada, eu estava superexcitada com essa dominação.
- Sim, professor, sou sua vadia esta tarde…
Olhando para ele como uma garotinha submissa dos filmes de hentai,
- Ah, é? – ele disse surpreso com minha atitude dócil e infantil, parabenizando-se pela sorte e pelo prazer que ia ter – Que bom, vadia! Porque vou te fazer minha esta tarde. Você vai ganhar sua aprovação no suor.
Terminei de tirar o vestido e fiquei só de roupa íntima. Ele ficou apreciando a vista enquanto balançava suavemente seu pau lindo. Aquilo me excitou tanto que não pensei duas vezes. Tirei minha roupa íntima, deixando meus peitões enormes à mostra e tirei uma calcinha que quase estava encharcada. Olhava ele se masturbar e já estava com vontade de me jogar para chupá-lo de novo. Tentava olhar com inocência, mesmo que a luxúria já me devorasse. Agora estava à mercê dele, desejando que ele fizesse algo com aquele mastro de pau que tinha.
O professor continuou tocando seu pau lentamente, aproveitando para ver meu corpo nu. Ele me devorava com os olhos, meus peitos expostos, minhas pernas levemente abertas mostrando minha bucetinha depilada e molhada. Eu precisava que ele me tocasse logo!
Quando já começava a ficar desesperada com aquela pausa, ele finalmente se aproximou de mim e começou a me beijar o pescoço de forma lasciva, e logo desceu para chupar meus peitos. Poxa, se antes eu estava molhada, isso não foi nada quando ele começou a chupar meus peitos e amassá-los com suas mãos grandes e língua áspera. Ele fazia com energia, com rudeza, e aquilo me deixava ainda mais excitado.01:39 da manhã.
Enquanto chupava meus seios e mamava meus mamilos, uma das mãos dele deslizou até minha virilha e me apalpou sem cerimônia. Ele percebeu que eu estava completamente encharcada. Então, sem perder tempo, enfiou dois dedos na minha boceta já pulsante. Aquilo foi demais para mim, e com seus primeiros movimentos bruscos, gozei abundantemente em suas mãos. Aquele homem tinha um jeito de me tocar rude e sem consideração, muito mais feroz do que meu namorado costumava fazer. Estava no limite de me machucar, mas descobri que isso me excitava como nunca antes.
— Porra, Laurita, você está muito gostosa — ele disse, ofegante no meu ouvido.
— Por favor, professor, não me penetre — respondi com voz infantil. Decidi me comportar como uma garotinha dos filmes hentai, que recusa tudo, mas está desejando.
Pareceu surtir o efeito desejado, porque minha recusa o deixou ainda mais excitado, e logo ele me agarrou e me deitou sobre a mesa do escritório. Posicionou-se atrás de mim e me enfiou sem mais delongas.
— Não quer? Então vai ver se quer… — disse, me empalando sem piedade. Enfiou de uma vez, e eu jurei ver estrelas. Sem nenhuma delicadeza, começou a me bombear com energia e determinação. Enquanto metia, sussurrava coisas obscenas no meu ouvido, e eu não conseguia fazer nada além de me excitar e ter orgasmos repetidos. Ele me bombou por uns quinze minutos, num ritmo acelerado, e tive três orgasmos seguidos.
— Que delícia, putinha. Você tem a buceta mais gostosa que provei nos últimos semestres.
Ofegante, ele me puxou pelo cabelo e me fez ajoelhar novamente diante dele, diante de seu pau pulsante.
— Você se comportou bem e merece uma recompensa. Além disso, estou com pressa. Dessa vez, escapou de levar no cu como eu gostaria. Mas você merece um bom prêmio… Vou foder seus peitos.
— Claro, professor.
Ele colocou o pau entre meus seios. Eu estava tão molhada com meus fluidos que logo ele deslizou suavemente. Sentia aquele mastro quente e pulsante deslizando entre meus seios e os apertava com força para dar o maior prazer possível. Diferente do pau do meu namorado, como esse era bem comprido, dava para masturbá-lo com os peitos e chupar a cabeça ao mesmo tempo. Tenho que dizer que fazer isso me dá muito prazer e me excita demais, mas ele estava completamente descontrolado. Parecia que ele adorava meter entre os meus peitos. Então, olhei para ele, com olhos de cordeirinha, e disse:
- Sim, professor, me enche de porra… Me dá seu leitinho gostoso, me molha toda…
Com isso, ele começou a meter mais forte até que senti o pau dele começar a tremer. Na hora, jatos de porra começaram a inundar meu rosto, meus seios, meu pescoço. Ele gozou pra caramba. Quando ele parou, eu não aguentei e levei a mão até minha buceta, esfregando meu clitóris com força até ter um último orgasmo, que também foi intenso pra caralho.
- Mmmh…
- Gostou, professor?
- Sim, Laura. Você é uma putinha mesmo! – ele disse, ofegante.
Terminei de limpar o pau dele chupando as últimas gotas que ainda escorriam, enquanto ele começava a amolecer devagar. Que pena, pensei, que nós dois tivéssemos que ir embora.
Ele me deu uns lenços para eu limpar a porra, enquanto vestia a calça e voltava para a cadeira. Eu me limpei e me vesti.
- Bom, Laura, acho que você merece a aprovação – ele disse com um sorriso sincero. Agora, com um ar relaxado, até achei ele atraente.
- Que nota você vai me dar?
- Quero meu sete… e que no ano que vem você me dê aulas de reforço…
- Ótimo! Pode contar com isso…
Os estudos não vão mal pra mim, na real. Moro com meus pais e eles me bancam, então a única coisa que tenho que fazer é estudar. Estou no segundo ano do curso e só tenho uma matéria pendente do ano anterior. Então, quando chegaram as provas de dezembro desse curso, me vi com nove matérias desse ano mais a do ano anterior. Como achei que seriam muitas, decidi me concentrar em oito delas, entre as quais estava história da economia.
Aquela matéria não me agradava muito. Além disso, o professor não me caía bem. Era um homem meio arrogante, convencido, autoritário. Cheio de si. Havia algo no jeito que ele me olhava que me deixava nervosa: ele me olhava com um descaramento e uma falta de discrição pro decote. Tenho que dizer que, por um lado, me parecia repugnante, que um professor já de meia-idade como ele olhasse de forma tão pouco disfarçada; mas por outro, essa forma enérgica e autoritária com que ele me olhava fazia com que algo se ativasse no meu interior. No fundo, tenho que reconhecer, me parecia que essa agressividade tinha um certo apelo.
Independentemente dessa sensação ao longo No semestre, tentei estudar igualmente as oito disciplinas que decidi fazer, e no final acho que fiz boas provas. Foi assim com todas as matérias, tirei entre sete e oito, mas quando cheguei no mural de notas de história da economia me deparei com um quatro e meio. Aquilo devia estar errado, com certeza era um engano. Não podia acreditar que tivesse tirado quatro e meio, já que tinha feito uma boa prova, confirmado depois com minhas colegas, que tinham passado. Teria que pedir revisão.
No dia seguinte fui ao departamento correspondente e entrei para falar com o professor. Ele não estava e me atendeu sua secretária, me indicando que enviasse um e-mail ao professor para marcar com ele e que ele responderia diretamente. Fiz isso e o grande filho da puta me marcou para sexta-feira às oito e meia. Que horário, pensei. Certamente, não deviam querer vê-lo logo em casa. Enfim, que confusão. Agora ia ter que me arrumar para sair, pois não dava tempo de ir à revisão, passar em casa e me arrumar, para um jantar que tinha depois. O professor agora me caía pior do que nunca.
Finalmente, chegou o dia da revisão. Lá fui eu super gata pra caralho, para sair voando de lá e ir pra festa. Devo dizer que talvez exagerei um pouco no decote, considerando que, antes da festa, tinha uma revisão, mas isso considerei tarde demais. Esperando na entrada do escritório, me sentia um pouco puta, ao ver minhas colegas vestidas com roupa do dia a dia, enquanto eu parecia a putinha do bairro. Bom, não dava mais para resolver.
Por volta das oito e quinze, o professor saiu de revisar a prova com um colega de classe, e espiou no corredor. Só restavam três pessoas. Ele me olhou por alguns instantes, escrutinadoramente, e deu ordem aos três, me deixando em último lugar. Que homem mais desagradável! Nem se deu ao trabalho de verificar quem tinha chegado primeiro, e agora os outros dois colegas iam passar na minha frente. Ótimo, eu ia chegar atrasado no jantar, pensei.01:39 da manhã.
Finalmente, às nove menos um quarto, saiu o último aluno. Eu já estava desesperada. Nesse ritmo, seríamos os últimos a sair da universidade! Entrei e fechei a porta, ficando de pé esperando permissão para me sentar. O professor me olhou de cima a baixo por alguns segundos. Senti com repugnância como se tivessem me passado um raio-x.
- Sente-se, Laura. Vamos ver sua prova... - revirou uma pilha de papéis e finalmente localizou meu exame, colocando-o em cima da mesa. Dava para ver claramente o 4,5.
- Aí está.
Comecei a revisá-lo. Enquanto olhava a prova para ver de onde poderia raspar pontos para passar, percebia como ele fixava seu olhar lascivo no meu decote. O homem estava se deliciando com o modelito que eu tinha escolhido, e eu estava me cagando de arrependimento pela minha decisão.
Finalmente, encontrei algumas coisas onde o professor tinha errado na correção, e a soma final estava errada. No fim das contas, eu tinha claramente e com justiça um 7, e assim o informei.
- Olhe, professor, aqui e aqui a resposta está certa, então eu deveria ter um ponto a mais em cada questão, e além disso, a soma total está errada. Eu deveria ter, no total, um 7.
Ele me encarou fixamente.
- Não me diga? - disse com um tom que me pareceu sarcástico.
- Sim, um sete - reitero. Um sorriso apareceu no meu rosto, ciente de que eu estava certa e aprovada. Uma a menos!
- Sério?
- Pois é, está claro. Não tem como negar.
O professor se levantou e contornou a mesa, apoiando-se nela bem ao lado da minha cadeira. Dessa posição, pensei, ele devia me ver pelo decote até os pés. Fodeu!
- E... o que eu ganho mudando sua nota, senhorita López?
Fiquei de boca aberta. Não entendi o que ele queria dizer. Como assim ganhar? Ele só tinha que corrigir e me aprovar, pensei, não tinha nada a ganhar.
Enquanto eu pensava nisso, o professor se aproximou da porta e trancou a chave, embora eu não tivesse percebido.
- Mas professor... ganhar o quê? Está claro... que estou aprovada…, já vê, eu tenho o sete e passei claramente. Só precisa revisar a nota… O professor se aproximou de mim e, sem dizer uma palavra… desabotoou a calça e a abaixou.
- Chupa.
Fiquei paralisada, sem saber o que fazer ou como reagir. Na minha frente, o professor de história da economia estava com o pau pra fora… mas que pau! Parecia grosso e grande, mesmo estando meio mole. Naquele estado, era quase tão grande quanto o do meu namorado.
Não tive tempo de reagir ou de me surpreender, porque, sem que eu percebesse, ele pegou minha cabeça e me forçou a ficar de joelhos diante do seu pau semi-ereto.
- Vamos, gata. - disse ele, ofegante.
Fiquei a poucos centímetros daquele pau que parecia enorme e me deixou hipnotizada.
- Eu disse pra você chupar, puta! - disse ele de mau jeito, e me agarrou pela nuca, me empurrando em direção a ele e enfiando na minha boca.
- Glups, glumpf.
Forçada, seu pau entrou na minha boca. Já sentia que era grande e grosso, e parecia que ocupava quase toda minha boca. Ele controlava meus movimentos segurando meu cabelo pela nuca, e se coordenava com os dele, metendo e tirando seu pau da minha boca ao seu gosto. Com o movimento, ele começou a ficar excitado e aquilo começou a crescer. Logo aquele pauzão não cabia mais na minha boca.
O professor não parava de gemer e me dizer obscenidades e barbaridades. Ele controlava a situação, e eu não sabia como reagir. Só sei que, em poucos segundos, seu pau tinha crescido tanto e ficado tão grosso que mal conseguia chupar mais do que a cabeça, e mesmo assim com dificuldade.
- Isso, que delícia, Laura. Que gostosa você é, puta. Eu já estava o ano todo querendo te comer. Mmmmh. Chupa direito, puta, que você vai ganhar sua aprovação direitinho. Porque pela sua aprovação hoje você vai ser minha puta, né?, Né que vai?... porque hoje você vai fazer tudo que eu quiser, vai ser minha puta o resto da tarde e eu vou te foder até cansar, e eu demoro muito pra cansar!
Ele tirou o pau e levantou meu rosto para que via a luxúria refletida no rosto dela.01:39 da manhã.
Ele me deixou recuperar o fôlego por um instante antes de enfiá-la de novo e continuar metendo na minha boca. Na pausa, pude ver em todo o esplendor o pau do meu professor. Era incrível: o do meu namorado parecia de brinquedo ao lado. Aquilo sim era um pau. Senti que comecei a ficar excitada e molhada.
- Mas não se assuste… - ele continuou -, porque você vai gostar, e vai desejar que eu não aprove você para voltar à revisão outro ano - disse meio rindo.
Meu professor é um cara rude, bruto, dominador. Não sei em que momento percebi que estava gostando daquilo. Sempre achei homens dominantes e um pouco agressivos atraentes, e confesso que em algum momento do curso pensei nisso, mas como disse, houve um momento em que percebi que o que tinha sido uma clara humilhação logo se transformou em algo que eu queria fazer. De repente, me vi com vontade de chupar aquele pau e me tornar a putinha dele, deixando que me dominasse e fizesse o que quisesse com aquele pau incrível. A brutalidade dele, o domínio e a masculinidade com que ele conduzia a situação tinham acabado de me deixar completamente molhada na minha calcinha fina de renda.
Agora já não sabia o que fazer, se resistir à humilhação a que estava sendo submetida, ou me jogar de cabeça e chupar aquele pau com toda a vontade que estava sentindo.
Houve um momento em que mudei de ideia. Quando passei a fazer as coisas de obrigadas a voluntárias, ele percebeu na hora, ofegante de prazer pelo boquete que eu estava fazendo.
- Isso, gata, vejo que finalmente está colaborando. - disse rindo de forma malandra.
- Sim, professor. - respondi, com cara de submissa. Ele agora parecia encantado. Eu continuei chupando aquele pau delicioso, olhando nos olhos dele com cara de menina boazinha. Aquele pau era incrível, nada a ver com o do meu namorado. Gostei muito: mais velho e experiente, mais veiudo e, claro, maior e muito mais grosso. E com um gosto diferente… Resumindo, adorei.
Além disso, o professor sabia do valor do pau dele e sabia como manejar ela, e sabia exatamente o que queria. Nada a ver com meu namorado, que era um iniciante nessas coisas e não controlava porra nenhuma. Enquanto eu continuava chupando o pau dele como uma vadia no cio, ele começou a apertar meus peitos por cima do vestido.
- Mmmh, que peitões enormes você tem, Laurita… você não imagina como me deixava na sala de aula. Já estava com vontade de experimentá-los…
- Eles são todos seus, professor…
Ao ouvir isso, ele tirou o doce da minha boca e me levantou.
- Tira esse vestido, vamos! Fica completamente pelada, vadia…
A forma dominante como ele falava comigo me deixou completamente molhada, eu estava superexcitada com essa dominação.
- Sim, professor, sou sua vadia esta tarde…
Olhando para ele como uma garotinha submissa dos filmes de hentai,
- Ah, é? – ele disse surpreso com minha atitude dócil e infantil, parabenizando-se pela sorte e pelo prazer que ia ter – Que bom, vadia! Porque vou te fazer minha esta tarde. Você vai ganhar sua aprovação no suor.
Terminei de tirar o vestido e fiquei só de roupa íntima. Ele ficou apreciando a vista enquanto balançava suavemente seu pau lindo. Aquilo me excitou tanto que não pensei duas vezes. Tirei minha roupa íntima, deixando meus peitões enormes à mostra e tirei uma calcinha que quase estava encharcada. Olhava ele se masturbar e já estava com vontade de me jogar para chupá-lo de novo. Tentava olhar com inocência, mesmo que a luxúria já me devorasse. Agora estava à mercê dele, desejando que ele fizesse algo com aquele mastro de pau que tinha.
O professor continuou tocando seu pau lentamente, aproveitando para ver meu corpo nu. Ele me devorava com os olhos, meus peitos expostos, minhas pernas levemente abertas mostrando minha bucetinha depilada e molhada. Eu precisava que ele me tocasse logo!
Quando já começava a ficar desesperada com aquela pausa, ele finalmente se aproximou de mim e começou a me beijar o pescoço de forma lasciva, e logo desceu para chupar meus peitos. Poxa, se antes eu estava molhada, isso não foi nada quando ele começou a chupar meus peitos e amassá-los com suas mãos grandes e língua áspera. Ele fazia com energia, com rudeza, e aquilo me deixava ainda mais excitado.01:39 da manhã.
Enquanto chupava meus seios e mamava meus mamilos, uma das mãos dele deslizou até minha virilha e me apalpou sem cerimônia. Ele percebeu que eu estava completamente encharcada. Então, sem perder tempo, enfiou dois dedos na minha boceta já pulsante. Aquilo foi demais para mim, e com seus primeiros movimentos bruscos, gozei abundantemente em suas mãos. Aquele homem tinha um jeito de me tocar rude e sem consideração, muito mais feroz do que meu namorado costumava fazer. Estava no limite de me machucar, mas descobri que isso me excitava como nunca antes.
— Porra, Laurita, você está muito gostosa — ele disse, ofegante no meu ouvido.
— Por favor, professor, não me penetre — respondi com voz infantil. Decidi me comportar como uma garotinha dos filmes hentai, que recusa tudo, mas está desejando.
Pareceu surtir o efeito desejado, porque minha recusa o deixou ainda mais excitado, e logo ele me agarrou e me deitou sobre a mesa do escritório. Posicionou-se atrás de mim e me enfiou sem mais delongas.
— Não quer? Então vai ver se quer… — disse, me empalando sem piedade. Enfiou de uma vez, e eu jurei ver estrelas. Sem nenhuma delicadeza, começou a me bombear com energia e determinação. Enquanto metia, sussurrava coisas obscenas no meu ouvido, e eu não conseguia fazer nada além de me excitar e ter orgasmos repetidos. Ele me bombou por uns quinze minutos, num ritmo acelerado, e tive três orgasmos seguidos.
— Que delícia, putinha. Você tem a buceta mais gostosa que provei nos últimos semestres.
Ofegante, ele me puxou pelo cabelo e me fez ajoelhar novamente diante dele, diante de seu pau pulsante.
— Você se comportou bem e merece uma recompensa. Além disso, estou com pressa. Dessa vez, escapou de levar no cu como eu gostaria. Mas você merece um bom prêmio… Vou foder seus peitos.
— Claro, professor.
Ele colocou o pau entre meus seios. Eu estava tão molhada com meus fluidos que logo ele deslizou suavemente. Sentia aquele mastro quente e pulsante deslizando entre meus seios e os apertava com força para dar o maior prazer possível. Diferente do pau do meu namorado, como esse era bem comprido, dava para masturbá-lo com os peitos e chupar a cabeça ao mesmo tempo. Tenho que dizer que fazer isso me dá muito prazer e me excita demais, mas ele estava completamente descontrolado. Parecia que ele adorava meter entre os meus peitos. Então, olhei para ele, com olhos de cordeirinha, e disse:
- Sim, professor, me enche de porra… Me dá seu leitinho gostoso, me molha toda…
Com isso, ele começou a meter mais forte até que senti o pau dele começar a tremer. Na hora, jatos de porra começaram a inundar meu rosto, meus seios, meu pescoço. Ele gozou pra caramba. Quando ele parou, eu não aguentei e levei a mão até minha buceta, esfregando meu clitóris com força até ter um último orgasmo, que também foi intenso pra caralho.
- Mmmh…
- Gostou, professor?
- Sim, Laura. Você é uma putinha mesmo! – ele disse, ofegante.
Terminei de limpar o pau dele chupando as últimas gotas que ainda escorriam, enquanto ele começava a amolecer devagar. Que pena, pensei, que nós dois tivéssemos que ir embora.
Ele me deu uns lenços para eu limpar a porra, enquanto vestia a calça e voltava para a cadeira. Eu me limpei e me vesti.
- Bom, Laura, acho que você merece a aprovação – ele disse com um sorriso sincero. Agora, com um ar relaxado, até achei ele atraente.
- Que nota você vai me dar?
- Quero meu sete… e que no ano que vem você me dê aulas de reforço…
- Ótimo! Pode contar com isso…
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