Olá, não sou uma gostosa que acredita em destino ou em outras explicações não científicas, mas sem entrar em debate, porque esse não é o lugar, preciso dizer que algumas coisas me surpreendem. Sempre se falou que se você quer algo profundamente, vai se realizar. Eu tive muitas fantasias, mas uma perdurou no tempo. Nasceu de um pornô que vi num hotel, na época de estudante. Era uma profissional, mãe e esposa exemplar (DE DIA) que à noite se prostituía nos sonhos. Lá pelo meio do filme, ela decide tornar aquilo real. Eu sempre tive essa fantasia de me passar por prostituta, mas nunca tive coragem. Fantasiando com várias opções, me masturbei várias vezes.
Tive um relacionamento com um diretor do banco onde trabalho há mais de 15 anos. Ele 25 anos mais velho que eu. O relacionamento durou quase um ano. A gente transava em viagens de "negócios" ou de "treinamento para agências do interior". Ele me exibia para outros banqueiros colegas, que davam em cima de mim, mas eu sabia que não podia entrar nessa. Os anos passaram, sempre que a gente se encontrava, era só boa vibe, mas nada além. Tinha ficado uma amizade.
Terminada a introdução, em outubro a gente se encontrou num evento social empresarial e colocou o papo em dia. Ele me pediu permissão para se conectar por telefone porque tinha uma proposta. A proposta chegou. A gente se encontrou numa cafeteria, foi meio uma armadilha. Depois da conversa de cumprimentos, ele disse, como algumas vezes, "a gente conversa sobre nossas fantasias, me permito te propor realizar a sua. Se prostituir."
Eu ri e disse que era uma fantasia. Ele pediu para eu pensar. A curiosidade engravida a mulher. Então comecei a perguntar e percebi que eu já tinha a maioria das respostas. Queria fazer? Sim, a ideia me seduzia. Com quem ou quem? Homens de confiança. Onde? Incógnita. Teria limites? Sim, óbvio, em todas as relações eu coloquei (que algumas vezes eu ultrapassei, sim, mas nada exagerado, só a motivação do momento). Tava muito nervosa porque resistia em admitir que queria. aprofundar o assunto e ao mesmo tempo não queria que percebessem. Negociador habilidoso, me tirou do assunto pra inflar minha autoestima. Isso, com a autoestima lá em cima, nos leva a aceitar novos desafios. Não fechei nada, mas já tinha começado o caminho pra tentar. Os dias passavam, minhas dúvidas cresciam, e as que estavam ao meu alcance, eu resolvi. As outras esperei o chamado do Fernando, que demorou, embora todo dia eu recebesse sticker ou comentários. A proposta foi que ele e dois amigos festejariam os 70 anos comigo. Seriam entre 3 ou 4 horas num “chalé” em Ciudad Evita. Serviço que eu cobraria. Os outros dois, de 72 anos, um dono de uma PME de produtos elétricos, e o outro viúvo, dono do chalé e de uma construtora que os dois filhos arquitetos administram. Eles me conheceram no dia que encontrei o Fernando na confeitaria. Estavam em outra mesa. Aceitei com a condição de que se eu me arrependesse, tudo voltava atrás.
Na segunda-feira, 18 de novembro, o dono da casa passou pra me buscar pra ir ao encontro. Quase uma hora de viagem e uma conversa agradável foi me acalmando. Passamos numa confeitaria pra pegar um pequeno catering pra agradar o aniversariante. E chegamos num chalé que tinha sido o escritório comercial da empresa. Impecável. Chegou o Fernando. Me mostrou o lugar e pediu pra eu exibir meu corpo enquanto ajeitávamos os detalhes. O plano era servir o catering, eu ir motivando eles de thong e sutiã, conversando com picardia, e depois dessa introdução, individualmente com cada um. E foi assim. O do aniversário começou me levando pro quarto, fechou a porta atrás de si e disse: “preciso de tempo e das suas habilidades”, e olhou pra cock. Entendi o recado, me aproximei, ajudei ele a tirar a calça, até deixar livre a cock depilada dele. Me ajoelhei, comecei a brincar com a cock dele na minha boca enquanto crescia. Depois de um tempo, ele me levou pra cama e enfiou a cabeça entre minhas pernas enquanto se masturbava e chupava minha buceta, puxando a thong. Me incomodou, então tirei a fio dental, Ele me colocou de quatro e, se ajudando com a mão, me penetrou. Eu sentia o corpo quente dele caindo sobre mim, suas batidas fracas e o gemido dele me fizeram sentir que tinha acabado. Ele caiu no torpor e eu esperei ele se recuperar. Fui ao banheiro me higienizar e me refrescar, quando voltei ele ainda estava deitado, mas já com a cueca dele vestida. Vocês é que veem se eu continuo a história, deixem suas opiniões.
Tive um relacionamento com um diretor do banco onde trabalho há mais de 15 anos. Ele 25 anos mais velho que eu. O relacionamento durou quase um ano. A gente transava em viagens de "negócios" ou de "treinamento para agências do interior". Ele me exibia para outros banqueiros colegas, que davam em cima de mim, mas eu sabia que não podia entrar nessa. Os anos passaram, sempre que a gente se encontrava, era só boa vibe, mas nada além. Tinha ficado uma amizade.
Terminada a introdução, em outubro a gente se encontrou num evento social empresarial e colocou o papo em dia. Ele me pediu permissão para se conectar por telefone porque tinha uma proposta. A proposta chegou. A gente se encontrou numa cafeteria, foi meio uma armadilha. Depois da conversa de cumprimentos, ele disse, como algumas vezes, "a gente conversa sobre nossas fantasias, me permito te propor realizar a sua. Se prostituir."
Eu ri e disse que era uma fantasia. Ele pediu para eu pensar. A curiosidade engravida a mulher. Então comecei a perguntar e percebi que eu já tinha a maioria das respostas. Queria fazer? Sim, a ideia me seduzia. Com quem ou quem? Homens de confiança. Onde? Incógnita. Teria limites? Sim, óbvio, em todas as relações eu coloquei (que algumas vezes eu ultrapassei, sim, mas nada exagerado, só a motivação do momento). Tava muito nervosa porque resistia em admitir que queria. aprofundar o assunto e ao mesmo tempo não queria que percebessem. Negociador habilidoso, me tirou do assunto pra inflar minha autoestima. Isso, com a autoestima lá em cima, nos leva a aceitar novos desafios. Não fechei nada, mas já tinha começado o caminho pra tentar. Os dias passavam, minhas dúvidas cresciam, e as que estavam ao meu alcance, eu resolvi. As outras esperei o chamado do Fernando, que demorou, embora todo dia eu recebesse sticker ou comentários. A proposta foi que ele e dois amigos festejariam os 70 anos comigo. Seriam entre 3 ou 4 horas num “chalé” em Ciudad Evita. Serviço que eu cobraria. Os outros dois, de 72 anos, um dono de uma PME de produtos elétricos, e o outro viúvo, dono do chalé e de uma construtora que os dois filhos arquitetos administram. Eles me conheceram no dia que encontrei o Fernando na confeitaria. Estavam em outra mesa. Aceitei com a condição de que se eu me arrependesse, tudo voltava atrás.
Na segunda-feira, 18 de novembro, o dono da casa passou pra me buscar pra ir ao encontro. Quase uma hora de viagem e uma conversa agradável foi me acalmando. Passamos numa confeitaria pra pegar um pequeno catering pra agradar o aniversariante. E chegamos num chalé que tinha sido o escritório comercial da empresa. Impecável. Chegou o Fernando. Me mostrou o lugar e pediu pra eu exibir meu corpo enquanto ajeitávamos os detalhes. O plano era servir o catering, eu ir motivando eles de thong e sutiã, conversando com picardia, e depois dessa introdução, individualmente com cada um. E foi assim. O do aniversário começou me levando pro quarto, fechou a porta atrás de si e disse: “preciso de tempo e das suas habilidades”, e olhou pra cock. Entendi o recado, me aproximei, ajudei ele a tirar a calça, até deixar livre a cock depilada dele. Me ajoelhei, comecei a brincar com a cock dele na minha boca enquanto crescia. Depois de um tempo, ele me levou pra cama e enfiou a cabeça entre minhas pernas enquanto se masturbava e chupava minha buceta, puxando a thong. Me incomodou, então tirei a fio dental, Ele me colocou de quatro e, se ajudando com a mão, me penetrou. Eu sentia o corpo quente dele caindo sobre mim, suas batidas fracas e o gemido dele me fizeram sentir que tinha acabado. Ele caiu no torpor e eu esperei ele se recuperar. Fui ao banheiro me higienizar e me refrescar, quando voltei ele ainda estava deitado, mas já com a cueca dele vestida. Vocês é que veem se eu continuo a história, deixem suas opiniões.
6 comentários - Me prostitui!!!