Vou começar o relato falando da minha mãe, sei que é errado falar da própria mãe, mas minha mãe foi ruim, não péssima, mas quando eu nasci ela já estava cansada, me teve como última filha aos 40 e tantos anos e quando eu era adolescente ela já estava velha, cansada e irritada, e irritava só por irritar. Meu pai abandonou ela pela mesma razão, e ela se juntou com o dono da mercearia da esquina, um velho da idade dela e tarado, dono de uma loja e gostava de ver as menininhas passando de saia curta e não ligava de faltar com respeito com a minha mãe, e que todos os vizinhos soubessem que aquele tarado era o marido novo dela. Enfim, minha mãe sempre dizia que eu não era muito feminina, que não era muito bonita e que estava gorda e que ninguém ia me dar bola sendo assim, essas palavras da mamãe ecoavam sempre na minha mente. Até que um dia decidi pôr fim no suplício, e já vendo minha mãe como uma rival, me propus a transar com o velho dela. De repente comecei a ir mais vezes na mercearia com saias curtas e blusas decotadas, a verdade é que eu me sentia bem puta e isso me dava arrepios intensos de adrenalina no estômago. Comecei a notar que o velho começou a me notar, tempo depois ele insistiu muito em morar com a mamãe, em casa, com a gente. E foi assim que aconteceu, o velho era sem vergonha, andava sempre de shorts e chinelos em casa, e sempre largado no sofá, vendo TV e comendo. De repente eu entrava pra limpar e ele estava com a mão coçando o saco. Rapidinho ele tirava a mão e me distraía com conversas sem nexo. Pra disfarçar a pica dura, mas eu reparava no volume dele, e a verdade é que eu sentia nojo do velho no começo, mas depois me deu tesão em ver a pica dele dura assim na minha cara. Então me preparei, naquela noite minha mãe ficou cuidando da mercearia e o velho ficou vendo Reels no Facebook e batendo punheta enquanto eu saía do banho, entrei de fininho fingindo que procurava alguma coisa quando num movimento brusco premeditado, a toalha caiu. Desfiz o nó da toalha e deixei ele ver meus peitos, me tapei e me virei rapidinho, deixando ele ver minha bunda. Aí ele se levantou e me disse: que rabo lindo você tem, sempre quis ver ele, e eu disse ah é, quer tocar? E de repente senti o dedo dele no meu cu e falei não. Ainda sou uma mocinha. Pois esse cu já tá pedindo pica, neném. Aí ele tirou a pica dele e me mandou agachar, e eu cheirei ela, tava suada e peluda, e ele meteu na minha boca e me segurou pela nuca pra eu engasgar, e eu soltei uma golfada de baba que escorreu pelas bolas dele, e ele disse: assim, vadia, assim chupa a pica do teu pai. E eu comecei a meter e tirar a pica da minha boca, e a cada metida batia na minha garganta e a cabeça dela enchia até minhas amígdalas. Eu comecei a me dedar, fiquei excitada em sentir a pica de um homem finalmente na minha boca e enfiei meus dedinhos o mais fundo que dava. Aí ele me disse: agora é tua vez de sentir prazer, e me agarrou pela bunda, me empinou e começou a lamber minha bucetinha, ele mexia a língua no meu clitóris e me fazia gemer que nem uma puta. Aí ele me segurou pela cintura, cuspiu na pica dele e começou a esfregar ela na minha buceta. Foi entrando sozinha e cada vez que ele batia eu sentia uma dor, mas uma delícia. Que me fazia cambalear, ele tirou o pênis e começou a comer meu cu, eu comecei a me contorcer e gritar que nem uma vadia. Aí ele tirou a pica enorme dele, toda cheia de veias, e começou a meter no meu rabo até eu sentir o gozo dele no meu cu, quentinho, uma delícia. Ele me fez gozar muito. Eu nem sabia em que planeta tava. E de repente ele me fala: se veste de puta que tua mãe não demora. De noite, quando ela tiver dormindo, eu saio pra te fazer uma visita. Sim, papai, eu disse.
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