Professor de Educação Física 5

Olá! Me apresento. Sou Jasmim. Sou escritora erótica. Comecei a fazer contos no Poringa e em alguns outros sites pra conseguir uma renda extra e pagar meus estudos. Saibam que aceito e recebo qualquer crítica sobre meus contos, desde que seja construtiva e sem desrespeito, também adoro ler os de vocês!
Lembrem de dar 10 pontos! É o único jeito de mais gente me conhecer!
Qualquer dúvida sobre como apoiar meus contos, chama no privado. Desde já, muito obrigada e espero que gostem.

Depois da minha resposta firme, Tomás sorriu e me acompanhou em silêncio até em casa. Tava perto, na porta de entrada ele me cumprimentou e seguiu o caminho dele. Quando entrei, dava pra ouvir minha mãe irritada porque no salão não tinham cortado o cabelo dela do jeito que ela queria. Fui pelo corredor até o quarto dela pra ver o que rolava.
— Oi, mãe, cheguei.
— Oi, filha, sabe onde tá o pente que sua avó me deu pra fazer cachos? Não acho em lugar nenhum.
— Nem ideia, mãe, nunca usei.
— Tô louca, não acho e amanhã cedo vou sair com as meninas.
Me dignei a ajudar sem muita esperança porque não via aquele pente há anos.
— Filha, queria que o professor de Educação Física te acompanhasse, não fico tranquila estando a 200km de você e sem saber o que pode te acontecer aqui. Ele é de confiança e fica no caminho. Quando eu não estiver, não quero que você diga não, que quer voltar sozinha e que sua mãe falou pra não ir com ele.
— Tá bom, mãe, mas já sou grande, podia voltar sozinha. — Queria me fazer de desentendida e não aceitar na hora, me irritava que ela imaginasse alguma coisa.
— Tá, mas por mais que seja grande, vive debaixo do meu teto. E no meu teto, minhas obrigações.
— Tá certo, não achei o pente, vou pro meu quarto.
Fui me fazendo de brava, pra ela achar que não quero ficar perto do professor, quando o que mais quero é ter ele colado em mim, ou dentro de mim. Deitei na minha cama sem tirar a roupa do colégio, tava bem confortável e eu precisava pensar um pouco. Meu cérebro tinha que descobrir o que podia significar a frase "Quero ter você". Não era tão difícil de sacar, eu sabia o que queria dizer. Mas até onde ele pretendia chegar? Será que ele queria transar comigo? Porque isso seria perfeito pra mim. Eu não sabia o que era transar, mas tava totalmente certa de que, se ele quisesse fazer isso comigo, eu ia entregar tudo o que tenho.

Passei a tarde e a noite, minha mãe já tinha tudo pronto e ia embora de madrugada. Eu ia me levantar pra ir pro colégio e que fosse mais um dia rotineiro da minha vida. De manhã, ouvi a porta abrir devagar, e os passos da minha mãe se aproximando com o barulho das rodas da mala.

— Tchau, filha, vou nessa. Se cuida e qualquer coisa que precisar, me fala. Não faz merda.
— Tchau, mãe, boa sorte, não se preocupa. Vai curtir sossegada.
— Tchau, te amo.

A partir desse momento, começou a melhor semana da minha adolescência. Tudo o que aconteceu depois daquele "Te amo" foi tão gostoso, arriscado e louco que parecia um sonho.

Me levantei pra ir pro colégio cedo, tomei banho, era sexta e último dia da semana. Aquele dia era sexta-feira santa e no meu colégio faziam uma cerimônia comemorativa. Na qual iam estar todos os alunos e professores, ou seja, ele ia estar lá. O horário de saída do colégio também era mais cedo, uma hora antes do normal, então eu podia aproveitar ao máximo meu primeiro dia livre. Tinha planejado fazer um monte de coisas, queria sair pra passear no centro e chamar minhas amigas pra minha casa. Tudo isso não saiu como eu esperava.

— Damos por encerrada a cerimônia! Muito obrigada a todos os pais por terem vindo e aos alunos pela ótima apresentação. — A diretora fechou a comemoração.

Enquanto tava indo pra sala com todos os meus colegas do lado, vi o Tomás parado na entrada se despedindo dos pais e abrindo a porta pros alunos que estavam saindo. O método como a gente saía era simples. Primeiro, as turmas Mas, galera, e depois os mais velhos, isso significava que a gente saía por último. Quando chegou nossa vez, o professor Tomás não estava mais na entrada, tinha ido embora. Fiquei meio decepcionada, queria ver ele e que ele se despedisse de mim.
—Tchau, meninas, então a gente se encontra depois? —Martina gritou enquanto todas se separavam.
—Sim! Tchau, meninas, a gente se fala!! —Falei enquanto seguia meu caminho pra casa.

Tava fazendo sol, era um dia ensolarado e bem bonito do meu jeito. Tava perfeito pro plano que a gente tinha feito com as meninas: a gente ia pro centro tomar um sorvete e ver umas roupas no shopping. Depois disso, a Martina vinha pra minha casa e a gente via filmes até tarde, porque amanhã a gente não precisava acordar cedo. No caminho pra casa, fiquei pensando no que ia vestir: se um short jeans curto ou uma saia que eu tinha guardada há um tempão, se ia usar uma regata ou um top branco que eu gostava, se levar jaqueta ou moletom. Acabei decidindo que em casa eu via e continuei andando de boa.

—No que você tá pensando? —A voz de um homem soou atrás de mim.

Virei rápido, achando que não tavam falando comigo, porque não reconheci a voz, mas também queria ver se era comigo ou se tavam falando com outra pessoa. Pra minha surpresa, era comigo, era o Tomás. Fiquei pensando um segundo na frente dele, toda vez que tava perto dele não conseguia falar nada, me sentia totalmente vulnerável. Ele me olhou fixo até eu conseguir retomar meus pensamentos.

—É, hahaha. Tava distraída.
—Quer que eu te acompanhe até sua casa?
—Não precisa, tô perto, não se incomoda, fica tranquilo. —Por dentro, queria que ele insistisse.
—Beleza, sem problema. A gente se vê semana que vem.

O quê? Ele não insistiu? O que eu podia falar pra ele me acompanhar? Pra ser sincera, na noite anterior fiquei pensando em várias coisas, e todos os caminhos levavam a Roma, ou melhor, ao Tomás. Mergulhando nos meus sentimentos, acabei decidindo que, por mais arriscado e louco que pudesse parecer o que a gente tava fazendo, eu queria que continuasse, pelo menos enquanto a mamãe não estivesse. E esse plano tinha que ser perfeito, eu tinha imaginado cruzar com ele no supermercado comprando comida ou andando pelo bairro, tinha tudo preparado e as coisas que ia dizer. Por que eu disse pra ele não se incomodar? Via ele se afastando aos poucos, enquanto eu me desesperava em silêncio e não sabia o que dizer. Criei coragem pela primeira vez na minha vida.
— Vou comprar comida, quer me acompanhar ao supermercado?
Ele se virou devagar e sorrindo com aquele sorriso lindo.
— Sim, vamos.
Começamos a andar, o supermercado ficava a duas quadras da minha casa, voltando por onde estávamos caminhando. Não parei pra pensar nisso, mas ele percebeu na hora.
— Se queria comprar, por que não foi antes? Você passou do lado e não entrou.
Ele tinha me descoberto, não sabia o que dizer, estava nervosa e sem resposta.
— Se queria ficar comigo, era mais fácil falar desde o começo. — Disse com voz debochada.
— Preciso comprar uns hambúrgueres. — Evitei a todo custo o que ele disse e me fiz de desentendida.
— Tá bom.
Ficamos em silêncio enquanto eu ia pelos corredores comprando e ele me olhava concentrado no que eu fazia, de relance dava pra ver que não tirava os olhos de mim, nem do que eu fazia, nem do meu corpo. Tinha que falar, nos últimos meses eu tinha crescido, tanto psicológica quanto fisicamente. Meus peitos estavam maiores e minha bunda também. Minha mãe sempre foi voluptuosa, então era de se esperar esse crescimento. Terminamos de comprar e seguimos o rumo que tínhamos antes de voltar pro supermercado.
— Vai fazer alguma coisa à tarde? — Ele soltou uma palavra depois de tanto tempo, já tava ficando nervosa.
— Vou, provavelmente saio com minhas amigas pro centro e depois a Martina, a que entrou no quarto da academia, vem dormir em casa.
— Lembro bem dela, também lembro bem do momento.
Não disse nada e continuei andando em silêncio.
— Não faço ideia se vou fazer alguma coisa, capaz que saia pra caminhar um pouco. pelo bairro pra conhecê-lo melhor, me mudei faz pouco tempo, então também não conheço muito. Também não tenho comida em casa, então talvez peça algo pra comer, não sei o que vou fazer.
A gente tinha chegado na esquina da minha casa e eu sentia o coração batendo bem forte ao lembrar do que tinha acontecido ontem naquele mesmo lugar, além disso, as mesmas caminhonetes estavam lá. Ele olhou pra elas e soltou uma risadinha. Passamos pela esquina e chegamos na minha casa.
— Bom, a gente se vê, Tomi. — Eu tava tentando ser mais direta com ele. Não queria ter aquela relação de aluna-professor.
— Você não me ouviu?
— Como? — Eu não fazia ideia do que ele tava perguntando, tinha ouvido tudo perfeitamente.
— Eu te falei que não tenho comida em casa.
Ele tava insinuando que eu deixasse ele entrar na minha casa, tinha certeza que era isso que ele queria dizer. O que eu ia fazer? Tava certo deixar ele entrar? Mandava uma mensagem pra mãe? Não, não podia contar isso pra ela, ela ia achar que tinha algo estranho com o professor e em 30 minutos tava de volta aqui fazendo um escândalo. Mas o que eu tinha que fazer? Deixar ele entrar? Meu corpo queria, mas minha mente não. Eu olhava pra ele enquanto imaginava o que dizer. Minha mente cedeu.
— Não vou comer tantos hambúrgueres. A gente podia dividir.
Eu não fazia ideia do que tinha dito. Em que você tava pensando, Jaz? Convidei um professor com quem fiquei fantasiando nos dias anteriores pra entrar na minha casa, nós dois sozinhos. Tava louca. Sim, com certeza tava, louca pra ele me fazer dele.
— Parece bom, você tem um refrigerante? Se não, eu compro um pra gente tomar junto.
— Tem em casa, sim.
Antes de abrir a porta pra ele, nós dois demos uma olhada pra ver se não tinha ninguém por perto que pudesse nos ver. Os dois sabiam que o que a gente tava fazendo era errado. Um professor com uma aluna? Numa casa, os dois sozinhos? Era totalmente estranho e perverso.
— Entra, vou preparar tudo. — Falei enquanto meu corpo tremia de nervoso.
— Valeu, casa bonita.
Minha casa sempre foi bem cuidada, graças à minha mãe, que é uma maluca por limpeza e organização. Era Amplo, e ela sempre deixava a sala e a cozinha brilhando. Comecei a pegar a frigideira e o resto das coisas pra cozinhar. Ele tava sentado num banco da ilha da cozinha, eu fazia de conta que ele não existia.

— Sua mãe foi embora cedo? E aliás, precisa de ajuda?
— Sim, mãe foi umas 5 horas, e não, fica tranquilo, eu dou conta.
— Beleza, espero paciente.

Passaram 10 minutos em que eu não tirei os olhos do hambúrguer, porque não queria olhar nos olhos dele, tava atônita e pensando um monte de coisas que estavam rolando na minha casa naquele momento. Ele só ficava em silêncio mexendo no celular. Não ofereci Wi-Fi porque tinha que pegar a senha no meu quarto e não queria perder de vista o que ele fazia. Quando os hambúrgueres ficaram prontos, coloquei os 4 no pão dentro de um prato. Ele agradeceu e comemos em silêncio. Não tava com muita fome, o nervosismo tava fechando meu estômago. Terminamos de comer. Levantei os pratos e ele continuava me olhando de cima a baixo. Tava me queimando com o olhar, eu adorava demais quando ele fazia isso.

— Valeu pela comida, tava uma delícia.
— De nada, fico feliz que você gostou.

Eu tava sendo totalmente formal com as palavras, mas meu corpo mostrava o contrário. Enquanto comíamos em silêncio, falei pra mim mesma que tinha que ser mais "slut". Comecei a mexer mais no cabelo, enfiei a camiseta dentro da calça pra marcar mais os peitos, olhava nos olhos dele, ria de um jeito cúmplice e o que acho que foi a gota d'água pra ele: abaixei um pouco a calça e deixei ver minha calcinha fio-dental branca. Minha única fio-dental, tinha colocado de manhã, não tinha calculado que a gente ia chegar nesse ponto, mas minha intenção era deixar ele ver. Quando comecei a guardar umas coisas que estavam em cima da bancada da cozinha, de propósito me abaixei demais. E claramente, deixei toda minha bunda e a fio-dental expostas pra onde ele tava. Foi rápido, mas consegui ouvir um "Umm" saindo da boca dele. Ele tinha me visto, viu o que eu queria. mostrar pra ele, e ele sabia que foi de propósito.
—Vou trocar de roupa no meu quarto e já volto. —Falei meio nervosa e envergonhada.
—Você me diz onde fica o banheiro?
—Sim, vem por aqui.
Meu quarto ficava uma porta antes do banheiro, acompanhei ele e fui rápido me trocar. Não sabia o que vestir, queria algo ousado, mas que também não deixasse nada à imaginação. Revirei o guarda-roupa, encontrei um top e um shortinho bem marcado na bunda, eram perfeitos. Comecei a me trocar, tirei a camiseta e o sutiã, e desci o short até tirar um pé. No momento em que comecei a levantar o segundo pé para tirar ele por completo, a porta do meu quarto se abriu. Eu estava quase nua, de fio dental branco e sem sutiã.
—Me confundi de porta? —Tomás me olhava com total luxúria.
Não sabia o que dizer, estava de costas e segurando meus peitos pra ele não ver por cima do meu ombro. O que alguém faz numa situação dessas? É óbvio, manda a pessoa sair e pede pra deixar ela se trocar em paz. Não foi esse o caso.
—Não, você entrou na porta certa — comecei a descer a calcinha devagar, de costas pra ele, pra que ele pudesse ver tudo o que ia comer, pra que ele pudesse ver minha buceta e minha bunda em primeiro plano. Eu estava escorrendo lubrificação e queria que ele visse. Eu estava entregue, queria que ele me comesse o mais rápido possível. Precisava que ele me desvirginasse.
—Foi o que pensei. —Ele disse e começou a se aproximar de mim.Professor de Educação Física 5

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