Tanta calentura

Foi nosso primeiro dia de férias, tínhamos chegado na noite anterior e, como o voo foi bem longo, estávamos meio cansados. Então, depois do café da manhã, decidimos deitar nas espreguiçadeiras da praia pra descansar.

Ainda era meio da manhã e não fazia muito calor, o clima estava agradável.

Perguntei se ela queria tomar alguma coisa, ela disse que sim, então resolvi ir ao bar do hotel pegar umas bebidas antes que esquentasse mais.

Preciso dizer que minha esposa é muito nova e muito gostosa, tem um corpo incrível e sempre se destaca pela beleza latina dela.

Já eu sou mais velho que ela e bem o contrário, fisicamente não sou muito bonito e sou mais velho.

Quando voltei do bar, notei que tinha um jovem de sunga sentado numa espreguiçadeira ao lado da cadeira da minha esposa, e eles estavam conversando.

Quando me aproximei pra dar a bebida pra ela, ela me cumprimentou e me apresentou o jovem ao lado.

"Olha, te apresento o Alberto, é um rapaz daqui que estava conversando comigo sobre esse lugar e os pontos turísticos."

O Alberto ficou conversando com minha esposa, que parecia estar curtindo a companhia dele. Voltei com a bebida do Alberto e mais uma rodada pra nós três, e assim passamos boa parte da manhã.

Durante a conversa, entre vários assuntos, ele mostrava curiosidade em saber como a gente se conheceu, como era nosso relacionamento, como conseguimos nos entender pra casar apesar da diferença de idade, e outras coisas sobre nossa vida de casal.

Num momento, ele parou a conversa e perguntou se a gente queria entrar no mar ou pegar um sol na areia. A gente respondeu que mais tarde. Minha esposa comentou que não tinha protetor solar, então não queria ir naquele momento, que iria depois de conseguir um. Aí o Alberto respondeu: "Beleza, vou dar um mergulho e já volto com um. vocês", inconscientemente nós dois respondemos "esperamos, daqui não saímos".

Minha esposa contemplou a figura harmônica de Alberto tanto indo para a praia quanto voltando, onde se destacava um grande volume que sobressaía ainda mais por causa da umidade do contato com a água do mar.

Pensávamos que ele vinha em nossa direção, mas de repente ele se virou para o bar, fazendo sinal para esperarmos.

Pouco depois voltou com três toalhas grandes e creme com protetor solar.

"Anda, passa no teu marido pra ele não se queimar" disse pra minha esposa, com uma suavidade e firmeza própria de quem já lida com alguém há muito tempo, de tal forma que minha esposa se ergueu e, quase automaticamente, respondeu "sim, como você disser, ALBERTO".

Minha esposa pegou o creme e passou rapidamente em todo o meu corpo, enquanto Alberto estendia as toalhas na areia pra gente se deitar.

Em menos que se conta, minha esposa terminou e estendeu o creme pra Alberto, dizendo "já terminei, pega".

"Que bárbara que você é, mulher, assim não se faz, vem que vou te ensinar como deve fazer" ele respondeu, "vamos, deita de bruços na toalha que estendi pra você" me disse, eu não fiz mais nada além do que ele estava mandando.

"Vem, você deita de bruços na outra toalha" disse pra minha mulher, "você vai aprender como tratar seu homem".

"Tá bom, já vou" respondeu minha mulher e se deitou na toalha como Alberto tinha indicado.

Nós dois estávamos estirados na praia, de bruços.

"Primeiro você passa o creme nas mãos e aquece esfregando suavemente entre as duas, depois passa devagar começando pelos braços" ele disse, enquanto pegava a mão da minha esposa e começava a passar o creme protetor, dando as instruções.

"Você tem que fazer ele relaxar e aproveitar" ele falava baixinho, "então você relaxa e aproveita como eu estou fazendo pra você aprender Depois você faz isso com seu marido", continuei dizendo a ela.

As mãos de Alberto começaram a percorrer suave e gentilmente o corpo da minha esposa, e ao mesmo tempo com firmeza e segurança, a segurança que vem de saber que é o dono da situação, a experiência e a resistência nula que encontrava. Nem eu nem minha esposa soltávamos qualquer objeção, nem a mínima, ao que ele estava fazendo.

Alberto, um homem musculoso, alto, bonito e másculo, estava tocando o corpo inteiro da minha esposa, dando uma massagem nela. "Pra penetrar bem o creme, você tem que dar uma massagem longa e contínua no corpo todo, sem pressa, com toda a paciência do mundo, devagar, pra que cada milímetro do corpo dela sinta o que está recebendo, pra que cada célula tenha satisfação com o trato que você está dando", ele dizia, mas falando e fazendo minha esposa sentir em todo o corpo o trato quente e afável que ele estava dando, fazendo ela sentir em cada milímetro da pele a firmeza das mãos dele.

Eu estava deitado na areia ouvindo as palavras que ele sussurrava no ouvido da minha esposa, seduzindo ela, conquistando ela com as palavras, possuindo ela com as mãos. Não houve uma parte da pele dela que Alberto não tocasse com os dedos. Eu observava as mudanças na textura da pele da minha esposa, arrepiando como quando a gente tem uma sensação prazerosa e ao mesmo tempo excitante.

"Relaxa, gatinha, solta esse corpinho, afrouxa os músculos", ele já não estava mais ensinando, estava seduzindo ela com as palavras e possuindo com as mãos. As mãos dele deslizavam por todas as partes do corpo que o biquíni minúsculo que minha esposa usava não cobria, e um pouco mais ele tocava a virilha dela e com as costas da mão roçava o botãozinho dela, a buceta dela, que foi ficando molhadinha aos poucos. Ele tocava a lateral dos peitos dela por baixo do sutiã. Minha esposa, dócil, foi se soltando. Chegou um momento em que Alberto estava sentado sobre as pernas dela, segurando as coxas dela com as pernas dele e apoiando o corpo. pauzona no cu da dela, se aquela tora enorme tava na rachadinha da minha esposa e um par de bolões enormes na base roçando a bunda da minha esposa, eu tava mudo, não sabia o que fazer, como as coisas tinham chegado naquele ponto, não conseguia pensar, mas a excitação começou a tomar conta de mim.

Alberto era o dono da situação, tinha minha esposa na mão dele e eu ali, paralisado, vendo quietinho como ele tinha se apossado dela sutilmente. Pra mostrar isso, de vez em quando ele se levantava um pouco, afastando aquele volume enorme da bunda da minha esposa, que na hora parava a bundinha dela procurando contato com aquela pica, querendo sentir o tamanhão e a força dela, mesmo com os dois ainda de sunga e biquíni. A bundinha da minha mulher, quase sem ninguém perceber, buscava aquela tora pra se acomodar debaixo dela.

"Assim, assim, gostosa, aproveita, deseja ele." "Você quer?" ele perguntou, e ela respondeu baixinho: "Siiim."

Num instante ele tava sentado sobre os calcanhares e ela tinha levantado tanto a bundinha que a ponta da pica tava na buceta dela. Ele segurou ela pela cintura e começou a mexer bem devagar, bem suave. Eu, deitado, via como o biquíni se enfiava na xerequinha dela.

Ela pegou na minha mão, como se pedindo minha permissão. Senti o calor dela, beijei a mão dela e concordei com o olhar. Não sabia o que viria, mas concordei.

Alberto, como se lesse meus pensamentos, pra cortar qualquer desculpa que eu pudesse dar, falou: "Fica tranquilo, a gente tá sozinho nessa praia, ninguém tá vendo a gente."

Ela já não aguentava mais e começou a falar bem baixinho, como se não quisesse que eu ouvisse, mesmo eu estando deitado do lado dela e tendo concordado.

"Me dá, me dá, me dá", se esfregando na pica do Alberto, como se quisesse tirar a roupa daquela tora com o movimento da bacia, e deixar a buceta dela à mostra. Mas Alberto segurava ela pela cintura e, às vezes, pelas mãos, de um jeito que ela sentia a força do seu aperto.

"Vira de costas" ele disse e ela imediatamente obedeceu, a buceta dela ficou colada na pica do Alberto, que como se nada tivesse acontecido começou a massagear a frente do corpo da minha mulher.

Nem tinha terminado a massagem e ela já estava toda excitada, desejando a pica dele, querendo ser dele, querendo que ele a penetrasse.

Ele continuou dando uma massagem suave, passando creme em toda a frente do corpo dela, aumentando cada vez mais o desejo da minha mulher pela pica dele.

Eu estava excitado, vendo como minha mulher "morria de vontade" de ter uma pica dentro e ele, com toda calma e paciência, fazendo ela implorar por isso.

O Alberto tinha minha mulher à disposição dele.

Minha esposa desejando com todo o corpo ter a pica dele dentro.

Eu, submisso, observava a dominação da minha esposa.

Minha esposa sucumbiu, não resistiu e gozou, sem nem ter sido penetrada, só com a massagem que tinha recebido, ela estava gozando suavemente, docilmente, se entregando sem pressa e sem nenhuma resistência, como se dissesse "SOU SUA, MESMO QUE NÃO ME PENETRE, SOU SUA".

Ele se deitou completamente sobre ela, a pica dele encostada na buceta dela, sentindo as pulsações dela e os fluidos.

O Alberto me olhou, viu que minha pica estava dura pra caralho, obviamente não do tamanho da dele, mas o máximo que o tamanho dela permitia.

Ele pegou a mão dela, levou até minha pica e disse "ajuda ele a terminar, enquanto você continua pulsando pra mim".

Não precisei de mais nada, comecei a gozar na mão dela.

"Não deixa cair" ele disse e ela, obediente, não deixou cair uma gota do meu gozo da mão dela, segurou tudo ali.

O Alberto pegou com os dedos algumas gotas do gozo que a excitação de ver minha esposa desejando aquela pica tinha tirado de mim e me batizou os chifres, passou na minha testa, suavemente, e eu, submisso, aceitei o batismo de corno com meu próprio gozo, depois colocou outras gotas na minha boca, que eu, submisso, lambi dos dedos dele, e outras gotas no meu traseiro, me dizendo "em outra ocasião você vai aproveitar por aqui".

O mesmo fez com ela, que obedientemente lambeu dos dedos dele umas gotas do meu sêmen, e também recebeu umas gotas do meu sêmen em cada um dos seus mamilos, na buceta dela e no rabo.

Ela queria mais, enquanto Alberto lentamente fazia isso, ela não parava de pulsar junto com o pau dele, não sei quantas vezes ela gozou ou quanto tempo durou a gozada, o que era certo é que ela não parava de pulsar e sussurrar pra ele:

"ME TOMA, ME TOMA, ALBERTO ME TOMA, ME FAZ TUA"

Ele enfiou os dedos no biquíni, acariciou o clitóris dela e fez ela gozar repetidamente, introduziu os dedos na vagina dela e repetiu o batismo, agora com os fluidos dela.

O tempo tinha passado sem a gente perceber, não sei quantas horas ficamos naquela praia, de repente ele se levantou dizendo "meu Deus que horas são, o tempo voou, tenho que ir, vejo vocês mais tarde, vou passar à noite na discoteca do hotel buscar vocês".

Minha esposa só conseguiu implorar "POR FAVOR ALBERTO NÃO FALTE, VAMOS TE ESPERAR COM MUITA ANSIEDADE".

Eu só falei sim, sim, vamos te esperar.

Ele se levantou e foi embora.

Que sensação de submissão eu tinha, deixei minha mulher estirada, desejando ser possuída por ele, sem ser penetrada, tendo que segurar o desejo dela pra mais tarde, desejo que só aumentaria com o passar das horas de espera.

Eu me aproximei da minha esposa pra acariciar ela e tentar aliviar o desejo dela, e pegando minha mão suavemente ela me disse "agora não, vamos esperar o ALBERTO, ele tem que terminar o que começou".Tanta calentura

2 comentários - Tanta calentura

Que caliente tu embra.....inviten la playa la prox 🤭