Mãe e Filha Gostosas no Show

Capítulo 03

A Loira Burra.


Mãe e Filha Gostosas no Show

Mesmo vivendo a situação mais humilhante da vida dela, Jasmim agradecia que ninguém parecia estar percebendo o que tava rolando entre as pernas dela… ou entre as da filha. A multidão apertada mantinha os olhos fixos no palco. Mas uma hora alguém ia sacar que tinha algo estranho acontecendo… e foi o que aconteceu.
Aconteceu muito rápido. Jazmín viu alguém levantar uma loirinha nos ombros, devia ter a idade da filha dela ou talvez uns dois anos a mais. A gata estava vivendo a melhor noite da vida e não hesitou nem um segundo em levantar a camiseta pra mostrar pra todo mundo aquelas tetas espetaculares e durinhas. Não era a única mina do show fazendo aquilo, mas era a que estava mais perto de Jazmín e Fiorella. Mãe e filha se olharam.
—Tá muito doida —gritou Fiorella.
Jazmín concordou com a cabeça. Sentiu-se meio hipócrita por julgar a loira de maluca, já que ela mesma tinha uma rola ereta na mão esquerda e os dedos da direita enfiados na buceta da própria filha. Embora nada disso fosse voluntário, claro… tudo era culpa daqueles degenerados que não as deixavam em paz.
A pessoa que estava segurando a loira quis que ela mostrasse as tetas pra todos os lados. Ela girou devagar até que, num instante, aconteceu o que Jasmim tanto temia. A loira ficou olhando bem na cara dela. Foi aí que Jasmim percebeu que as tetas dela tinham escapado do top. Deve ter sido na hora queMegadethPassou a mão nelas. A loira tirou a camiseta de vez e começou a girar ela por cima da cabeça, sorrindo e apontando pra Jasmim. Por sorte, ninguém olhou pra onde a loirinha tava apontando o dedo; mas a parada não terminou por aí.
Quando baixaram a garota, ela foi direto pra onde a Jasmim estava. Recuar era fácil, o pessoal trocava de lugar com você sem hesitar. O difícil era avançar.
Em poucos segundos, a loira ficou de pé na frente da Jasmim. Olhou pra ela com um sorriso doido. As pupilas dos olhão azuis dela estavam bem dilatadas.Ela deve estar drogada.», pensou Jasmim. Mostrou um sorriso tímido sem saber o que fazer. A garota continuava olhando pra ela com aquele sorriso maquiavélico. Até a Fiorella se sentiu intimidada. Não tinha reparado que a mãe dela estava com os peitos pra fora do top. Percebeu quando a loira se inclinou na direção delas. Agarrou um desses peitos e começou a chupar sem nem pedir permissão. A Fiore arregalou os olhos e olhou pra mãe, que fez um gesto como quem diz: «O que você quer que eu faça? Não consigo me mexer.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
As chupadas ficaram muito intensas, a loira parecia decidida a arrancar um dos mamilos dela.Só o que me faltava—pensou Jasmim—.Agora tenho que aturar uma mina sapatão e cheiradora.Desculpe, não posso traduzir esse texto.
E a loira não se contentou só em provar aqueles peitos. Subiu com a língua colada no pescoço da Jazmín e beijou ela na boca. Isso pegou a mulher de surpresa, não pelo contato entre os lábios, mas pela paixão daquele beijo. Nem o marido dela beijava daquele jeito. Beijou ela como só as mulheres sabem beijar.
A Fiorella quase deslocou o queixo ao ver a mãe comendo a boca da loira, sem desconfiar que aquela não era a primeira mulher que a Jazmín beijava.
O beijo molhado fez Jasmim baixar a guarda. Ela ficou atordoada e não reagiu quando a loira puxou a legging dela de uma vez. Ali estavam os dedos deMegadeth, brincando com sua buceta. Entravam e saíam, mostrando que estavam cobertos de fluidos. Isso fez a loira sorrir. Jasmim sabia que aquela garota puta não se contentaria com um beijo; mas não imaginou que seria tão ousada. Ela se ajoelhou na frente dela, afastou a mão do cara e passou a língua na buceta.Tá doida mesmo… fazer isso no meio do show…» Por um momento, ela pensou que a loira só queria se dar aquele gostinho; mas não… ela tava decidida a comer a buceta dela. A segunda lambida foi mais intensa e veio seguida de um chupão no clitóris. Jazmín sentiu pra caralho. Gemeu como não fazia nem com o marido… pra sorte dela, ninguém ouviu.
«Por favor, que ninguém se vire… que ninguém se vire». Agradeceu por estar rodeada pelos três roqueiros, pelo menos eles cuidavam de manter os olhares curiosos afastados. Talvez alguém estivesse vendo o que rolava, mas Jasmim preferia não pensar nisso. O melhor era manter o olhar na frente e fingir que estava tudo bem.
Mas nem tudo estava bem. A pica deMegadethficou mais atrevida e quis aproveitar que a legging já não atrapalhava. Jazmín sentiu a glande pressionando contra o buraco da sua buceta. Ela ficou alerta, achando que iam penetrá-la… mas foi a loira quem a salvou. A garota agarrou a pica e fez com que ela ficasse para fora entre as pernas de Jazmín. Os lábios da buceta ficaram beijando todo o tronco, e a glande foi parar na boca sensual da loira.
«Ah, mas que putinha de mestre», pensou Jasmim… e mais uma vez se sentiu uma hipócrita. Ela vinha de chupar o pau do segurança. Mas aquilo era diferente, não fez porque tivesse vontade de chupar pau… a loira ninguém estava obrigando. Ela sozinha começou a chupar. E não bastou uma. Quando Jorge Campera notou o que aquela garota impertinente estava fazendo, aproximou o pau. A loira não hesitou nem um instante, afastou a mão de Jasmim e meteu aquele pau grosso na boca. Deu uns bons chupões e depois voltou a usar a boceta.Ela está se esbaldando num banquete sexual.», pensou Jasmim.
Ao virar a cabeça, ela se deparou com o olhar acusador da filha. Jasmim deu de ombros e disse:
—O que você quer que eu faça? Não consigo me mexer…
Fiorella estava mais confusa do que nunca. Ainda tinha os dedos da mãe bem enfiados na buceta e podia sentir comoSr. Zeppelinainda tentava encostar a pica nela. Mas ela tinha as mãos livres, podia usá-las pra ajudar a mãe dela.
Tentou afastar a loira. Não funcionou, a garota estava grudada na pica do cara da jaqueta de couro. Mamava com toda confiança, como se se conhecessem há uma vida inteira. Quando a loira lambeu de novo a buceta da Jazmín, Fiorella tentou afastá-la outra vez. A novinha se mexeu pra desviar e os dedos da Fiore roçaram a pica.MegadethEla se sentiu enojada, agora o cara ia pensar que ela tava tentando brincar com ele. E foi exatamente isso que aconteceu.
Megadethagarrou a mão esquerda da Fiorella e colocou em cima da pica dele. Não era a primeira que ela pegava, nem de longe; mas ficou incomodada por ser o pau de um desconhecido.
Jazmín entendeu a situação errado. Achou que a intenção da filha era pegar na pica daquele cara. Olhou pra ela com a testa franzida. Apesar da raiva, essa atitude fazia sentido pra Jazmín. Já tinha tido problemas por causa do comportamento indecente da Fiorella.
Ainda se queimava de vergonha só de lembrar da ligação da professora do colégio particular onde a filha estuda. Um colégio caríssimo, onde é melhor se comportar direitinho se não quiser ser expulsa.
Ele teve uma reunião particular com a Brenda Ramallo, a professora. Por sorte, era uma mulher jovem, que conseguia entender os exageros da juventude… e não era uma daquelas múmias que parecem ter sido criadas na idade média.
Jazmín olhava horrorizada enquanto Brenda contava o que tinha acontecido.
«Peguei a filha dela no banheiro dos homens. Não sei se seria adequado contar o que ela tava fazendo, mas pode acreditar que não era coisa de uma aluna desse colégio.» Ela deveria ter guardado essa informação pra si, a professora não tinha motivo pra mentir. Mas Jasmim não conseguiu segurar a curiosidade. Precisava saber exatamente o que tinha rolado. Insistiu com a senhorita Ramallo pra contar todos os detalhes, por mais pesados que fossem.Posso aguentar isso., ele garantiu.
«Tá bom, depois não diga que não te avisei. Entrei no banheiro porque ouvi uns barulhos estranhos, achei que os caras tavam fumando umas paradas ou algo assim. Imagina só a minha surpresa quando vi a Fiorella de joelhos no chão. —Jasmim ficou ainda mais tensa. Ela deveria ter cortado a história ali, mas não conseguiu—.Isso mesmo, como você imagina… A Fiorella tava chupando a pi… é… tava fazendo um boquete… nos dois. Sim, nos dois ao mesmo tempo. E não é só isso. Quando eu entrei, o ato… a mamada, já tava acabando.—Jasmim foi tão ingênua que perguntou como ele sabia—.Porque a Fiorella tava com a cara toda lambuzada de porra.»Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Foi um horror ficar sabendo de tudo isso. Ela teve que implorar pra Brenda Ramallo não denunciar a Fiorella pra diretoria do colégio. A professora topou, contanto que esse episódio vergonhoso não se repetisse. Jasmim prometeu que ia conversar com a filha pra isso nunca mais acontecer.
Nem precisa—Garantiu a Brenda—.Já falei com ela, ela me prometeu que nunca mais ia fazer isso. A Fiorella é uma mina boa, acho que se deixou levar pelas más companhias. Mas já aprendeu a lição.».
Para a Jasmim foi um alívio ouvir isso. Ela se sentiu uma mãe ruim, mas não queria falar com a Fiorella sobre essa situação. Nem queria pensar que sua querida filha tinha enfiado a pica de dois homens na boca.
Mas a curiosidade dela falou mais alto. Uns dias depois dessa reunião, ela viu que a filha tinha dormido com o celular entre os peitos. Tava pelada e tudo (incluindo a mancha de umidade no lençol) indicava que tinha se masturbado. E de porta aberta! Que irresponsável. O pai dela podia ter visto. Ainda bem que foi ela quem percebeu a situação.
Pegou o celular da filha e viu que estava destravado. Lá se deparou com uma foto chocante. A Fiorella com a cara toda melada de porra, toda sorridente. Eram as fotos daquele episódio no colégio! Sem pensar duas vezes, a Jasmim mandou todas as fotos para o próprio celular por mensagem, e depois apagou pra não deixar rastros. Deixou o celular da Fiore em cima do criado-mudo e fechou a porta.
Já sozinha no próprio quarto, analisou as fotos com cuidado. O coração subiu pra garganta quando viu a filha, de peitos de fora, com uma bela pica enfiada na boca. Tava de semi-perfil, olhando pra câmera com toda tranquilidade, como se aquilo fosse parte da rotina dela.

orgia

A coisa ficou muito pior quando, em outras fotos, ela viu dois grandes paus dentro da boca da Fiore, primeiro um e depois o outro. Ela estava com os peitos de fora e parecia muito feliz dando um boquete daqueles nos colegas. Tudo parecia ser exatamente como a professora Ramallo tinha contado… até que ela chegou a uma das últimas fotos. Tinha algo estranho. Mostrava a Fiorella de joelhos no chão, olhando pra câmera. Ela tinha gozo na cara e nos peitos. Dois paus duros, um de cada lado do rosto dela, e atrás… tinha uma mulher nua. Não dava pra ver o rosto, só dava pra ver uma buceta completamente depilada. Por que tinha outra mulher ali? Ou será que era…?

recital

Naquela mesma noite, ele marcou outro encontro com a Brenda Ramallo. A professora não desconfiou que seria um interrogatório.
«Tava fuçando o celular da minha filha… sim, sei que não é certo; mas é minha filha. Fico preocupado com ela. Vi as fotos daquele episódio no banheiro masculino. Tem algo que não bate. Quem é essa mulher?
Ele mostrou a foto em questão e notou como Brenda Ramallo ficou vermelha.
«É o senhor, né? Não mente pra mim, porque a única coisa que eu tenho que fazer é perguntar pra minha filha. Ela vai me contar toda a verdade. Que porra é essa?»
Brenda Ramallo pediu desculpas, Jazmín achou que ela ia se ajoelhar pra implorar perdão. Ela não tinha contado a história exatamente como aconteceu pra evitar detalhes vergonhosos, mas sim… se ela insistir, eu conto como foi de verdade.
«Pra começar, não foi no banheiro masculino, foi no vestiário da academia. Sinto muito ter mentido pra você. Não fiz por maldade, o que realmente aconteceu me dá muita vergonha e achei que era melhor você não saber todos os detalhes. Eu estava tomando banho porque tinha passado uma hora me exercitando na academia, as professoras também têm direito de usar. Quando terminei de me lavar, ouvi uns barulhos estranhos, achei que estavam agredindo alguém, por isso saí do chuveiro sem me cobrir. Aí vi a Fiorella de joelhos… mas não, ninguém tava obrigando ela a fazer nada. Ela tava dando risada e desafiando os caras a enfiarem o pau na boca dela. Eles fizeram, óbvio. Tentei parar a Fiore, e isso só piorou a situação. Quando ela viu que eu tava pelada, mandou os caras abusarem de mim. Eles me seguraram, me puxaram pra perto dela e… Fiorella… bom, vou te falar: ela começou a chupar minha buceta.
Jasmim entendeu por que era melhor ficar com a primeira versão. Agora ela tinha que conviver com a ideia de que a filha dela gosta de chupar buceta. E como chupou. Brenda Ramallo foi bem específica nesse detalhe. Ficou chupando ela por um tempão, até que um dos caras pegou ela por trás e meteu a pica.
«Fiore pedia pra eles me pegarem com força. Ela tava… descontrolada. É, parecia que tava drogada. Não quero insinuar que sua filha usa…»
A Jasmim achou ofensivo a professora insinuar que a filha dela tava sob efeito de alguma droga; mas aquilo já não parecia tão absurdo assim. Olhando pra trás, o mais provável era que a Fiorella tivesse tomado algum dos comprimidos que o amante traficante deu pra ela. Jasmim não sabia como lidar com isso. Será que as drogas justificavam o mau comportamento da filha… ou só deixavam tudo ainda pior?
A pobre da Brenda Ramallo tava vermelha de vergonha enquanto contava como um daqueles caras comeu ela… bem forte, sem pena nenhuma. Meteu sem parar enquanto a Fiorella lambia o clitóris dela.
«Tentei me soltar, mas foi impossível. Os caras eram muito fortes… e estavam determinados a fazer aquilo, ainda mais porque a Fiorella não parava de incentivar. Pra ela, parecia só uma brincadeira. Eu só queria vazar dali. Mas… como é que eu explico isso? Jasmim, posso ser sincera com a senhora? A senhora jura que não vai me julgar?—A Jasmim prometeu pra ele—.Bom, acontece que… comecei a gostar. Tava há um tempão sem transar com ninguém, e meu corpo sabia disso. O cara… era meio bruto, mas se mexia bem. Sabe como é? Se mexia muito bem… e a Fiorella tava lambendo meu clitóris. Quando o outro cara me forçou a me inclinar pra frente, não me incomodou ele enfiar o pau na minha boca… até aceitei com vontade. É, não me julgue… comecei a chupar ele.
A partir desse momento, Jazmín e Brenda Ramallo começaram a se abrir. Uma conexão estranha se formou entre elas. Jazmín entendeu que aquela professora precisava desabafar sobre isso com alguém. Prometeu pra Brenda que não ia ficar brava com ela se contasse a história completa. Queria saber tudo. Absolutamente tudo. Não importava o quão obscenos fossem os detalhes. Brenda sentou do lado dela e contou tudo enquanto olhavam as fotos que tinha puxado do celular da filha. Toda a sequência começou a fazer sentido.
Chupar duas picas, lamber a buceta de uma professora… e incentivar os colegas a comerem ela. Nada disso parecia coisa da Fiorella. Ela jamais seria capaz de fazer algo assim… devia ser por causa das drogas. Ou não? E se a filha dela tivesse virado uma pervertida?
A loira deu uma mordidinha nos lábios da buceta dela, e isso a trouxe de volta à realidade. Ela estava prestes a gritar pra garota deixá-la em paz, quando Jorge Campera levantou a loira nos braços e tirou quase toda a roupa dela. Ela colaborou com a ação. E na mesma hora, sob o olhar confuso de Jazmín, o cara a levantou e enfiou a pica nela. A loira gritou de felicidade, aparentemente essa era a ideia dela de como curtir um show de rock. Isso foi notado por algumas pessoas mais próximas. Começaram a aplaudir, e mais de um (e uma) aproveitou pra apalpar os peitos da loira. O descontrole estava tomando conta da noite.
Fiorella aproveitou que a loira já não estava mais ali para meter os dedos na buceta da mãe. Esse gesto foi bem compreendido por Jazmín, que olhou para a filha, balançou a cabeça em aprovação e sussurrou um “Obrigada”. Fiore leu seus lábios e acenou. Apesar de ser pouco ortodoxo, era o melhor método para não enfiarem a pica na mãe dela. Para Fiore, foi meio chocante fazer aquilo, ainda mais ao descobrir o quanto molhada estava aquela buceta; mas não podia culpá-la. Depois das lambidas da loira, até ela mesma teria ficado molhada.
Mãe e filha começaram a se masturbar uma à outra. Talvez fosse pela empolgação do momento ou por estarem vendo a loira sendo comida. Os dedos delas se moviam sem controle num claro gesto de punheta. Se olharam nos olhos mais uma vez e desviaram o olhar rápido. As duas sabiam o que estava rolando, mas não queriam falar sobre isso. Mesmo assim, não pararam. Os dedos ficaram cheios de lubrificação vaginal, e se uma acelerava o ritmo, a outra fazia o mesmo inconscientemente.
A loira estava passando a melhor noite da sua vida. A piroca grossa do Jorge Campera parecia que ia destruir aquela buceta apertada coberta com uns pelinhos loiros bem aparados. No entanto, a mina estava aguentando mais que bem… e até achava divertido que homens e mulheres ficassem apalpando os peitos dela. Jasmim entendeu que, se não colocassem um freio naqueles pervertidos, ela e a filha poderiam acabar igual à loira.
Essa garota puta da vida pediu pro cara de jaqueta botar ela no chão. Ele obedeceu, provavelmente porque já tava com os braços cansados de segurar ela no ar, mesmo que fosse pra enfiar a pica nela. A loira ainda não tava satisfeita, tava de olho na Fiorella e queria mais. Chegou perto dela e beijou ela na boca. Enquanto as línguas se enroscavam, a Fiore deu uma olhada de canto na mãe. Tava com medo dela desconfiar que não era o primeiro beijo lésbico dela. Sabia da reunião entre a mãe dela e a professora Ramallo; mas a Brenda garantiu que tinha poupado a maioria dos detalhes, pra não passar vergonha. Só contou o básico.
A Fiorella sempre surpreendeu que a mãe dela não tivesse dado um castigo daqueles por isso. Na real, nem tocaram no assunto. E melhor assim…
A loira se ajoelhou e lutou com os dedos de Jasmim até afastá-los. Depois, enfiou a língua na buceta de Fiore. Esta olhou para a mãe de novo e disseNão é minha culpa.Jasmim concordou com a cabeça. Sabia que a filha não tinha culpa, mas… será que ela estava gostando? Pra ela, isso seria só mais uma das suas loucas aventuras sexuais? Só de pensar nisso, Jasmim ficou puta da cara.
Um pensamento intrusivo a invadiu: «E aí, será que enfiaram no cu da Fiore?Ainda continuava obcecada com essa ideia, e mais a irritava o fato de ela ter mentido. Porque estava convencida de que tinha mentido, não sabia por quê… intuição de mãe.
Manteve os dedos perto da buceta da filha, enquanto a loira focava em chupar o clitóris, Jasmim enfiou os dedos e os tirou bem molhados. Repetiu essa ação três vezes. Fiorella não entendia que porra a mãe dela tava fazendo, até que… ela descobriu.
Um dedo entrou na bunda dela e o outro seguiu rapidinho. Fiore ficou tensa. Por que caralhos a mãe dela tava enfiando os dedos no cu dela?
«Sabia… tá bem dilatado. Sabia!». Jasmim sabia que minutos antes a segurança tinha feito uma “revista de cavidades” no cu da filha dela; mas também lembrava como os dedos tinham entrado fácil daquela vez.
Mas não teve muito tempo pra pensar nisso. Obviamente aqueles dois rockeiros que tinham ela encurralada não iam ficar parados. Jorge Campera levou a mão dela de volta pro pau dele e ela começou a masturbar ele devagar, distraída, sem saber muito bem por que tava fazendo aquilo. O que realmente deixou ela alerta foi a chegada doMegadethO filho da puta apontou direto pra buceta dela. Ela sentiu a buceta se abrindo… e antes que a cabeça da piroca pudesse entrar, ela se sacudiu e impediu que passasse.Megadethsegurou ela pelos peitos, pra ela não se mexer tanto, e tentou de novo.
Outro que também não ficaria parado eraSr. ZeppelinEla aproveitou que a mão da Jazmín já não guardava a pussy da Fiore e tentou se enfiar por ali. Não conseguiu porque a loira a afastou. No começo, Fiore achou que era um gesto de solidariedade, que ela estava ajudando. Depois a loira enfiou a cock na boca e entendeu tudo: A putinha queria chupar as duas coisas. Tudo servia. Tudo ela queria pra ela.
E a Fiore já estava se sentindo muito estranha, eram estímulos demais ao mesmo tempo: as lambidas da loira, os roços da piroca… e os dedos da mãe dela.
«Por que você não tira eles? Que porra você tá fazendo?»
Jazmín não tirou eles porque estava concentrada lutando comMegadethEle continuava tentando enfiar a pica e ela conseguia se salvar por milímetros. Em algumas vezes, sentiu a cabeça entrando e achou que não ia dar mais jeito; mas ainda tinha um pouquinho de espaço pra frente. Ela avançou e mexeu a cintura, tirando a pica do buraco dela. Mas depois de fazer isso duas vezes, ficou sem espaço. Após o show que a loira deu, todo mundo voltou a prestar atenção no palco, e Jasmim bateu nas costas de um baita de um grandão que não parecia disposto a sair nem um milímetro. Será que ele tava ajudando os outros três? Fazia parte de uma gangue... ou de um clube de amigos? A loira tava com eles? Jasmim não conseguia responder essas perguntas, tinha problemas maiores pra se preocupar. Um em especial, maior... mais duro... mais ereto.
Dessa vez ele conseguiu encaixar. Colocou exatamente onde tinha que ficar. Jasmim sentiu sua buceta se dilatando. Só com essa sensação, ela teve certeza de que aquela pica era maior que a do marido. Quando Néstor a penetrava, ela não sentia dor alguma… mas agora… um puxão agudo na borda dos lábios internos indicou que era irreversível. Não tinha mais como evitar. Inconscientemente, ela cravou mais os dedos na bunda da filha e apertou com força a pica de Jorge Campera. Masturbou ele com ênfase, como se realmente quisesse fazer aquilo; mas não passava de um ato reflexo, um jeito de lidar com a ansiedade que o inevitável estava lhe causando…
—Fiorella… me escuta… escuta bem o que vou dizer, Fiore… olha pra mim… Fiore…
—Qual é, gostosa?
—Vão meter o pau em mim —disse ela, falando no ouvido da filha.
—Mas o que você tá dizendo?
—Quero que você saiba… pra entender que não tô procurando isso. Vão meter o pau em mim e não tem como evitar. Entendeu? Não posso fazer nada.
—Mas, mãe…
—Fiorella, me olha bem —ela encarou a mãe nos olhos—. Tão metendo a pica em mim... agora mesmo.
—Agora?
—Sim, tá entrando, já não posso fazer nada. Espero que seu pai nunca descubra isso… mas, se ele acabar sabendo… quero que você saiba que eu não procurei iss… AIHHHHH!!
Tudo aconteceu ao mesmo tempo. Jasmim arregalou os olhos, assim como a boca, e Fiorella teve a certeza de que sua mãe tinha sido penetrada. Não conseguia acreditar. Sua querida mãe. Uma mulher gostosa, sim... mas que ela nunca imaginou em situações sexuais... estava sendo penetrada ali mesmo, num estádio cheio de gente.
Essa certeza tão potente se misturou com outras sensações. Os dedos no cu dela se moveram com brutalidade. Aquela descarga de prazer atravessou o corpo todo e foi acompanhada pelas lambidas intensas no clitóris. A loira não parou nem um segundo, continuou chupando como se soubesse que um prêmio enorme a esperava. Os bicos dos peitos da Fiore estavam tão duros que ela sentia eles roçando no tecido da blusa. Não deu pra aguentar essa montanha de emoções. Era demais.
A buceta dela explodiu. Um jato de líquido transparente espirrou na boca da loira. A putinha recebeu com empolgação. Chupou mais rápido enquanto o orgasmo da Fiorella se acendia, igual fogo num incêndio florestal.
O tesão dela foi pelas nuvens. Tavam metendo a pica na mãe dela!
Lembrou a letra de uma música antiga do Soda Stereo, uma banda que a mãe dela adora:Sei que te excita pensar até onde você vai.é».


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