Bom, depois de contar aquela vez do chakal que praticamente me comeu enquanto eu tava inconsciente, e seguindo com as confissões, vou falar da vez que descobri que era um fetiche e como comecei a ter os meus. Mas acho que o mais relevante dessa história é que foi a primeira vez que me senti usada como um simples objeto e conheci o que são os bulls.
Como eu disse, tava experimentando grupos em redes sociais, fazendo contato com pessoas por chat, trocando mensagens quentes e fotos, até que chegou o momento épico em que conheci o Twitter. Foi aí que descobri um mundo que nunca tinha visto antes, um mundo sem censura, onde dava pra compartilhar mais do que eu gostava e onde consegui contato com pessoas muito, mas muito mais experientes do que eu.
Fiz contato com um cara que se apresentou primeiro como um cavalheiro, educado, o sonho pra mim na época. Obviamente, ele era bem mais velho que eu (eu 16, ele 36). As coisas esquentaram rápido e começamos a trocar fotos, e foi a primeira vez que recebi comentários negativos sobre as minhas. Ele me criticava, não gostava do fundo, dizia que era sujo demais pra ele, que minha casa era pobre demais pro que ele tava acostumado, e que minhas roupas pareciam muito infantis, muito velhas ou muito de pobre pra ele. Pedia fotos de salto ou de lingerie, e eu não tinha lingerie na época. Os únicos saltos que eu tinha pra experimentar eram os que minha tia deixava por lá, mas ele não gostava. Aí ele me ofereceu um trato: ele compraria coisas pra eu modelar e poder satisfazer melhor o que ele pedia.
Ele me mandou uma foto da vara dele ainda mole, eu não podia acreditar no tamanho. Perguntei se ele realmente ainda não tinha acordado, e ele disse que não, porque minhas fotos não excitavam ele e que, na real, além do meu corpo que até tinha potencial, não parecia que eu tinha sido usada com proveito ainda. Então... Fui cedendo aos poucos aos caprichos dele. A gente deu um jeito de ele me mandar as coisas pra uma agência de encomendas perto de onde eu morava na época, porque óbvio que não dava pra mandar na minha casa, senão minha família ia descobrir. Então era isso: ele mandava os trem pra agência, e eu usava. No começo eram coisas simples, umas fio dental e renda de várias cores. Depois subiu pra saltos de modelos diferentes, mas no máximo uns quatro modelos. E depois, sim, lingerie — lingerie que eu nem imaginava que custava tão caro. Bom, a gente continuou, e ele foi gostando cada vez mais. Ele me mandava fotos do corpo dele, mas ainda não mostrava o pau dele completamente duro. Aí um dia ele falou que, se eu queria mesmo ver, a gente tinha que se encontrar pessoalmente. Eu disse que tudo bem, mas que a gente tinha que se ver num lugar antes de ir pra um hotel, porque, claro, por causa da identificação, não iam me deixar entrar se não fosse pela vila. Ele disse que não tinha problema nenhum, que algo assim não era problema pra ele. Ele me mandou um vestido, lingerie e uns saltos, além de me mandar pra um shopping onde ele tinha pago uma sessão de pedicure e manicure pra eu ficar pronta pra ele. Pra cumprir os caprichos dele, ele ia avisando conforme eu fazia as coisas: quando fui na agência, quando fui no shopping pra fazer a manicure e pedicure que ele tinha pago. Ele também disse que tinha pago por uma coisa extra que era completamente necessária: uma depilação completa no corpo. A moça de lá não me chamou atenção, e também não me perguntaram nada — parece que ele pagou mais pra elas não fazerem perguntas. Chegou o dia que a gente marcou de se ver, e ele me mandou um café. Ficamos lá conversando, nos atualizando de um jeito mais casual. Algo que me destruiu e ao mesmo tempo foi inacreditável pra mim foi que ele puxou assunto sobre a esposa dele. e filhos, é assim que é o homem que tão cavalheirescamente tinha me seduzido nas últimas semanas — acabou sendo um homem casado com filhos, e não só isso, ele sabia da minha idade. O choque passou rápido quando ele disse que eu não precisava me preocupar, que no fim das contas o que ele queria era se divertir comigo. Eu estava entre sair dali e lembrar do que estava sentindo. Ele disse que se eu realmente quisesse sentir o que era um homem, na sequência colocou minha mão na calça dele e eu pude sentir um pau enorme, duro e grosso. Eu disse pra mim mesma que seria só uma vez, e que seria só pra matar essa curiosidade que ele tinha me provocado por semanas. Então falei que estava tudo bem, que não tinha problema. Terminamos de tomar o café, fomos até a caminhonete dele e ele me levou pra um hotel. Eu pensei que seria um daqueles que eu estava acostumada, um motel de beira de estrada, mas ele entrou num dos hotéis mais caros. Na hora ele me perguntou se eu realmente achava que ele ia me levar num lugar qualquer, como os outros caras tinham feito. Eu estava animada. Continuo? 🫣🫣
Como eu disse, tava experimentando grupos em redes sociais, fazendo contato com pessoas por chat, trocando mensagens quentes e fotos, até que chegou o momento épico em que conheci o Twitter. Foi aí que descobri um mundo que nunca tinha visto antes, um mundo sem censura, onde dava pra compartilhar mais do que eu gostava e onde consegui contato com pessoas muito, mas muito mais experientes do que eu.
Fiz contato com um cara que se apresentou primeiro como um cavalheiro, educado, o sonho pra mim na época. Obviamente, ele era bem mais velho que eu (eu 16, ele 36). As coisas esquentaram rápido e começamos a trocar fotos, e foi a primeira vez que recebi comentários negativos sobre as minhas. Ele me criticava, não gostava do fundo, dizia que era sujo demais pra ele, que minha casa era pobre demais pro que ele tava acostumado, e que minhas roupas pareciam muito infantis, muito velhas ou muito de pobre pra ele. Pedia fotos de salto ou de lingerie, e eu não tinha lingerie na época. Os únicos saltos que eu tinha pra experimentar eram os que minha tia deixava por lá, mas ele não gostava. Aí ele me ofereceu um trato: ele compraria coisas pra eu modelar e poder satisfazer melhor o que ele pedia.
Ele me mandou uma foto da vara dele ainda mole, eu não podia acreditar no tamanho. Perguntei se ele realmente ainda não tinha acordado, e ele disse que não, porque minhas fotos não excitavam ele e que, na real, além do meu corpo que até tinha potencial, não parecia que eu tinha sido usada com proveito ainda. Então... Fui cedendo aos poucos aos caprichos dele. A gente deu um jeito de ele me mandar as coisas pra uma agência de encomendas perto de onde eu morava na época, porque óbvio que não dava pra mandar na minha casa, senão minha família ia descobrir. Então era isso: ele mandava os trem pra agência, e eu usava. No começo eram coisas simples, umas fio dental e renda de várias cores. Depois subiu pra saltos de modelos diferentes, mas no máximo uns quatro modelos. E depois, sim, lingerie — lingerie que eu nem imaginava que custava tão caro. Bom, a gente continuou, e ele foi gostando cada vez mais. Ele me mandava fotos do corpo dele, mas ainda não mostrava o pau dele completamente duro. Aí um dia ele falou que, se eu queria mesmo ver, a gente tinha que se encontrar pessoalmente. Eu disse que tudo bem, mas que a gente tinha que se ver num lugar antes de ir pra um hotel, porque, claro, por causa da identificação, não iam me deixar entrar se não fosse pela vila. Ele disse que não tinha problema nenhum, que algo assim não era problema pra ele. Ele me mandou um vestido, lingerie e uns saltos, além de me mandar pra um shopping onde ele tinha pago uma sessão de pedicure e manicure pra eu ficar pronta pra ele. Pra cumprir os caprichos dele, ele ia avisando conforme eu fazia as coisas: quando fui na agência, quando fui no shopping pra fazer a manicure e pedicure que ele tinha pago. Ele também disse que tinha pago por uma coisa extra que era completamente necessária: uma depilação completa no corpo. A moça de lá não me chamou atenção, e também não me perguntaram nada — parece que ele pagou mais pra elas não fazerem perguntas. Chegou o dia que a gente marcou de se ver, e ele me mandou um café. Ficamos lá conversando, nos atualizando de um jeito mais casual. Algo que me destruiu e ao mesmo tempo foi inacreditável pra mim foi que ele puxou assunto sobre a esposa dele. e filhos, é assim que é o homem que tão cavalheirescamente tinha me seduzido nas últimas semanas — acabou sendo um homem casado com filhos, e não só isso, ele sabia da minha idade. O choque passou rápido quando ele disse que eu não precisava me preocupar, que no fim das contas o que ele queria era se divertir comigo. Eu estava entre sair dali e lembrar do que estava sentindo. Ele disse que se eu realmente quisesse sentir o que era um homem, na sequência colocou minha mão na calça dele e eu pude sentir um pau enorme, duro e grosso. Eu disse pra mim mesma que seria só uma vez, e que seria só pra matar essa curiosidade que ele tinha me provocado por semanas. Então falei que estava tudo bem, que não tinha problema. Terminamos de tomar o café, fomos até a caminhonete dele e ele me levou pra um hotel. Eu pensei que seria um daqueles que eu estava acostumada, um motel de beira de estrada, mas ele entrou num dos hotéis mais caros. Na hora ele me perguntou se eu realmente achava que ele ia me levar num lugar qualquer, como os outros caras tinham feito. Eu estava animada. Continuo? 🫣🫣

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