Lá estava eu de pé, olhando pra ele ajoelhado, enquanto passava uma noite maravilhosa, e então ele disse.
Dan: Querida Roma, nós dois sabemos muito bem como isso começou, por isso mesmo quero te propor isto: depois de todo esse tempo sendo minha "esposa troféu", aproveitando luxos e tendo um falso amor, quero pedir que você seja minha esposa de verdade. Você aceitaria ser minha esposa?
Roma: (entre lágrimas e com muita emoção) Siiim, claro que aceito.
Dan colocou o anel nela, agora sim sua nova esposa, e eles se uniram num beijo de amor e paixão.

A partir de agora, eles tinham que começar a planejar o tão esperado casamento. Claro que ia ser exageradamente grande, luxuoso e caro — um dos maiores magnatas financeiros de todos os Estados Unidos estava se casando.
No último dia daquele mês, reservei o salão mais grandioso e luxuoso de toda Nova York, o Gran City Eventum, que foi o responsável por receber empresários do país inteiro, junto com figurões importantes e os maiores funcionários públicos. Todo mundo reunido, no total mais de 800 pessoas assistindo ao casamento. Naquele momento, a noiva entra com seu vestido branco enorme e longo, de mais de 100 mil dólares, acompanhada das damas de honra. E no meio do salão estava ele, vestindo um smoking impressionante, feito da seda mais fina, especialmente para aquela ocasião. Subiu lentamente até o altar, enquanto ela era o centro das atenções, como quase sempre. No meio dos aplausos, ela parou ao lado do noivo e se ouviu: "Dan, você aceita esta mulher como sua esposa pelo resto da vida?" "Sim, aceito." "E você, Roma, aceita Dan como seu marido por toda a vida?" "Sim, aceito." "Bom, então eu os declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva.
Eles dançaram uma valsa espetacular, comeram como reis e beberam a noite toda, já que era open bar, todo mundo bebeu demais, terminou umas 6 da manhã, tarde pra caralho, nem tiveram tempo de curtir o casamento porque o voo deles saía em 1 hora.

Pegamos o voo e fomos pra cidade do amor, Paris, passar nossa magnífica e maravilhosa lua de mel. A primeira coisa que fizemos assim que chegamos foi ir tomar um café, não tínhamos pressa, ninguém nos apressava. Depois disso, fomos passear pelas ruas lindas da França e, em seguida, comer num restaurante chique e caro pra caralho.
Até que finalmente chegamos no quarto onde íamos ficar, uma suíte presidencial luxuosa e enorme só pra gente, que óbvio não íamos usar pra dormir. Assim que chegamos, fui me trocar, coloquei minha melhor lingerie comprada por ele e desfilei pra ele, fazendo uma dança erótica pra ocasião. Ele não me deixou terminar, me agarrou e me jogou na cama, não aguentava mais a situação.

Arranco a tanga com os dentes e começou a chupar minha buceta, me deu o melhor oral da vida, eu só deitei na cama e comecei a gemer de prazer, enrolei as pernas na cabeça dele pra mostrar que tava bom demais, e enquanto pedia pra ele não parar, gozei jorrando, espirrando todo meu squirt na cara dele.
Dan: Beleza, gostosa, agora é a sua vez de trabalhar (fala enquanto aproxima o pau da cara dela).

Roma, sem dizer uma palavra, começa lambendo o tronco do pau, até chegar na ponta, dá um beijo, enfia toda a cabecinha na boca, tira e desce de novo, dessa vez até as bolas, enquanto segura o pinto com uma mão e começa a bater uma. Ela começa a chupar as bolas, as duas juntas na boca, enquanto me olha com uns olhos de desejo absoluto, pra voltar na ponta, mas dessa vez pra engolir inteiro. Começa devagar, segurando com uma mão e sugando até os dedos, até que a cada metida na boca vai deslocando a mão aos poucos até tirar ela e terminar chupando o pau inteiro, garganta funda, cada centímetro pra dentro. Não durei muito, porque Roma era muito boa, fez eu gozar bem rápido.

Esse gozou nos peitos dela, tinha uma obsessão por eles e claro que essa não ia ser exceção. Depois disso, a Roma enfiou de novo na boca dela pra levantar rápido, quase não demorou e o amiguinho do Dan já tava pronto pro segundo round.

Me abriu as pernas de ponta a ponta pra fazer um papai e mamãe olhando nos meus olhos e meteu a pica de uma vez, entrou muito fácil, não só tava com tesão, mas também tava bem lubrificada porque já tinha gozado. Aí começou a penetração, no início devagar, mas foi aumentando aos poucos, um pouco rápido demais, era forte, eu comecei a gemer, os movimentos dele eram bem brutos, tava furando minha buceta com as estocadas fortes dele, plaf, plaf, plaf, fazia barulho, era uma ou duas estocadas por segundo, as bolas dele batiam nos meus lábios. Dan não ficou satisfeito só em penetrar a esposa, não, enquanto tava comendo ela, pegou ela pelo pescoço com uma mão, a outra foi parar no peito direito dela e enquanto comia ela com força e dureza, ele começou a dizer que a partir de agora ela ia ser dele pra sempre, que de dia ia ser a esposa dele, o amor da vida dele, mas de noite ia ser só a putinha dele, deu um tapa nela, cuspiu na boca dela e apertou ainda mais a mão enquanto a enforcava, Roma só gemia, ela já meio que conhecia esse lado dele, e a verdade é que a ideia a excitava muito. Dan continuou comendo ela com muita brutalidade, enquanto perfurava a buceta dela de um jeito que no dia seguinte ia arder de tanta transa que ele deu, foram no total uma hora e meia aproximadamente. Comeu ela tanto que os músculos de Roma ficaram tão doloridos que ela teve que colocar gelo pra descansar, no total ele gozou dentro dela 2 vezes, mas não deu nada, Roma tá se cuidando, porque por enquanto não tem interesse em ter filhos.

No dia seguinte, depois de tanto sexo, os dois saíram pra passear. A lua de mel não tinha acabado ali. Usando a grana que tinha, ele comprou um iate pra viajar pelo rio numa noite mágica. No fim da tarde, já escurecendo, com uma paisagem linda de fundo e uma noite tranquila de puro love, onde Roma, a esposa troféu, curtia a grana do cara, eles abriram um champanhe Moët de luxo caríssimo. Beberam, mas as espumas acenderam a chama da paixão neles e, num descuido, ela já tava chupando a rola dele. Tirou toda a porra que conseguiu. Não passou disso só porque o Dan queria comer ela mais tarde na suíte presidencial. Depois disso, foram jantar num restaurante caro, o melhor e mais famoso de Paris.

Os dois estavam arrumadíssimos, vestindo suas melhores roupas. Dan, com um terno caro feito sob medida pelo seu alfaiate (o melhor dos Estados Unidos), e Roma, com um vestido lindo e luxuoso da Louis Vuitton, além de joias de diamante que Dan deu a ela especialmente para aquela noite. Depois de um jantar maravilhoso, onde provaram o que Paris tinha de mais extravagante, veio uma noite de paixão, intensa e selvagem.

Dessa vez ele passou a mão na bunda de Roma, Dan atacou direto no buraco favorito dele, essa era a parte "ruim" de ser esposa do Dan: de dia, joias, luxo e uma vida cara e chique, mas à noite ela tinha que aguentar o sexo duro e sem limites do marido, recebendo na parte de trás uma porrada bem bruta. Ele meteu tanto que dava pra ela ficar satisfeita por duas semanas seguidas, desmontou ela de tanta estocada que deu. Roma ficou exausta, largada na cama de bunda pra cima, mas Dan continuava — tinha tomado um Viagra pra noite especial, era a última em Paris, então não ia desperdiçar. No total, ele comeu ela por uma hora e quarenta minutos, sem parar e bem pesado. Amanhã Roma ia ter que viajar deitada, porque não ia conseguir sentar depois de uma foda daquelas.
Na manhã seguinte, partiram viagem para a Itália, iam para Roma, Veneza e Milão. Primeiro passaram pela linda cidade de Milão, a catedral, a fonte e percorreram todas as ruas. Como de costume, onde chegava, alugava o melhor quarto do melhor hotel e comprava um Mercedes só pra passear com conforto.

É isso que esperava Roma: uma vida que já tinha, cheia de luxo, aparências, muitas viagens e muito conforto, viajando pelo mundo, pegando as melhores coisas das melhores marcas e basicamente tudo que qualquer ser humano deseja. Mas, em troca, tinha que satisfazer o homem que dava tudo isso a ela, do jeito que ele quisesse. Basicamente, ele era o dono dela, ou pelo menos era o que ela pensava. Mas ela acabou tendo algo mais que isso: no final das contas, encontrou amor, um parceiro que realmente a ama. E, às vezes, ele acaba tratando ela como mais uma propriedade dele, mas isso só acontece em alguns momentos, e não incomoda nem um pouco, porque Dan a preenchia de todas as formas possíveis, inclusive no sexo. Ele podia ser bem bruto e sem compaixão, mas no fim do dia, isso fica só no momento e, claro, ela acaba aproveitando. Embora nem sempre seja assim, já que outras vezes é ela quem quer agradá-lo por vontade própria.

Visitamos cada ponto turístico que dava e, à noite, voltávamos pro quarto pra transar sem limites. Íamos pros lugares mais caros, com os ternos e vestidos mais caros, só pra depois voltar e foder como animais. Foi um equilíbrio perfeito entre passear e conhecer quantas cidades, praças, monumentos e lugares a gente conseguia, sem perder uma única noite de diversão louca.


Ele ama ela, então para de se achar no direito de que ela pertence a ele por tudo que ele dá pra ela. Assim, quando ele estiver mal, muito estressado, ou simplesmente com vontade de foder ou dominar ela, ele vai fazer isso — ele se sente no direito. E pra piorar, Roma não o impede, não impõe limites. Ela sente que essa é a obrigação dela e, de certa forma, essa ideia a excita pra caralho. Então ela se deixa levar por ele, e o resultado é um relacionamento perfeito, com muito amor e paixão — a igualdade perfeita entre se acabar na cama e um romance de verão.

No final das contas, a Roma percebeu que tinha escolhido a opção certa. Ser garçom não ia fazer ela feliz, era uma vida de merda. E mesmo que tenha sido difícil se adaptar, ela tomou a melhor decisão: virou mulher, encontrou o amor da vida dela e teve uma vida cheia de luxo, viagens, muitas joias e sem preocupações, além de se manter bonita pro marido, aguentar umas fodas bem pesadas e curtir. Já que no fim não tiveram filhos, passaram a vida inteira gastando uma grana ilimitada que nem daria pra gastar em 500 vidas, e morreram velhinhos depois de viajar o mundo inteiro, sem ter deixado de fazer uma única coisa de milionário. Fim.
Dan: Querida Roma, nós dois sabemos muito bem como isso começou, por isso mesmo quero te propor isto: depois de todo esse tempo sendo minha "esposa troféu", aproveitando luxos e tendo um falso amor, quero pedir que você seja minha esposa de verdade. Você aceitaria ser minha esposa?
Roma: (entre lágrimas e com muita emoção) Siiim, claro que aceito.
Dan colocou o anel nela, agora sim sua nova esposa, e eles se uniram num beijo de amor e paixão.

A partir de agora, eles tinham que começar a planejar o tão esperado casamento. Claro que ia ser exageradamente grande, luxuoso e caro — um dos maiores magnatas financeiros de todos os Estados Unidos estava se casando.
No último dia daquele mês, reservei o salão mais grandioso e luxuoso de toda Nova York, o Gran City Eventum, que foi o responsável por receber empresários do país inteiro, junto com figurões importantes e os maiores funcionários públicos. Todo mundo reunido, no total mais de 800 pessoas assistindo ao casamento. Naquele momento, a noiva entra com seu vestido branco enorme e longo, de mais de 100 mil dólares, acompanhada das damas de honra. E no meio do salão estava ele, vestindo um smoking impressionante, feito da seda mais fina, especialmente para aquela ocasião. Subiu lentamente até o altar, enquanto ela era o centro das atenções, como quase sempre. No meio dos aplausos, ela parou ao lado do noivo e se ouviu: "Dan, você aceita esta mulher como sua esposa pelo resto da vida?" "Sim, aceito." "E você, Roma, aceita Dan como seu marido por toda a vida?" "Sim, aceito." "Bom, então eu os declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva.
Eles dançaram uma valsa espetacular, comeram como reis e beberam a noite toda, já que era open bar, todo mundo bebeu demais, terminou umas 6 da manhã, tarde pra caralho, nem tiveram tempo de curtir o casamento porque o voo deles saía em 1 hora.

Pegamos o voo e fomos pra cidade do amor, Paris, passar nossa magnífica e maravilhosa lua de mel. A primeira coisa que fizemos assim que chegamos foi ir tomar um café, não tínhamos pressa, ninguém nos apressava. Depois disso, fomos passear pelas ruas lindas da França e, em seguida, comer num restaurante chique e caro pra caralho.
Até que finalmente chegamos no quarto onde íamos ficar, uma suíte presidencial luxuosa e enorme só pra gente, que óbvio não íamos usar pra dormir. Assim que chegamos, fui me trocar, coloquei minha melhor lingerie comprada por ele e desfilei pra ele, fazendo uma dança erótica pra ocasião. Ele não me deixou terminar, me agarrou e me jogou na cama, não aguentava mais a situação.

Arranco a tanga com os dentes e começou a chupar minha buceta, me deu o melhor oral da vida, eu só deitei na cama e comecei a gemer de prazer, enrolei as pernas na cabeça dele pra mostrar que tava bom demais, e enquanto pedia pra ele não parar, gozei jorrando, espirrando todo meu squirt na cara dele.
Dan: Beleza, gostosa, agora é a sua vez de trabalhar (fala enquanto aproxima o pau da cara dela).

Roma, sem dizer uma palavra, começa lambendo o tronco do pau, até chegar na ponta, dá um beijo, enfia toda a cabecinha na boca, tira e desce de novo, dessa vez até as bolas, enquanto segura o pinto com uma mão e começa a bater uma. Ela começa a chupar as bolas, as duas juntas na boca, enquanto me olha com uns olhos de desejo absoluto, pra voltar na ponta, mas dessa vez pra engolir inteiro. Começa devagar, segurando com uma mão e sugando até os dedos, até que a cada metida na boca vai deslocando a mão aos poucos até tirar ela e terminar chupando o pau inteiro, garganta funda, cada centímetro pra dentro. Não durei muito, porque Roma era muito boa, fez eu gozar bem rápido.

Esse gozou nos peitos dela, tinha uma obsessão por eles e claro que essa não ia ser exceção. Depois disso, a Roma enfiou de novo na boca dela pra levantar rápido, quase não demorou e o amiguinho do Dan já tava pronto pro segundo round.

Me abriu as pernas de ponta a ponta pra fazer um papai e mamãe olhando nos meus olhos e meteu a pica de uma vez, entrou muito fácil, não só tava com tesão, mas também tava bem lubrificada porque já tinha gozado. Aí começou a penetração, no início devagar, mas foi aumentando aos poucos, um pouco rápido demais, era forte, eu comecei a gemer, os movimentos dele eram bem brutos, tava furando minha buceta com as estocadas fortes dele, plaf, plaf, plaf, fazia barulho, era uma ou duas estocadas por segundo, as bolas dele batiam nos meus lábios. Dan não ficou satisfeito só em penetrar a esposa, não, enquanto tava comendo ela, pegou ela pelo pescoço com uma mão, a outra foi parar no peito direito dela e enquanto comia ela com força e dureza, ele começou a dizer que a partir de agora ela ia ser dele pra sempre, que de dia ia ser a esposa dele, o amor da vida dele, mas de noite ia ser só a putinha dele, deu um tapa nela, cuspiu na boca dela e apertou ainda mais a mão enquanto a enforcava, Roma só gemia, ela já meio que conhecia esse lado dele, e a verdade é que a ideia a excitava muito. Dan continuou comendo ela com muita brutalidade, enquanto perfurava a buceta dela de um jeito que no dia seguinte ia arder de tanta transa que ele deu, foram no total uma hora e meia aproximadamente. Comeu ela tanto que os músculos de Roma ficaram tão doloridos que ela teve que colocar gelo pra descansar, no total ele gozou dentro dela 2 vezes, mas não deu nada, Roma tá se cuidando, porque por enquanto não tem interesse em ter filhos.

No dia seguinte, depois de tanto sexo, os dois saíram pra passear. A lua de mel não tinha acabado ali. Usando a grana que tinha, ele comprou um iate pra viajar pelo rio numa noite mágica. No fim da tarde, já escurecendo, com uma paisagem linda de fundo e uma noite tranquila de puro love, onde Roma, a esposa troféu, curtia a grana do cara, eles abriram um champanhe Moët de luxo caríssimo. Beberam, mas as espumas acenderam a chama da paixão neles e, num descuido, ela já tava chupando a rola dele. Tirou toda a porra que conseguiu. Não passou disso só porque o Dan queria comer ela mais tarde na suíte presidencial. Depois disso, foram jantar num restaurante caro, o melhor e mais famoso de Paris.

Os dois estavam arrumadíssimos, vestindo suas melhores roupas. Dan, com um terno caro feito sob medida pelo seu alfaiate (o melhor dos Estados Unidos), e Roma, com um vestido lindo e luxuoso da Louis Vuitton, além de joias de diamante que Dan deu a ela especialmente para aquela noite. Depois de um jantar maravilhoso, onde provaram o que Paris tinha de mais extravagante, veio uma noite de paixão, intensa e selvagem.

Dessa vez ele passou a mão na bunda de Roma, Dan atacou direto no buraco favorito dele, essa era a parte "ruim" de ser esposa do Dan: de dia, joias, luxo e uma vida cara e chique, mas à noite ela tinha que aguentar o sexo duro e sem limites do marido, recebendo na parte de trás uma porrada bem bruta. Ele meteu tanto que dava pra ela ficar satisfeita por duas semanas seguidas, desmontou ela de tanta estocada que deu. Roma ficou exausta, largada na cama de bunda pra cima, mas Dan continuava — tinha tomado um Viagra pra noite especial, era a última em Paris, então não ia desperdiçar. No total, ele comeu ela por uma hora e quarenta minutos, sem parar e bem pesado. Amanhã Roma ia ter que viajar deitada, porque não ia conseguir sentar depois de uma foda daquelas.
Na manhã seguinte, partiram viagem para a Itália, iam para Roma, Veneza e Milão. Primeiro passaram pela linda cidade de Milão, a catedral, a fonte e percorreram todas as ruas. Como de costume, onde chegava, alugava o melhor quarto do melhor hotel e comprava um Mercedes só pra passear com conforto.

É isso que esperava Roma: uma vida que já tinha, cheia de luxo, aparências, muitas viagens e muito conforto, viajando pelo mundo, pegando as melhores coisas das melhores marcas e basicamente tudo que qualquer ser humano deseja. Mas, em troca, tinha que satisfazer o homem que dava tudo isso a ela, do jeito que ele quisesse. Basicamente, ele era o dono dela, ou pelo menos era o que ela pensava. Mas ela acabou tendo algo mais que isso: no final das contas, encontrou amor, um parceiro que realmente a ama. E, às vezes, ele acaba tratando ela como mais uma propriedade dele, mas isso só acontece em alguns momentos, e não incomoda nem um pouco, porque Dan a preenchia de todas as formas possíveis, inclusive no sexo. Ele podia ser bem bruto e sem compaixão, mas no fim do dia, isso fica só no momento e, claro, ela acaba aproveitando. Embora nem sempre seja assim, já que outras vezes é ela quem quer agradá-lo por vontade própria.

Visitamos cada ponto turístico que dava e, à noite, voltávamos pro quarto pra transar sem limites. Íamos pros lugares mais caros, com os ternos e vestidos mais caros, só pra depois voltar e foder como animais. Foi um equilíbrio perfeito entre passear e conhecer quantas cidades, praças, monumentos e lugares a gente conseguia, sem perder uma única noite de diversão louca.


Ele ama ela, então para de se achar no direito de que ela pertence a ele por tudo que ele dá pra ela. Assim, quando ele estiver mal, muito estressado, ou simplesmente com vontade de foder ou dominar ela, ele vai fazer isso — ele se sente no direito. E pra piorar, Roma não o impede, não impõe limites. Ela sente que essa é a obrigação dela e, de certa forma, essa ideia a excita pra caralho. Então ela se deixa levar por ele, e o resultado é um relacionamento perfeito, com muito amor e paixão — a igualdade perfeita entre se acabar na cama e um romance de verão.

No final das contas, a Roma percebeu que tinha escolhido a opção certa. Ser garçom não ia fazer ela feliz, era uma vida de merda. E mesmo que tenha sido difícil se adaptar, ela tomou a melhor decisão: virou mulher, encontrou o amor da vida dela e teve uma vida cheia de luxo, viagens, muitas joias e sem preocupações, além de se manter bonita pro marido, aguentar umas fodas bem pesadas e curtir. Já que no fim não tiveram filhos, passaram a vida inteira gastando uma grana ilimitada que nem daria pra gastar em 500 vidas, e morreram velhinhos depois de viajar o mundo inteiro, sem ter deixado de fazer uma única coisa de milionário. Fim.
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