O que aconteceu em 2022 em Córdoba foi algo que nunca imaginei que viveria. Tudo começou com uma conversa casual com Flor, minha namorada, numa noite de verão enquanto tomávamos umas cervejas na varanda do apartamento dela. A gente tava falando de fantasias, daquelas coisas que dá um pouco de vergonha admitir, mas que, na confiança, viram a porta pra um mundo novo. Flor, com a pele branca que sempre ficava meio rosada no sol, era a definição de gostosa pra mim. O corpo dela era magro, mas com curvas suaves, peitos redondos e uma bunda que fazia você querer olhar sem parar. Ela mencionou, quase de passagem, que gostava da ideia de alguém vê-la nua, sem que ela soubesse. Não era algo que tivesse experimentado, mas a ideia a excitava. Desde aquele momento, a ideia grudou em mim que nem carrapato. Não conseguia tirar da cabeça. Comecei a fantasiar sobre como poderia rolar, com quem poderia ser o espectador involuntário da minha Flor. Enquanto ela falava, minha mente já tava planejando, visualizando a cena sem detalhes, só a emoção do proibido.
Então comecei a pensar num plano. Minha mente ficava girando e girando, procurando a oportunidade perfeita. Foi aí que percebi que o Ricardo, o amigo do meu pai, o Júlio, podia ser a peça que faltava. O Ricardo, com seus 45 anos, era conhecido como um cara que não perdia uma festa, sempre com um sorriso safado e um olhar que dizia que já tinha visto de tudo na vida.
Uma tarde, enquanto ajudava meu pai no jardim, vi o Ricardo sair na varanda dele. Ele se aproximou pra cumprimentar e a gente bateu um papo. Naquele momento, me veio a ideia. "E se...?" pensei, mas não falei nada ainda. Precisava ter certeza. Meu plano era simples, mas arriscado: organizar um churrasco na casa dos meus pais. A gente ia convidar a Flor e a irmã dela, a Pili, que era uma loira com um corpo que não passava despercebido; os peitos dela eram de tamanho médio, mas bem formados, e a bunda era simplesmente Perfeito. A ideia era que o churrasco se estendesse até a tarde, quando o calor convidasse pra um banho refrescante. A casa do Ricardo tinha uma janela que dava bem no pátio onde ficava o chuveiro externo, que a gente usava no verão. Era perfeita. Falei com o Ricardo, contei uma versão suavizada da ideia. No começo, ele se surpreendeu, mas depois o rosto dele mudou pra um sorriso safado. "Você é um atrevido, Mati," ele me disse, mas topou. Expliquei que tudo tinha que ser discreto, sem a Flor saber, pelo menos não de imediato. Pedi pra ele ficar na casa dele, abrir a janela do escritório que dava pro pátio, e curtir o espetáculo sem interagir.
O dia do churrasco chegou. Convidamos a Flor e a Pili, fazendo tudo parecer um encontro casual. A tarde foi perfeita, com risadas, carne na churrasqueira e vinho. Quando o sol começou a se pôr, sugeri pra Flor tomar um banho pra se refrescar depois do calor do dia. Ela topou sem desconfiar de nada, achando que era só uma boa ideia pra se refrescar. Enquanto ela ia pro pátio, minha mente se encheu de pensamentos sobre o que estava prestes a acontecer. A antecipação, a culpa misturada com a excitação, tudo se revirava na minha cabeça. Pensava em como a Flor reagiria se um dia descobrisse, se isso fortaleceria ou destruiria nosso relacionamento, nos limites que estávamos ultrapassando.
No dia seguinte, quando me encontrei com o Ricardo, ele me mostrou algo que me fez empalidecer. Ele tinha um vídeo no celular, e ao ver, minha cara ficou branca igual parede.
---- Salve, Poringa! Isso é um conto interativo que vai avançando conforme os comentários mais votados. Se você curtiu a ideia, deixa uns pontos e compartilha essa história pra chegar em mais gente. Valeu!
Então comecei a pensar num plano. Minha mente ficava girando e girando, procurando a oportunidade perfeita. Foi aí que percebi que o Ricardo, o amigo do meu pai, o Júlio, podia ser a peça que faltava. O Ricardo, com seus 45 anos, era conhecido como um cara que não perdia uma festa, sempre com um sorriso safado e um olhar que dizia que já tinha visto de tudo na vida.
Uma tarde, enquanto ajudava meu pai no jardim, vi o Ricardo sair na varanda dele. Ele se aproximou pra cumprimentar e a gente bateu um papo. Naquele momento, me veio a ideia. "E se...?" pensei, mas não falei nada ainda. Precisava ter certeza. Meu plano era simples, mas arriscado: organizar um churrasco na casa dos meus pais. A gente ia convidar a Flor e a irmã dela, a Pili, que era uma loira com um corpo que não passava despercebido; os peitos dela eram de tamanho médio, mas bem formados, e a bunda era simplesmente Perfeito. A ideia era que o churrasco se estendesse até a tarde, quando o calor convidasse pra um banho refrescante. A casa do Ricardo tinha uma janela que dava bem no pátio onde ficava o chuveiro externo, que a gente usava no verão. Era perfeita. Falei com o Ricardo, contei uma versão suavizada da ideia. No começo, ele se surpreendeu, mas depois o rosto dele mudou pra um sorriso safado. "Você é um atrevido, Mati," ele me disse, mas topou. Expliquei que tudo tinha que ser discreto, sem a Flor saber, pelo menos não de imediato. Pedi pra ele ficar na casa dele, abrir a janela do escritório que dava pro pátio, e curtir o espetáculo sem interagir.
O dia do churrasco chegou. Convidamos a Flor e a Pili, fazendo tudo parecer um encontro casual. A tarde foi perfeita, com risadas, carne na churrasqueira e vinho. Quando o sol começou a se pôr, sugeri pra Flor tomar um banho pra se refrescar depois do calor do dia. Ela topou sem desconfiar de nada, achando que era só uma boa ideia pra se refrescar. Enquanto ela ia pro pátio, minha mente se encheu de pensamentos sobre o que estava prestes a acontecer. A antecipação, a culpa misturada com a excitação, tudo se revirava na minha cabeça. Pensava em como a Flor reagiria se um dia descobrisse, se isso fortaleceria ou destruiria nosso relacionamento, nos limites que estávamos ultrapassando.
No dia seguinte, quando me encontrei com o Ricardo, ele me mostrou algo que me fez empalidecer. Ele tinha um vídeo no celular, e ao ver, minha cara ficou branca igual parede.
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0 comentários - A Fantasia de Flor - Parte 1