Recomendo fortemente que vocês acompanhem o fio deste post, para que possam sentir, como eu, na carne e no sangue, a febre imensa que a minha cunhada me causa. As outras partes vocês encontram nos meus posts. Este será o último desta série absolutamente real, onde só troquei os nomes das pessoas envolvidas.
Na nossa última conversa, minha cunhada tinha me dado umas dicas de como comer a irmã dela. Não podia acreditar. Mas além disso, ela tinha tentado adivinhar o que eu tinha feito, e quando eu disse que não tinha gozado na carinha dela, ela falou que tentou adivinhar porque era o que ela teria gostado. E depois me provocou, dizendo que eu era um espertinho, porque ela me dava as ideias e quem recebia era a irmã, não ela.
Terminou nossa conversa me dizendo:
Antes que eu pudesse responder alguma coisa, ela falou:
'Faz o seguinte. Você junta todos os seus bons desejos para mim, e no fim de semana você joga tudo aqui pra mim.
Ela sabia perfeitamente o que estava tramando. Naquele fim de semana, minha namorada Vale ia viajar pra Buenos Aires com uma amiga pra ver o Luis Miguel, então eu ia ficar sozinho em casa.
Durante a semana inteira fiquei numa ansiedade total, completamente desconcentrado no trabalho e em tudo, porque não sabia se minha cunhada tinha falado aquilo na brincadeira, mas claramente a foto era um convite insano pra dar o próximo passo na nossa putaria proibida de meses.
Depois de ver aqueles peitos perfeitos que minha cunhada mandou pra mim, não conseguia parar de pensar nela, em como seria a pele dela, a buceta dela, os peitos dela, os lábios dela, como ela gemeria, como ela se contorceria gozando. Aquela semana toda, com a tesão acumulada, me dava ainda mais vontade de estar com a Vale, minha namorada, mas porque ela é parecida com minha cunhada, eu imaginava que tava com ela, fechava os olhos e imaginava ela por cima de mim e gozava com uma intensidade sem igual.
Decidi quebrar o gelo e escrever no dia seguinte pra minha cunhada e falei a verdade. 'Oi Cu, como tá começando sua semana? vou te confessar uma coisa. Não consegui dormir a noite inteira por causa da foto que você me mandou, fiquei febril, fiquei inquieto, virei de um lado pro outro. Você me acendeu completamente'
E ela respondeu em poucos minutos 'Oi Cu ❤️ que bom que você me diz isso, eu em compensação fiquei esperando uma fotinha sua, safado'
Já tínhamos ultrapassado qualquer limite de insinuação, as mensagens eram claras, e eu tinha que aumentar a aposta.
Como estava em casa e continuava muito excitado com as fotos dela e a conversa, perguntei na hora qual era a cor favorita dela de calcinha.
'Branca, Cu, por quê? vai modelar pra mim? ai que emoção! hahaha.'
Mandei essa foto:
Depois de alguns minutos, ela respondeu:
Me disse 'não pode ser tão grandão assim, Cuña, minha irmã é realmente sortuda. Juro, me dá arrepio na espinha toda e um calor que nem te conto. Como é que vou trabalhar assim?
Confessei pra ela que tinha me tocado várias vezes pensando nela, porque não conseguia acreditar no quão sensacionalmente gostosa ela era, intrigante, desafiadora, que me deixava louco.
'Me sinto lisonjeada, Cu, toda mulher gosta de ser desejada. Mas quer saber de uma coisa?'
'O que você quiser' — falei.
'O desejo não se apaga com a punheta solitária; só se consome por completo quando a gente ousa tocar e saborear o proibido.'
Fiquei duro com essa resposta. Na hora falei: 'no fim de semana vou estar sozinho'
'Eu sei' — ela disse.
'Sexta-feira eu cozinho algo em casa e a gente toma um negócio, quer?'
'Fechou, Cu, lembra que sou vegana (com exceções) hehe'.
Aquela semana toda passou num piscar de olhos, fiquei a semana inteira num estado sonolento que tomava conta de todas as minhas tarefas, esquecia as chaves, não conseguia dormir direito. Tudo por pensar na Naty. Até que o dia chegou. Sexta-feira fui levar minha namorada no aeroporto cedo, e dei um beijo apaixonado nela antes de deixar ela embarcar.
Voltei pra casa pra preparar tudo, tinha planejado fazer um ramen de legumes pra ela, já que sabia que era uma das comidas favoritas dela. Um bom vinho, e a casa impecável pra receber minha visita linda.
Lá pelas 20h ela me avisou que tava a caminho. Passei o perfume que ela tinha sentido em mim antes e disse que amava e que, se pudesse, viveria passada naquele perfume de homem.
O táxi chegou e fui receber ela. Fiquei paralisado de novo. Ela tava deslumbrante, com um vestidinho florido que destacava as pernas longas, lindas e bronzeadas. Mostrava um decote generoso com um colar que eu reconhecia de fotos antigas dela, e dava pra ver um pescoço delicioso, longo e fino que descia pra uns peitos que me faziam salivar.
Assim que ela entrou em casa, dei um abraço enorme pra cumprimentar e dizer que tava feliz da gente se ver. O abraço durou vários segundos. O suficiente pra sentir os peitos duros dela apertados contra mim. parados, e a cinturinha linda dela e o corpo tonificado. Igual o meu.
'Você passou aquele perfume que eu amo, Cu, vou ter que roubar um pouco antes de ir. Amo perfumes de homem, especialmente esse'
Foi uma noite perfeita. Comemos um ramen delicioso, passamos muito tempo juntos na cozinha, ela me ajudou com os legumes
Ela tirou os sapatos, e continuava sendo muito alta. E se movia com uma graça pela casa que parecia que cada chão que pisava ela conquistava e já era dela.
Sentamos na cozinha, ela numa cadeira e eu na frente dela, na bancada. Olhamos nos olhos e ela sorriu. Aquele sorriso me desarmou, me deixou sem fôlego. Era um sorriso que dizia que algo especial estava prestes a acontecer. Me aproximei para encher a taça de vinho dela, e não consegui evitar. Levantei minha mão direita e com suavidade toquei o rosto dela, acariciando a pele com meus dedos. Meus olhos continuavam fixos nos dela, buscando o consentimento. Ela fechou os olhos e os cílios se moveram devagar, como se estivesse aproveitando cada segundo. Não podia acreditar. Estava prestes a comer a boca linda da minha cunhada, aquela boca que tantas vezes olhei, imaginando beijando meu pescoço, meus lábios, meu pau. Eu fervia de tesão.
Me aproximei a milímetros da boca dela, nós dois sabíamos o que ia rolar. E ela, com todo aquele jeito brincalhão, sensual, provocante e gostoso, me disse antes de me beijar: 'Cu, você não vai sentar em cima de mim, né? Olha que sou pequenininha e você vai me quebrar toda, jiji' Eu não consegui evitar soltar o ar, porque estava prestes a gozar de nervoso, excitação e loucura. Perguntei: então? E ela disse: 'então você senta e eu, que sou levinha, posso ir por cima'.
Aqueles breves segundos em que trocamos de lugar, não devem ter durado mais de 2 ou 3, mas foram a eternidade mais linda pra mim. Sentia o aroma dela intoxicar minha boca e nariz, nos demos as mãos para guiar delicadamente nossos movimentos como uma dança que eu não queria que terminasse nunca. E eu sentei na cadeira.
Ela com seu vestidinho curto florido sentou em cima de mim com as pernas abertas, e foi ela quem comeu minha boca diretamente, não podia acreditar. Nossas línguas se moviam desesperadas como se tivessem esperado esse momento a vida inteira. Eu acariciei as costas dela enquanto a gente se beijava, e ela começou a mexer os quadris lindos dela pra trás e pra frente, e também pegou meus braços e colocou meu braço direito na bunda dela.
Levantei com as duas mãos o vestido e pude ver uma diminuta calcinha fio dental preta que marcava perfeitamente uma bunda dura, lisa, empinada que tantas vezes eu tinha sonhado em comer, e que tantas punhetas eu tinha dedicado e que tantas fotos eu tinha encontrado, não podia acreditar que tinha aquela bunda linda nas minhas mãos e minha cunhada se mexendo assim em cima de mim.
Na hora com uma ereção enorme, tentei ajeitar a pica porque tava doendo dentro da calça e ela começou a gemer cada vez mais forte se esfregando, ajeitei a pica pra cima pra ela poder sentar em cima por cima da calça, e ela me disse 'Ai cu, não cabe essa pica na sua calça, olha, tá saindo toda, o que vou fazer com você?'
A gente levantou (eu como pude) e ela disse 'pega as taças, cunhado, vamos brindar' e na sequência enfiou a mãozinha linda dela na minha calça meio desabotoada, segurou firme mas com suavidade minha pica, e dali ela tomou a iniciativa e me levou pro quarto que eu conhecia, já que tinha dormido lá cuidando dos nossos gatos antes.
No quarto a gente brindou, e ela sem soltar meu pau, segurando minhas bolas, minha pica, brindou e disse 'por essas coisas que queimam a gente por inteiro' 'saúde'. Me deu mais um beijo, e descalça como tava se ajoelhou com uma almofada no chão e eu na beira da cama e começou a chupar minha pica como nunca tinham feito. Ela gemia, lambia minha pica como se fosse um sorvete e tivesse como tarefa não deixar cair absolutamente nada no chão, enchia ela de saliva, e me olhava nos olhos enquanto eu me punhetava dentro da boca dela.
Eu tava viajando, tinha perdido até a capacidade de falar direito de tão gostoso que ela tava me chupando, então eu só tava falando merda.
Desci as alcinhas do vestido lindo dela e ela puxou ele até o umbigo, deixando o decote com um sutiã delicado e transparente, pronto pra eu olhar e tocar.
Já tinha olhado um milhão de vezes pras tetas da minha cunhada, mas nunca pensei que teriam um gosto tão bom, seriam tão durinhas, mas macias e deliciosas.
Ela se levantou, e a gente se beijou mais uma vez antes de ser minha vez de chupar o pescoço dela, encostar minha pica imensa e dura por trás na bundinha dela descoberta, e beijar a nuca dela, ouvir ela gemer e se mexer sem parar. Chupei aquelas tetas deliciosas por um tempão, até que os mamilos dela, durinhos, me deram o sinal pra poder chupar a buceta dela. A gente já não aguentava mais de tesão, por isso que quando ela se deitou de costas na cama e eu comecei a brincar com o clitóris dela e beijá-la, não demorou muito até que eu senti ela gozar fundo. Tipo um grito abafado que nós dois tínhamos guardado. Senti o gosto delicioso dela na minha boca, e não aguentei mais até que falei pra ela: 'Não consegui parar de imaginar estar dentro de você desde aquela primeira vez que te abracei na casa dos seus pais'.
— 'Bom, agora a gente pode, se cuidando' — ela disse com um olhar profundo.
Coloquei a camisinha, e ela abraçou minha bunda com as pernas deliciosas dela, até que finalmente eu tava dentro dela, apertada, molhada, se mexendo, detalhes incríveis que nunca vou conseguir explicar e, felizmente, posso guardar tudo só pra mim.
Ela gozou de novo nos meus braços e depois montou em cima de mim, gemendo e gritando de prazer até que eu não consegui mais me controlar e gozei com uma intensidade que eu não lembrava fácil. A gente ficou abraçado, se acariciando, ouvindo Chet Baker de fundo, e em poucos minutos começamos de novo nossos carinhos de cunhados.
Foi uma longa e intensa noite. E esses encontros ainda não terminaram, e sou grato por isso.
Agradeço pelo tempo que vocês dedicaram para me ler. Em retribuição, fui sincero em tudo, são histórias reais, só mudei os nomes e cuidei de alguns detalhes para não ter problemas com as pessoas envolvidas.
Vocês foram muito legais, e deixo como presentinho alguns dos belos encontros posteriores que tivemos e continuamos tendo com a minha cu ❤️
mando um abraço.
Beijos da minha cu:

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Desculpa, não consigo processar vídeos ou arquivos de mídia. Se você puder me enviar o texto em espanhol que quer traduzir, ficarei feliz em ajudar com a tradução para o português brasileiro.Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.Desculpa, não consigo processar esse tipo de conteúdo." rel="nofollow" target="_blank">Desculpa, não consigo processar esse tipo de conteúdo.
Na nossa última conversa, minha cunhada tinha me dado umas dicas de como comer a irmã dela. Não podia acreditar. Mas além disso, ela tinha tentado adivinhar o que eu tinha feito, e quando eu disse que não tinha gozado na carinha dela, ela falou que tentou adivinhar porque era o que ela teria gostado. E depois me provocou, dizendo que eu era um espertinho, porque ela me dava as ideias e quem recebia era a irmã, não ela.
Terminou nossa conversa me dizendo:
Antes que eu pudesse responder alguma coisa, ela falou:
'Faz o seguinte. Você junta todos os seus bons desejos para mim, e no fim de semana você joga tudo aqui pra mim.
Ela sabia perfeitamente o que estava tramando. Naquele fim de semana, minha namorada Vale ia viajar pra Buenos Aires com uma amiga pra ver o Luis Miguel, então eu ia ficar sozinho em casa.Durante a semana inteira fiquei numa ansiedade total, completamente desconcentrado no trabalho e em tudo, porque não sabia se minha cunhada tinha falado aquilo na brincadeira, mas claramente a foto era um convite insano pra dar o próximo passo na nossa putaria proibida de meses.
Depois de ver aqueles peitos perfeitos que minha cunhada mandou pra mim, não conseguia parar de pensar nela, em como seria a pele dela, a buceta dela, os peitos dela, os lábios dela, como ela gemeria, como ela se contorceria gozando. Aquela semana toda, com a tesão acumulada, me dava ainda mais vontade de estar com a Vale, minha namorada, mas porque ela é parecida com minha cunhada, eu imaginava que tava com ela, fechava os olhos e imaginava ela por cima de mim e gozava com uma intensidade sem igual.
Decidi quebrar o gelo e escrever no dia seguinte pra minha cunhada e falei a verdade. 'Oi Cu, como tá começando sua semana? vou te confessar uma coisa. Não consegui dormir a noite inteira por causa da foto que você me mandou, fiquei febril, fiquei inquieto, virei de um lado pro outro. Você me acendeu completamente'
E ela respondeu em poucos minutos 'Oi Cu ❤️ que bom que você me diz isso, eu em compensação fiquei esperando uma fotinha sua, safado'
Já tínhamos ultrapassado qualquer limite de insinuação, as mensagens eram claras, e eu tinha que aumentar a aposta.
Como estava em casa e continuava muito excitado com as fotos dela e a conversa, perguntei na hora qual era a cor favorita dela de calcinha.
'Branca, Cu, por quê? vai modelar pra mim? ai que emoção! hahaha.'
Mandei essa foto:
Depois de alguns minutos, ela respondeu: Me disse 'não pode ser tão grandão assim, Cuña, minha irmã é realmente sortuda. Juro, me dá arrepio na espinha toda e um calor que nem te conto. Como é que vou trabalhar assim?
Confessei pra ela que tinha me tocado várias vezes pensando nela, porque não conseguia acreditar no quão sensacionalmente gostosa ela era, intrigante, desafiadora, que me deixava louco.'Me sinto lisonjeada, Cu, toda mulher gosta de ser desejada. Mas quer saber de uma coisa?'
'O que você quiser' — falei.
'O desejo não se apaga com a punheta solitária; só se consome por completo quando a gente ousa tocar e saborear o proibido.'
Fiquei duro com essa resposta. Na hora falei: 'no fim de semana vou estar sozinho'
'Eu sei' — ela disse.
'Sexta-feira eu cozinho algo em casa e a gente toma um negócio, quer?'
'Fechou, Cu, lembra que sou vegana (com exceções) hehe'.
Aquela semana toda passou num piscar de olhos, fiquei a semana inteira num estado sonolento que tomava conta de todas as minhas tarefas, esquecia as chaves, não conseguia dormir direito. Tudo por pensar na Naty. Até que o dia chegou. Sexta-feira fui levar minha namorada no aeroporto cedo, e dei um beijo apaixonado nela antes de deixar ela embarcar.
Voltei pra casa pra preparar tudo, tinha planejado fazer um ramen de legumes pra ela, já que sabia que era uma das comidas favoritas dela. Um bom vinho, e a casa impecável pra receber minha visita linda.
Lá pelas 20h ela me avisou que tava a caminho. Passei o perfume que ela tinha sentido em mim antes e disse que amava e que, se pudesse, viveria passada naquele perfume de homem.
O táxi chegou e fui receber ela. Fiquei paralisado de novo. Ela tava deslumbrante, com um vestidinho florido que destacava as pernas longas, lindas e bronzeadas. Mostrava um decote generoso com um colar que eu reconhecia de fotos antigas dela, e dava pra ver um pescoço delicioso, longo e fino que descia pra uns peitos que me faziam salivar.
Assim que ela entrou em casa, dei um abraço enorme pra cumprimentar e dizer que tava feliz da gente se ver. O abraço durou vários segundos. O suficiente pra sentir os peitos duros dela apertados contra mim. parados, e a cinturinha linda dela e o corpo tonificado. Igual o meu.
'Você passou aquele perfume que eu amo, Cu, vou ter que roubar um pouco antes de ir. Amo perfumes de homem, especialmente esse'
Foi uma noite perfeita. Comemos um ramen delicioso, passamos muito tempo juntos na cozinha, ela me ajudou com os legumes
Ela tirou os sapatos, e continuava sendo muito alta. E se movia com uma graça pela casa que parecia que cada chão que pisava ela conquistava e já era dela.
Sentamos na cozinha, ela numa cadeira e eu na frente dela, na bancada. Olhamos nos olhos e ela sorriu. Aquele sorriso me desarmou, me deixou sem fôlego. Era um sorriso que dizia que algo especial estava prestes a acontecer. Me aproximei para encher a taça de vinho dela, e não consegui evitar. Levantei minha mão direita e com suavidade toquei o rosto dela, acariciando a pele com meus dedos. Meus olhos continuavam fixos nos dela, buscando o consentimento. Ela fechou os olhos e os cílios se moveram devagar, como se estivesse aproveitando cada segundo. Não podia acreditar. Estava prestes a comer a boca linda da minha cunhada, aquela boca que tantas vezes olhei, imaginando beijando meu pescoço, meus lábios, meu pau. Eu fervia de tesão.
Me aproximei a milímetros da boca dela, nós dois sabíamos o que ia rolar. E ela, com todo aquele jeito brincalhão, sensual, provocante e gostoso, me disse antes de me beijar: 'Cu, você não vai sentar em cima de mim, né? Olha que sou pequenininha e você vai me quebrar toda, jiji' Eu não consegui evitar soltar o ar, porque estava prestes a gozar de nervoso, excitação e loucura. Perguntei: então? E ela disse: 'então você senta e eu, que sou levinha, posso ir por cima'.
Aqueles breves segundos em que trocamos de lugar, não devem ter durado mais de 2 ou 3, mas foram a eternidade mais linda pra mim. Sentia o aroma dela intoxicar minha boca e nariz, nos demos as mãos para guiar delicadamente nossos movimentos como uma dança que eu não queria que terminasse nunca. E eu sentei na cadeira.
Ela com seu vestidinho curto florido sentou em cima de mim com as pernas abertas, e foi ela quem comeu minha boca diretamente, não podia acreditar. Nossas línguas se moviam desesperadas como se tivessem esperado esse momento a vida inteira. Eu acariciei as costas dela enquanto a gente se beijava, e ela começou a mexer os quadris lindos dela pra trás e pra frente, e também pegou meus braços e colocou meu braço direito na bunda dela.
Levantei com as duas mãos o vestido e pude ver uma diminuta calcinha fio dental preta que marcava perfeitamente uma bunda dura, lisa, empinada que tantas vezes eu tinha sonhado em comer, e que tantas punhetas eu tinha dedicado e que tantas fotos eu tinha encontrado, não podia acreditar que tinha aquela bunda linda nas minhas mãos e minha cunhada se mexendo assim em cima de mim.
Na hora com uma ereção enorme, tentei ajeitar a pica porque tava doendo dentro da calça e ela começou a gemer cada vez mais forte se esfregando, ajeitei a pica pra cima pra ela poder sentar em cima por cima da calça, e ela me disse 'Ai cu, não cabe essa pica na sua calça, olha, tá saindo toda, o que vou fazer com você?'
A gente levantou (eu como pude) e ela disse 'pega as taças, cunhado, vamos brindar' e na sequência enfiou a mãozinha linda dela na minha calça meio desabotoada, segurou firme mas com suavidade minha pica, e dali ela tomou a iniciativa e me levou pro quarto que eu conhecia, já que tinha dormido lá cuidando dos nossos gatos antes.
No quarto a gente brindou, e ela sem soltar meu pau, segurando minhas bolas, minha pica, brindou e disse 'por essas coisas que queimam a gente por inteiro' 'saúde'. Me deu mais um beijo, e descalça como tava se ajoelhou com uma almofada no chão e eu na beira da cama e começou a chupar minha pica como nunca tinham feito. Ela gemia, lambia minha pica como se fosse um sorvete e tivesse como tarefa não deixar cair absolutamente nada no chão, enchia ela de saliva, e me olhava nos olhos enquanto eu me punhetava dentro da boca dela.
Eu tava viajando, tinha perdido até a capacidade de falar direito de tão gostoso que ela tava me chupando, então eu só tava falando merda.
Desci as alcinhas do vestido lindo dela e ela puxou ele até o umbigo, deixando o decote com um sutiã delicado e transparente, pronto pra eu olhar e tocar.
Já tinha olhado um milhão de vezes pras tetas da minha cunhada, mas nunca pensei que teriam um gosto tão bom, seriam tão durinhas, mas macias e deliciosas.
Ela se levantou, e a gente se beijou mais uma vez antes de ser minha vez de chupar o pescoço dela, encostar minha pica imensa e dura por trás na bundinha dela descoberta, e beijar a nuca dela, ouvir ela gemer e se mexer sem parar. Chupei aquelas tetas deliciosas por um tempão, até que os mamilos dela, durinhos, me deram o sinal pra poder chupar a buceta dela. A gente já não aguentava mais de tesão, por isso que quando ela se deitou de costas na cama e eu comecei a brincar com o clitóris dela e beijá-la, não demorou muito até que eu senti ela gozar fundo. Tipo um grito abafado que nós dois tínhamos guardado. Senti o gosto delicioso dela na minha boca, e não aguentei mais até que falei pra ela: 'Não consegui parar de imaginar estar dentro de você desde aquela primeira vez que te abracei na casa dos seus pais'.
— 'Bom, agora a gente pode, se cuidando' — ela disse com um olhar profundo.
Coloquei a camisinha, e ela abraçou minha bunda com as pernas deliciosas dela, até que finalmente eu tava dentro dela, apertada, molhada, se mexendo, detalhes incríveis que nunca vou conseguir explicar e, felizmente, posso guardar tudo só pra mim.
Ela gozou de novo nos meus braços e depois montou em cima de mim, gemendo e gritando de prazer até que eu não consegui mais me controlar e gozei com uma intensidade que eu não lembrava fácil. A gente ficou abraçado, se acariciando, ouvindo Chet Baker de fundo, e em poucos minutos começamos de novo nossos carinhos de cunhados.
Foi uma longa e intensa noite. E esses encontros ainda não terminaram, e sou grato por isso.
Agradeço pelo tempo que vocês dedicaram para me ler. Em retribuição, fui sincero em tudo, são histórias reais, só mudei os nomes e cuidei de alguns detalhes para não ter problemas com as pessoas envolvidas.
Vocês foram muito legais, e deixo como presentinho alguns dos belos encontros posteriores que tivemos e continuamos tendo com a minha cu ❤️
mando um abraço.
Beijos da minha cu:


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9 comentários - Mi cuñada me tiene inquieto. Parte final.