Preciso contar Parte 2

Parte 1
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Ela se fez de rogada porque de vez em quando alguém pedia essa parte, mas agora já são vários, então aqui estou, vou deixar aqui antes que eu esqueça.
A questão é que no fim de ano a família dela veio na minha casa e a gente passou junto, além de outras pessoas também, mas elas não fazem parte da história. Tudo rolava normal, até que minha prima, que tem um dom – ou então não entendo – de perceber os olhares e sacar quem tá afim de quem, e quando começa a dança no quintal, ela me pega pelo braço e me puxa de lado... vamos chamar ela de Ana.Ana — eu, boludo — levanto as sobrancelhas e dou uma leve cabeçada indicando quem eu tava falando — me fala que tem algo entre você e ela!! (dá um sorriso)
Eu - Não seja besta, como é que ia ter alguma coisa?
Ana - Não se faz de sonsa-corta-aaaah, cê tá afim dela então, seu filho da... hahaha
Eu - Fala, sua idiota, não vai dar nada.
Ana - Já sei, mas você tá afim dela, não negou.
Eu - Como é que cê faz, gostosa? Claro, sê sincera... cê viu o tamanho daquela bunda? Mas fico com pé atrás porque é mina, e se eu der pra trás e ela contar pros velhos, vira uma treta entre as famílias, tenho vários anos a mais que ela, não rola.
Ana - Claro, que baderna... bom, você vai se virar (sacode a mão rapidinho e dá um sorriso) e vai embora.Tudo segue na normalidade, até que, sei lá, deve ter passado uma hora e vejo ela conversando com a outra. Na hora, não sabia se comemorava porque já tinha sacado que ela tava sondando, ou se xingava ela por se intrometer. Fato é que me pedem pra levar uns amigos, porque de manhã cedo iam pra praia e queriam descansar um pouco. Ok, aceitei, obviamente não consegui ver mais nada, mas nesse meio tempo de pegar as chaves do carro e tal, ela me dizAna - Onde você vai?
Eu - Vou comer o Pablo e a mina dele (ela já sabia da situação).
Ana - Ok, vou com você.Eu fixei o olhar nela, e ela me encara nos olhos, sorri e coloca o dedo indicador na boca pedindo silêncio.Eu - Ok, beleza, vamos.Bom, a gente levou esse casal, conversando sobre coisas aleatórias, e na volta a Ana me conta...Ana - Tava conversando com a sua mina
Eu - Fala, boluda, não é minha mina nem vai ser.
Ana - Tem certeza?
Eu - Sim, sou bem mais velho que ela, não quero que seja minha namorada, só quero dar uma trepada... umas duas vezes, o que rolar, mas namorada não.
Ana - Todos são a mesma merda, te usam e te jogam fora.
Eu - Fala sério, sua idiota, não me faz sentir um otário, a diferença de idade se sente no dia a dia.
Ana - Olha, então, a parada é que eu conversei com ela, a gente começou a falar de homem, do tipo que elas gostam, toda essa merda, e combinava muito com você. Aí, num momento, "só de zoas", fui direto ao ponto e falei "então você daria pro meu irmão, hein, sister in law kkkk" e no começo ela ria, mas quando parou, ela disse "entre a gente, morre aqui... seu irmão é bonitinho" e aí eu me liguei "bonitinho? ele é um bundão, meu irmão é o mais lindo" e aí ela se entregou sozinha "sendo sincera, seu irmão me encanta".Então com essa informação a gente voltou e já era umas 2 da manhã, mais ou menos. Voltamos pro quintal pra dançar, e a Julieta não tava, mas os pais dela sim. Aí comecei a andar pela casa, qualquer coisa falo que vou no banheiro, e encontro ela num sofá vendo TV, já meio que quase dormindo.Eu - Juli, o que rolou que você não tá dançando?
J - Nada, são todos grandões e fiquei super sozinha quando você foi com a Ani.

Aí eu brinquei com ela, cheio de ternuraY - Oooh, que gostosa ela, a gente tava com saudade!!

Deito do lado dela e abraço ela por cima.

J - Para de ser besta, não me enche o saco.
Y - (eu rio) me escuta, falando sério, preciso falar com você.Acho pela carinha dela que ela se assustou.Y - Não se assusta não, acho que é uma parada bonita, depende de como você encara.
J - O quê?
Y - Eu não sei como os caras fazem hoje em dia, então vou ser direto, espero que não leve a mal...
J - O quêêê, fala logo? Para de enrolar!
Y - Tá ansiosa? Agora não vou te contar nada.
J - Não seja filho da puta, me fala.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Y - (dou risada) bom, eu sei que tem vários anos de diferença, mas você me encanta, quero comer sua boca.( silêncio... )Y - ...entre outras coisas kkk
J - Para de encher o saco, bobo, não fode!!!
Y - É sério, Juli, eu sempre gostei de você, só não falei porque tinha medo de levar um fora, mas não aguento mais, preciso te contar e ver qual é.Ela me olhou como se não acreditasse, teve outro silêncio trocando olhares e ela me comeu a boca.
Obviamente, vieram uns amassos, uns chupões, até que num momento eu achei que ouvi um "opa" de outra pessoa, e quando ela enfiou a mão na minha calça, não sei como, mas eu parei ela.Y - Não, para... alguém nos viu, vou falar pra Ana que vou cumprimentar uns amigos, você fica aqui 2 minutos, depois vem e me pergunta "posso ir?" e aí te levo pra outro lugar.Fizemos isso, e assim que viramos a esquina, já tirei a rola pra fora porque não aguentava mais.Y- Era isso que você queria, Juli?
J - Epa, ansioso, senhor?
Y - Há anos que sonho com esse momento, toda sua.Ela se ajeita e se joga em cima da minha pica, pra chupar ela no carro.

Umas cinco minutos depois...J - Pra onde a gente vai de verdade, pra um hotel?
Y — Não faço ideia, tu chupa que a qualquer hora ou eu gozo ou estaciono e te fodo no meio da rua.
J - Não tem coragem, vamos pra um motel.
Y - O que eu não me atrevo? chupa assim, sua boca ocupada é melhor. Aaaah filha da puta, era exatamente o que eu precisava, crava essas mordidinhas que eu adoro!!

No meio do ato, a umas dez quadras de casa, uma quadra totalmente escura, não sei o que rolou com a luz daquela rua porque sempre tem iluminação, e aquele "você não tem coragem" ainda tava martelando na minha cabeça. Então encosto de lado, pego uma rampinha de garagem, subo meio carro na calçada e falo pra ela...Y - Chegamos, te recomendo ficar à vontade porque vou tirar o atraso de todos esses anos.
J - (baixinho) eu também.
Y - Como é que foi?
J- Não acredito que você parou aqui, isso é perigoso pra caralho.
Y - Quem não dá agora?
J - Aaah ok, beleza, aqui mesmo... é bom que tu fique duro por um bom tempo, porque vou gastar essa pica toda.Como vocês vão ver, começamos a "nos apressar" meio na brincadeira e meio a sério... mas a foda que demos foi do caralho. Fizemos cada posição que vinha na cabeça, o 69 por uns 15 minutos, de tudo, gozei nela 3 vezes. Na boca, nos peitos e uma dentro da camisinha, bombando. Nisso tudo, eu sentia o celular tocando e, claro, nunca dei bola, ninguém ia cortar aquele tesão tão esperado. Mas na terceira gozada, olhei e tinha uma mensagem da Ana no WhatsApp.Cara, os pais da Juli se assustaram porque querem ir embora e não viram ela, já tranquilizei eles falando que ela foi com você pra "dar um oi pra uns amigos"... vê se dá pra ir voltando.continuo olhando o celular porque tenho um toc com as notificações, elas me irritam, e enquanto vou checando, chega outro zap da Ana.Dizem que não aguentam mais, que vão embora e que a Juli durma comigo. Então se liguem, não traz ela com cheiro de sexo hahaha


Eu - Ah, olha que notícia gostosa que tenho pra você, Juli... seus pais foram embora, você vai dormir com a Ana... ou comigo?
Juli - Quero com você, mas...
Eu - mas o quê?
Juli... e a Ana sabe? A gente vai poder transar ou fazer alguma coisa? Se não, durmo com a Ana mesmo.
Eu - Podemos fazer o que a gente quiser, até porque pelo que vi agora, você não é de gritar muito... mas que gemido gostoso, Sweetie.Juli dá risada, eu ligo o carro e a gente dá uma volta pra passar o tempo até os pais irem embora, porque são daquele tipo de gente que fica se despedindo 3 ou 4 vezes e nunca termina. Finalmente, lá pelas 5, voltamos pra casa, só a minha família estava lá, alguns acordados, outros deitados, e quando a gente chegou, Juli foi pro banheiro, pelo visto pra se lavar um pouco quando voltou. Enquanto ela tava no banheiro, rolou uma "brincadeira" entre irmãos, com olhares e gestos cúmplices de joinha, sorrisos, gestos de fuck, etc. Quando Juli saiu...Ana - Você tá bem?
Juli - Melhor do que nunca, uns copos com os amigos daquele babaca (por mim)
Ana - Ah é, cunhada... ops, digo, Juli?Juli arregala bem os olhos e a boca num "aaaahhhh" de surpresa, me encara, e pergunta pra AnaJuli - Por que você me chamou de cunhada?
Ana - Não não, me enganei kkk
Juli - Dá logo, cê não errou... por quê? Cê contou pra ela?Eu levanto e separo as mãos num gesto denão sei de nadaE a Juli começou a ficar nervosa (tipo, não brava) e enchia o saco da Ana enfiando o dedo na costela e essas merdas pra arrancar informação dela, até que...Ana - Dá pra ver na tua cara, boba. Tu foi embora morrendo de sono, volta com cara de feliz aniversário e ainda me joga essa.melhor do que nunca, é óbvio.
Juli - Uuuh, tá tão na cara assim? Então amiga, você viu que a gente conversou sobre isso hoje...
Eu - Como assim? Como que vocês conversaram sobre isso? Eu tava me fazendo de desentendido.
Ana - Siiim, é que num rolê a gente teve uma conversa de mina, e ela me contou que queria te dar uns tapas na buceta.
Juli - ANA!!! Não foi isso que eu disse.Nós dois gozamos porque, como vocês já sabem, a Ana já tinha me contado tudo, e a Juli não disse aquilo.
Nisso, vai um abraço, vem outro... fomos dormir com a Juli. Deitamos, ela de sutiã e fio dental, e eu peladão. Eu, de tanta excitação (não de tesão, mas de ter realizado aquela espécie de sonho), não conseguia dormir, e só de pensar que ela estava dormindo comigo, sentia um formigamento na pica o tempo todo, até que num momento ela vira pro outro lado, e eu aproveitei pra colar de conchinha, mas claro, eu tava pelado, então era uma encostada danada com a pica dura. Daí a pouco ela tossiu, pegou minha mão com a qual eu tava abraçando ela, e levou até um peito. Pra quê? Fiquei mais excitado ainda. Comecei a amassar, achando que ela tava acordada, mas entre murmúrios ouvi ela dizer...Juli - Botei o pau nela, e o gozo, e tô todo, a filha da puta(Eu acho que era, Belu, tu não sabe, eu comi ele, ele apalpou meus peitos, aquele pau, Deussss)* A Belu é a melhor amiga dela, me contou no dia seguinte, porque eu só perguntei quem era, nada mais.Então naquele momento eu entendi que tava sonhando, e não sabia se ia em frente ou não, por isso resolvi fazer um barulhinho pra acordar ela ou pelo menos cortar o sonho dela, e transar. Ela tinha um cinzeiro de metal na mesinha de cabeceira. Joguei ele no chão e quando ela acordou...Juli - O que foi?
Eu - Deve ter sido a puta, porque vi ele saindo rápido.aí soltei a mão da teta dela, peguei na minha pica e coloquei entre as nádegas dela. Comecei a me mover devagar, até receber um...Juli - Meu amor, ainda tá com vontade de foder?(Sim, por incrível que pareça, ela soltou um "meu amor")Eu - Com você eu sempre tô afim, mas hoje faltou algo e a pica tá me pedindo desde que a gente transou.
Juli - O quê?
Eu - Vaiii... não se faz - ela percebe-
Juli - A bunda? Você vai me fazer doer e eu vou gritar, dorme, vai.
Eu - Você quer que eu faça um suco de maçã aí dentro ou não?(Fez-se um silêncio porque ela não entendeu, e eu fiz o gesto do dedo entrando num buraco)Juli - Siii, adorei essa pica, mas agora você vai me fazer doer, outro dia a gente vê.
Eu - Não, senhora, seu pau implora por isso, eu vou fazer bem devagar, mas pega um travesseiro e morde ele no final.

Então, automaticamente coloquei ela de quatro, chupei a buceta dela até não aguentar mais, mordisquei aquela raba enorme, amassei os peitos dela balançando, e quando eu tava com a pica dura, beeem devagar, comecei a forçar, a tentar, entrava um pouquinho, depois a cabeça, até que entrou metade da pica, daí dei umas bombadas de boa, e depois meti forte, bem forte no cu dela, ela alternava entre morder o travesseiro e levantar a cabeça, boca aberta fazendo um gemido abafado. As caras de prazer são impossíveis de explicar, e tudo isso me deixava cada vez mais louco, até que não aguentei mais e enchi o cu dela de porra.

Desculpa se foi longo pra caralho, mas vocês pediram tanto, tinha que contar do melhor jeito possível. São 4 da manhã, vou dormir, espero que curtam, deem upvote e comentem algo legal. Quem é mala, se segura.

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