Mama 20
No dia seguinte depois de ter perturbado a vovó à noite, acordei, não surpreendentemente, tarde. Tomei um banho depois de acordar e desci, mas não tinha ninguém, só um bilhete da Cinthia dizendo que levaria a vovó a uma consulta médica. Fiquei me perguntando se eu tinha machucado ela na noite anterior, talvez fui muito bruto ou ela se excitou demais e teve alguns problemas. Tava um pouco preocupado, mas teria que esperar elas chegarem pra perguntar. Comi alguma coisa e depois fui nadar um pouco na piscina, e como não tinha ninguém, nadei completamente pelado. Foi uma delícia.
— O que você tá fazendo?
— Tô nadando, que horas você chegou?
— Cê tá nadando pelado na minha piscina?
— Bom… sim, não quer tentar também?
Essa última pergunta eu fiz querendo fazer ela sentir que nadar pelado é uma prática normal e que não me visse como um tarado, mas saiu o contrário. A Cinthia, que tava confusa ao me ver pelado na água, depois que fiz a pergunta mudou pra uma cara entre surpresa e irritada, porque fez uma careta abrindo a boca e soltou um som de quem se sentiu ofendida. Quis me explicar que não tava falando pra ela nadar naquele momento pelada comigo, mas ela levou as mãos pros peitos como se escondendo eles, se virou e entrou em casa apressada. Eu só fiquei olhando ela entrar e não pude deixar de reparar nas pernas dela, porque ela tava de vestido, a barriga já tava aparecendo um pouco mais e os peitos já tavam maiores, talvez por isso ela escondeu eles. Fiquei mais uns momentos e depois saí com cuidado pra Cinthia não me ver, não queria piorar as coisas, e fui me trocar. Depois de tomar um banho e me trocar, desci e a Cinthia tava no sofá com o celular. Sentei no sofá maior e não falei nada, só liguei a TV e coloquei um filme.
Consegui perceber de canto de olho que ela tava me olhando, mas não quis virar pra ver pra ela não vir me encher o saco. Ela tem o gênio forte da mamãe, e pensar nisso me fez sentir falta dela. Depois de alguns instantes, ela parou de olhar pro celular, se levantou e foi pra cozinha. Não dei importância, mas depois ela voltou e sentou do meu lado no sofá grande, colocou as pernas na mesinha de centro e o vestido dela estava bem pra cima. Achei estranho ela sentar tão perto de mim, e aí ela colocou um dos braços atrás de mim, me abraçando e puxando pra perto dela. Senti um dos peitos dela no meu ombro, macio e cheio, quase estourando de tão cheio.
A situação já tava muito estranha, mas eu ainda me recusava a olhar pra ela. Fingia que não tava acontecendo nada, mas era mais nervoso do que outra coisa. — Cadê a vó? — perguntei com a voz meio trêmula, tentando me acalmar. — Tá na consulta dela no médico e depois vai sair com as amigas. — Ela passou mal ou algo assim? — Depois do que você fez com ela ontem à noite, ela tem sorte de não ter tido um infarto.
As palavras dela me deixaram gelado. Será que ela tinha nos visto? Era por isso que a porta tava aberta? E, principalmente, será que machuquei a vó? Todas essas perguntas passaram pela minha cabeça e me deixaram paralisado. — Relaxa, não vou contar pra ninguém. Você é um pervertido, não sabia que você curtia pés. — Eu não... — Fica tranquilo, teu segredo tá seguro. Mas quando vi vocês ontem à noite, muitas coisas fizeram sentido. No começo, me perguntava por que te mandaram pra cá comigo, mas agora entendo. — Ela falou com um tom de voz meio provocante, me apertando mais contra o peito dela, que por tudo que ela tava dizendo, já não parecia mais tão bom assim. — Então, com quem você fez isso? Com a Sarah ou com a mãe? — Cinthia, não é o que você tá pensando... — Não mente pra mim, senão eu conto pra mãe o que você fez com a vó e vão te mandar pro vô, e acho que você não vai gostar dos pés dele. — Pronto, tava me chantageando de novo. — Então, com quem? — Só olhei pra ela e fiz uma careta com a boca e os olhos. — Você é um verdadeiro Don Juan, fez com as duas, e agora com a vó. — Não, com ela não fiz nada. Só brincamos um pouco, mas não enfiei. — Entendi. Então era por isso que você queria... Nadar contigo pelada, hein? Quer pegar todas as mulheres da família?
— Não, eu só tava falando pra...
— Então não vai poder, pelo menos não comigo. Sou uma mulher casada e tô esperando um bebê, o que com certeza me faz parecer muito gorda e pouco gostosa.
— Não, nada disso...
— Me diz, você acha que eu sou gostosa assim com essa barriga e essas coisas enormes que apareceram?
— Bom, Cinthia, isso te deixa ainda mais gostosa.
— Sério que você ia querer ficar com uma mulher que tem os pés inchados, os peitos cheios de leite e uma barrigona de grávida?
— Bom, eu...
— Conhecendo o tarado que você é, com certeza sim. Você é doente, olha só, já até tá de pau duro.
Era verdade: por cima do meu short já dava pra ver minha ereção por tudo que ela tava me dizendo, e eu não consegui evitar nem esconder. Depois de tudo isso, Cinthia levantou e foi embora, subiu as escadas e acho que entrou no quarto dela. Eu aproveitei pra tirar meu pau pra fora, porque não aguentava mais, e comecei a me tocar. Uns momentos depois, alguém sentou do meu lado de novo. Era Cinthia. Eu não tinha notado quando ela desceu, e agora tava ali do meu lado, e eu com a bagaça de fora. Tentei guardar, mas ela segurou minha mão e mandou eu continuar vendo o filme e não me mexer. Pegou meu pau com a mão meio fria, mas isso só aumentou a sensação e deixou ele mais duro. Começou a bater uma pra mim enquanto olhava pra minha cara e pras caretas que eu fazia quando ela puxava pra trás.
— Não olha pra mim, olha o filme — falou bem fria, enquanto continuava me masturbando.
Pra ser sincero, ela não fazia muito bem, porque puxava de um jeito brusco, muito pra cima e muito pra baixo, e embora fosse gostoso pra caralho, eu demorava pra gozar. O simples fato de Cinthia estar me masturbando já era erótico o bastante pra me fazer gozar rápido, mas a inexperiência dela dificultava um pouco. Mesmo assim, eu tava muito, muito excitado, e de vez em quando ajudava ela um pouco pra ficar melhor. Num momento, peguei a mão dela e comecei a mover. Tava me masturbando com a mão da minha... mana. Depois de um tempo, quando eu tava quase terminando, deixei ela continuar sozinha. Ela teve que sacudir a mão várias vezes porque cansava, mas no final pegou muita energia e começou a bater uma pra mim bem rápido. Doía um pouco, mas ela não parava, e a dor virou prazer. Sem parar nem um segundo, com uma cara de cansada, continuou sem parar até que, finalmente. Eu me tensionei muito, segurando o máximo que dava, mas no final ela me venceu. Gozei pra tudo que é lado no tapete, na mesa de centro, no meu short e na mão dela. — Já era hora, você tava segurando demais — Depois de me soltar e ver a mão dela cheia do meu gozo, me surpreendi com o que ela fez. Ela levou um dos dedos à boca e lambeu, fazendo uma careta de nojo, depois se levantou e foi lavar a mão. Eu fiquei meio dolorido e bem relaxado depois que a Cinthia bateu uma pra mim.
No dia seguinte depois de ter perturbado a vovó à noite, acordei, não surpreendentemente, tarde. Tomei um banho depois de acordar e desci, mas não tinha ninguém, só um bilhete da Cinthia dizendo que levaria a vovó a uma consulta médica. Fiquei me perguntando se eu tinha machucado ela na noite anterior, talvez fui muito bruto ou ela se excitou demais e teve alguns problemas. Tava um pouco preocupado, mas teria que esperar elas chegarem pra perguntar. Comi alguma coisa e depois fui nadar um pouco na piscina, e como não tinha ninguém, nadei completamente pelado. Foi uma delícia.
— O que você tá fazendo?
— Tô nadando, que horas você chegou?
— Cê tá nadando pelado na minha piscina?
— Bom… sim, não quer tentar também?
Essa última pergunta eu fiz querendo fazer ela sentir que nadar pelado é uma prática normal e que não me visse como um tarado, mas saiu o contrário. A Cinthia, que tava confusa ao me ver pelado na água, depois que fiz a pergunta mudou pra uma cara entre surpresa e irritada, porque fez uma careta abrindo a boca e soltou um som de quem se sentiu ofendida. Quis me explicar que não tava falando pra ela nadar naquele momento pelada comigo, mas ela levou as mãos pros peitos como se escondendo eles, se virou e entrou em casa apressada. Eu só fiquei olhando ela entrar e não pude deixar de reparar nas pernas dela, porque ela tava de vestido, a barriga já tava aparecendo um pouco mais e os peitos já tavam maiores, talvez por isso ela escondeu eles. Fiquei mais uns momentos e depois saí com cuidado pra Cinthia não me ver, não queria piorar as coisas, e fui me trocar. Depois de tomar um banho e me trocar, desci e a Cinthia tava no sofá com o celular. Sentei no sofá maior e não falei nada, só liguei a TV e coloquei um filme.
Consegui perceber de canto de olho que ela tava me olhando, mas não quis virar pra ver pra ela não vir me encher o saco. Ela tem o gênio forte da mamãe, e pensar nisso me fez sentir falta dela. Depois de alguns instantes, ela parou de olhar pro celular, se levantou e foi pra cozinha. Não dei importância, mas depois ela voltou e sentou do meu lado no sofá grande, colocou as pernas na mesinha de centro e o vestido dela estava bem pra cima. Achei estranho ela sentar tão perto de mim, e aí ela colocou um dos braços atrás de mim, me abraçando e puxando pra perto dela. Senti um dos peitos dela no meu ombro, macio e cheio, quase estourando de tão cheio.
A situação já tava muito estranha, mas eu ainda me recusava a olhar pra ela. Fingia que não tava acontecendo nada, mas era mais nervoso do que outra coisa. — Cadê a vó? — perguntei com a voz meio trêmula, tentando me acalmar. — Tá na consulta dela no médico e depois vai sair com as amigas. — Ela passou mal ou algo assim? — Depois do que você fez com ela ontem à noite, ela tem sorte de não ter tido um infarto.
As palavras dela me deixaram gelado. Será que ela tinha nos visto? Era por isso que a porta tava aberta? E, principalmente, será que machuquei a vó? Todas essas perguntas passaram pela minha cabeça e me deixaram paralisado. — Relaxa, não vou contar pra ninguém. Você é um pervertido, não sabia que você curtia pés. — Eu não... — Fica tranquilo, teu segredo tá seguro. Mas quando vi vocês ontem à noite, muitas coisas fizeram sentido. No começo, me perguntava por que te mandaram pra cá comigo, mas agora entendo. — Ela falou com um tom de voz meio provocante, me apertando mais contra o peito dela, que por tudo que ela tava dizendo, já não parecia mais tão bom assim. — Então, com quem você fez isso? Com a Sarah ou com a mãe? — Cinthia, não é o que você tá pensando... — Não mente pra mim, senão eu conto pra mãe o que você fez com a vó e vão te mandar pro vô, e acho que você não vai gostar dos pés dele. — Pronto, tava me chantageando de novo. — Então, com quem? — Só olhei pra ela e fiz uma careta com a boca e os olhos. — Você é um verdadeiro Don Juan, fez com as duas, e agora com a vó. — Não, com ela não fiz nada. Só brincamos um pouco, mas não enfiei. — Entendi. Então era por isso que você queria... Nadar contigo pelada, hein? Quer pegar todas as mulheres da família?
— Não, eu só tava falando pra...
— Então não vai poder, pelo menos não comigo. Sou uma mulher casada e tô esperando um bebê, o que com certeza me faz parecer muito gorda e pouco gostosa.
— Não, nada disso...
— Me diz, você acha que eu sou gostosa assim com essa barriga e essas coisas enormes que apareceram?
— Bom, Cinthia, isso te deixa ainda mais gostosa.
— Sério que você ia querer ficar com uma mulher que tem os pés inchados, os peitos cheios de leite e uma barrigona de grávida?
— Bom, eu...
— Conhecendo o tarado que você é, com certeza sim. Você é doente, olha só, já até tá de pau duro.
Era verdade: por cima do meu short já dava pra ver minha ereção por tudo que ela tava me dizendo, e eu não consegui evitar nem esconder. Depois de tudo isso, Cinthia levantou e foi embora, subiu as escadas e acho que entrou no quarto dela. Eu aproveitei pra tirar meu pau pra fora, porque não aguentava mais, e comecei a me tocar. Uns momentos depois, alguém sentou do meu lado de novo. Era Cinthia. Eu não tinha notado quando ela desceu, e agora tava ali do meu lado, e eu com a bagaça de fora. Tentei guardar, mas ela segurou minha mão e mandou eu continuar vendo o filme e não me mexer. Pegou meu pau com a mão meio fria, mas isso só aumentou a sensação e deixou ele mais duro. Começou a bater uma pra mim enquanto olhava pra minha cara e pras caretas que eu fazia quando ela puxava pra trás.
— Não olha pra mim, olha o filme — falou bem fria, enquanto continuava me masturbando.
Pra ser sincero, ela não fazia muito bem, porque puxava de um jeito brusco, muito pra cima e muito pra baixo, e embora fosse gostoso pra caralho, eu demorava pra gozar. O simples fato de Cinthia estar me masturbando já era erótico o bastante pra me fazer gozar rápido, mas a inexperiência dela dificultava um pouco. Mesmo assim, eu tava muito, muito excitado, e de vez em quando ajudava ela um pouco pra ficar melhor. Num momento, peguei a mão dela e comecei a mover. Tava me masturbando com a mão da minha... mana. Depois de um tempo, quando eu tava quase terminando, deixei ela continuar sozinha. Ela teve que sacudir a mão várias vezes porque cansava, mas no final pegou muita energia e começou a bater uma pra mim bem rápido. Doía um pouco, mas ela não parava, e a dor virou prazer. Sem parar nem um segundo, com uma cara de cansada, continuou sem parar até que, finalmente. Eu me tensionei muito, segurando o máximo que dava, mas no final ela me venceu. Gozei pra tudo que é lado no tapete, na mesa de centro, no meu short e na mão dela. — Já era hora, você tava segurando demais — Depois de me soltar e ver a mão dela cheia do meu gozo, me surpreendi com o que ela fez. Ela levou um dos dedos à boca e lambeu, fazendo uma careta de nojo, depois se levantou e foi lavar a mão. Eu fiquei meio dolorido e bem relaxado depois que a Cinthia bateu uma pra mim.

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