Depois de um dia exaustivo na empresa onde trabalho, decidi levar o ferreiro que tinha feito um serviço excepcional no escritório para fazer umas grades no quintal dos fundos da minha casa. Ao chegar, abri a porta e cumprimentei minha esposa, que estava bem na entrada.
Imediatamente, notei como os olhos do ferreiro desviaram para os peitos da minha esposa. Ela, sem perceber no começo, sorriu educadamente e ofereceu uma bebida. Mas o olhar do ferreiro não tirava os olhos dela.
Enquanto mostrava o quintal e explicava o trabalho a ser feito, minha esposa se retirou, a silhueta dela marcada por uma calça justa. Ao vê-la sair, o ferreiro parecia hipnotizado pela bunda dela. Dava pra ver como a virilha dele começava a reagir de forma evidente à visão, o que me deixou com uma mistura de irritação e surpresa.
Decidi então me apressar pra terminar a conversa sobre o serviço das grades, esperando que o profissionalismo dele voltasse e a gente pudesse manter a situação o mais normal possível. Mas enquanto discutia com o ferreiro os detalhes das grades pro quintal, notei que, embora os ouvidos dele parecessem me escutar, os olhos seguiam o movimento da minha esposa cada vez que ela se mexia pelo cômodo, especialmente focando na bunda dela.
Finalmente, combinamos que ele começaria o trabalho no dia seguinte. Na hora de se despedir, vi ele ajustar a calça e, ao fazer isso, não pude evitar notar o volume proeminente na virilha dele. Era inegável que o pau dele, claramente delineado pelo tecido, chegava até a metade da coxa, algo que me pegou de surpresa e me fez sentir uma mistura de desconforto e curiosidade diante da situação.
No dia seguinte, o ferreiro chegou cedo, apesar de ter quase 60 anos. O físico dele era impressionante, algo que não se esperava pra idade. Ele vestia uma regata que deixava ver os braços bem definidos e uma calça bem apertada que não deixava muito pra imaginação.
Minha esposa, ao recebê-lo, não conseguiu evitando que seus olhos fossem direto pro meio das pernas dele, reparando no volume considerável que marcava a roupa justa. Com uma mistura de surpresa e talvez uma certa curiosidade, ela ofereceu um café enquanto ele começava a preparar os materiais.
Fui trabalhar, deixando os dois em casa, com uma sensação estranha ao imaginar como o dia ia se desenrolar com aquele ferreiro de aparência tão imponente trabalhando no nosso quintal.
O ferreiro começou a trabalhar, e minha esposa, da discrição da sala de jantar, observava ele de longe, fora do campo de visão dele. Em certo momento, o ferreiro bateu na porta, pedindo permissão para trocar de roupa pra não se sujar durante o serviço.
Quando voltou, tava usando um short esportivo incrivelmente pequeno que, em vez de esconder, deixava ainda mais evidente o contorno da pica enorme dele. O tecido se ajustava de um jeito que cada movimento que ele fazia mostrava a protuberância do pau, algo que minha esposa não conseguiu deixar de notar, embora tentasse disfarçar a curiosidade voltando pras tarefas dela.
Ao meio-dia, liguei pra ela pra saber como tava indo tudo com o ferreiro em casa.
— Tudo bem, ele é muito trabalhador e calado — ela me disse, sem revelar que tinha ficado observando ele com um interesse além do profissional. Eu, sem desconfiar de nada, continuei meu dia.
Enquanto isso, minha esposa tinha decidido vestir um biquíni preto de renda que aparecia por baixo do vestido, talvez querendo chamar a atenção. Levou um copo d'água pro ferreiro, aproveitando a chance pra observar mais de perto aquela pica enorme que o short esportivo mal segurava, tudo isso enquanto eu tava completamente por fora da situação.
Enquanto o ferreiro bebia a água que minha esposa tinha levado, os olhos dele se fixaram nela, reparando no biquíni preto de renda que aparecia por baixo do vestido. Com uma careta evidente de tesão, ele ajeitou a pica, que já tava dura pra caralho e tinha crescido o suficiente fazendo com que a glande aparecesse por baixo da perna do short esportivo.
Minha esposa, sem desviar o olhar daquela visão impressionante, sentiu uma mistura de surpresa e excitação ao ver como a situação se intensificava, sabendo que os dois estavam jogando um jogo perigoso de olhares e desejos ocultos.
O ferreiro, aproveitando a situação, começou a puxar conversa com minha esposa, levando o papo para temas de duplo sentido e conotações sexuais. Enquanto falava, os olhos dele percorriam as curvas dela, visíveis graças ao biquíni de renda por baixo do vestido.
A cada palavra carregada de insinuação, o pau dele parecia ganhar vida própria, crescendo e se mexendo por baixo do short, como se quisesse participar da conversa. A tensão sexual ficava palpável, e minha esposa, embora consciente de que estavam brincando com fogo, respondia com sorrisos e comentários que só alimentavam o jogo erótico que se desenrolava diante dos meus olhos ausentes.
O ferreiro, com a voz mais rouca e carregada de desejo, começou a conversar com minha esposa, levando cada comentário para o terreno do sexo. Falava de como trabalhava "duro e fundo" no metal, fazendo um claro jogo de palavras enquanto olhava fixamente para o decote e os quadris dela.
— "Sabe, eu gosto de trabalhar com coisas que respondem às minhas mãos," disse ele, os olhos fixos no corpo da minha esposa, enquanto a ereção dele ficava cada vez mais evidente, quase pulando para fora do shortinho que mal a segurava. A glande já não só aparecia, agora praticamente se mostrava, marcando o contorno do pauzão que parecia pulsar a cada frase.
Minha esposa, sentindo a intensidade do olhar e das palavras, respondeu com um tom brincalhão, comentando sobre como era importante "saber lidar bem com as ferramentas", enquanto ajustava sutilmente o vestido, consciente de que cada movimento provocava ainda mais desejo no ferreiro. A conversa tinha virado um jogo de sedução, com cada frase mais explícita e cada olhar mais carregado de luxúria.
Enquanto minha esposa continuava falando, completamente hipnotizada pela visão daquela pica que parecia desafiar as leis da física por baixo do tecido do short, o ferreiro sentou num banco pra continuar o trabalho. Naquele momento, a pica dele, já sem contenção, saiu quase toda por baixo do short, se expondo em toda sua magnitude.
Minha esposa ficou literalmente sem palavras, os olhos fixos naquela visão impressionante, sentindo o corpo reagir à realidade crua e explícita na frente dela. O clima tava carregado de uma tensão sexual que nenhuma palavra conseguiria descrever, enquanto ela tentava se recompor, mas os olhos e pensamentos continuavam presos naquela imagem.
O ferreiro, vendo a reação da minha esposa, perguntou com uma voz cheia de segundas intenções:
— Tá bem?
Enquanto falava, a pica dele, que parecia ter vida própria, se mexeu como uma anaconda, ondulando devagar em cima do banco, cada movimento destacando o tamanho e a dureza. Minha esposa, quase sem respirar, só conseguiu balançar a cabeça, os olhos fixos naquele espetáculo tão cru e direto, incapaz de articular qualquer palavra por causa do choque e da excitação que a cena provocava nela.
O ferreiro, com a pica ainda dura e pulsando, avançou em direção à minha esposa com uma determinação que não deixava dúvidas sobre as intenções dele. Com uma mão firme, levantou o vestido da minha esposa, deixando à mostra a bunda linda dela, que brilhava sob a luz natural que entrava pelas janelas da sala. A pele dela parecia macia, convidativa, e o ferreiro não conseguiu evitar parar um momento pra admirar.
Sem mais delongas, pegou ela suavemente pelos ombros e guiou pra baixo, colocando ela de joelhos na frente dele. O pau dele, grosso e cheio de veias, apontava direto pro rosto dela, a ponta brilhando e levemente molhada de antecipação.
Ela abriu a boca, mas se deparou com um desafio imediato; a enormidade da Essa barra de carne era mais do que eu esperava. Ela tentou envolver os lábios em volta da cabeça grossa, mas a grossura do pau a obrigava a esticar a boca ao máximo. A veia saliente que corria ao longo da rola adicionava uma textura áspera que tornava a tarefa ainda mais difícil.
A cada tentativa de ir mais fundo na garganta, minha esposa lutava para respirar, os olhos marejados pelo esforço. O gosto salgado e terroso da pele dele preenchia os sentidos dela enquanto tentava acomodar mais daquela extensão, mas a realidade é que só conseguia pegar uma parte daquele membro impressionante. As mãos dela se moviam junto com a boca, tentando compensar o que os lábios não conseguiam abranger, deslizando sobre a carne dura e quente.
O ferreiro, observando cada esforço dela, a olhava com uma mistura de luxúria e admiração, curtindo a visão da luta dela para agradá-lo, o jeito que os lábios dela se esticavam e como os olhos dela encontravam os dele no meio do esforço para se adaptar ao tamanho.
Sem saber o que estava rolando na minha própria casa, resolvi ligar pra minha esposa pra avisar que chegaria mais tarde do que o esperado. Minha primeira e segunda chamada não foram atendidas, o que me fez franzir a testa de preocupação.
Na terceira tentativa, pra minha surpresa, não foi minha esposa quem atendeu, mas a voz grossa e levemente ofegante do ferreiro.
— Alô — ele disse, o tom com um claro toque de diversão —. Sua esposa saiu pro supermercado por um momento. Como você volta mais tarde, tenho mais tempo pra meter nela.
Depois, com uma voz que misturava autoridade e tesão, ele falou pra minha esposa:
— Continua chupando.
Eu, alheio a tudo isso, só ouvi as palavras da ligação.
O ferreiro, aproveitando o momento, levantou ela do chão com uma força que desmentia a idade dele. Elevou ela até o peito, e minha esposa instintivamente envolveu as pernas em volta dele, abraçando ele com força.
Com uma mão experiente, Ele puxou a tanga dela para o lado, deixando ela exposta. Sem mais enrolação, enfiou os 24 cm da pica dele nela, penetrando fundo. A sensação de ser preenchida por um tamanho daqueles fez minha esposa arquear as costas, o corpo dela incapaz de aguentar o prazer e a pressão daquela pica enorme, a respiração dela ofegante de choque e êxtase.
Depois de ter experimentado uma quantidade incontável de orgasmos, o ferreiro, com um movimento que mostrava seu domínio e experiência, levantou ela da pica dele, separando ela daquela união profunda que tinham compartilhado. O pau dele, ainda duro e brilhando com os fluidos dos dois, se soltou de dentro dela com um som molhado que ecoou no ar carregado de desejo.
Com a respiração ainda ofegante, o ferreiro encarou ela, os olhos cheios de uma mistura de satisfação e expectativa pelo que viria. Com uma voz que era ao mesmo tempo rouca e autoritária, ele disse:
— Hoje só vou te comer a buceta pra você se acostumar com minha poronga. Da próxima vez vai ser seu cuzinho lindo.
As palavras dele eram claras, carregadas de uma promessa de mais prazer, mais exploração, mais posse. A ideia de que aquilo era só o começo, que o corpo dela seria explorado ainda mais fundo na próxima vez, fez um novo arrepio de antecipação percorrer a pele dela.
Sem dar espaço pra ela se recuperar totalmente, o ferreiro continuou, a voz agora mais suave mas não menos imperativa:
— Agora chupa minha poronga, que quero te banhar de leite.
Ela, obedecendo aquela ordem carregada de desejo, se ajoelhou na frente dele, o corpo ainda tremendo dos orgasmos anteriores. Com uma paixão e uma desespero que refletiam o desejo acumulado, começou a chupar a poronga dele com avidez, a boca se movendo com urgência sobre ele, querendo tirar até a última gota de prazer.
O ferreiro, sentindo como cada movimento da boca dela o aproximava mais do clímax, finalmente chegou ao ponto sem volta. Com um gemido gutural, liberou uma carga do porra quente e grossa dele, enchendo a boca dela, cobrindo a cara e os peitos com o líquido viscoso, marcando ela com a essência dele.
Depois daquele momento de liberação, com uma voz agora mais calma mas com um tom de comando, ele disse:
— Limpa bem.
Ela, ainda sob o feitiço do que tinha acontecido, começou a limpar ele com uma mistura de devoção e submissão, garantindo que cada vestígio do encontro íntimo sumisse. Depois de limpo, o ferreiro guardou o pau dele, voltando à aparência de trabalhador normal, e continuou com a tarefa como se nada tivesse acontecido, o ritmo e a concentração inalterados.
Enquanto isso, minha esposa, exausta e dolorida pela intensidade daquela fodida, ficou ali, o corpo sentindo cada tremor e cada dor como lembrança do que viveu. A mistura de prazer e dor deixou ela num estado de exaustão que nunca tinha conhecido antes, os pensamentos uma mistura do que tinha sido e do que ainda poderia ser em encontros futuros.
Quando cheguei em casa, descobri que o ferreiro já tinha ido embora. O trabalho nas grades estava terminado, cada peça colocada com precisão e cuidado, mostrando a habilidade e profissionalismo dele. Mas tinha mais do que grades novas na minha casa.
Minha esposa, visivelmente exausta e com uma expressão que misturava prazer com uma dor surda, me recebeu. Não só o trabalho nas grades tinha sido completado, mas também um trabalho diferente, mais íntimo e pessoal. O corpo dela, marcado pela evidência do que tinha acontecido, estava cheio da porra do ferreiro, a pele ainda com restos daquele encontro. A buceta dela, evidentemente judiada, mostrava os sinais de ter sido submetida a uma pica de dimensões que tinha superado qualquer experiência anterior, deixando ela num estado de prazer e dor que era palpável em cada movimento.
Naquela noite, enquanto dormia do meu lado, as palavras do ferreiro ecoavam na cabeça dela, "da próxima vez vai ser pelo cu". Uma mistura Medo e curiosidade a envolviam, imaginando como seria sentir aquela porra tão grande no cu dela, um pensamento que a excitava e assustava na mesma medida. Assim, com a mente cheia de imagens e sensações antecipadas, ela pegou no sono, a calcinha fio dental encharcada pela umidade que essas ideias provocavam nela.
Imediatamente, notei como os olhos do ferreiro desviaram para os peitos da minha esposa. Ela, sem perceber no começo, sorriu educadamente e ofereceu uma bebida. Mas o olhar do ferreiro não tirava os olhos dela.
Enquanto mostrava o quintal e explicava o trabalho a ser feito, minha esposa se retirou, a silhueta dela marcada por uma calça justa. Ao vê-la sair, o ferreiro parecia hipnotizado pela bunda dela. Dava pra ver como a virilha dele começava a reagir de forma evidente à visão, o que me deixou com uma mistura de irritação e surpresa.
Decidi então me apressar pra terminar a conversa sobre o serviço das grades, esperando que o profissionalismo dele voltasse e a gente pudesse manter a situação o mais normal possível. Mas enquanto discutia com o ferreiro os detalhes das grades pro quintal, notei que, embora os ouvidos dele parecessem me escutar, os olhos seguiam o movimento da minha esposa cada vez que ela se mexia pelo cômodo, especialmente focando na bunda dela.
Finalmente, combinamos que ele começaria o trabalho no dia seguinte. Na hora de se despedir, vi ele ajustar a calça e, ao fazer isso, não pude evitar notar o volume proeminente na virilha dele. Era inegável que o pau dele, claramente delineado pelo tecido, chegava até a metade da coxa, algo que me pegou de surpresa e me fez sentir uma mistura de desconforto e curiosidade diante da situação.
No dia seguinte, o ferreiro chegou cedo, apesar de ter quase 60 anos. O físico dele era impressionante, algo que não se esperava pra idade. Ele vestia uma regata que deixava ver os braços bem definidos e uma calça bem apertada que não deixava muito pra imaginação.
Minha esposa, ao recebê-lo, não conseguiu evitando que seus olhos fossem direto pro meio das pernas dele, reparando no volume considerável que marcava a roupa justa. Com uma mistura de surpresa e talvez uma certa curiosidade, ela ofereceu um café enquanto ele começava a preparar os materiais.
Fui trabalhar, deixando os dois em casa, com uma sensação estranha ao imaginar como o dia ia se desenrolar com aquele ferreiro de aparência tão imponente trabalhando no nosso quintal.
O ferreiro começou a trabalhar, e minha esposa, da discrição da sala de jantar, observava ele de longe, fora do campo de visão dele. Em certo momento, o ferreiro bateu na porta, pedindo permissão para trocar de roupa pra não se sujar durante o serviço.
Quando voltou, tava usando um short esportivo incrivelmente pequeno que, em vez de esconder, deixava ainda mais evidente o contorno da pica enorme dele. O tecido se ajustava de um jeito que cada movimento que ele fazia mostrava a protuberância do pau, algo que minha esposa não conseguiu deixar de notar, embora tentasse disfarçar a curiosidade voltando pras tarefas dela.
Ao meio-dia, liguei pra ela pra saber como tava indo tudo com o ferreiro em casa.
— Tudo bem, ele é muito trabalhador e calado — ela me disse, sem revelar que tinha ficado observando ele com um interesse além do profissional. Eu, sem desconfiar de nada, continuei meu dia.
Enquanto isso, minha esposa tinha decidido vestir um biquíni preto de renda que aparecia por baixo do vestido, talvez querendo chamar a atenção. Levou um copo d'água pro ferreiro, aproveitando a chance pra observar mais de perto aquela pica enorme que o short esportivo mal segurava, tudo isso enquanto eu tava completamente por fora da situação.
Enquanto o ferreiro bebia a água que minha esposa tinha levado, os olhos dele se fixaram nela, reparando no biquíni preto de renda que aparecia por baixo do vestido. Com uma careta evidente de tesão, ele ajeitou a pica, que já tava dura pra caralho e tinha crescido o suficiente fazendo com que a glande aparecesse por baixo da perna do short esportivo.
Minha esposa, sem desviar o olhar daquela visão impressionante, sentiu uma mistura de surpresa e excitação ao ver como a situação se intensificava, sabendo que os dois estavam jogando um jogo perigoso de olhares e desejos ocultos.
O ferreiro, aproveitando a situação, começou a puxar conversa com minha esposa, levando o papo para temas de duplo sentido e conotações sexuais. Enquanto falava, os olhos dele percorriam as curvas dela, visíveis graças ao biquíni de renda por baixo do vestido.
A cada palavra carregada de insinuação, o pau dele parecia ganhar vida própria, crescendo e se mexendo por baixo do short, como se quisesse participar da conversa. A tensão sexual ficava palpável, e minha esposa, embora consciente de que estavam brincando com fogo, respondia com sorrisos e comentários que só alimentavam o jogo erótico que se desenrolava diante dos meus olhos ausentes.
O ferreiro, com a voz mais rouca e carregada de desejo, começou a conversar com minha esposa, levando cada comentário para o terreno do sexo. Falava de como trabalhava "duro e fundo" no metal, fazendo um claro jogo de palavras enquanto olhava fixamente para o decote e os quadris dela.
— "Sabe, eu gosto de trabalhar com coisas que respondem às minhas mãos," disse ele, os olhos fixos no corpo da minha esposa, enquanto a ereção dele ficava cada vez mais evidente, quase pulando para fora do shortinho que mal a segurava. A glande já não só aparecia, agora praticamente se mostrava, marcando o contorno do pauzão que parecia pulsar a cada frase.
Minha esposa, sentindo a intensidade do olhar e das palavras, respondeu com um tom brincalhão, comentando sobre como era importante "saber lidar bem com as ferramentas", enquanto ajustava sutilmente o vestido, consciente de que cada movimento provocava ainda mais desejo no ferreiro. A conversa tinha virado um jogo de sedução, com cada frase mais explícita e cada olhar mais carregado de luxúria.
Enquanto minha esposa continuava falando, completamente hipnotizada pela visão daquela pica que parecia desafiar as leis da física por baixo do tecido do short, o ferreiro sentou num banco pra continuar o trabalho. Naquele momento, a pica dele, já sem contenção, saiu quase toda por baixo do short, se expondo em toda sua magnitude.
Minha esposa ficou literalmente sem palavras, os olhos fixos naquela visão impressionante, sentindo o corpo reagir à realidade crua e explícita na frente dela. O clima tava carregado de uma tensão sexual que nenhuma palavra conseguiria descrever, enquanto ela tentava se recompor, mas os olhos e pensamentos continuavam presos naquela imagem.
O ferreiro, vendo a reação da minha esposa, perguntou com uma voz cheia de segundas intenções:
— Tá bem?
Enquanto falava, a pica dele, que parecia ter vida própria, se mexeu como uma anaconda, ondulando devagar em cima do banco, cada movimento destacando o tamanho e a dureza. Minha esposa, quase sem respirar, só conseguiu balançar a cabeça, os olhos fixos naquele espetáculo tão cru e direto, incapaz de articular qualquer palavra por causa do choque e da excitação que a cena provocava nela.
O ferreiro, com a pica ainda dura e pulsando, avançou em direção à minha esposa com uma determinação que não deixava dúvidas sobre as intenções dele. Com uma mão firme, levantou o vestido da minha esposa, deixando à mostra a bunda linda dela, que brilhava sob a luz natural que entrava pelas janelas da sala. A pele dela parecia macia, convidativa, e o ferreiro não conseguiu evitar parar um momento pra admirar.
Sem mais delongas, pegou ela suavemente pelos ombros e guiou pra baixo, colocando ela de joelhos na frente dele. O pau dele, grosso e cheio de veias, apontava direto pro rosto dela, a ponta brilhando e levemente molhada de antecipação.
Ela abriu a boca, mas se deparou com um desafio imediato; a enormidade da Essa barra de carne era mais do que eu esperava. Ela tentou envolver os lábios em volta da cabeça grossa, mas a grossura do pau a obrigava a esticar a boca ao máximo. A veia saliente que corria ao longo da rola adicionava uma textura áspera que tornava a tarefa ainda mais difícil.
A cada tentativa de ir mais fundo na garganta, minha esposa lutava para respirar, os olhos marejados pelo esforço. O gosto salgado e terroso da pele dele preenchia os sentidos dela enquanto tentava acomodar mais daquela extensão, mas a realidade é que só conseguia pegar uma parte daquele membro impressionante. As mãos dela se moviam junto com a boca, tentando compensar o que os lábios não conseguiam abranger, deslizando sobre a carne dura e quente.
O ferreiro, observando cada esforço dela, a olhava com uma mistura de luxúria e admiração, curtindo a visão da luta dela para agradá-lo, o jeito que os lábios dela se esticavam e como os olhos dela encontravam os dele no meio do esforço para se adaptar ao tamanho.
Sem saber o que estava rolando na minha própria casa, resolvi ligar pra minha esposa pra avisar que chegaria mais tarde do que o esperado. Minha primeira e segunda chamada não foram atendidas, o que me fez franzir a testa de preocupação.
Na terceira tentativa, pra minha surpresa, não foi minha esposa quem atendeu, mas a voz grossa e levemente ofegante do ferreiro.
— Alô — ele disse, o tom com um claro toque de diversão —. Sua esposa saiu pro supermercado por um momento. Como você volta mais tarde, tenho mais tempo pra meter nela.
Depois, com uma voz que misturava autoridade e tesão, ele falou pra minha esposa:
— Continua chupando.
Eu, alheio a tudo isso, só ouvi as palavras da ligação.
O ferreiro, aproveitando o momento, levantou ela do chão com uma força que desmentia a idade dele. Elevou ela até o peito, e minha esposa instintivamente envolveu as pernas em volta dele, abraçando ele com força.
Com uma mão experiente, Ele puxou a tanga dela para o lado, deixando ela exposta. Sem mais enrolação, enfiou os 24 cm da pica dele nela, penetrando fundo. A sensação de ser preenchida por um tamanho daqueles fez minha esposa arquear as costas, o corpo dela incapaz de aguentar o prazer e a pressão daquela pica enorme, a respiração dela ofegante de choque e êxtase.
Depois de ter experimentado uma quantidade incontável de orgasmos, o ferreiro, com um movimento que mostrava seu domínio e experiência, levantou ela da pica dele, separando ela daquela união profunda que tinham compartilhado. O pau dele, ainda duro e brilhando com os fluidos dos dois, se soltou de dentro dela com um som molhado que ecoou no ar carregado de desejo.
Com a respiração ainda ofegante, o ferreiro encarou ela, os olhos cheios de uma mistura de satisfação e expectativa pelo que viria. Com uma voz que era ao mesmo tempo rouca e autoritária, ele disse:
— Hoje só vou te comer a buceta pra você se acostumar com minha poronga. Da próxima vez vai ser seu cuzinho lindo.
As palavras dele eram claras, carregadas de uma promessa de mais prazer, mais exploração, mais posse. A ideia de que aquilo era só o começo, que o corpo dela seria explorado ainda mais fundo na próxima vez, fez um novo arrepio de antecipação percorrer a pele dela.
Sem dar espaço pra ela se recuperar totalmente, o ferreiro continuou, a voz agora mais suave mas não menos imperativa:
— Agora chupa minha poronga, que quero te banhar de leite.
Ela, obedecendo aquela ordem carregada de desejo, se ajoelhou na frente dele, o corpo ainda tremendo dos orgasmos anteriores. Com uma paixão e uma desespero que refletiam o desejo acumulado, começou a chupar a poronga dele com avidez, a boca se movendo com urgência sobre ele, querendo tirar até a última gota de prazer.
O ferreiro, sentindo como cada movimento da boca dela o aproximava mais do clímax, finalmente chegou ao ponto sem volta. Com um gemido gutural, liberou uma carga do porra quente e grossa dele, enchendo a boca dela, cobrindo a cara e os peitos com o líquido viscoso, marcando ela com a essência dele.
Depois daquele momento de liberação, com uma voz agora mais calma mas com um tom de comando, ele disse:
— Limpa bem.
Ela, ainda sob o feitiço do que tinha acontecido, começou a limpar ele com uma mistura de devoção e submissão, garantindo que cada vestígio do encontro íntimo sumisse. Depois de limpo, o ferreiro guardou o pau dele, voltando à aparência de trabalhador normal, e continuou com a tarefa como se nada tivesse acontecido, o ritmo e a concentração inalterados.
Enquanto isso, minha esposa, exausta e dolorida pela intensidade daquela fodida, ficou ali, o corpo sentindo cada tremor e cada dor como lembrança do que viveu. A mistura de prazer e dor deixou ela num estado de exaustão que nunca tinha conhecido antes, os pensamentos uma mistura do que tinha sido e do que ainda poderia ser em encontros futuros.
Quando cheguei em casa, descobri que o ferreiro já tinha ido embora. O trabalho nas grades estava terminado, cada peça colocada com precisão e cuidado, mostrando a habilidade e profissionalismo dele. Mas tinha mais do que grades novas na minha casa.
Minha esposa, visivelmente exausta e com uma expressão que misturava prazer com uma dor surda, me recebeu. Não só o trabalho nas grades tinha sido completado, mas também um trabalho diferente, mais íntimo e pessoal. O corpo dela, marcado pela evidência do que tinha acontecido, estava cheio da porra do ferreiro, a pele ainda com restos daquele encontro. A buceta dela, evidentemente judiada, mostrava os sinais de ter sido submetida a uma pica de dimensões que tinha superado qualquer experiência anterior, deixando ela num estado de prazer e dor que era palpável em cada movimento.
Naquela noite, enquanto dormia do meu lado, as palavras do ferreiro ecoavam na cabeça dela, "da próxima vez vai ser pelo cu". Uma mistura Medo e curiosidade a envolviam, imaginando como seria sentir aquela porra tão grande no cu dela, um pensamento que a excitava e assustava na mesma medida. Assim, com a mente cheia de imagens e sensações antecipadas, ela pegou no sono, a calcinha fio dental encharcada pela umidade que essas ideias provocavam nela.
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