Meu marido e eu nos conhecemos na universidade. Ele era um cara muito inteligente que estudava direito, e eu uma mulher muito curiosa que cursava jornalismo. Éramos muito jovens, uns garotos, e nos apaixonamos profundamente um pelo outro. Assim que terminamos nossas faculdades, começamos a trabalhar; ele num escritório de advocacia importante, e eu numa rede de TV conhecida, como repórter. Tínhamos que construir um futuro, e pra isso trabalhamos duro pra caralho, os dois.
A gente mal se via durante a semana. Meu marido entrava no trabalho às 8 da manhã e só saía às 8 da noite, até comia na mesa de trabalho, porque precisava construir uma boa reputação; e nos fins de semana ainda levava serviço pra casa. Eu, por minha vez, passava os dias indo e vindo por toda a geografia espanhola. Um dia tinha que cobrir um evento em Cádiz, no outro em Barcelona e no seguinte em Santiago de Compostela, então muitas vezes nem dormia em casa. Passava mais tempo com o cara que trabalhava como câmera de TV do que com qualquer outra pessoa do meu círculo.
Pelo menos, quando estávamos juntos, éramos um casal feliz, do nosso jeito.
Tentei engravidar um par de vezes, mas nas duas não deu certo. Tive dois abortos naturais, de poucas semanas, que, se não me deixaram sequelas físicas, psicologicamente me destruíram. Além disso, nos convencemos de que, com a vida que levávamos, era quase impossível ser pais. O melhor era viver nossa relação de casal, só nós dois.
Dos nossos encontros amorosos, no começo, eram apaixonados, às vezes até demais, porque lembro que quebramos uma cama do hotel onde passamos nossa lua de mel. Eu sempre tinha vontade de agradar ele, de fazer ele se sentir o melhor amante do mundo. Mesmo que às vezes ele tivesse tanta paixão que mal tinha beijos ou carícias ou qualquer outro prelúdio. Simplesmente se deitava em cima de mim e me penetrava com um ritmo frenético, até que ele gozava dentro de mim.
Mas os anos passam e a rotina diária e o trabalho duro fazem com que as relações sejam cada vez mais esporádicas, até quase inexistentes. Mas é algo normal, suponho. Da paixão da juventude à tranquila maturidade, é um processo natural que acontece com a maioria dos casais.
No entanto, tudo mudou um belo dia em que me mandaram fazer uma reportagem sobre sexshops e brinquedos eróticos.
Fomos eu e meu câmera para um grande estabelecimento para adultos no centro da cidade. Lá, tínhamos combinado previamente com o dono do negócio. Em troca de fazer publicidade para o comércio dele, ele nos deixaria gravar dentro do local e nos mostraria parte dos produtos que têm à venda. A verdade é que, tratando-se de um antro que comercializava sexo, eu imaginava algo mais sinistro, mais sujo e escuro. Em vez disso, o lugar estava muito limpo e iluminado; dava para perceber, de qualquer forma, que tinham investido muito dinheiro para deixar tudo moderno e de bom gosto. Fiquei positivamente surpresa!
A entrevista foi muito bem. O homem, um senhor de uns cinquenta e poucos anos, era um cara muito agradável e simpático. Ele foi nos mostrando uma série de artigos, muitos dos quais eram realmente incríveis. Tinha, é claro, vídeos e revistas pornográficas, todo tipo de lingerie para homem e mulher, bolas vaginais e anais, e dildos, consolos e plugs anais de todos os tamanhos, formas e cores imagináveis. De todos aqueles artigos, o que mais chamou minha atenção foi um arnês com um grande pênis de látex. Entre brincadeiras e sério, coloquei ele por cima da roupa. Amarrei as fitas daquele falo monstruoso nos meus quadris, e juro, pela primeira vez na minha vida, tive um tesão instantâneo, como nunca antes tinha sentido.
Não sei se foi a sensação de poder que sentia ao ter entre as pernas aquela porra de pau enorme, ou se minha imaginação me pregou uma peça, o fato é que fiquei toda molhada. Sentia toda a minha corpo ardendo. Um calor imenso que me queimava e me deixava louca de prazer. Minha buceta toda quente e completamente molhada dos meus fluidos. Por sorte, eu estava usando uma calça jeans que não deixava ver como aquele líquido vergonhoso escorria pelas minhas pernas, parecendo até que eu estava me mijando. O que não consegui esconder foram os bicos dos meus peitos, porque não uso sutiã e, através do tecido fino da minha blusa, eles deixaram à mostra a dureza das minhas auréolas.
Terminei a reportagem como pude, não sem reparar nos olhares que o dono do local deu para o meu decote. O homem percebeu perfeitamente o que tinha acontecido comigo e, com um sorrisinho sarcástico, me ofereceu o cinto e o consolo de presente, pela grande publicidade que eu tinha dado com aquela entrevista, ele disse.
No caminho de volta, conversando com meu colega, que era abertamente gay (e tínhamos total confiança e uma amizade enorme de anos trabalhando juntos), ele me disse: "me surpreendeu te ver com aquele pauzão entre as pernas", essas foram as palavras exatas dele. E, conversando sobre o assunto, ele acabou confessando que, para ele, que nunca tinha estado com nenhuma mulher, não se importaria de levar um pinto como o do cinto no cu, mesmo que fosse uma mulher enfiando.
Esse comentário excitou minha imaginação, e eu me vi arrombando a bundinha magra dele com o dildo descomunal. Quase tive outro orgasmo ali mesmo.
Assim que cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi ir para o chuveiro, ver se com a água fria acalmava um pouco aquele fogo sexual que eu estava sentindo. Esfreguei bem toda a minha buceta para limpar a gozada que eu tinha tido no Sexshop, mas quanto mais eu esfregava, mais eu ia me excitando de novo. Costumo fazer depilação brasileira, então quase não tinha pelos no púbis, então podia acariciar minha vulva e sentir todo o calor da minha mão naquela área tão sensível do meu corpo.
Não conseguia parar de pensar em mim mesma, fodendo o cu do meu marido enquanto metia e Tirei os dedos da minha mão direita pela abertura dos lábios da buceta, e passei de leve no meu clitóris. Com a mão esquerda, apertava os bicos dos meus peitos, que naquele momento estavam tão duros e encolhidos como dois grãos de bico grandes. Por um bom tempo, fiquei me dando tanto prazer, que acabei explodindo e soltei outra grande carga de líquido vaginal pela minha bucetinha aberta, gemendo e sussurrando: Que delícia!
Eu estava tão concentrada na minha punheta que nem percebi que meu marido estava ali, na porta do banheiro, de pé, me olhando com uma curiosidade sem vergonha, e pelo volume da calça dele, muito excitado. Mas deixei ele na vontade, porque fiquei com vergonha de ter sido pega me masturbando. Enrolei uma toalha no corpo e fui pro quarto. E lá, em cima da cama, estava o brinquedo que tinha me dado tanto prazer, mesmo sem ter usado de verdade.
Meu marido, que tinha me seguido até o quarto, viu o consolo na hora e assobiou de susto com o instrumento monstruoso.
– Que pica do caralho! – Ele disse. – Quer que a gente brinque com ele junto, meu amor?
Eu olhei pra ele com cara de safada e um sorriso de orelha a orelha, e aceitei na hora.
Tirei a toalha que estava usando, e me deitei na cama de casal com as pernas arqueadas e completamente abertas, mostrando aquele buraco quente da minha buceta, como um convite. Ele se pelou na maior velocidade. Me mostrando uma ereção que eu já conhecia muito bem. Quis meter em mim na hora, mas eu segurei esse primeiro impulso. Pela primeira vez na vida, fui eu quem tomou as rédeas do sexo. Pedi pra ele lamber toda a minha vulva, porque eu estava muito quente e queria sentir o frescor da língua molhada dele brincando no meu monte de Vênus. Ele, meio de má vontade, enfiou a cabeça entre minhas coxas e se preparou pra me dar prazer oral.
Ele enfiava e tirava a língua devagar da minha buceta. Pegava com os lábios dele os meus lábios vaginais. Eu apertava com força a cabeça dele contra minha pélvis. Eu o mantinha prisioneiro entre minhas mãos e pernas. Suspirava e gemia como uma louca, porque o prazer que estava sentindo há muito tempo não sentia. Só uma mulher sabe o que se sente quando um homem acaricia e lambe com tanta paixão dentro do seu corpo. Explicar isso é impossível pra mim. Mas todas vocês me entendem perfeitamente o que estou dizendo. Novamente veio outro orgasmo, o terceiro daquele dia; e fiquei ali deitada, exausta e ofegante como uma verdadeira cadela no cio.
Meu marido, com o rosto todo lambuzado dos meus fluidos, vendo que eu estava derrotada, subiu em cima de mim. Queria me montar como sempre, na posição missionária típica, mas eu não estava a fim de cumprir o papel de mulherzinha submissa de sempre. Naquele dia, eu estava muito excitada e tomei a iniciativa de novo. Assim que ele me penetrou com seu pau duríssimo, agarrei os glúteos dele com minhas mãos e massageei com força. Dei tapas na bunda dele sem piedade e, olhando com malícia, mordi um dos mamilos dele até fazê-lo gritar.
Ele, impassível, continuou com seu vai e vem enquanto eu cutucava com meus dedos a fenda do cu dele. Assim que alcancei o ânus dele, introduzi um dedo lá. Meu marido não acreditava, porque antes nunca tínhamos tentado nada parecido. Mas eu estava completamente fora de mim. A ideia de enfiar o consolador no cu dele me obcecava tanto que, sem pensar muito, não consegui evitar penetrar o apertado anel de carne dele com minha falange. Ele deu um pequeno grito, seguido de um suspiro abafado, mas não parou. Continuou me fodendo, com mais vigor ainda. Metia e tirava o pau dele da minha buceta, no mesmo ritmo que eu metia e tirava meu dedo do cu dele. Logo ele gozou dentro de mim, gemendo como nunca antes; enquanto eu continuava massageando a próstata dele com meu dedinho, brincando lá dentro.
Pela cara de felicidade que vi refletida no rosto dele, soube que estávamos diante de uma grande descoberta para nós dois. Contei pra ele toda a história que vivi no Sexshop, como o gerente da loja me deu aquele arnês de presente, o quanto as palavras do meu câmera me excitaram, e a puta vontade que eu tava de experimentar foder o cu de um homem com aquele consolo gigante. Ele me olhou meio estranho, inseguro; com medo, eu diria. Mas a reação dele, longe de me intimidar, me deu ainda mais asas. Fui pegar um pote de lubrificante que tenho na minha mesinha de cabeceira pra aquelas vezes que meu marido quer foder e eu tô com a buceta meio ressecada, e mostrando pra ele, me aproximei do meu homem com o lubrificante numa mão e o arnês na outra.
Pela cara dele, percebi que ia recusar, mas fui mais rápida. Beijei ele com paixão na boca. Enfiei minha língua até encontrar a dele. Chupei devagar e com delicadeza os lábios dele com os meus. E me sentei em cima dele pra impedir que fugisse daquela situação. Sussurrei no ouvido dele todos os argumentos que me vieram na cabeça pra tentar convencê-lo, e no final disse que assim ele me faria muito feliz e que, senão, eu ficaria muito insatisfeita e puta da vida. Ele acabou aceitando, mas não sem antes eu prometer que, se doesse muito e ele não aguentasse, eu pararia e nunca mais pediria de novo.
Eu tava solta. Não dava pra esperar nem mais um segundo. Meu corpo pedia pra me perder naquele labirinto de paixões descontroladas. Coloquei ele de bruços na cama, e como ele tava meio tenso, dei uma massagem leve nos ombros dele. Depois, beijei ele desde a nuca e fui descendo devagar, percorrendo com minha boca as costas largas dele, até chegar na bunda avantajada. Separei com as mãos as nádegas carnudas e peludas e enfiei minha língua entre as bandas dele, molhando toda aquela área. Enquanto isso, ele ronronava que nem uma putinha, apesar das reclamações, tava adorando minha manipulação naquela área tão sensível. E qual homem não gosta de ter o cu comido? Passei um bom tempo me entretendo em enfiar fundo minha língua no cuzinho apertado dele.
Logo em seguida, passei a aplicar nele Passei um pouco de lubrificante no esfíncter dele. Coloquei primeiro meu dedo indicador pra ele ir se acostumando aos poucos, pra não ser desagradável pra ele. Quando ele se adaptou ao vai e vem do meu dedo, enfiei dois juntos e fui dilatando mais o cu dele. Enquanto isso, meu marido mexia a bunda bem gostoso no ritmo das minhas investidas, então deduzi que, apesar das reclamações iniciais, ele tava adorando toda aquela situação. Pra terminar de abrir ele por completo, enfiei três dos meus dedos naquela abertura apertada dele. Eu tava ficando com tesão de novo com aquele espetáculo todo. Isso era a coisa mais safada e ousada que eu já tinha feito sexualmente na vida, e eu tava amando. Minha buceta começou a ficar molhada de novo, e até meu clitóris inchou mais que o normal, só de pensar em foder meu marido.
Sem pressa, mas sem parar, coloquei o arnês, amarrando firme na minha cintura. Segurei com as duas mãos o pênis gigante de látex, mal conseguia abraçar ele, e passei bastante lubrificante em toda a largura e comprimento daquele monstro destruidor de cus. Sentir meu sexo ardente pressionado pelo látex e pelo couro das tiras do arnês quase me fez gozar, antes mesmo de penetrar meu homem.
Aproximei devagar a ponta da pica artificial da entrada anal virgem e inexperiente do meu gato. Assim que ele sentiu o falo enorme pressionando o esfíncter intacto, apertou as nádegas instintivamente. Mas eu não ia desistir da minha fodida, então dei uns tapas com a mão aberta pra ele relaxar e aproveitar, tanto quanto eu, daquela violação no cu dele.
Ele reclamou pra caralho quando enfiei a pontinha da cabeça do dildo, mas mesmo assim entrou sem quase resistência, abrindo ele por completo e deixando ele indefeso contra minhas investidas.
Eu não aguentava mais esperar, tava morrendo de vontade de meter aquele instrumento inteiro nas entranhas do meu homem, tava louca pra foder ele. Por outro lado, ele não Parou de reclamar, de me dizer o quanto ia doer se eu continuasse com a penetração, mas não liguei para os protestos dela e fui enfiando no cu dela, centímetro por centímetro, toda a imensidão daquela pica monstruosa. Me senti no paraíso, quando finalmente o consolo inteiro entrou todo lá dentro das entranhas dela. Meu marido gemia bem alto e bufava, acho até que escapou uma lagriminha. Eu, no entanto, sentia um formigamento pelo corpo todo, e um calor abrasador no peito e na minha buceta, que nublava minha mente e só me deixava focar em consumar a violação do meu homem.
Apesar das reclamações e protestos iniciais do meu esposo, depois de um bom tempo fudendo o cu dele, vi pela falta de tensão no corpo que ele já tinha se acostumado a ser atravessado por aquela estaca de látex, e que estava relaxando graças ao massagem prostática que o consolo tava dando. Então, vendo ele tão à vontade, me veio a ideia de que a gente devia gravar aquela foda em vídeo, pra imortalizar e poder relembrar a qualquer hora.
No meio da loucura de foder meu marido, e totalmente sem vergonha, me deu na telha de chamar meu amigo e parceiro, o câmera gay, pra gente fazer um bom filme pornô caseiro. E falei na lata pro meu marido. Ele, que tava de bruços e com a bunda toda furada e cheia pelo dildo, me perguntou se eu tava louca. Claro que ele recusou que alguém visse ele levando no cu. Mas naquele dia nada ia me parar. E rapidão dei umas palmadas de novo no meu querido cônjuge, até calar as dúvidas medrosas dele. Gostasse ou não, era a minha grande foda e ia rolar do jeito que eu quisesse; sempre tinha sido ao contrário, todas as outras vezes, e já fazia anos, era ele quem mandava nas gozadas que a gente dava, mas hoje era eu quem ia impor minha vontade.
Tirei sem cerimônia o pauzão do cu trabalhado e pude ver que o A bunda dela era um círculo de carne perfeito. Ela tava toda aberta, com um buraco de quem levou muita pica gostosa por um bom tempo. Fiquei em êxtase vendo o trabalho espetacular que tava fazendo com aquele rabo e quase esqueci de fazer a ligação, mas logo lembrei que tinha que guardar pra sempre esse dia precioso, e disquei o número do meu colega.
Pela confiança de muitos anos trabalhando juntos, e todos os segredos íntimos que a gente tinha compartilhado nesse tempo, não tive problema nenhum em contar qual era meu projeto e que precisava dele pra realizar. De quebra, ia pagar uma grana pra ele, e assim ele fazia um extra. Ele aceitou numa boa, embora meio sem graça, pra ser sincera.
Ele não morava longe da nossa casa e sempre deixava o material de trabalho pronto caso a gente fosse chamado com urgência pela emissora de TV, então apareceu na nossa casa em poucos minutos. Fui recebê-lo com o pauzão balançando entre minhas pernas, completamente pelada, porque nada mais me inibia. Meu amigo se assustou ao me ver daquele jeito, mas sem fazer nenhum comentário, entrou na minha casa e começou a preparar tudo pra gravar o filme pornô caseiro.
Levei ele pro quarto onde meu marido ainda tava deitado na cama. Quando ouviu a campainha, ele se cobriu com os lençóis pra não ser visto com a bunda empinada. Mas eu, cheia de malícia, deixei ele de novo com o rabo de fora.
A reação do meu parceiro me surpreendeu, porque ele não tava nem um pouco irritado ou desconfortável com tudo aquilo; pelo contrário, parecia que tava se divertindo pra caralho com a situação. Assim que ele me deu sinal, voltei à ação.
Peguei o lubrificante de novo e passei de novo na pica grande. Enfiei meus dedos cheios de gel no cu do meu homem, e dessa vez ele não resistiu nem um pouco. Aproximei a cabeça de borracha do cu dele e, com uma enfiada de quadril, meti com ainda mais vontade, se é que isso é possível. Meu amigo não parava de se mexer. por todo o quarto gravando com a câmera dele de todos os ângulos possíveis. Dava pra ver que ele tava adorando o espetáculo que a gente tava oferecendo. Meu marido, pelo contrário, tava com a cara enfiada no travesseiro, acho que de vergonha. Mas isso, longe de me desanimar, me dava ainda mais tesão. Lá estava eu, humilhando ele e comendo a bunda dele. Tava tão safada que soltei outra carga dos meus sucos pela buceta.
O câmera pediu pra gente mudar de posição, e fez ele ficar de quatro, com toda a bunda dele exposta pros ataques do meu consolo. Antes de voltar pro vai e vem, ele deu um belo zoom no buraquinho anal dele, todo arrombado por mim. Pude ver que meu amigo tava com uma ereção do caralho, e vocês já tão imaginando o que me veio na cabeça naquele exato momento. Sem pensar duas vezes, desabotoei a calça dele e puxei pra baixo junto com a cueca, e é claro, lá estava o pau dele todo duro.
Enquanto isso, meu marido continuava com a cara enfiada no travesseiro, e não percebeu o que eu tava tramando. Por gestos, indiquei pro meu amigo gay que me passasse a câmera, que eu ia ser eu a gravar ele comendo meu esposo. Meu parceiro topou na hora, e tirando toda a roupa, se posicionou atrás do meu homem, que ainda não queria ver nada do que tava rolando. Ele se segurou bem na cintura dele e começou a penetrar ele analmente. Eu tava louca de tesão e enfiei a lente da câmera entre as pernas do meu amigo pra ver tudo nos mínimos detalhes.
Pude observar como ele encostava a cabecinha do pau na entrada do cu do meu marido. O gemido que ele soltou quando conseguiu entrar, rompendo a resistência do esfíncter, e como foi enfiando aos poucos toda aquela massa de carne dura no rabo dele. Acho que ele já tava totalmente entregue aos meus caprichos e manobras e se deixou levar. De perdido pro rio, como se diz. Por um bom tempo fiquei acariciando o pau dele enquanto ele levava por trás. Ele Ele reagiu automaticamente e ficou duro em poucos segundos. Eu estava gravando com uma mão e com a outra masturbava meu marido.
Por uns minutos intermináveis, ficamos nessa posição os três, até que mandei eles pararem, porque já via os dois perto de gozar e soltar toda a carga dos ovos deles. Mudamos de posição: agora meu marido estava deitado de barriga pra cima, meu amigo, de joelhos por trás, segurava as pernas dele pra cima, deixando acesso ao seu cuzinho bem usado, e eu montei, já sem o arnês nem a câmera, em cima da cara do meu homem, pronta pra fazer um boquete gostoso, enquanto ele era penetrado.
Enquanto ele enfiava a língua na minha bucetinha, eu me divertia engolindo o pau dele e vendo em close como uma e outra vez furaram o cu dele. Nós três gozamos quase ao mesmo tempo. Meu amigo dentro do cu do meu marido, ele na minha boca e eu na dele.
Caímos exaustos e felizes. Essa foi a primeira, de um monte de experiências, que compartilhamos juntos.
Espero que vocês tenham curtido essa experiência tanto quanto eu.
Até logo.
A gente mal se via durante a semana. Meu marido entrava no trabalho às 8 da manhã e só saía às 8 da noite, até comia na mesa de trabalho, porque precisava construir uma boa reputação; e nos fins de semana ainda levava serviço pra casa. Eu, por minha vez, passava os dias indo e vindo por toda a geografia espanhola. Um dia tinha que cobrir um evento em Cádiz, no outro em Barcelona e no seguinte em Santiago de Compostela, então muitas vezes nem dormia em casa. Passava mais tempo com o cara que trabalhava como câmera de TV do que com qualquer outra pessoa do meu círculo.
Pelo menos, quando estávamos juntos, éramos um casal feliz, do nosso jeito.
Tentei engravidar um par de vezes, mas nas duas não deu certo. Tive dois abortos naturais, de poucas semanas, que, se não me deixaram sequelas físicas, psicologicamente me destruíram. Além disso, nos convencemos de que, com a vida que levávamos, era quase impossível ser pais. O melhor era viver nossa relação de casal, só nós dois.
Dos nossos encontros amorosos, no começo, eram apaixonados, às vezes até demais, porque lembro que quebramos uma cama do hotel onde passamos nossa lua de mel. Eu sempre tinha vontade de agradar ele, de fazer ele se sentir o melhor amante do mundo. Mesmo que às vezes ele tivesse tanta paixão que mal tinha beijos ou carícias ou qualquer outro prelúdio. Simplesmente se deitava em cima de mim e me penetrava com um ritmo frenético, até que ele gozava dentro de mim.
Mas os anos passam e a rotina diária e o trabalho duro fazem com que as relações sejam cada vez mais esporádicas, até quase inexistentes. Mas é algo normal, suponho. Da paixão da juventude à tranquila maturidade, é um processo natural que acontece com a maioria dos casais.
No entanto, tudo mudou um belo dia em que me mandaram fazer uma reportagem sobre sexshops e brinquedos eróticos.
Fomos eu e meu câmera para um grande estabelecimento para adultos no centro da cidade. Lá, tínhamos combinado previamente com o dono do negócio. Em troca de fazer publicidade para o comércio dele, ele nos deixaria gravar dentro do local e nos mostraria parte dos produtos que têm à venda. A verdade é que, tratando-se de um antro que comercializava sexo, eu imaginava algo mais sinistro, mais sujo e escuro. Em vez disso, o lugar estava muito limpo e iluminado; dava para perceber, de qualquer forma, que tinham investido muito dinheiro para deixar tudo moderno e de bom gosto. Fiquei positivamente surpresa!
A entrevista foi muito bem. O homem, um senhor de uns cinquenta e poucos anos, era um cara muito agradável e simpático. Ele foi nos mostrando uma série de artigos, muitos dos quais eram realmente incríveis. Tinha, é claro, vídeos e revistas pornográficas, todo tipo de lingerie para homem e mulher, bolas vaginais e anais, e dildos, consolos e plugs anais de todos os tamanhos, formas e cores imagináveis. De todos aqueles artigos, o que mais chamou minha atenção foi um arnês com um grande pênis de látex. Entre brincadeiras e sério, coloquei ele por cima da roupa. Amarrei as fitas daquele falo monstruoso nos meus quadris, e juro, pela primeira vez na minha vida, tive um tesão instantâneo, como nunca antes tinha sentido.
Não sei se foi a sensação de poder que sentia ao ter entre as pernas aquela porra de pau enorme, ou se minha imaginação me pregou uma peça, o fato é que fiquei toda molhada. Sentia toda a minha corpo ardendo. Um calor imenso que me queimava e me deixava louca de prazer. Minha buceta toda quente e completamente molhada dos meus fluidos. Por sorte, eu estava usando uma calça jeans que não deixava ver como aquele líquido vergonhoso escorria pelas minhas pernas, parecendo até que eu estava me mijando. O que não consegui esconder foram os bicos dos meus peitos, porque não uso sutiã e, através do tecido fino da minha blusa, eles deixaram à mostra a dureza das minhas auréolas.
Terminei a reportagem como pude, não sem reparar nos olhares que o dono do local deu para o meu decote. O homem percebeu perfeitamente o que tinha acontecido comigo e, com um sorrisinho sarcástico, me ofereceu o cinto e o consolo de presente, pela grande publicidade que eu tinha dado com aquela entrevista, ele disse.
No caminho de volta, conversando com meu colega, que era abertamente gay (e tínhamos total confiança e uma amizade enorme de anos trabalhando juntos), ele me disse: "me surpreendeu te ver com aquele pauzão entre as pernas", essas foram as palavras exatas dele. E, conversando sobre o assunto, ele acabou confessando que, para ele, que nunca tinha estado com nenhuma mulher, não se importaria de levar um pinto como o do cinto no cu, mesmo que fosse uma mulher enfiando.
Esse comentário excitou minha imaginação, e eu me vi arrombando a bundinha magra dele com o dildo descomunal. Quase tive outro orgasmo ali mesmo.
Assim que cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi ir para o chuveiro, ver se com a água fria acalmava um pouco aquele fogo sexual que eu estava sentindo. Esfreguei bem toda a minha buceta para limpar a gozada que eu tinha tido no Sexshop, mas quanto mais eu esfregava, mais eu ia me excitando de novo. Costumo fazer depilação brasileira, então quase não tinha pelos no púbis, então podia acariciar minha vulva e sentir todo o calor da minha mão naquela área tão sensível do meu corpo.
Não conseguia parar de pensar em mim mesma, fodendo o cu do meu marido enquanto metia e Tirei os dedos da minha mão direita pela abertura dos lábios da buceta, e passei de leve no meu clitóris. Com a mão esquerda, apertava os bicos dos meus peitos, que naquele momento estavam tão duros e encolhidos como dois grãos de bico grandes. Por um bom tempo, fiquei me dando tanto prazer, que acabei explodindo e soltei outra grande carga de líquido vaginal pela minha bucetinha aberta, gemendo e sussurrando: Que delícia!
Eu estava tão concentrada na minha punheta que nem percebi que meu marido estava ali, na porta do banheiro, de pé, me olhando com uma curiosidade sem vergonha, e pelo volume da calça dele, muito excitado. Mas deixei ele na vontade, porque fiquei com vergonha de ter sido pega me masturbando. Enrolei uma toalha no corpo e fui pro quarto. E lá, em cima da cama, estava o brinquedo que tinha me dado tanto prazer, mesmo sem ter usado de verdade.
Meu marido, que tinha me seguido até o quarto, viu o consolo na hora e assobiou de susto com o instrumento monstruoso.
– Que pica do caralho! – Ele disse. – Quer que a gente brinque com ele junto, meu amor?
Eu olhei pra ele com cara de safada e um sorriso de orelha a orelha, e aceitei na hora.
Tirei a toalha que estava usando, e me deitei na cama de casal com as pernas arqueadas e completamente abertas, mostrando aquele buraco quente da minha buceta, como um convite. Ele se pelou na maior velocidade. Me mostrando uma ereção que eu já conhecia muito bem. Quis meter em mim na hora, mas eu segurei esse primeiro impulso. Pela primeira vez na vida, fui eu quem tomou as rédeas do sexo. Pedi pra ele lamber toda a minha vulva, porque eu estava muito quente e queria sentir o frescor da língua molhada dele brincando no meu monte de Vênus. Ele, meio de má vontade, enfiou a cabeça entre minhas coxas e se preparou pra me dar prazer oral.
Ele enfiava e tirava a língua devagar da minha buceta. Pegava com os lábios dele os meus lábios vaginais. Eu apertava com força a cabeça dele contra minha pélvis. Eu o mantinha prisioneiro entre minhas mãos e pernas. Suspirava e gemia como uma louca, porque o prazer que estava sentindo há muito tempo não sentia. Só uma mulher sabe o que se sente quando um homem acaricia e lambe com tanta paixão dentro do seu corpo. Explicar isso é impossível pra mim. Mas todas vocês me entendem perfeitamente o que estou dizendo. Novamente veio outro orgasmo, o terceiro daquele dia; e fiquei ali deitada, exausta e ofegante como uma verdadeira cadela no cio.
Meu marido, com o rosto todo lambuzado dos meus fluidos, vendo que eu estava derrotada, subiu em cima de mim. Queria me montar como sempre, na posição missionária típica, mas eu não estava a fim de cumprir o papel de mulherzinha submissa de sempre. Naquele dia, eu estava muito excitada e tomei a iniciativa de novo. Assim que ele me penetrou com seu pau duríssimo, agarrei os glúteos dele com minhas mãos e massageei com força. Dei tapas na bunda dele sem piedade e, olhando com malícia, mordi um dos mamilos dele até fazê-lo gritar.
Ele, impassível, continuou com seu vai e vem enquanto eu cutucava com meus dedos a fenda do cu dele. Assim que alcancei o ânus dele, introduzi um dedo lá. Meu marido não acreditava, porque antes nunca tínhamos tentado nada parecido. Mas eu estava completamente fora de mim. A ideia de enfiar o consolador no cu dele me obcecava tanto que, sem pensar muito, não consegui evitar penetrar o apertado anel de carne dele com minha falange. Ele deu um pequeno grito, seguido de um suspiro abafado, mas não parou. Continuou me fodendo, com mais vigor ainda. Metia e tirava o pau dele da minha buceta, no mesmo ritmo que eu metia e tirava meu dedo do cu dele. Logo ele gozou dentro de mim, gemendo como nunca antes; enquanto eu continuava massageando a próstata dele com meu dedinho, brincando lá dentro.
Pela cara de felicidade que vi refletida no rosto dele, soube que estávamos diante de uma grande descoberta para nós dois. Contei pra ele toda a história que vivi no Sexshop, como o gerente da loja me deu aquele arnês de presente, o quanto as palavras do meu câmera me excitaram, e a puta vontade que eu tava de experimentar foder o cu de um homem com aquele consolo gigante. Ele me olhou meio estranho, inseguro; com medo, eu diria. Mas a reação dele, longe de me intimidar, me deu ainda mais asas. Fui pegar um pote de lubrificante que tenho na minha mesinha de cabeceira pra aquelas vezes que meu marido quer foder e eu tô com a buceta meio ressecada, e mostrando pra ele, me aproximei do meu homem com o lubrificante numa mão e o arnês na outra.
Pela cara dele, percebi que ia recusar, mas fui mais rápida. Beijei ele com paixão na boca. Enfiei minha língua até encontrar a dele. Chupei devagar e com delicadeza os lábios dele com os meus. E me sentei em cima dele pra impedir que fugisse daquela situação. Sussurrei no ouvido dele todos os argumentos que me vieram na cabeça pra tentar convencê-lo, e no final disse que assim ele me faria muito feliz e que, senão, eu ficaria muito insatisfeita e puta da vida. Ele acabou aceitando, mas não sem antes eu prometer que, se doesse muito e ele não aguentasse, eu pararia e nunca mais pediria de novo.
Eu tava solta. Não dava pra esperar nem mais um segundo. Meu corpo pedia pra me perder naquele labirinto de paixões descontroladas. Coloquei ele de bruços na cama, e como ele tava meio tenso, dei uma massagem leve nos ombros dele. Depois, beijei ele desde a nuca e fui descendo devagar, percorrendo com minha boca as costas largas dele, até chegar na bunda avantajada. Separei com as mãos as nádegas carnudas e peludas e enfiei minha língua entre as bandas dele, molhando toda aquela área. Enquanto isso, ele ronronava que nem uma putinha, apesar das reclamações, tava adorando minha manipulação naquela área tão sensível. E qual homem não gosta de ter o cu comido? Passei um bom tempo me entretendo em enfiar fundo minha língua no cuzinho apertado dele.
Logo em seguida, passei a aplicar nele Passei um pouco de lubrificante no esfíncter dele. Coloquei primeiro meu dedo indicador pra ele ir se acostumando aos poucos, pra não ser desagradável pra ele. Quando ele se adaptou ao vai e vem do meu dedo, enfiei dois juntos e fui dilatando mais o cu dele. Enquanto isso, meu marido mexia a bunda bem gostoso no ritmo das minhas investidas, então deduzi que, apesar das reclamações iniciais, ele tava adorando toda aquela situação. Pra terminar de abrir ele por completo, enfiei três dos meus dedos naquela abertura apertada dele. Eu tava ficando com tesão de novo com aquele espetáculo todo. Isso era a coisa mais safada e ousada que eu já tinha feito sexualmente na vida, e eu tava amando. Minha buceta começou a ficar molhada de novo, e até meu clitóris inchou mais que o normal, só de pensar em foder meu marido.
Sem pressa, mas sem parar, coloquei o arnês, amarrando firme na minha cintura. Segurei com as duas mãos o pênis gigante de látex, mal conseguia abraçar ele, e passei bastante lubrificante em toda a largura e comprimento daquele monstro destruidor de cus. Sentir meu sexo ardente pressionado pelo látex e pelo couro das tiras do arnês quase me fez gozar, antes mesmo de penetrar meu homem.
Aproximei devagar a ponta da pica artificial da entrada anal virgem e inexperiente do meu gato. Assim que ele sentiu o falo enorme pressionando o esfíncter intacto, apertou as nádegas instintivamente. Mas eu não ia desistir da minha fodida, então dei uns tapas com a mão aberta pra ele relaxar e aproveitar, tanto quanto eu, daquela violação no cu dele.
Ele reclamou pra caralho quando enfiei a pontinha da cabeça do dildo, mas mesmo assim entrou sem quase resistência, abrindo ele por completo e deixando ele indefeso contra minhas investidas.
Eu não aguentava mais esperar, tava morrendo de vontade de meter aquele instrumento inteiro nas entranhas do meu homem, tava louca pra foder ele. Por outro lado, ele não Parou de reclamar, de me dizer o quanto ia doer se eu continuasse com a penetração, mas não liguei para os protestos dela e fui enfiando no cu dela, centímetro por centímetro, toda a imensidão daquela pica monstruosa. Me senti no paraíso, quando finalmente o consolo inteiro entrou todo lá dentro das entranhas dela. Meu marido gemia bem alto e bufava, acho até que escapou uma lagriminha. Eu, no entanto, sentia um formigamento pelo corpo todo, e um calor abrasador no peito e na minha buceta, que nublava minha mente e só me deixava focar em consumar a violação do meu homem.
Apesar das reclamações e protestos iniciais do meu esposo, depois de um bom tempo fudendo o cu dele, vi pela falta de tensão no corpo que ele já tinha se acostumado a ser atravessado por aquela estaca de látex, e que estava relaxando graças ao massagem prostática que o consolo tava dando. Então, vendo ele tão à vontade, me veio a ideia de que a gente devia gravar aquela foda em vídeo, pra imortalizar e poder relembrar a qualquer hora.
No meio da loucura de foder meu marido, e totalmente sem vergonha, me deu na telha de chamar meu amigo e parceiro, o câmera gay, pra gente fazer um bom filme pornô caseiro. E falei na lata pro meu marido. Ele, que tava de bruços e com a bunda toda furada e cheia pelo dildo, me perguntou se eu tava louca. Claro que ele recusou que alguém visse ele levando no cu. Mas naquele dia nada ia me parar. E rapidão dei umas palmadas de novo no meu querido cônjuge, até calar as dúvidas medrosas dele. Gostasse ou não, era a minha grande foda e ia rolar do jeito que eu quisesse; sempre tinha sido ao contrário, todas as outras vezes, e já fazia anos, era ele quem mandava nas gozadas que a gente dava, mas hoje era eu quem ia impor minha vontade.
Tirei sem cerimônia o pauzão do cu trabalhado e pude ver que o A bunda dela era um círculo de carne perfeito. Ela tava toda aberta, com um buraco de quem levou muita pica gostosa por um bom tempo. Fiquei em êxtase vendo o trabalho espetacular que tava fazendo com aquele rabo e quase esqueci de fazer a ligação, mas logo lembrei que tinha que guardar pra sempre esse dia precioso, e disquei o número do meu colega.
Pela confiança de muitos anos trabalhando juntos, e todos os segredos íntimos que a gente tinha compartilhado nesse tempo, não tive problema nenhum em contar qual era meu projeto e que precisava dele pra realizar. De quebra, ia pagar uma grana pra ele, e assim ele fazia um extra. Ele aceitou numa boa, embora meio sem graça, pra ser sincera.
Ele não morava longe da nossa casa e sempre deixava o material de trabalho pronto caso a gente fosse chamado com urgência pela emissora de TV, então apareceu na nossa casa em poucos minutos. Fui recebê-lo com o pauzão balançando entre minhas pernas, completamente pelada, porque nada mais me inibia. Meu amigo se assustou ao me ver daquele jeito, mas sem fazer nenhum comentário, entrou na minha casa e começou a preparar tudo pra gravar o filme pornô caseiro.
Levei ele pro quarto onde meu marido ainda tava deitado na cama. Quando ouviu a campainha, ele se cobriu com os lençóis pra não ser visto com a bunda empinada. Mas eu, cheia de malícia, deixei ele de novo com o rabo de fora.
A reação do meu parceiro me surpreendeu, porque ele não tava nem um pouco irritado ou desconfortável com tudo aquilo; pelo contrário, parecia que tava se divertindo pra caralho com a situação. Assim que ele me deu sinal, voltei à ação.
Peguei o lubrificante de novo e passei de novo na pica grande. Enfiei meus dedos cheios de gel no cu do meu homem, e dessa vez ele não resistiu nem um pouco. Aproximei a cabeça de borracha do cu dele e, com uma enfiada de quadril, meti com ainda mais vontade, se é que isso é possível. Meu amigo não parava de se mexer. por todo o quarto gravando com a câmera dele de todos os ângulos possíveis. Dava pra ver que ele tava adorando o espetáculo que a gente tava oferecendo. Meu marido, pelo contrário, tava com a cara enfiada no travesseiro, acho que de vergonha. Mas isso, longe de me desanimar, me dava ainda mais tesão. Lá estava eu, humilhando ele e comendo a bunda dele. Tava tão safada que soltei outra carga dos meus sucos pela buceta.
O câmera pediu pra gente mudar de posição, e fez ele ficar de quatro, com toda a bunda dele exposta pros ataques do meu consolo. Antes de voltar pro vai e vem, ele deu um belo zoom no buraquinho anal dele, todo arrombado por mim. Pude ver que meu amigo tava com uma ereção do caralho, e vocês já tão imaginando o que me veio na cabeça naquele exato momento. Sem pensar duas vezes, desabotoei a calça dele e puxei pra baixo junto com a cueca, e é claro, lá estava o pau dele todo duro.
Enquanto isso, meu marido continuava com a cara enfiada no travesseiro, e não percebeu o que eu tava tramando. Por gestos, indiquei pro meu amigo gay que me passasse a câmera, que eu ia ser eu a gravar ele comendo meu esposo. Meu parceiro topou na hora, e tirando toda a roupa, se posicionou atrás do meu homem, que ainda não queria ver nada do que tava rolando. Ele se segurou bem na cintura dele e começou a penetrar ele analmente. Eu tava louca de tesão e enfiei a lente da câmera entre as pernas do meu amigo pra ver tudo nos mínimos detalhes.
Pude observar como ele encostava a cabecinha do pau na entrada do cu do meu marido. O gemido que ele soltou quando conseguiu entrar, rompendo a resistência do esfíncter, e como foi enfiando aos poucos toda aquela massa de carne dura no rabo dele. Acho que ele já tava totalmente entregue aos meus caprichos e manobras e se deixou levar. De perdido pro rio, como se diz. Por um bom tempo fiquei acariciando o pau dele enquanto ele levava por trás. Ele Ele reagiu automaticamente e ficou duro em poucos segundos. Eu estava gravando com uma mão e com a outra masturbava meu marido.
Por uns minutos intermináveis, ficamos nessa posição os três, até que mandei eles pararem, porque já via os dois perto de gozar e soltar toda a carga dos ovos deles. Mudamos de posição: agora meu marido estava deitado de barriga pra cima, meu amigo, de joelhos por trás, segurava as pernas dele pra cima, deixando acesso ao seu cuzinho bem usado, e eu montei, já sem o arnês nem a câmera, em cima da cara do meu homem, pronta pra fazer um boquete gostoso, enquanto ele era penetrado.
Enquanto ele enfiava a língua na minha bucetinha, eu me divertia engolindo o pau dele e vendo em close como uma e outra vez furaram o cu dele. Nós três gozamos quase ao mesmo tempo. Meu amigo dentro do cu do meu marido, ele na minha boca e eu na dele.
Caímos exaustos e felizes. Essa foi a primeira, de um monte de experiências, que compartilhamos juntos.
Espero que vocês tenham curtido essa experiência tanto quanto eu.
Até logo.
2 comentários - Aproveitando a pegging