A história que vou contar aconteceu há algumas semanas, e desde então a vida sexual com minha parceira melhorou pra caralho.
Minha parceira se chama Elena. Estamos juntos há 4 anos, ambos temos 27 anos de idade.

Desde que nos conhecemos, confessamos que éramos bissexuais. Isso e a grande cumplicidade entre nós fez com que contássemos sem tabus todas as nossas preocupações, motivações, sonhos e fantasias. E embora eu nunca tenha experimentado com nenhum cara, ela de vez em quando me encorajou, dizendo que se eu quisesse… tinha carta branca… Mas a verdade é que não me animaria a fazer isso sozinho, pois sempre digo a ela que se algum dia experimentar com outro cara, será com ela participando também.
Com esses dois parágrafos, vocês podem entender que somos um casal de mente aberta, que não gosta de se impor limites. No sexo, sempre tentamos experimentar coisas novas juntos e muitas vezes fazemos isso vendo pornô e fantasiando sobre os atores e atrizes que aparecem.
Ela tem a mesma altura que eu, cerca de 1,80m, cabelo negro como ébano e um corpo cuidado na academia. Para mim, ela tem um corpo 10, com uns peitos incríveis e uma bunda bem macia.
Eu sou o Alex, magro, moreno, também atlético como ela e com leve pelos pelo corpo.
Esta história aconteceu há duas semanas, quando ambos tínhamos acabado de nos tornar independentes e começamos a viver juntos. É agora que temos a liberdade tão desejada que ambos queríamos há anos, e principalmente, privacidade… Privacidade com a qual poderíamos realizar muitas das nossas fantasias, que antes não podíamos por morar na casa dos nossos pais, ou não ter lugares para guardar nossos brinquedos, ou a lingerie dela…
A fantasia que vou relatar, eu estava com muita vontade de realizá-la. Embora a Elena já tivesse me dado umas chupadas de cu impressionantes, e até chegou a introduzir um dedo ou outro no meu ânus, não era o suficiente para mim, então começou a surgir na minha cabeça a ideia de que queria que minha parceira fosse quem estreasse minha bunda e, claro, que fizesse isso com tudo.
Então, sem que ela soubesse, pois queria dar uma surpresa, comecei a procurar na internet brinquedos sexuais para satisfazer minha fantasia, e tanto que encontrei brinquedos... de todos os tamanhos, formas, cores, texturas e materiais.
Mas a maioria não me convenceu até que vi um... de 150€ que, sinceramente, me deixou louco... Era um dildo de 18cm e com uma grossura considerável, nem exagerada nem fina, muito realista, no qual dava pra ver até as veias e umas bolas bem generosas, e embaixo delas, uma ventosa. Mas o que mais me surpreendeu e que justificava o preço, é que tinha dentro do dildo um reservatório para armazenar sêmen falso, que era expelido, sob demanda, enquanto um botão que ficava na parte de cima, oposta à onde estavam as bolas, era pressionado.
Pelo visto, o dildo podia ser carregado via USB, e esse botão ativava uma pequena bomba que havia dentro do dildo, que fazia o sêmen sair como se fosse uma gozada.
Depois de ver esse brinquedo, nenhum outro me interessava, era óbvio que era o escolhido, e o protagonista dessa história.
Estava disponível em 3 cores: cor de pele, azul e preto. Sinceramente, o que mais me chamava atenção era o preto, e com certeza minha mina também iria gostar, assim a gente poderia realizar alguma fantasia relacionada aos garotos de ébano que tanto a deixavam excitada quando a gente via vídeos... Então também não hesitei muito e escolhi o da cor preta.
Claro, faltavam mais duas coisas pra comprar, um cinto, que fosse compatível com o dildo e o que ia dar mais tesão na situação, sêmen falso... Mas nem precisei fazer muita busca porque esses sites... que recomendam tão bem... me mostraram que podia adicionar esses dois produtos, tipo quando você compra um tablet e eles recomendam a capa, a mesma coisa. Adicionei o cinto e para o sêmen falso tinha duas opções. A primeira era simplesmente lubrificante, e a segunda, era tipo um lubrificante especial, que além disso não era tóxico se você engolisse, a diferença de preço entre os dois era considerável, mas já que o gasto tava feito, não ia ficar com as tava com muita vontade, então no final o custo total dos 3 produtos ficou em uns 200€.
Fiz o pedido e alguns dias depois chegou em casa. Escondi para minha mina não ver. Aquele dia foi horrível, porque eu estava louco para abrir o pacote, mas queria guardar a surpresa para o fim de semana, então tive que esperar até o dia seguinte, quando minha mina foi trabalhar, para poder ver o conteúdo, já que eu trabalho em casa.
Quando ela saiu, mal pude esperar para abrir. A verdade é que pessoalmente ele era muito mais imponente que nas fotos, até me deu um pouco de medo pensar em como eu ia enfiar aquilo entre peito e costas, mas também deu muito tesão. Durante aquele dia, que era quinta-feira, deixei o dildo carregando, para o final de semana. Eu estava com tanta vontade que foi difícil não dar a surpresa na sexta à noite, mas às sextas geralmente estamos bem cansados por acordar cedo para trabalhar, então decidi segurar a onda e esperar até sábado à noite.
Mesmo assim, depois de carregar e antes de guardar para minha mina não ver, tive que fazer um teste com o sêmen falso e o dildo, para ver se funcionava… né… então peguei o pote e enchi um pouco o reservatório do dildo, que ficava nas bolas. Foi aí que pude sentir melhor com as mãos o toque do dildo. Era macio, de um material flexível, parecido com borracha, mas que dava pra ver que era de qualidade. Não pude evitar passar um pouco de lubrificante na mão e começar a bater uma punheta naquela rola. A sensação era muito boa e me excitou com muita facilidade. Na minha cabeça, não conseguia tirar a imagem da minha mina com o cinto posto e eu… bem… lá… vocês sabem… Mas voltando ao assunto, porque eu estava me desviando do propósito de estar naquela situação, que era testar o funcionamento do dildo. Em uma das vezes que desci a mão, apertei o botão e, bem silenciosamente, dois jatos de sêmen acinzentado saíram da cabeça da rola. Não pude evitar ficar mais excitado porque era tão realista, que se não fosse óbvio que era um dildo, Seria muito fácil pensar que seria o pau de um cara de verdade. Os dois primeiros jatos foram grandes, e conforme o reservatório esvaziava, saía menos quantidade e chegava menos longe. Esperar pelo sábado ia se tornar uma tarefa complicada…
Mas para a sorte dos leitores, o sábado chegou. E bem cedo, como sempre, Elena estava brincalhona, mas eu disse:
Espera até essa noite que tenho uma surpresa preparada para você.
Qual é… não seja mau – ela insistia, já me apalpando.
Esta noite – eu disse, afastando a mão dela e dando um beijo em seus lábios – tenho certeza que você vai gostar…
Me conta!
Não! Senão não seria uma surpresa.
Ela insistiu mais algumas vezes, e eu quase cedi, porque estava bem excitado desde quinta-feira, quando guardei o brinquedo, mas consegui ser firme e não cair na tentação.
O resto do dia a gente passou entretido. Primeiro fizemos exercício e depois de tomar banho saímos para fazer compras, terminando comendo uns hambúrgueres com queijo bem recheados, daqueles que são complicados de começar a comer. Depois tomamos um café e voltamos para casa, cada um retomando seus hobbies. Ela gostava de desenhar e pintar, e eu gostava de jogar videogame com os amigos.
E depois de muita espera… chegou a noite. Preparei um jantar leve, porque o hambúrguer já tinha sido bastante no almoço e a gente também não queria se sentir muito cheio se fosse… ou melhor dizendo, se eu fosse ter agito na cama…
Num momento em que ela estava vendo TV, fui para o quarto, dizendo que ia tomar banho. Fui ao banheiro com os brinquedos, enchi o reservatório do dildo com o sêmen falso, sêmen que eu estava doido para experimentar e me sentir cheio dele… e ainda encaixei o dildo no cinto que ela iria usar. Fiz uma limpeza anal, porque queria me sentir à vontade sem me preocupar em sujar a cama, e tomei banho para ficar limpo. Me sequei, vesti uma cueca e uma camiseta branca.
Fui para o quarto e coloquei no meio da cama o brinquedo, junto com um pote de lubrificante que a gente já tinha. Mas além disso, naquele exato momento, me veio à cabeça adicionar alguns detalhes… Então revirei as gavetas dela e peguei a parte de cima de uma lingerie preta que eu adorava, além de uns salto altos pretos, que fariam minha mina ficar maravilhosa e combinando com a cor do cabelo dela e do brinquedo.
Diminuí a intensidade das luzes do quarto, dando um toque um pouco mais íntimo, e fui para a sala:
A surpresa está no quarto… em 5 minutos, quando terminar de colocar, eu vou.
— Você me comprou lingerie? — disse Elena com cara de felicidade, levantando-se rapidamente.
— Sim, lingerie… — falei baixinho, uma lingerie especial… Enquanto ela ia para o quarto, desliguei a TV e arrumei algumas coisas que estavam no sofá, para ganhar tempo. Passados os 5 minutos, fui para o quarto.
Quando entrei pela porta, a encontrei em pé ao lado da cama, com o cinto posto em volta da cintura, a mão esquerda no quadril e a mão direita segurando aquela rola preta. Ela estava usando a parte de cima da lingerie e os saltos pretos. O que pensei? Ficou brutal — sua pele morena contrastava surpreendentemente com toda a roupa que ela vestia.
Ela estava muito sexy, e os saltos deixavam as pernas dela impressionantes, que denotavam determinação e dominação da parte dela. Eu a observava de boca aberta, babando. A verdade é que aquela última ideia deu um plus de tesão à situação. Além disso, o corpo dela me enlouquecia — aqueles peitos macios de tamanho perfeito, sua pele morena e sua bunda dura… eu ficava maluco…
Quando ela decidiu que eu já tinha observado o suficiente, fez um sinal com a mão para que eu me aproximasse. Dava para notar que minha rola já estava dura pra caralho só de pensar que ela ia controlar e dominar a situação. Fechei a porta do quarto e me aproximei lentamente dela, esperando suas intenções.
A primeira coisa que ela fez quando eu estava na frente foi… Ela me agarrou pela camiseta e me puxou para perto, me beijando, além de segurar meu quadril e apertá-lo contra ela. Foi um beijo bem safado, além de que pude sentir aquele pau ficando entre nós dois, sentindo como o tronco dela repousava na minha barriga.
"Então essa era a surpresa…? Vejo que você caprichou… saiba que vai curtir, sempre tive muita vontade de foder essa sua bunda…" – ela disse enquanto apertava minhas nádegas.
"Eu também estou com muita vontade… é uma fantasia que sempre tive. Além disso, quero que você seja a primeira a me foder" – falei, morrendo de desejo, enquanto nos beijávamos.
"Hoje você vai sentir o que sempre me faz… mesmo assim, se eu passar algum limite, me avise" – e ela me beijou de novo de um jeito bem promíscuo, misturando nossas línguas.
"Tá bom, se exagerar eu te avi… PLAT!" – não consegui terminar a frase, pois ela me deu um tapinha.
Fiquei meio atordoado por uns 3 segundos, pois não esperava por aquilo, mas logo recuperei o senso e sorri para ela, assim como ela para mim. Aquilo me deixou muito excitado e não conseguimos evitar nos beijar de novo de um jeito bem promíscuo.
A situação estava muito boa, e não pude evitar tocar aquele pau e masturbá-lo enquanto nos beijávamos. Ela olhou para baixo e sorriu:
"Tá com vontade, hein?" – ela disse enquanto eu não parava de masturbar aquele pau negro – "então já sabe por onde vai começar."
Ela colocou uma mão no meu ombro e a outra na minha cabeça, me fazendo descer e ajoelhar na frente dela. Sem parar de masturbar o dildo, olhei para cima e pude ver a cara de tesão dela, aquela expressão que todo mundo faz quando vai receber um boquete. Se minha mina tivesse um pau de verdade, tenho certeza que a chupada que eu ia dar a seguir ia levar ela direto para o céu do prazer que eu ia proporcionar.
Não pensei mais duas vezes e comecei a passar minha língua pela cabeça negra do dildo. Tinha um gosto estranho, ou pelo menos, uma sensação esquisita, era claro, era algo artificial. mas pelo menos não tinha gosto de plástico.
Comecei a enfiar a cabecinha na boca e a brincar com a língua. Cada minuto que passava me fazia sentir… muito promíscua… muito puta… o que só me deixava mais excitada e me fazia chupar aquele pau como manda o figurino. Aquela sensação estranha que eu tinha antes foi sumindo, dando lugar à sacanagem e à luxúria.
Chupava aquele pau de ébano como se fosse um sorvete de chocolate amargo. Com uma mão eu batia uma punheta nele, enquanto com a outra eu apertava. Com a mão que estava livre, agarrava a bunda da minha mina, cravar as unhas nela. Mesmo que eu não estivesse realmente dando prazer pra ela, já que estava chupando um pedaço de plástico, parecia que aquela situação a excitava, se sentir poderosa e dominante. Ela ofegava. Estava muito gostosa e, com certeza, a bucetinha dela, que era uma delícia, devia estar escorrendo.
Aquele tesão tomou conta da gente, mas principalmente dela, que começou a rebolar pra frente e pra trás, começando a meter na minha boca como eu já fiz tantas vezes com ela. No começo foi de boa, enquanto eu aguentava cada empurrão e aquele pau entrava mais um pouco na minha boca. Ela começou segurando os quadris com as duas mãos, mas quando viu que eu tava aguentando aquela… metida de leve na boca, parece que ela ficou mais ousada. Com a mão direita ela segurou a base do pauzão, enquanto a outra ela colocou na parte de trás da minha cabeça, ditando o ritmo da chupada.
A cada enfiada ela apertava mais a minha cabeça contra ela, eu sentia a cabecinha batendo na minha campainha e, se continuasse assim, não demoraria pra começar a entrar na minha garganta. Eu acabei me agarrando nas coxas dela pra fazer pressão pra trás, tipo tentando escapar, mas sem sucesso nenhum, porque a mão que ela tinha no pau ela colocou atrás da minha cabeça junto com a outra, começando uma metida brutal que, sinceramente, eu nunca tinha dado pra ela. Sentia a pressão daquele pau… dobrando-se na minha boca para continuar seu caminho até minha garganta. A cada enfiada, um ¡GG! ¡GA! ¡GAH! escapava da minha boca, enquanto lágrimas escorriam e a saliva acumulada começava a vazar pelos cantos dos meus lábios.
Longe de ficar irritado ou incomodado com aquilo, isso me provocava muita excitação, além do fato de que, quando isso terminasse, eu pensava em fazer o mesmo com ela e ela não conseguiria impedir. Mas voltando à situação que realmente importava, ela continuava com aquela foda de boca que a cada momento estava ficando mais que brutal, até que, vendo que eu não aguentaria muito mais, além de ter a boca bem aberta, ela pressionou minha nuca o máximo possível contra ela, enfiando quase completamente aquela rola negra.
E sim, quase completamente, ela tinha tudo calculado, deixou espaço suficiente para poder apertar o botão que fazia expulsar o sêmen enquanto o mantinha pressionado. Senti uma contração naquela rola, resultado da bomba que começou a jorrar sêmen dentro de mim. Pude sentir dois jatos fortes batendo na minha garganta. Em seguida, ela tirou a mão da minha nuca para me libertar, e enquanto começava a tirar aquela rola da minha boca, recebi de novo um novo jato no fundo da boca, outro na língua e mais uns três no meu rosto.
Elena parou de apertar o botão e o dildo parou de jorrar sêmen.
Eu, como pude, tossi na rola expelindo grande parte da porra que tinha na garganta e na boca.
Ela estava alucinando e não podia sentir mais excitação diante da cena que tinha diante dos olhos: eu, com lágrimas escorrendo, misturadas com a porra dos três jatos que ela tinha dado no meu rosto, tossindo o resto do sêmen que ainda tinha na boca. Fios de sêmen e saliva ligavam minha boca e aquela rola enorme.
Apesar daquela pequena situação de sufoco, eu estava igual a ela, super excitado, tinha adorado receber aquela foda de boca. Claro, pude experimentar aquele sêmen de mentira, a verdade é que não tinha um sabor definido, parecia sintético, mas com certeza era muito melhor que o sêmen de alguém que tem gosto ruim. Mesmo assim, como nunca tinha experimentado sêmen antes, não senti nojo, então não pude evitar engolir o pouco que ainda estava na minha boca.
Minha garota, sem perder tempo, me levantou, me despiu completamente e me levou para a cama, me colocando de quatro, deixando minha bunda à disposição dela. Ela agarrou minhas nádegas com as duas mãos, separando-as, e começou a lamber. Que delícia que era cada vez que ela fazia isso, sentir aquela língua úmida brincando em volta do meu buraco, e de vez em quando tentando enfiar a pontinha…
O melhor é que dessa vez ela não ia enfiar um dedo, ia enfiar um belo pau… Ela percebeu minha excitação quando viu meu pau duro e minhas bolas balançando, então com as duas mãos começou a me masturbar enquanto com a boca me dava prazer no ânus. Eu sentia a saliva que ela aplicava no meu cu escorrendo pelas minhas bolas até a ponta do meu pau. Graças a isso e à masturbação que ela estava fazendo, eu estava sentindo um prazer de infarto, que se continuasse assim em poucos minutos eu ia gozar na cama.
Mas ela parou de me masturbar, para pegar o frasco de lubrificante que tinha preparado. Ela colocou um pouco na mão e outro pouco no meu cu. Espalhou com seus dedos finos, que começaram a brincar com a pele ao redor do meu ânus, até que seu dedo indicador começou a entrar dentro de mim bem devagar. Fiquei tranquilo, pois não ia sujar, me acalmei diante da excitação inicial e relaxei meu esfíncter, o que facilitou muito a entrada daquele dedo aos poucos até o final.
Que foda eu vou te dar, querido… estou com vontade de pegar essa bunda linda que você tem… – ela me dizia enquanto dava uma mordida na minha bunda – esta noite você vai ser minha putinha, né?
Sim… – eu gemia – sou sua putinha… estou com uma vontade enorme de você me foder… – eu suplicava entre ofegos.
E ela deu uma boa palmada na minha bunda. com a mão que estava livre, o que me deixou ainda mais excitado. Ela foi introduzir o segundo dedo com muito cuidado, entrando e saindo, me dando um prazer enorme, e de vez em quando, uma palmada que eu recebia dela. Assim continuou até que decidiu que com o quarto dedo era suficiente. Dei mais algumas palmadas em cada nádega e peguei o lubrificante. Ela passou na pica e com a mão se masturbou para espalhar por toda ela. Depois pegou e jogou um pouco mais de lubrificante na minha bunda dilatada.
Soltou o pote, com uma mão me agarrou pelo quadril e com a outra guiava aquela pica preta, cuja cabeça começou a entrar lentamente mas sem parar na minha bunda. Novas sensações percorriam meu corpo, vergonha, medo, mas principalmente, excitação e um prazer incrível a cada centímetro que aquele pau entrava mais nas minhas entranhas, sentindo o relevo das veias que detalhavam aquele falo.
E do nada, parou, tinha introduzido por completo dentro de mim.
"Que tal? Tá bom?" - ela disse enquanto dava uma palmada bem forte na minha bunda.
"Putz… você não imagina como é ter um pauzão desses na bunda…"
"Mmmm… tá me dando inveja… mas tudo bem, se prepara porque a foda que vou te dar você nunca vai esquecer."
E logo em seguida, começou a tirar lentamente de mim. Uma sensação de vazio tomou conta de mim, mas ao mesmo tempo de prazer, eu não queria que acabasse. E como resposta aos meus desejos, ela entrou de novo. Atordoado pelo prazer que estava recebendo, quase não percebi que assim, sem querer, tinha começado uma leve foda em mim.
Aquela pica preta entrava e saía de mim, invadindo os nervos do meu corpo em puro prazer e luxúria. Os dedos dos meus pés tinham enlouquecido e minhas mãos não sabiam no que se agarrar.
Ela me agarrava pelos quadris enquanto a foda aumentava de velocidade. Meu pau estava no limite, e mesmo desejando gozar, também queria continuar recebendo aquela foda tremenda da minha namorada.
Do nada A primeira me empurrou para frente, jogando-se sobre mim, mas sem tirar aquela pica de dentro de mim. De quatro, passei a ficar de barriga para baixo, com meu pau bem duro, porque em vez de estar pressionado contra meu corpo e a cama, ele tinha ficado na direção oposta à minha cabeça, apontando para meus pés.
Minha mina prendeu minhas pernas com as dela e apoiou as mãos nas minhas costas. Assim começou uma foda brutal, que me fazia revirar os olhos de prazer, se não fosse porque ela começou a falar:
"Tá gostando, putinha?"
Eu não consegui responder de tanto prazer que estava sentindo.
"Tô vendo que sim… nem consegue falar… parece que você leva jeito pra receber uma pica… gostou?"
Eu continuava atordoado e em choque com a foda que estava levando. Diante disso, ela me pegou pelo cabelo e jogou minha cabeça para trás:
"Eu perguntei se você tá gostando! Responde, viado!"
"Simmm! Eu… uff… tô adorando…! ah…! uhmmm!"
"É isso que eu quero, que me responda… Poxa, eu também tô adorando te dominar… foder seu cu… Não vai ser a única vez que a gente faz isso…"
"Espero que não!" Eu pensava, depois de todo o esforço que tive, não ia desperdiçar a oportunidade.
Mas enfim, lá continuava ela, fodendo meu cu e me dominando, não só pelo fato de me foder, mas pelas palavras, pela atitude. Era algo que eu adorava e que melhorava ainda mais essa experiência.
Ela continuou me fodendo nessa posição, enquanto me chamava de coisas obscenas como: putinha, promíscuo e viado.
Até que parece que ela cansou dessa posição e me disse:
"Levanta, agora você vai cavalgar em cima de mim, viado."
Me levantei como pude, porque estava com o cu um pouco dolorido. Ela, enquanto isso, deitou de barriga para cima na cama e com a mão apontou aquela pica preta para cima. Coloquei cada perna de um lado do corpo dela e me posicionei sobre seu ventre. Girei meu corpo para pegar aquela pica e guiá-la até meu cu, que entrou sem nenhum obstáculo. Além disso, ela agarrou minha bunda, pressionando-me contra ela. Isso fez com que aquela pica de 18cm inteira estivesse cravada em Eu. Olhava para ela com os olhos arregalados, surpreso, e ela com uma expressão de perversão difícil de explicar.
Ela soltou minhas mãos e disse:
Vem, cavalga, minha putinha… que se veja que você gosta de paus…
Assim…? – perguntei enquanto agarrava seus seios e começava a mover meus quadris, libertando e engolindo aquela pica com minha bunda.
Sim… uff assim… o que eu daria por ter uma pica de verdade e sentir sua bunda…
Eu adoraria… – disse enquanto aumentava o ritmo dos meus movimentos.
Enquanto isso, não perdi tempo, libertei como pude aquelas tetas, agarrei, amassei e belisquei seus mamilos, e quando me aproximei para devorá-los, ela me parou com as mãos:
Você continua cavalgando minha pica, viadinho – ela se gabou rindo – que eu já vou começar a me dar prazer.
Então, excitado novamente por aqueles insultos, não parei na tarefa de espremer aquela pica de chocolate. Enquanto isso, ela tirou a parte de cima da lingerie e seus peitos ficaram livres. Dava para ver seus mamilos duríssimos e suas tetas balançando de um lado para o outro cada vez que ela enfiava aquela pica na minha bunda.
Ela começou a agarrar seus seios lindos e a beliscá-los. Eu, enquanto isso, decidi mudar de posição. Então me joguei para trás, apoiando-me em seus tornozelos, e flexionando um pouco minhas pernas, mas sem tirar aquela pica de dentro de mim.
Comecei assim outra cavalgada sobre minha garota, tirando e metendo aquela pica até o mais profundo do meu ser. Enquanto isso, minha pica, cheia de excitação e bem dura, batia seca contra meu ventre cada vez que eu levantava meu corpo, e ficava tensa, olhando para minha garota cada vez que eu descia.
Produzia um efeito hipnótico na minha garota, que ficou olhando para ela embasbacada enquanto babava. Ela estava morrendo de vontade de chupá-la, e não teve vergonha de me dizer:
Vira de lado, vamos fazer um 69 que estou doida para comer sua pica.
E foi o que fiz, senti novamente uma sensação de vazio ao tirar a pica do meu corpo, me virei, colocando minha pica sobre seu rosto, enquanto me deitava para Vamos lá para eu comer o seu grande pauzão. Ela, sem perder um segundo, agarrou meu pau e começou a chupar, deixando ele bem ensaboado. Foi como um sopro de ar fresco e um descanso pro meu corpo, principalmente pro meu cu, que precisava de uma pausa.
Nós dois estávamos comendo os paus com vontade. O dildo, mesmo tendo estado na minha bunda, estava bem gostoso, tinha perdido aquele gosto de plástico ou sintético do começo, e já parecia um pouco com a pele de uma pessoa — mas sinceramente, eu estava provando o meu próprio cu, o que longe de me dar nojo, me deixava com mais tesão e me fazia querer chupar aquele pau com ainda mais desejo.
Enquanto isso, minha mina enfiava meu pau inteiro na boca, marcando o ritmo com as mãos nos meus quadris. Mas era hora de me vingar pelo que ela fez antes, então comecei a mover meus quadris devagar, fodendo a boca dela enquanto ainda conseguia mamar aquele pau negro.
Não tive piedade: enfiava meu pau até a garganta dela. Ela não reclamou, porque tinha que aguentar pelo que fez comigo antes. Mas, sinceramente, ela estava gostando — agarrava minhas nádegas e afundava as unhas nelas.
Meu pau entrava e saía da boca dela, lubrificado pela saliva, chegando até a garganta. A cada enfiada, ela soltava os mesmos sons que eu soltei antes: "GG! GA! GAH!"
De boa vontade, eu teria gozado igual ela gozou antes, mas eu queria aguentar e gozar com aquele pau negro dentro de mim. Então me levantei e pedi pra ela me foder.
Ela se levantou, me colocou de costas, com a bunda na beirada da cama. Levantei as pernas pra facilitar ela enfiar o dildo de novo. Ela me segurou pelos tornozelos e começou a foder meu cu com muita vontade. Tanta vontade que logo ela se inclinou sobre mim, fazendo eu dobrar mais as pernas. As mãos dela se apoiaram na cama dos dois lados da minha cabeça. A boca dela quase encostava na minha, cheia de desejo. E meu pau estava preso… sobre minha barriga e a dela. Nos olhamos nos olhos e começamos a nos beijar enquanto eu recebia aquela foda intensa dela. Misturamos nossas línguas de um jeito bem promíscuo. De repente, ela se levantou um pouco e, com a mão direita, me agarrou pelo pescoço enquanto continuava me comendo. Ela me olhava com uma cara de dominação e satisfação que me era familiar. A minha cara, quando eu fazia o mesmo com ela. Eu também sabia o que vinha agora. Um tapa. Ela virou meu rosto, para me agarrar pelo pescoço de novo. Eu sorria, porque sabia que ela estava agindo igual a mim, e porque eu estava gostando. Principalmente ela apertar forte meu pescoço, me deixando quase sem ar. É uma sensação muito difícil de explicar, mas que todos deveríamos experimentar, porque é muito prazerosa. Ela virou meu rosto de novo e cravou os dedos como se fossem uma pinça embaixo das minhas bochechas, e mexeu minha cabeça para me dizer: "Tá gostando, eh, putinha?" "Sim… mmmm…" — falei como pude, porque entre o pouco ar que me restava e os dedos dela apertando minha boca, eu não conseguia falar muito, só gemer. Ela me deu outro tapa e tapou minha boca com aquela mão para me impedir de gemer, ao mesmo tempo que começava a se mover mais rápido sobre meu corpo nu. Os peitos dela repousavam no meu peito. Eu sentia o calor do corpo dela e a pressão da mão dela na minha boca. Meus olhos estavam revirados, eu não ia demorar muito para gozar. Ela finalmente liberou minha boca e, como pude, eu disse que ia gozar. Ela se jogou para trás, enquanto com uma mão segurava meu tornozelo direito e com a mão direita agarrava meu pau ereto. Ela cuspiu nele e começou a me masturbar. Eu estava muito perto do orgasmo e estava na glória, putinha. Acho que não há nada mais prazeroso nessa vida do que ter um orgasmo enquanto estão te fodendo o cu. E eu avisei: "Vou gozar! Vou gozar, gata! UFFF, vou gozar!" Ela continuou com as bombadas no meu cu e me masturbando o pau. Quando sentiu a contração do meu corpo, de que eu ia gozar. Ela continuou me masturbando, mas soltou a mão que segurava meu tornozelo. Levou-a até a base do dildo e manteve o botão pressionado. Acho que aquilo poderia ser chamado de festival de porra. Meu pau soltando jatos de sêmen que caíam com força na minha barriga e na mão dela, enquanto aquele pau preto enchia minha bunda de sêmen falso. Cheguei a sentir os primeiros jatos daquela rola dentro de mim. O orgasmo foi tão intenso que quase desmaiei na cama. Sentia o sêmen falso lubrificando minha bunda e aquele pau, fazendo com que entrasse e saísse do meu corpo mais fácil. Eu estava morto de prazer, mas parece que minha mina ainda tinha vontade de guerra. Ela saiu lentamente do meu corpo. Minha bunda imediatamente expeliu o excesso de sêmen que tinha dentro, que era muito. Minha mina tirou o cinto e os saltos, ficando completamente pelada. Com a mão, pegou o excesso de sêmen que saía da minha bunda, que, lembrando, na verdade era lubrificante. E jogou no meu pau. Depois recolheu meu sêmen, o que eu tinha jorrado na minha barriga, e também jogou no meu pau. Ela me masturbou lentamente, misturando as duas porras, a falsa e a verdadeira, lubrificando meu pau ao máximo. Quando tudo estava misturado, ela se levantou e se posicionou sobre mim, apontando meu pau lubrificado para a boceta encharcada dela. Sim, ela tomava pílula, senão não poderia fazer isso. Entrou sem nenhum problema na boceta dela. Eu conseguia sentir o calor do interior do corpo dela. Sentia as duas porras fluindo entre meu pau e a boceta dela. O corpo pelado dela quicando e esfregando em mim, e os peitos se mexendo pra todos os lados. Se há alguns momentos eu tinha tido um orgasmo brutal, não estava longe de sentir outro do mesmo nível. Ela parecia possuída e se movia como nunca. Normal, já que quem estava recebendo a noite toda era eu. Então ela continuou assim, movendo o corpo e os quadris, Cavalgando no meu pau duro como se não houvesse amanhã.
Não demorou muito para gozarmos. Primeiro ela desabando sobre mim, e depois eu, movendo um pouco meu corpo dolorido para alcançar o orgasmo de novo e encher sua buceta gostosa com minha porra.
Ficamos os dois exaustos na cama. Quando nos recuperamos um pouco, nos olhamos, rimos e nos beijamos. E juntos fomos para o chuveiro nos limpar.
Foi uma experiência inesquecível, que eu precisava contar para vocês.
É incrível às vezes trocar de papéis, para descobrir novas sensações e experiências, além de entender muito melhor sua parceira.
Desde aquele dia, voltamos a repetir, até eu já coloquei o cinto para foder minha mina, mas isso é outra história.
Com esses dois parágrafos, vocês podem entender que somos um casal de mente aberta, que não gosta de se impor limites. No sexo, sempre tentamos experimentar coisas novas juntos e muitas vezes fazemos isso vendo pornô e fantasiando sobre os atores e atrizes que aparecem.
Ela tem a mesma altura que eu, cerca de 1,80m, cabelo negro como ébano e um corpo cuidado na academia. Para mim, ela tem um corpo 10, com uns peitos incríveis e uma bunda bem macia.
Eu sou o Alex, magro, moreno, também atlético como ela e com leve pelos pelo corpo.
Esta história aconteceu há duas semanas, quando ambos tínhamos acabado de nos tornar independentes e começamos a viver juntos. É agora que temos a liberdade tão desejada que ambos queríamos há anos, e principalmente, privacidade… Privacidade com a qual poderíamos realizar muitas das nossas fantasias, que antes não podíamos por morar na casa dos nossos pais, ou não ter lugares para guardar nossos brinquedos, ou a lingerie dela…
A fantasia que vou relatar, eu estava com muita vontade de realizá-la. Embora a Elena já tivesse me dado umas chupadas de cu impressionantes, e até chegou a introduzir um dedo ou outro no meu ânus, não era o suficiente para mim, então começou a surgir na minha cabeça a ideia de que queria que minha parceira fosse quem estreasse minha bunda e, claro, que fizesse isso com tudo.
Então, sem que ela soubesse, pois queria dar uma surpresa, comecei a procurar na internet brinquedos sexuais para satisfazer minha fantasia, e tanto que encontrei brinquedos... de todos os tamanhos, formas, cores, texturas e materiais.
Mas a maioria não me convenceu até que vi um... de 150€ que, sinceramente, me deixou louco... Era um dildo de 18cm e com uma grossura considerável, nem exagerada nem fina, muito realista, no qual dava pra ver até as veias e umas bolas bem generosas, e embaixo delas, uma ventosa. Mas o que mais me surpreendeu e que justificava o preço, é que tinha dentro do dildo um reservatório para armazenar sêmen falso, que era expelido, sob demanda, enquanto um botão que ficava na parte de cima, oposta à onde estavam as bolas, era pressionado.
Pelo visto, o dildo podia ser carregado via USB, e esse botão ativava uma pequena bomba que havia dentro do dildo, que fazia o sêmen sair como se fosse uma gozada.
Depois de ver esse brinquedo, nenhum outro me interessava, era óbvio que era o escolhido, e o protagonista dessa história.
Estava disponível em 3 cores: cor de pele, azul e preto. Sinceramente, o que mais me chamava atenção era o preto, e com certeza minha mina também iria gostar, assim a gente poderia realizar alguma fantasia relacionada aos garotos de ébano que tanto a deixavam excitada quando a gente via vídeos... Então também não hesitei muito e escolhi o da cor preta.
Claro, faltavam mais duas coisas pra comprar, um cinto, que fosse compatível com o dildo e o que ia dar mais tesão na situação, sêmen falso... Mas nem precisei fazer muita busca porque esses sites... que recomendam tão bem... me mostraram que podia adicionar esses dois produtos, tipo quando você compra um tablet e eles recomendam a capa, a mesma coisa. Adicionei o cinto e para o sêmen falso tinha duas opções. A primeira era simplesmente lubrificante, e a segunda, era tipo um lubrificante especial, que além disso não era tóxico se você engolisse, a diferença de preço entre os dois era considerável, mas já que o gasto tava feito, não ia ficar com as tava com muita vontade, então no final o custo total dos 3 produtos ficou em uns 200€.
Fiz o pedido e alguns dias depois chegou em casa. Escondi para minha mina não ver. Aquele dia foi horrível, porque eu estava louco para abrir o pacote, mas queria guardar a surpresa para o fim de semana, então tive que esperar até o dia seguinte, quando minha mina foi trabalhar, para poder ver o conteúdo, já que eu trabalho em casa.
Quando ela saiu, mal pude esperar para abrir. A verdade é que pessoalmente ele era muito mais imponente que nas fotos, até me deu um pouco de medo pensar em como eu ia enfiar aquilo entre peito e costas, mas também deu muito tesão. Durante aquele dia, que era quinta-feira, deixei o dildo carregando, para o final de semana. Eu estava com tanta vontade que foi difícil não dar a surpresa na sexta à noite, mas às sextas geralmente estamos bem cansados por acordar cedo para trabalhar, então decidi segurar a onda e esperar até sábado à noite.
Mesmo assim, depois de carregar e antes de guardar para minha mina não ver, tive que fazer um teste com o sêmen falso e o dildo, para ver se funcionava… né… então peguei o pote e enchi um pouco o reservatório do dildo, que ficava nas bolas. Foi aí que pude sentir melhor com as mãos o toque do dildo. Era macio, de um material flexível, parecido com borracha, mas que dava pra ver que era de qualidade. Não pude evitar passar um pouco de lubrificante na mão e começar a bater uma punheta naquela rola. A sensação era muito boa e me excitou com muita facilidade. Na minha cabeça, não conseguia tirar a imagem da minha mina com o cinto posto e eu… bem… lá… vocês sabem… Mas voltando ao assunto, porque eu estava me desviando do propósito de estar naquela situação, que era testar o funcionamento do dildo. Em uma das vezes que desci a mão, apertei o botão e, bem silenciosamente, dois jatos de sêmen acinzentado saíram da cabeça da rola. Não pude evitar ficar mais excitado porque era tão realista, que se não fosse óbvio que era um dildo, Seria muito fácil pensar que seria o pau de um cara de verdade. Os dois primeiros jatos foram grandes, e conforme o reservatório esvaziava, saía menos quantidade e chegava menos longe. Esperar pelo sábado ia se tornar uma tarefa complicada…
Mas para a sorte dos leitores, o sábado chegou. E bem cedo, como sempre, Elena estava brincalhona, mas eu disse:
Espera até essa noite que tenho uma surpresa preparada para você.
Qual é… não seja mau – ela insistia, já me apalpando.
Esta noite – eu disse, afastando a mão dela e dando um beijo em seus lábios – tenho certeza que você vai gostar…
Me conta!
Não! Senão não seria uma surpresa.
Ela insistiu mais algumas vezes, e eu quase cedi, porque estava bem excitado desde quinta-feira, quando guardei o brinquedo, mas consegui ser firme e não cair na tentação.
O resto do dia a gente passou entretido. Primeiro fizemos exercício e depois de tomar banho saímos para fazer compras, terminando comendo uns hambúrgueres com queijo bem recheados, daqueles que são complicados de começar a comer. Depois tomamos um café e voltamos para casa, cada um retomando seus hobbies. Ela gostava de desenhar e pintar, e eu gostava de jogar videogame com os amigos.
E depois de muita espera… chegou a noite. Preparei um jantar leve, porque o hambúrguer já tinha sido bastante no almoço e a gente também não queria se sentir muito cheio se fosse… ou melhor dizendo, se eu fosse ter agito na cama…
Num momento em que ela estava vendo TV, fui para o quarto, dizendo que ia tomar banho. Fui ao banheiro com os brinquedos, enchi o reservatório do dildo com o sêmen falso, sêmen que eu estava doido para experimentar e me sentir cheio dele… e ainda encaixei o dildo no cinto que ela iria usar. Fiz uma limpeza anal, porque queria me sentir à vontade sem me preocupar em sujar a cama, e tomei banho para ficar limpo. Me sequei, vesti uma cueca e uma camiseta branca.
Fui para o quarto e coloquei no meio da cama o brinquedo, junto com um pote de lubrificante que a gente já tinha. Mas além disso, naquele exato momento, me veio à cabeça adicionar alguns detalhes… Então revirei as gavetas dela e peguei a parte de cima de uma lingerie preta que eu adorava, além de uns salto altos pretos, que fariam minha mina ficar maravilhosa e combinando com a cor do cabelo dela e do brinquedo.
Diminuí a intensidade das luzes do quarto, dando um toque um pouco mais íntimo, e fui para a sala:
A surpresa está no quarto… em 5 minutos, quando terminar de colocar, eu vou.
— Você me comprou lingerie? — disse Elena com cara de felicidade, levantando-se rapidamente.
— Sim, lingerie… — falei baixinho, uma lingerie especial… Enquanto ela ia para o quarto, desliguei a TV e arrumei algumas coisas que estavam no sofá, para ganhar tempo. Passados os 5 minutos, fui para o quarto.
Quando entrei pela porta, a encontrei em pé ao lado da cama, com o cinto posto em volta da cintura, a mão esquerda no quadril e a mão direita segurando aquela rola preta. Ela estava usando a parte de cima da lingerie e os saltos pretos. O que pensei? Ficou brutal — sua pele morena contrastava surpreendentemente com toda a roupa que ela vestia.
Ela estava muito sexy, e os saltos deixavam as pernas dela impressionantes, que denotavam determinação e dominação da parte dela. Eu a observava de boca aberta, babando. A verdade é que aquela última ideia deu um plus de tesão à situação. Além disso, o corpo dela me enlouquecia — aqueles peitos macios de tamanho perfeito, sua pele morena e sua bunda dura… eu ficava maluco…
Quando ela decidiu que eu já tinha observado o suficiente, fez um sinal com a mão para que eu me aproximasse. Dava para notar que minha rola já estava dura pra caralho só de pensar que ela ia controlar e dominar a situação. Fechei a porta do quarto e me aproximei lentamente dela, esperando suas intenções.
A primeira coisa que ela fez quando eu estava na frente foi… Ela me agarrou pela camiseta e me puxou para perto, me beijando, além de segurar meu quadril e apertá-lo contra ela. Foi um beijo bem safado, além de que pude sentir aquele pau ficando entre nós dois, sentindo como o tronco dela repousava na minha barriga.
"Então essa era a surpresa…? Vejo que você caprichou… saiba que vai curtir, sempre tive muita vontade de foder essa sua bunda…" – ela disse enquanto apertava minhas nádegas.
"Eu também estou com muita vontade… é uma fantasia que sempre tive. Além disso, quero que você seja a primeira a me foder" – falei, morrendo de desejo, enquanto nos beijávamos.
"Hoje você vai sentir o que sempre me faz… mesmo assim, se eu passar algum limite, me avise" – e ela me beijou de novo de um jeito bem promíscuo, misturando nossas línguas.
"Tá bom, se exagerar eu te avi… PLAT!" – não consegui terminar a frase, pois ela me deu um tapinha.
Fiquei meio atordoado por uns 3 segundos, pois não esperava por aquilo, mas logo recuperei o senso e sorri para ela, assim como ela para mim. Aquilo me deixou muito excitado e não conseguimos evitar nos beijar de novo de um jeito bem promíscuo.
A situação estava muito boa, e não pude evitar tocar aquele pau e masturbá-lo enquanto nos beijávamos. Ela olhou para baixo e sorriu:
"Tá com vontade, hein?" – ela disse enquanto eu não parava de masturbar aquele pau negro – "então já sabe por onde vai começar."
Ela colocou uma mão no meu ombro e a outra na minha cabeça, me fazendo descer e ajoelhar na frente dela. Sem parar de masturbar o dildo, olhei para cima e pude ver a cara de tesão dela, aquela expressão que todo mundo faz quando vai receber um boquete. Se minha mina tivesse um pau de verdade, tenho certeza que a chupada que eu ia dar a seguir ia levar ela direto para o céu do prazer que eu ia proporcionar.
Não pensei mais duas vezes e comecei a passar minha língua pela cabeça negra do dildo. Tinha um gosto estranho, ou pelo menos, uma sensação esquisita, era claro, era algo artificial. mas pelo menos não tinha gosto de plástico.
Comecei a enfiar a cabecinha na boca e a brincar com a língua. Cada minuto que passava me fazia sentir… muito promíscua… muito puta… o que só me deixava mais excitada e me fazia chupar aquele pau como manda o figurino. Aquela sensação estranha que eu tinha antes foi sumindo, dando lugar à sacanagem e à luxúria.
Chupava aquele pau de ébano como se fosse um sorvete de chocolate amargo. Com uma mão eu batia uma punheta nele, enquanto com a outra eu apertava. Com a mão que estava livre, agarrava a bunda da minha mina, cravar as unhas nela. Mesmo que eu não estivesse realmente dando prazer pra ela, já que estava chupando um pedaço de plástico, parecia que aquela situação a excitava, se sentir poderosa e dominante. Ela ofegava. Estava muito gostosa e, com certeza, a bucetinha dela, que era uma delícia, devia estar escorrendo.
Aquele tesão tomou conta da gente, mas principalmente dela, que começou a rebolar pra frente e pra trás, começando a meter na minha boca como eu já fiz tantas vezes com ela. No começo foi de boa, enquanto eu aguentava cada empurrão e aquele pau entrava mais um pouco na minha boca. Ela começou segurando os quadris com as duas mãos, mas quando viu que eu tava aguentando aquela… metida de leve na boca, parece que ela ficou mais ousada. Com a mão direita ela segurou a base do pauzão, enquanto a outra ela colocou na parte de trás da minha cabeça, ditando o ritmo da chupada.
A cada enfiada ela apertava mais a minha cabeça contra ela, eu sentia a cabecinha batendo na minha campainha e, se continuasse assim, não demoraria pra começar a entrar na minha garganta. Eu acabei me agarrando nas coxas dela pra fazer pressão pra trás, tipo tentando escapar, mas sem sucesso nenhum, porque a mão que ela tinha no pau ela colocou atrás da minha cabeça junto com a outra, começando uma metida brutal que, sinceramente, eu nunca tinha dado pra ela. Sentia a pressão daquele pau… dobrando-se na minha boca para continuar seu caminho até minha garganta. A cada enfiada, um ¡GG! ¡GA! ¡GAH! escapava da minha boca, enquanto lágrimas escorriam e a saliva acumulada começava a vazar pelos cantos dos meus lábios.
Longe de ficar irritado ou incomodado com aquilo, isso me provocava muita excitação, além do fato de que, quando isso terminasse, eu pensava em fazer o mesmo com ela e ela não conseguiria impedir. Mas voltando à situação que realmente importava, ela continuava com aquela foda de boca que a cada momento estava ficando mais que brutal, até que, vendo que eu não aguentaria muito mais, além de ter a boca bem aberta, ela pressionou minha nuca o máximo possível contra ela, enfiando quase completamente aquela rola negra.
E sim, quase completamente, ela tinha tudo calculado, deixou espaço suficiente para poder apertar o botão que fazia expulsar o sêmen enquanto o mantinha pressionado. Senti uma contração naquela rola, resultado da bomba que começou a jorrar sêmen dentro de mim. Pude sentir dois jatos fortes batendo na minha garganta. Em seguida, ela tirou a mão da minha nuca para me libertar, e enquanto começava a tirar aquela rola da minha boca, recebi de novo um novo jato no fundo da boca, outro na língua e mais uns três no meu rosto.
Elena parou de apertar o botão e o dildo parou de jorrar sêmen.
Eu, como pude, tossi na rola expelindo grande parte da porra que tinha na garganta e na boca.
Ela estava alucinando e não podia sentir mais excitação diante da cena que tinha diante dos olhos: eu, com lágrimas escorrendo, misturadas com a porra dos três jatos que ela tinha dado no meu rosto, tossindo o resto do sêmen que ainda tinha na boca. Fios de sêmen e saliva ligavam minha boca e aquela rola enorme.
Apesar daquela pequena situação de sufoco, eu estava igual a ela, super excitado, tinha adorado receber aquela foda de boca. Claro, pude experimentar aquele sêmen de mentira, a verdade é que não tinha um sabor definido, parecia sintético, mas com certeza era muito melhor que o sêmen de alguém que tem gosto ruim. Mesmo assim, como nunca tinha experimentado sêmen antes, não senti nojo, então não pude evitar engolir o pouco que ainda estava na minha boca.
Minha garota, sem perder tempo, me levantou, me despiu completamente e me levou para a cama, me colocando de quatro, deixando minha bunda à disposição dela. Ela agarrou minhas nádegas com as duas mãos, separando-as, e começou a lamber. Que delícia que era cada vez que ela fazia isso, sentir aquela língua úmida brincando em volta do meu buraco, e de vez em quando tentando enfiar a pontinha…
O melhor é que dessa vez ela não ia enfiar um dedo, ia enfiar um belo pau… Ela percebeu minha excitação quando viu meu pau duro e minhas bolas balançando, então com as duas mãos começou a me masturbar enquanto com a boca me dava prazer no ânus. Eu sentia a saliva que ela aplicava no meu cu escorrendo pelas minhas bolas até a ponta do meu pau. Graças a isso e à masturbação que ela estava fazendo, eu estava sentindo um prazer de infarto, que se continuasse assim em poucos minutos eu ia gozar na cama.
Mas ela parou de me masturbar, para pegar o frasco de lubrificante que tinha preparado. Ela colocou um pouco na mão e outro pouco no meu cu. Espalhou com seus dedos finos, que começaram a brincar com a pele ao redor do meu ânus, até que seu dedo indicador começou a entrar dentro de mim bem devagar. Fiquei tranquilo, pois não ia sujar, me acalmei diante da excitação inicial e relaxei meu esfíncter, o que facilitou muito a entrada daquele dedo aos poucos até o final.
Que foda eu vou te dar, querido… estou com vontade de pegar essa bunda linda que você tem… – ela me dizia enquanto dava uma mordida na minha bunda – esta noite você vai ser minha putinha, né?
Sim… – eu gemia – sou sua putinha… estou com uma vontade enorme de você me foder… – eu suplicava entre ofegos.
E ela deu uma boa palmada na minha bunda. com a mão que estava livre, o que me deixou ainda mais excitado. Ela foi introduzir o segundo dedo com muito cuidado, entrando e saindo, me dando um prazer enorme, e de vez em quando, uma palmada que eu recebia dela. Assim continuou até que decidiu que com o quarto dedo era suficiente. Dei mais algumas palmadas em cada nádega e peguei o lubrificante. Ela passou na pica e com a mão se masturbou para espalhar por toda ela. Depois pegou e jogou um pouco mais de lubrificante na minha bunda dilatada.
Soltou o pote, com uma mão me agarrou pelo quadril e com a outra guiava aquela pica preta, cuja cabeça começou a entrar lentamente mas sem parar na minha bunda. Novas sensações percorriam meu corpo, vergonha, medo, mas principalmente, excitação e um prazer incrível a cada centímetro que aquele pau entrava mais nas minhas entranhas, sentindo o relevo das veias que detalhavam aquele falo.
E do nada, parou, tinha introduzido por completo dentro de mim.
"Que tal? Tá bom?" - ela disse enquanto dava uma palmada bem forte na minha bunda.
"Putz… você não imagina como é ter um pauzão desses na bunda…"
"Mmmm… tá me dando inveja… mas tudo bem, se prepara porque a foda que vou te dar você nunca vai esquecer."
E logo em seguida, começou a tirar lentamente de mim. Uma sensação de vazio tomou conta de mim, mas ao mesmo tempo de prazer, eu não queria que acabasse. E como resposta aos meus desejos, ela entrou de novo. Atordoado pelo prazer que estava recebendo, quase não percebi que assim, sem querer, tinha começado uma leve foda em mim.
Aquela pica preta entrava e saía de mim, invadindo os nervos do meu corpo em puro prazer e luxúria. Os dedos dos meus pés tinham enlouquecido e minhas mãos não sabiam no que se agarrar.
Ela me agarrava pelos quadris enquanto a foda aumentava de velocidade. Meu pau estava no limite, e mesmo desejando gozar, também queria continuar recebendo aquela foda tremenda da minha namorada.
Do nada A primeira me empurrou para frente, jogando-se sobre mim, mas sem tirar aquela pica de dentro de mim. De quatro, passei a ficar de barriga para baixo, com meu pau bem duro, porque em vez de estar pressionado contra meu corpo e a cama, ele tinha ficado na direção oposta à minha cabeça, apontando para meus pés.
Minha mina prendeu minhas pernas com as dela e apoiou as mãos nas minhas costas. Assim começou uma foda brutal, que me fazia revirar os olhos de prazer, se não fosse porque ela começou a falar:
"Tá gostando, putinha?"
Eu não consegui responder de tanto prazer que estava sentindo.
"Tô vendo que sim… nem consegue falar… parece que você leva jeito pra receber uma pica… gostou?"
Eu continuava atordoado e em choque com a foda que estava levando. Diante disso, ela me pegou pelo cabelo e jogou minha cabeça para trás:
"Eu perguntei se você tá gostando! Responde, viado!"
"Simmm! Eu… uff… tô adorando…! ah…! uhmmm!"
"É isso que eu quero, que me responda… Poxa, eu também tô adorando te dominar… foder seu cu… Não vai ser a única vez que a gente faz isso…"
"Espero que não!" Eu pensava, depois de todo o esforço que tive, não ia desperdiçar a oportunidade.
Mas enfim, lá continuava ela, fodendo meu cu e me dominando, não só pelo fato de me foder, mas pelas palavras, pela atitude. Era algo que eu adorava e que melhorava ainda mais essa experiência.
Ela continuou me fodendo nessa posição, enquanto me chamava de coisas obscenas como: putinha, promíscuo e viado.
Até que parece que ela cansou dessa posição e me disse:
"Levanta, agora você vai cavalgar em cima de mim, viado."
Me levantei como pude, porque estava com o cu um pouco dolorido. Ela, enquanto isso, deitou de barriga para cima na cama e com a mão apontou aquela pica preta para cima. Coloquei cada perna de um lado do corpo dela e me posicionei sobre seu ventre. Girei meu corpo para pegar aquela pica e guiá-la até meu cu, que entrou sem nenhum obstáculo. Além disso, ela agarrou minha bunda, pressionando-me contra ela. Isso fez com que aquela pica de 18cm inteira estivesse cravada em Eu. Olhava para ela com os olhos arregalados, surpreso, e ela com uma expressão de perversão difícil de explicar.
Ela soltou minhas mãos e disse:
Vem, cavalga, minha putinha… que se veja que você gosta de paus…
Assim…? – perguntei enquanto agarrava seus seios e começava a mover meus quadris, libertando e engolindo aquela pica com minha bunda.
Sim… uff assim… o que eu daria por ter uma pica de verdade e sentir sua bunda…
Eu adoraria… – disse enquanto aumentava o ritmo dos meus movimentos.
Enquanto isso, não perdi tempo, libertei como pude aquelas tetas, agarrei, amassei e belisquei seus mamilos, e quando me aproximei para devorá-los, ela me parou com as mãos:
Você continua cavalgando minha pica, viadinho – ela se gabou rindo – que eu já vou começar a me dar prazer.
Então, excitado novamente por aqueles insultos, não parei na tarefa de espremer aquela pica de chocolate. Enquanto isso, ela tirou a parte de cima da lingerie e seus peitos ficaram livres. Dava para ver seus mamilos duríssimos e suas tetas balançando de um lado para o outro cada vez que ela enfiava aquela pica na minha bunda.
Ela começou a agarrar seus seios lindos e a beliscá-los. Eu, enquanto isso, decidi mudar de posição. Então me joguei para trás, apoiando-me em seus tornozelos, e flexionando um pouco minhas pernas, mas sem tirar aquela pica de dentro de mim.
Comecei assim outra cavalgada sobre minha garota, tirando e metendo aquela pica até o mais profundo do meu ser. Enquanto isso, minha pica, cheia de excitação e bem dura, batia seca contra meu ventre cada vez que eu levantava meu corpo, e ficava tensa, olhando para minha garota cada vez que eu descia.
Produzia um efeito hipnótico na minha garota, que ficou olhando para ela embasbacada enquanto babava. Ela estava morrendo de vontade de chupá-la, e não teve vergonha de me dizer:
Vira de lado, vamos fazer um 69 que estou doida para comer sua pica.
E foi o que fiz, senti novamente uma sensação de vazio ao tirar a pica do meu corpo, me virei, colocando minha pica sobre seu rosto, enquanto me deitava para Vamos lá para eu comer o seu grande pauzão. Ela, sem perder um segundo, agarrou meu pau e começou a chupar, deixando ele bem ensaboado. Foi como um sopro de ar fresco e um descanso pro meu corpo, principalmente pro meu cu, que precisava de uma pausa.
Nós dois estávamos comendo os paus com vontade. O dildo, mesmo tendo estado na minha bunda, estava bem gostoso, tinha perdido aquele gosto de plástico ou sintético do começo, e já parecia um pouco com a pele de uma pessoa — mas sinceramente, eu estava provando o meu próprio cu, o que longe de me dar nojo, me deixava com mais tesão e me fazia querer chupar aquele pau com ainda mais desejo.
Enquanto isso, minha mina enfiava meu pau inteiro na boca, marcando o ritmo com as mãos nos meus quadris. Mas era hora de me vingar pelo que ela fez antes, então comecei a mover meus quadris devagar, fodendo a boca dela enquanto ainda conseguia mamar aquele pau negro.
Não tive piedade: enfiava meu pau até a garganta dela. Ela não reclamou, porque tinha que aguentar pelo que fez comigo antes. Mas, sinceramente, ela estava gostando — agarrava minhas nádegas e afundava as unhas nelas.
Meu pau entrava e saía da boca dela, lubrificado pela saliva, chegando até a garganta. A cada enfiada, ela soltava os mesmos sons que eu soltei antes: "GG! GA! GAH!"
De boa vontade, eu teria gozado igual ela gozou antes, mas eu queria aguentar e gozar com aquele pau negro dentro de mim. Então me levantei e pedi pra ela me foder.
Ela se levantou, me colocou de costas, com a bunda na beirada da cama. Levantei as pernas pra facilitar ela enfiar o dildo de novo. Ela me segurou pelos tornozelos e começou a foder meu cu com muita vontade. Tanta vontade que logo ela se inclinou sobre mim, fazendo eu dobrar mais as pernas. As mãos dela se apoiaram na cama dos dois lados da minha cabeça. A boca dela quase encostava na minha, cheia de desejo. E meu pau estava preso… sobre minha barriga e a dela. Nos olhamos nos olhos e começamos a nos beijar enquanto eu recebia aquela foda intensa dela. Misturamos nossas línguas de um jeito bem promíscuo. De repente, ela se levantou um pouco e, com a mão direita, me agarrou pelo pescoço enquanto continuava me comendo. Ela me olhava com uma cara de dominação e satisfação que me era familiar. A minha cara, quando eu fazia o mesmo com ela. Eu também sabia o que vinha agora. Um tapa. Ela virou meu rosto, para me agarrar pelo pescoço de novo. Eu sorria, porque sabia que ela estava agindo igual a mim, e porque eu estava gostando. Principalmente ela apertar forte meu pescoço, me deixando quase sem ar. É uma sensação muito difícil de explicar, mas que todos deveríamos experimentar, porque é muito prazerosa. Ela virou meu rosto de novo e cravou os dedos como se fossem uma pinça embaixo das minhas bochechas, e mexeu minha cabeça para me dizer: "Tá gostando, eh, putinha?" "Sim… mmmm…" — falei como pude, porque entre o pouco ar que me restava e os dedos dela apertando minha boca, eu não conseguia falar muito, só gemer. Ela me deu outro tapa e tapou minha boca com aquela mão para me impedir de gemer, ao mesmo tempo que começava a se mover mais rápido sobre meu corpo nu. Os peitos dela repousavam no meu peito. Eu sentia o calor do corpo dela e a pressão da mão dela na minha boca. Meus olhos estavam revirados, eu não ia demorar muito para gozar. Ela finalmente liberou minha boca e, como pude, eu disse que ia gozar. Ela se jogou para trás, enquanto com uma mão segurava meu tornozelo direito e com a mão direita agarrava meu pau ereto. Ela cuspiu nele e começou a me masturbar. Eu estava muito perto do orgasmo e estava na glória, putinha. Acho que não há nada mais prazeroso nessa vida do que ter um orgasmo enquanto estão te fodendo o cu. E eu avisei: "Vou gozar! Vou gozar, gata! UFFF, vou gozar!" Ela continuou com as bombadas no meu cu e me masturbando o pau. Quando sentiu a contração do meu corpo, de que eu ia gozar. Ela continuou me masturbando, mas soltou a mão que segurava meu tornozelo. Levou-a até a base do dildo e manteve o botão pressionado. Acho que aquilo poderia ser chamado de festival de porra. Meu pau soltando jatos de sêmen que caíam com força na minha barriga e na mão dela, enquanto aquele pau preto enchia minha bunda de sêmen falso. Cheguei a sentir os primeiros jatos daquela rola dentro de mim. O orgasmo foi tão intenso que quase desmaiei na cama. Sentia o sêmen falso lubrificando minha bunda e aquele pau, fazendo com que entrasse e saísse do meu corpo mais fácil. Eu estava morto de prazer, mas parece que minha mina ainda tinha vontade de guerra. Ela saiu lentamente do meu corpo. Minha bunda imediatamente expeliu o excesso de sêmen que tinha dentro, que era muito. Minha mina tirou o cinto e os saltos, ficando completamente pelada. Com a mão, pegou o excesso de sêmen que saía da minha bunda, que, lembrando, na verdade era lubrificante. E jogou no meu pau. Depois recolheu meu sêmen, o que eu tinha jorrado na minha barriga, e também jogou no meu pau. Ela me masturbou lentamente, misturando as duas porras, a falsa e a verdadeira, lubrificando meu pau ao máximo. Quando tudo estava misturado, ela se levantou e se posicionou sobre mim, apontando meu pau lubrificado para a boceta encharcada dela. Sim, ela tomava pílula, senão não poderia fazer isso. Entrou sem nenhum problema na boceta dela. Eu conseguia sentir o calor do interior do corpo dela. Sentia as duas porras fluindo entre meu pau e a boceta dela. O corpo pelado dela quicando e esfregando em mim, e os peitos se mexendo pra todos os lados. Se há alguns momentos eu tinha tido um orgasmo brutal, não estava longe de sentir outro do mesmo nível. Ela parecia possuída e se movia como nunca. Normal, já que quem estava recebendo a noite toda era eu. Então ela continuou assim, movendo o corpo e os quadris, Cavalgando no meu pau duro como se não houvesse amanhã.
Não demorou muito para gozarmos. Primeiro ela desabando sobre mim, e depois eu, movendo um pouco meu corpo dolorido para alcançar o orgasmo de novo e encher sua buceta gostosa com minha porra.
Ficamos os dois exaustos na cama. Quando nos recuperamos um pouco, nos olhamos, rimos e nos beijamos. E juntos fomos para o chuveiro nos limpar.
Foi uma experiência inesquecível, que eu precisava contar para vocês.
É incrível às vezes trocar de papéis, para descobrir novas sensações e experiências, além de entender muito melhor sua parceira.
Desde aquele dia, voltamos a repetir, até eu já coloquei o cinto para foder minha mina, mas isso é outra história.
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