De empregada a meu depósito particular

Tudo começou quando eu tava terminando o colégio, com meus 17 anos. Meus pais eram comerciantes de sucesso na época e os negócios deles exigiam muita atenção, então decidiram contratar uma empregada doméstica pra cuidar dos afazeres de casa e de mim e dos meus três irmãos mais novos.


É assim que entra Maria, uma senhora de uns 45-50 anos, nunca soube a idade exata porque ela tinha vergonha de dizer. Ela tinha quadras largas, uma bunda empinada e bem volumosa, uns peitos grandes e durinhos, media mais ou menos 1,65-1,70, de corpo esbelto, nem gorda nem muito magra, a pele era morena. Apesar da idade, estava muito bem conservada e não teve filhos, sempre quis, mas a vida não deu. Bom, ela entrou recomendada por uma amiga da minha mãe, foi assim que começou a trabalhar. Ela era uma senhora muito safada, ou pelo menos comigo era demais, talvez percebesse como eu, em segredo, desejava aquela bunda linda e apetitosa. Meu horário da tarde me permitia ficar mais tempo em casa sozinho com ela, foi assim que ganhei confiança rápido com ela, e ela comigo foi algo estranho, talvez química, desejo mútuo, sei lá, mas foi em menos de 15 dias que tudo começou. Como começou? Bom, começou quando ela ia cozinhar, eu me aproximava com a desculpa de pegar algo na cozinha e roçava nela devagar, eu bem duro. Ela sentia e se aproximava mais para sentir ele inteiro por um bom tempo, enquanto eu fingia que terminava meu suco. Depois, eu acariciava a cintura dela ao servir o almoço, e assim, aos poucos, fui ganhando confiança. Até que um dia ela me pergunta se eu tenho namorada, e eu digo que não, que não gosto de meninas da minha idade. Ela se surpreende e fica intrigada, então pergunta por quê. Eu digo que gosto de mulheres mais velhas porque podem me ensinar mais e não ficam com rodeios nem bobagens de jovens. Ela ri: "hahaha, as coisas que você diz". Eu fico sério, olho nos olhos dela, me aproximo e digo: "A senhora sabe que é verdade". Senti que naquele momento ela era minha, e a beijei com tanta paixão que tive que segurá-la porque as pernas dela já não aguentavam. Então ela se deitou na sala, e eu continuei chupando os peitos dela, que tinham um tom marrom e umas auréolas enormes. Chupá-los me excitou tanto que pensei... que meu pau ia explodir de tanto tesão, aí tirei a calcinha fio dental dela que, pra ser sincero, não era lá muito sexy, mas a buceta dela apareceu e era linda, parecia de uma novinha, tudo no lugar certinho e rosadinha, me surpreendi porque os peitos dela eram moreninhos, enfim,De empregada a meu depósito particularEla estava tão molhada que a calcinha grudava nela com os próprios fluidos, foi aí que instintivamente comecei a fazer um oral nela, o cheiro e o gosto eram únicos, isso me deixou ainda mais tesudo, e ouvir ela gemer era estar no paraíso. Ela me parou e sem precisar falar nada, eu já sabia que ela queria que eu metesse com tanta força e tão fundo, e foi o que aconteceu. A empolgação tomou conta de mim e eu meti com toda a força, e parecia que não era o suficiente pra ela, ou seja, quanto mais forte eu metia, mais forte ela pedia. Enfim, a pussy dela era macia, acolchoada, e ela apertava meu pau com tanta força, era uma sucção deliciosa. Ela tinha momentos em que pensava: "Meu Deus, o que eu estou fazendo?".vadia

Preta

maduramas a tesão dela falou mais alto, foi quando eu não aguentava mais e falei naturalmente que ia gozar, ela só sorriu e disse deixa tudo dentro, foi quando eu gozei e não fiz o menor esforço pra tirar como fazia com minhas ex-namoradas, ela só me segurava ainda mais... eu tiro e ela fala, olha que gostoso! e começa a tirar como se estivesse fazendo força, saboreia e fala que tem um gosto delicioso, desde aquele momento eu soube que ia fazer dela meu depósito pessoal... continua

1 comentários - De empregada a meu depósito particular

Uff que rico yo también he tenido esa fantasía de pagarle a alguien y cogerla mientras asea