Ver a garota novinha de novo depois de 20 anos reativou meus pensamentos mais sombrios, mas as coisas não foram como eu esperava.
Parte VI, 20 anos depois
Tive pouco contato com o casal maduro. Eles eram de Barcelona e não voltaram para a Galiza. Dava pra ver que não gostavam de repetir. De vez em quando, trocávamos algumas mensagens safadas, que com o tempo viraram WhatsApp e também incluíamos fotos e vídeos, o que deixava tudo ainda mais pervertido. Mas com o tempo, a frequência foi diminuindo, e só os vi pessoalmente mais uma vez, quando fui a Barcelona visitá-los, há uns 10 anos. Tivemos uma noite muito intensa e divertida. Saímos pra tomar alguma coisa e teve jogos de tesão a noite toda, terminando no apartamento deles com uma noite de sexo total. Foi muito bom, mas já não era a mesma coisa de quando nos conhecemos. Os anos não perdoaram e, apesar de eu estar com quarenta e poucos e muito em forma na época, eles já tinham passado dos 60 e os corpos deles já não respondiam mais. Ele já não tinha o fôlego de antes, nem mesmo com a ajuda dos comprimidinhos azuis. E principalmente ela: aquele corpo magro e firme, tão impressionante que eu conheci, o tempo, a menopausa e algumas doenças o deixaram irreconhecível, com bastante peso extra e uma pele desbotada pelo excesso de sol no passado.
Mesmo assim, ela continuava sendo a leoa na cama que eu conheci, então aproveitamos bastante. Mas as sensações já eram diferentes. Ela parecia ter vergonha do próprio corpo, e mesmo eu participando com ela igual no passado, ela não se sentia confortável. Ao longo da noite, meu companheiro de confidências me contou que eles tinham tido várias experiências ruins, onde jovens e nem tão jovens assim não quiseram transar com ela, o que causou uma certa depressão nela. Eles já não procuravam mais os jogos como faziam quando me conheceram, e tinham reduzido isso às pessoas mais próximas e conhecidas. Ele disse que ficou muito feliz com minha visita. porque tinha percebido que ela tinha se sentido muito bem, como quando nos conhecemos. Enfim, eu pensando que aqueles babacas que não a quiseram, que eles é que se foderam!! Desde aquela visita, tive muito pouco contato com eles, apenas algumas mensagens de felicitações no Natal e pouco mais, já nada de fotos nem vídeos pornô, imagino que eles, agora já bem nos seus 70, estariam levando vida de aposentados, embora com certeza com alguma que outra experiência, mas já nada parecido com o de antes, a verdade é que eu teria gostado de vê-los de novo.
O casal de jovens eu voltei a ver, eles moravam a apenas umas três horas de carro da minha cidade e várias vezes marcamos no meio do caminho para ter algum fim de semana de trisais bi, mas tinha que fazer com cuidado, o pau daquele cara me deixava destruído, e mesmo não conseguindo igualar sua potência juvenil, voltar a ouvir a voz e os gemidos daquela garota era superior à minha dor na bunda e sempre que podia repetia com eles, não muito frequentemente, mas sempre pelo menos umas duas vezes por ano, repetido durante dois ou três anos.
Depois de uns meses do último encontro, fiquei sabendo que eles não estavam mais juntos. De viagem a trabalho na cidade dele, vi o cara, ele estava com outro cara, tomamos um café e ele me disse que tinha terminado com ela porque tinha saído do armário, e esse cara era agora seu parceiro. Fiquei muito surpreso, mas depois daquele encontro escrevi para a garota, para ver se ela topava a gente se ver de novo, ou pelo menos para bater um papo, mas mesmo tendo visto a mensagem, ela não respondeu e nunca mais tive resposta, mandei mais algumas mensagens, que nem chegaram a ser lidas, e alguns dias depois liguei, mas o celular dela já estava fora de serviço, nunca mais soube nada dela, até agora, quase 20 anos depois do nosso primeiro encontro, que a vi tomando um café numa mesa de bar na minha cidade, estava com outro homem, nossos olhares se cruzaram, e apesar das máscaras, claramente nos reconhecemos, eu ia continuar sem parar, mas ela manteve o olhar e fez um gesto como se estivesse me cumprimentando.
Eu me aproximei e nos cumprimentamos,
- Oi Ana, quanto tempo sem saber de você, como está?
- Oi Julio, muito bem, obrigada, viemos passar o fim de semana, e você, como vai?
- Pois muito bem, aproveitando o final de semana para descansar e como vocês, procurando uma mesa para tomar algo nas esplanadas
- Está sozinho? Senta aqui e toma algo com a gente e nos conta como tem sido a vida
Aceitei e me sentei, pude olhar bem para ela de novo, apesar da roupa de fim de verão que estávamos usando, que já cobre demais, pude ver que ela ainda tinha aquele corpinho miúdo, magrinha e com pouco peito, poucas curvas, o rosto já não era de uma garotinha mas estava muito gata, sem rugas e os traços mais marcados, o cabelo e a maquiagem muito bem arrumados, mesmo que já devesse estar perto dos 40, ninguém diria que tinha mais de 30. Ela me apresentou o homem que estava com ela, Juan, e me disse que era o marido dela, era claramente mais velho que ela, até diria que um pouco mais velho que eu, então possivelmente teriam uns 15 anos de diferença, bem gordinho, pouco cabelo, ainda menos que o meu, e visivelmente incomodado com a minha presença desde que nos apresentamos.
Eu não perguntei sobre o ex-namorado dela, mas ela mesma me contou quase no começo da conversa,
- Imagino que você deve estar pensando nisso, meu ex-namorado e eu terminamos já faz vários anos. Eu fiz de conta que não sabia de nada, e deixei ela continuar,
- No final das contas ele era gay, e o baita viado foi embora com outro homem! Ela disse, com um tom frio que deixava claro que a separação não tinha sido muito amigável.
- E você, como está a vida?
- Pois eu fui casado vários anos, mas não deu certo e estou divorciado há quase dois anos, já desde antes da pandemia, e não tivemos filhos
- Eu também não tenho filhos, fomos adiando e agora Juan e eu estamos juntos há quatro anos, mas ele não quer ter, diz que com 55 anos é muito velho para Ter filhos! Eu fiquei surpreso, ele realmente aparentava esses 55 anos. Eu com a mesma idade estava em melhor forma.
A cara fechada do Juan foi aumentando desde que comentamos o nome do ex-namorado. Já dava pra ver que ele não estava confortável falando sobre esse assunto, e com o tema dos filhos ficou ainda mais claro que eles tinham muitas discussões sobre isso.
Eu também não quis arrumar confusão e mudei de assunto. Perguntei o que iam fazer, eu ia jantar, e se quisessem, eu poderia fazer de guia. A verdade é que não estava fazendo por gentileza, era puro egoísmo. Se tinha a chance de ficar com ela de novo e ouvir aqueles gemidos doces, não ia desperdiçar.
Ela aceitou, e embora ele fizesse cara de desaprovação, não disse nada. Fomos andando pelas ruas da parte antiga da cidade, comendo os típicos espetinhos de cada lugar, e em cada local um vinzinho ou uma cervejinha. Aos poucos, o álcool foi deixando a situação menos tensa. O Juan foi entrando no clima e dava pra ver que estava mais alegre, bem vermelho, e até começou a contar piadas – a verdade é que sem muita graça, mas eu não parava de olhar pra ela e pros seus sorrisos.
Eu também fui me aproveitando. Na maioria dos lugares, o espetinho era comido em pé, e como estavam bem cheios, eu me colava nela o máximo que podia. E sempre que dava, passava minha mão pelas suas costas disfarçadamente, e se o marido não estava olhando, descia até a bunda dela e acariciava com cuidado, sem que ela reclamasse ou dissesse algo.
Em alguns locais, conseguimos sentar. As mesas eram bem pequenas e estávamos muito juntos. Quando já tínhamos bebido vários, coloquei minha mão na perna dela. Ela tinha levantado um pouco a saia pra se acomodar melhor no espaço apertado, o suficiente pra eu acariciar a parte interna da sua coxa. Notei que ela tremia e ficava me olhando. Como não disse nada, subi minha mão quase até a buceta dela, acariciando por cima da calcinha enquanto ouvia as piadas sem graça do marido. Em um dos locais, sentados os três e eu acariciando de novo a buceta dela por baixo da mesa, o marido dela se levantou e foi ao banheiro, momento em que ela me diz, com bastante má vontade,
- O que foi, viadão, quem te deu permissão pra me tocar? Você se salvou porque meu marido estava na frente, senão eu te dava uma surra, porque não quero armar um escândalo, nem que ele veja!! Eu fiquei alucinado e ela acrescentou,
- Ainda gosta de chupar rola, viado? E de levar no cu? Aposto que você também é outro viadão que disfarça fodendo de vez em quando uma mulher? Ela viu minha cara de vergonha, e acrescenta,
- Claro, você achava que eu ainda era a virgemzinha inocente de quando me conheceu, e que só de te ver eu ia abrir as pernas pra você? Estava claro que não, que ela já não era aquela virgenzinha, era uma mulher feita, mas era verdade que eu tinha me confundido e tinha passado dos limites, com aquelas palavras tirei minha mão da perna dela, e comecei a balbuciar um pedido de desculpas, ela se levantou e quando eu ia responder, aparece de novo o marido dela, não o vi chegar e ele percebeu pelas nossas caras que algo tinha acontecido, esteve a ponto de perguntar mas não disse nada e se sentou, mas com a cara muito séria, enquanto ela dizendo que ia ao banheiro saiu disparada. Eu fiquei calado e o marido dela de repente disse, muito sério,
- Sabe, a Ana me falou de você. Me contou o que vocês três faziam, você com ela e o ex-namorado dela! Eu quase caí da cadeira do susto, não disse nada e fiquei com a boca aberta como um idiota, e ele continuou falando,
- Quando ele a deixou as coisas não foram bem pra ela, ficou muito arrasada, teve uma depressão tremenda. O ex-namorado dela não fez certo, a largou e ela estava muito apaixonada, na verdade acho que ainda não esqueceu ele completamente.
- Pela cara que você está, suponho que ela te disse alguma coisa, não leve pro pessoal, ela está muito magoada mas realmente não é com você. Mas me custou muito conseguir que ela voltasse a viver e a sorrir, já chorou demais e não vou deixar que a machuquem.
Eu ia dizer algo quando ela aparece de novo, senta e diz:
— Não tô a fim de continuar, não tô com fome e tô cansada, vamos pro hotel!! Mas Juan responde:
— Mas Ana, já que a gente tá aqui, é cedo, e a gente precisa experimentar aquela marisqueria que falaram pra gente e que você tava tão doida pra ir! Vai, anima!
Juan continuou insistindo e no final Ana aceitou, mas não voltou a falar comigo diretamente, só algumas respostas curtas ou sem importância, e sempre com atitude de me ignorar, ou diretamente com cara de nojo e puta da vida.
Juan percebeu e o tempo todo tentou mediar entre a gente, incluindo piadas ou conversas, mas ela não mudava de atitude. No restaurante, com o frutos do mar e o vinho branco Albariño que acompanhamos, as coisas começaram a mudar um pouco, mas imagino que era só pelo álcool, eu tinha me controlado e tava bem, além porque tinha que dirigir, já que sabia como aquele vinho é perigoso, tá fresquinho e desce fácil mas te embebeda muito antes do que parece, mas eles claramente tinham passado do ponto, os dois estavam com as bochechas vermelhas e dava pra notar em Ana porque ela já tava se soltando um pouco mais na conversa.
A conversa foi subindo de tom por parte do Juan, dava pra ver que o álcool tava soltando ele e cada vez ele falava de um jeito mais safado, até que na hora da sobremesa, Juan e todo o álcool que ele tinha tomado já não tinham nenhuma vergonha, e ele começou com temas muito mais delicados:
— Julio, você conheceu a Ana quando era jovem, como ela era, era gostosa, era como agora? E eu dizia:
— Sim, era muito gostosa, era bem novinha, quase uma adolescente.
— Julio, não acha que a Ana continua muito gostosa? Não conheci ela jovem, mas agora ela tá muito bem, né? Ao que eu respondia:
— Sim, na real ela tá muito gostosa, acho que melhor do que quando era novinha.
Mas as perguntas ficaram muito mais diretas:
— Ana me contou que você transou com ela e com o ex-namorado dela várias... às vezes, todos juntos num trio, é verdade? Eu não disse nada, mas a Ana é que respondeu pra ele,
- Juan, para, isso não importa agora! Mas ele continuou,
- Julio, a Ana me contou quando vocês se conheceram, que você foi o primeiro a foder o cu dela, é verdade? E também o primeiro a gozar na boca dela e fazer ela engolir a porra. Sabe, ela não deixa eu fazer nada disso com ela! Ao que a Ana respondia,
- Juan, você tá bêbado, não seja ordinário! Isso não é assunto pra falar aqui!! Eu não dizia nada, mas a verdade é que não tava confortável, e mesmo que por educação eu não fosse embora, a verdade é que tava desejando que o jantar acabasse, mas ele continuou falando,
- sim, sim, ela me disse que você e o ex-namorado dela comiam ela pelos dois lados ao mesmo tempo e que ela adorava, porque vocês tinham uns paus enormes!! Ao que ela repetia de novo,
- não seja grosseiro, cala a boca de uma vez!! E ele continuou,
- Julio, você pode me dizer, é verdade que vocês tinham tão grandes? E eu respondi tentando não piorar,
- o meu é normalzinho, o ex-namorado dela é que tinha grande! Eu disse, ao que o Juan replicou,
- Sim, ela já me contou, também me disse que você é bissexual e que também curtia receber o pauzão dele no cu, é assim? Mas antes que ele pudesse continuar, ela o interrompeu,
- sim, também é outro boiola que adora chupar pica e quando deixam o cu dele todo arrombado!! Olhando pra mim com cara de nojo, ao que o Juan acrescentou,
- sabe por que ele largou a Ana? Porque a Ana não deixava foder o cu dela!! Nesse momento a Ana cortou ele, e disse,
- cala a boca!! Isso não é um assunto que interesse nada pra ele, não é problema dele!! Mas o Juan seguiu,
- sabe, Julio? Ele arrombava ela quando fodia o cu dela, ela aguentava o que dava, mas ele queria todo dia, e ela aceitava e aguentava, e aguentava mais e mais, mesmo ficando toda arrombada e dolorida, tanto que um dia no pronto-socorro disseram que tava muito ruim e ela teve que parar, e quando ela não quis mais foder pelo cu, aquele babaca largou ela!! Eu olhei pra ela, que tinha baixado a vista por vergonha, e vi que ele também estava com os olhos úmidos e prestes a chorar. Mas naquele momento, eu disse, já sem vergonha e sem me importar com o que ele dissesse,
- toda vez que eu saía com eles, lembro que o ex-namorado dela queria me comer, e eu voltava com o cu destruído, na verdade eu sofria muito, não curtia nada! O que era verdade, não estava mentindo. E continuei falando,
- sou bissexual e não me importo de ser fodido, eu curto, mas com ele nunca foi bom, ele era muito animal.
- sabe? O ex dela não era um cara ruim, mas era muito imaturo e muito animal, ele gostava de sexo anal duro e não percebia o estrago que fazia com aquele pauzão que ele tinha!
E então Juan me perguntou,
- por que você voltava com eles? Por que repetiu tantas vezes!! Ao que respondi sem hesitar,
- naqueles ménages eu me divertia muito, apesar de voltar com o cu destruído e não conseguir sentar por vários dias, eu voltava porque o que realmente me encantava era o sexo com a Ana, adorava transar com ela, eu curtia muito, mas o que mais me agradava era ouvir como ela gozava, gritava de prazer e eu adorava fazer ela ter vários orgasmos, um atrás do outro, desde a primeira vez que lambi a buceta dela na praia e senti os orgasmos dela, por isso eu voltava sempre que podia!
Naquele momento, ao terminar de dizer isso, olhei para a Ana e ela me encarava fixamente, com os olhos bem abertos, mas já não era o olhar de ódio que ela tinha tido a noite toda comigo.
Com aquela resposta, Juan ficou pensativo mas não respondeu, não comentou mais nada sobre aquele assunto e continuamos jantando, terminamos e Juan não me deixou pagar, fomos embora e como tínhamos ido no meu carro, levei eles de volta ao hotel, e antes de deixá-los, Juan insistiu em trocar nossos celulares, caso algum dia voltássemos a entrar em contato.
Eu dei o meu, na verdade pensando que nunca mais saberia nada deles e muito menos os veria de novo. Mas poucos minutos depois de ir embora, recebo um whatsapp,
Fico todo desconcertado, paro o carro e começo a procurar, e de fato no chão do lado do passageiro tem uma carteira, abro e é a carteira dela, com cartões, documentos e dinheiro. É um pouco estranho ela me pedir pra subir no quarto, mas enfim, estaciono o carro e lá vou eu com a carteira, escrevo pra ela,
e ele responde,
Subo pro quarto e bato na porta, e lá está o Juan, fica atrás da porta, me faz entrar e quando fecha a porta atrás de mim, vejo que ele está totalmente pelado, e nesse mesmo instante, ouço a voz da Ana,
-Juan, querido, quem estava batendo na porta? E sai do banheiro, também completamente nua. Ela fica chocada de me ver ali, mas eu fico ainda mais, principalmente ao vê-la pelada, com os anos não tinha perdido seu corpinho, muito pelo contrário, tinha ganhado algumas curvas mas tinha todo o corpo firme, os seios e os mamilos um pouco maiores mas continuava linda.
Ela, sem muita pressa, pega um roupão e veste, mas o Juan diz,
-amor, deixei a carteira no carro do Julio, e ele trouxe pra mim. Ao que ela faz cara de surpresa, e ainda mais quando ele diz:
-meu amor, sabe, fiz de propósito, queria que estivéssemos todos no quarto, e não se cubra! tenho certeza que o Julio estava morrendo de vontade de te ver pelada de novo.
Juan se aproxima, agarra minha mão, e me leva pro lado dele, ao pé da cama. Então ele agarra ela com muita delicadeza e a senta na cama, e tira o roupão, deixando-a nua à minha vista, e diz:
-sabe, eu adoro minha mulher, quero fazê-la feliz, mas acho que ela não curte comigo como curtia antes, nunca consegui tirar dela mais do que uns gemidinhos, e quero ouvi-la gritar de prazer, como você me conta que ela fazia com vocês!!
Ao ouvir aquilo, a verdade é que comecei a ficar excitado, só a ideia de tê-la de novo já me deixava a mil, e ainda mais ao vê-la ali pelada, com o roupão que Juan havia aberto para que eu pudesse vê-la.
A verdade é que aquele homenzinho que no início até me caía um pouco mal, com o que aconteceu ao longo da noite foi me parecendo um cara legal e caiu muito melhor, mas ao ouvi-lo a verdade é que me parecia que ele era um senhor.
Me ajoelhei na frente dela, e subi a mão pela sua perna, ela deu um meio sorriso, e abriu as pernas, deixando sua buceta à vista, já não era como eu lembrava, era maior e com os lábios mais salientes para fora, mas não esperei para ver com detalhes e fui direto começar a lamber, bem devagar e com muito cuidado, até que vejo que ela se deita na cama e abre um pouco mais as pernas, começa a soltar pequenos gemidos e nesse momento eu apresso o jogo da minha língua, do clitóris até a entrada do ânus, muito mais intenso e mais rápido, o que faz aumentar seus gemidos.
Nesse momento o marido dela se aproxima, que fode seu pênis com a mão e começa a masturbá-lo, e ele diz:
- Assim, querida, aproveita, aproveita e me toca, me dá prazer também!!
Ao que ela responde aumentando o ritmo da masturbação, e eu aproveito para meter um par de dedos na sua vagina e apressar os jogos de língua e dedos ao mesmo tempo, o que faz com que ela comece a gemer com mais intensidade, já quase são aqueles gritos de prazer que eu lembrava. Continuo um pouco mais e ela tem um primeiro orgasmo, não muito escandaloso mas dava pra ver que ela tinha curtido, eu não parei, continuei com o jogo de dedos e língua, até descendo para lamber seu ânus, e também para meter um dedo em cada buraco.
Nesse momento, vejo que Juan está gozando, ela continuou masturbando ele com mais força e ele não aguentou, deixando a mão dela cheia do seu sêmen e algumas gotas sobre os seios, eu sabia o quanto ela gostava de beijos com sêmen, então parei os jogos com a língua, me aproximei e comecei a lamber seus seios e a mão, recolhendo todo o sêmen dele, e quando tinha tudo na boca, me aproximei para beijá-la, achei que ela ia recusar, mas no último momento ela também pegou minha cabeça e me beijou com paixão, recolhendo com a língua todo o sêmen do marido dela da minha boca.
Quando ela soltou minha cabeça, olhei para o marido e ele estava sorrindo e terminando de balançar o pau, e sem que ele fizesse nada, enfiei seu pênis na boca e comecei a chupar, era um pau pequeno e como tinha acabado de gozar já estava amolecendo, entrava inteiro na minha boca, e fui recolhendo suas últimas gotas de sêmen, ele ficou meio travado mas não fez nada, e se deixou chupar, até que recolhi tudo, volto a beijá-la, deixo todo o sêmen na boca dela, me afasto e digo ao Juan:
- agora beija sua mulher, e saboreia sua porra!!
Eu desço novamente para a buceta e continuo lambendo, e brincando com os dedos, lambendo e enfiando pelos seus dois buracos, só com a saliva os dedos entram e saem sem nenhum esforço, enquanto vejo que de fato Juan não esperou nem um segundo e está beijando-a apaixonadamente, e pelo pouco que transbordava pelos lábios, estavam compartilhando toda a gozada. Eu aproveito para ir me despindo, além de que minha excitação fez com que já estivesse tudo em ereção, e com a mão livre começo a me tocar, dedicando a outra e minha língua à sua buceta e seu cu.
Nesse momento os gemidos já voltavam a ser como os que eu conhecia, com grande volume e contínuos, claramente a mulher que eu lembrava, e seu marido também claramente estava curtindo, suando mas com um grande sorriso, e quando vê meu pau ereto, diz:
- vamos, vem, fode ela logo, que ela está desejando!! Ao que eu, todo excitado, não espero nem um segundo, levanto suas pernas até meus ombros e me ponho em cima, aponto e enfio até o fundo, bombando com força e até o fundo a cada enfiada, com as quais ela geme e grita cada vez que chego no fundo,
Juan se aproxima e eu digo:
- Juan, enfia na boca dela, para ela chupar você!! E ele também não sem esperar um segundo, ele já enfia na boca dela, ainda bem mole, mas ela não discute e, segurando seus testículos, começa a chupar, colocando-o inteiro na boca.
Ficamos assim por algumas bombadas, quando vejo que o pau do Juan já está duro de novo, olho para ela e digo:
- Não quer pelos dois lugares ao mesmo tempo? Ela aceita balançando a cabeça, não consegue falar com o pau do marido na boca. Eu seguro ela pela bunda e, sem tirar meu pau da sua buceta, viro ela de forma que fica por cima de mim, e digo:
- Juan, é sua vez, mete nela agora pelo cu, ela quer sentir os dois dentro de novo!!
Juan se vira e, depois de algumas tentativas, enfia no cu dela. O pau do Juan é pequeno, menor que o meu, o que ajuda a entrar sem problema no ânus, só com a pouca saliva que tinha deixado. Nesse momento, ela grita de novo e pede mais. Começamos a bombear buceta e cu ao mesmo tempo, e ela grita a cada enfiada. Ficamos muito excitados e bombamos cada vez mais rápido, enquanto ela grita, nos incentivando:
- Mais forte, mais, me dêem mais forte, seus cabrões, me fodem mais forte!! Até que notamos que ela tem um orgasmo brutal, com gritos de prazer, como aqueles que eu conhecia tantos anos antes.
O marido dela e eu também havíamos gozado, dentro do seu cu e da sua buceta. Ela se toca e pega o sêmen que saiu da sua buceta e do seu cu, e enfia com os dedos na boca do marido, que lambe com paixão.
- Assim, meu porquinho, chupa bem, chupa toda a porra!! Enquanto ela começa a beijar o marido de novo para lamber o sêmen da boca dele, me aproximo e digo:
- Aqui, lambam aqui os dois!!
E aproximo meu pau, ainda duro e pingando as últimas gotas de sêmen, até enfiar a cabeça entre os lábios deles.
Parecia que ele ia se afastar, mas, em vez disso, enfia meu pau na boca e começa a chupar, deixando na boca dele minha última descarga de sêmen. Ela se... Ela ficou alucinada, olhando pra ele, e disse:
— Meu porquinho, mas você é bi?
Ao que ele respondeu, tirando o pau da boca por um instante:
— Não, meu amor, não sou. Mas por você eu experimento qualquer coisa, tudo!
Ela respondeu com um sorriso e um beijão na boca, enquanto eu voltava a descer na bucetinha dela e começava a lamber todo o porra que ainda escorria da vagina e do cu dela.
Ficamos os três deitados na cama e, quando recuperamos um pouco as forças, eu disse:
— Ana, quero te pedir desculpas. Nunca tinha percebido o que a gente fez com você na época do seu ex. Em grande parte, culpa minha por ter colocado vocês naqueles jogos e por ter te perseguido. Entendo que você não queria saber mais da gente.
Ela ficou pensativa e me disse:
— Não, não precisa se desculpar. Eu era jovem e estava apaixonada, nunca percebi que ele realmente não me amava. Devia ter terminado antes. Minhas desculpas por ter te tratado daquele jeito!
E eu respondi:
— Não, comigo você não tem que se desculpar. Eu fui só uma pequena parte do estrago, e ainda acho que tive minha responsabilidade. Mas acho que você deveria pedir desculpas e agradecer ao seu marido. Ele mostrou como te ama.
Ele te trouxe aqui hoje pra te fazer gozar, e acho que conseguiu. Te vi como te via tantos anos atrás, e não importou pra ele que outro homem tenha transado com você. Ele te ama loucamente! Não o limite no sexo com você, você realmente curte, e ele quer curtir com você!
Nesse momento, Juan e Ana se olharam, sorriram e se beijaram com doçura. E eu completei:
— Olha o que ele fez: deixou outro homem chupar ele, chegou a chupar um pau e não se importou de lamber porra de outro homem pra compartilhar com você! Até acho que ele deixaria você comer o cu dele por você!
Os dois riram, e ela perguntou:
— É, meu porquinho, você deixaria eu te comer se fosse por mim? Sério?
Ele sorriu e não respondeu.
Então eu disse:
— Com tudo o que… Você aprendeu com a gente, devia dar a ele a chance de curtir igual a gente fazia com você!!
Nós três rimos, fomos alternando ao banheiro, e quando eu voltei, encontrei eles se beijando apaixonadamente na cama, não quis atrapalhar e comecei a me vestir, quando ela me vê, me diz:
- Já vai embora? Não aguenta mais como antes, pelo menos dois ou três seguidos?
Ao que eu respondi:
- Sim, claro que aguento, mas pensei que era melhor deixar vocês sozinhos!! Mas ela responde:
- Não, não vai ainda, você tem que me lembrar dos velhos tempos metendo na minha bunda, porque lembro que comigo você realmente curtia, e de quebra, tem que estrear o cu do meu maridinho!!! Eu rio e digo:
- Tá bom, quem vai primeiro, seu cu ou o dele? Ao que ela responde:
- Primeiro o do Juan, antes que ele mude de ideia!!
Juan fez cara de susto, acho que não esperava que ela falasse sério, mas ela acrescentou:
- Vamos, meu porquinho, já que você comeu meu cu, agora é a vez do seu, vem aqui e fica de quatro, tem que experimentar para saber o que eu sentia!!
Ele não discutiu e assumiu a posição, eu fui ao banheiro buscar algo para lubrificar, e comecei a brincar com um dedo no cu dele, ele estava muito nervoso já que nem um dedo entrava, e eu disse:
- Você está muito tenso, relaxa, tem que relaxar!
Ao que ela responde:
- Deixa, eu sei como relaxar ele, e se posiciona embaixo dele, e começa a chupar o pau dele, bem devagar. Efetivamente ele começa a ficar de pau duro e a gemer, e um dedo já entrava sem problema, tentei com dois dedos, e assim que ela aumentou a intensidade do boquete, também entraram sem problema, mas três dedos não entravam, nem com mais lubrificante, então ela se colocou completamente embaixo dele, de cabeça para baixo fazendo um 69, abriu as pernas dele e disse,
- Porquinho, aí está minha bucetinha, come direitinho!
Ele começou a comer a buceta dela, e acabou de relaxar, já arfava com três dedos no cu dele e eles entravam e saíam sem problema. Eu já tinha colocado tudo em Ereção, então tirei os dedos e coloquei meu pau na bunda dela, avisando que ia começar a empurrar, a cabeça entrou sem problema e conforme eu ia empurrando ela chupava com mais força e acariciava as bolas dele, e parece que o Juan também estava fazendo muito bem sua parte, porque ela começou a gemer.
Fui entrando com o resto e fui bombando sua bunda aos poucos, devagar mas enfiando todo meu pau nela até o fundo, com os gemidos do Juan cada vez mais altos, em parte de dor, mas ele não reclamava, até que depois de várias enfiadas ouço um gemido mais longo e ele fica quieto, vejo que ele gozou e encheu a boca da Ana de porra. Eu saio da bunda dela, ela se afasta e vai beijá-lo na boca, para dividir toda a porra entre suas bocas. Quando terminam, ela diz:
- Meu porquinho, você me deixou no meio do caminho, continua comendo minha buceta!!
E ela senta em cima da cara dele, se ajeitam e continuam com o 69, dessa vez com ele embaixo, eu continuo muito excitado e com toda minha ereção, fico atrás dela e posso ver claramente sua bunda, realmente não era aquele bumbum apertado adolescente que eu conheci, estava totalmente arrombado, ao mesmo tempo que ele lambe sua buceta, eu começo a lamber seu cu, e seus gemidos aumentam, até que ela me diz:
- Me fode logo essa bunda, me fode!!
Então fico atrás, encosto o pau e enfio até o fundo, só com o resto do lubrificante no meu pau ela entrou toda, ela geme forte e eu começo a bombar, devagar com movimentos que entram e saem por completo da sua bunda, obtendo gemidos cada vez que entra tudo, todos aumentamos o ritmo, e eu cada vez mais forte na sua bunda, enquanto ele não para de lamber sua buceta e ela de masturbar o pau dele já mole, até que ela chega a gozar num grande orgasmo, ficando exausta em cima dele, eu continuo com o vai-e-vem por alguns segundos até gozar na sua bunda. Eles continuam no 69, mas eu me aproximo para pegar toda minha porra, que vai saindo aos poucos da sua bunda, e quando Já chega, aproximo minha boca para compartilhar, em outro beijo com nossas línguas entrelaçadas.
Nós três deitamos na cama, desta vez eles voltam a se beijar, de forma apaixonada e sem parar. Eu volto ao banheiro e quando retorno me visto, eles não dizem nada e eu deixo o quarto.
Alguns dias depois recebo uma mensagem do Juan, ele agradece em nome dos dois e diz que me avisaria para marcar outro dia.
Não levo muito a sério, mas essa mesma noite chega outra mensagem, desta vez com um vídeo, um close do pau dele entrando e saindo do cu dela e dava pra ouvir ao fundo como os dois gemiam, até que no final ele sai do cu dela, goza na boca dela, se aproxima para beijá-la, e no final olham para a câmera e como ambos dizem:
— Para que você não se esqueça da gente!!
Dessa vez sim acredito que vou vê-los mais vezes...
Parte VI, 20 anos depois
Tive pouco contato com o casal maduro. Eles eram de Barcelona e não voltaram para a Galiza. Dava pra ver que não gostavam de repetir. De vez em quando, trocávamos algumas mensagens safadas, que com o tempo viraram WhatsApp e também incluíamos fotos e vídeos, o que deixava tudo ainda mais pervertido. Mas com o tempo, a frequência foi diminuindo, e só os vi pessoalmente mais uma vez, quando fui a Barcelona visitá-los, há uns 10 anos. Tivemos uma noite muito intensa e divertida. Saímos pra tomar alguma coisa e teve jogos de tesão a noite toda, terminando no apartamento deles com uma noite de sexo total. Foi muito bom, mas já não era a mesma coisa de quando nos conhecemos. Os anos não perdoaram e, apesar de eu estar com quarenta e poucos e muito em forma na época, eles já tinham passado dos 60 e os corpos deles já não respondiam mais. Ele já não tinha o fôlego de antes, nem mesmo com a ajuda dos comprimidinhos azuis. E principalmente ela: aquele corpo magro e firme, tão impressionante que eu conheci, o tempo, a menopausa e algumas doenças o deixaram irreconhecível, com bastante peso extra e uma pele desbotada pelo excesso de sol no passado.
Mesmo assim, ela continuava sendo a leoa na cama que eu conheci, então aproveitamos bastante. Mas as sensações já eram diferentes. Ela parecia ter vergonha do próprio corpo, e mesmo eu participando com ela igual no passado, ela não se sentia confortável. Ao longo da noite, meu companheiro de confidências me contou que eles tinham tido várias experiências ruins, onde jovens e nem tão jovens assim não quiseram transar com ela, o que causou uma certa depressão nela. Eles já não procuravam mais os jogos como faziam quando me conheceram, e tinham reduzido isso às pessoas mais próximas e conhecidas. Ele disse que ficou muito feliz com minha visita. porque tinha percebido que ela tinha se sentido muito bem, como quando nos conhecemos. Enfim, eu pensando que aqueles babacas que não a quiseram, que eles é que se foderam!! Desde aquela visita, tive muito pouco contato com eles, apenas algumas mensagens de felicitações no Natal e pouco mais, já nada de fotos nem vídeos pornô, imagino que eles, agora já bem nos seus 70, estariam levando vida de aposentados, embora com certeza com alguma que outra experiência, mas já nada parecido com o de antes, a verdade é que eu teria gostado de vê-los de novo.
O casal de jovens eu voltei a ver, eles moravam a apenas umas três horas de carro da minha cidade e várias vezes marcamos no meio do caminho para ter algum fim de semana de trisais bi, mas tinha que fazer com cuidado, o pau daquele cara me deixava destruído, e mesmo não conseguindo igualar sua potência juvenil, voltar a ouvir a voz e os gemidos daquela garota era superior à minha dor na bunda e sempre que podia repetia com eles, não muito frequentemente, mas sempre pelo menos umas duas vezes por ano, repetido durante dois ou três anos.
Depois de uns meses do último encontro, fiquei sabendo que eles não estavam mais juntos. De viagem a trabalho na cidade dele, vi o cara, ele estava com outro cara, tomamos um café e ele me disse que tinha terminado com ela porque tinha saído do armário, e esse cara era agora seu parceiro. Fiquei muito surpreso, mas depois daquele encontro escrevi para a garota, para ver se ela topava a gente se ver de novo, ou pelo menos para bater um papo, mas mesmo tendo visto a mensagem, ela não respondeu e nunca mais tive resposta, mandei mais algumas mensagens, que nem chegaram a ser lidas, e alguns dias depois liguei, mas o celular dela já estava fora de serviço, nunca mais soube nada dela, até agora, quase 20 anos depois do nosso primeiro encontro, que a vi tomando um café numa mesa de bar na minha cidade, estava com outro homem, nossos olhares se cruzaram, e apesar das máscaras, claramente nos reconhecemos, eu ia continuar sem parar, mas ela manteve o olhar e fez um gesto como se estivesse me cumprimentando.
Eu me aproximei e nos cumprimentamos,
- Oi Ana, quanto tempo sem saber de você, como está?
- Oi Julio, muito bem, obrigada, viemos passar o fim de semana, e você, como vai?
- Pois muito bem, aproveitando o final de semana para descansar e como vocês, procurando uma mesa para tomar algo nas esplanadas
- Está sozinho? Senta aqui e toma algo com a gente e nos conta como tem sido a vida
Aceitei e me sentei, pude olhar bem para ela de novo, apesar da roupa de fim de verão que estávamos usando, que já cobre demais, pude ver que ela ainda tinha aquele corpinho miúdo, magrinha e com pouco peito, poucas curvas, o rosto já não era de uma garotinha mas estava muito gata, sem rugas e os traços mais marcados, o cabelo e a maquiagem muito bem arrumados, mesmo que já devesse estar perto dos 40, ninguém diria que tinha mais de 30. Ela me apresentou o homem que estava com ela, Juan, e me disse que era o marido dela, era claramente mais velho que ela, até diria que um pouco mais velho que eu, então possivelmente teriam uns 15 anos de diferença, bem gordinho, pouco cabelo, ainda menos que o meu, e visivelmente incomodado com a minha presença desde que nos apresentamos.
Eu não perguntei sobre o ex-namorado dela, mas ela mesma me contou quase no começo da conversa,
- Imagino que você deve estar pensando nisso, meu ex-namorado e eu terminamos já faz vários anos. Eu fiz de conta que não sabia de nada, e deixei ela continuar,
- No final das contas ele era gay, e o baita viado foi embora com outro homem! Ela disse, com um tom frio que deixava claro que a separação não tinha sido muito amigável.
- E você, como está a vida?
- Pois eu fui casado vários anos, mas não deu certo e estou divorciado há quase dois anos, já desde antes da pandemia, e não tivemos filhos
- Eu também não tenho filhos, fomos adiando e agora Juan e eu estamos juntos há quatro anos, mas ele não quer ter, diz que com 55 anos é muito velho para Ter filhos! Eu fiquei surpreso, ele realmente aparentava esses 55 anos. Eu com a mesma idade estava em melhor forma.
A cara fechada do Juan foi aumentando desde que comentamos o nome do ex-namorado. Já dava pra ver que ele não estava confortável falando sobre esse assunto, e com o tema dos filhos ficou ainda mais claro que eles tinham muitas discussões sobre isso.
Eu também não quis arrumar confusão e mudei de assunto. Perguntei o que iam fazer, eu ia jantar, e se quisessem, eu poderia fazer de guia. A verdade é que não estava fazendo por gentileza, era puro egoísmo. Se tinha a chance de ficar com ela de novo e ouvir aqueles gemidos doces, não ia desperdiçar.
Ela aceitou, e embora ele fizesse cara de desaprovação, não disse nada. Fomos andando pelas ruas da parte antiga da cidade, comendo os típicos espetinhos de cada lugar, e em cada local um vinzinho ou uma cervejinha. Aos poucos, o álcool foi deixando a situação menos tensa. O Juan foi entrando no clima e dava pra ver que estava mais alegre, bem vermelho, e até começou a contar piadas – a verdade é que sem muita graça, mas eu não parava de olhar pra ela e pros seus sorrisos.
Eu também fui me aproveitando. Na maioria dos lugares, o espetinho era comido em pé, e como estavam bem cheios, eu me colava nela o máximo que podia. E sempre que dava, passava minha mão pelas suas costas disfarçadamente, e se o marido não estava olhando, descia até a bunda dela e acariciava com cuidado, sem que ela reclamasse ou dissesse algo.
Em alguns locais, conseguimos sentar. As mesas eram bem pequenas e estávamos muito juntos. Quando já tínhamos bebido vários, coloquei minha mão na perna dela. Ela tinha levantado um pouco a saia pra se acomodar melhor no espaço apertado, o suficiente pra eu acariciar a parte interna da sua coxa. Notei que ela tremia e ficava me olhando. Como não disse nada, subi minha mão quase até a buceta dela, acariciando por cima da calcinha enquanto ouvia as piadas sem graça do marido. Em um dos locais, sentados os três e eu acariciando de novo a buceta dela por baixo da mesa, o marido dela se levantou e foi ao banheiro, momento em que ela me diz, com bastante má vontade,
- O que foi, viadão, quem te deu permissão pra me tocar? Você se salvou porque meu marido estava na frente, senão eu te dava uma surra, porque não quero armar um escândalo, nem que ele veja!! Eu fiquei alucinado e ela acrescentou,
- Ainda gosta de chupar rola, viado? E de levar no cu? Aposto que você também é outro viadão que disfarça fodendo de vez em quando uma mulher? Ela viu minha cara de vergonha, e acrescenta,
- Claro, você achava que eu ainda era a virgemzinha inocente de quando me conheceu, e que só de te ver eu ia abrir as pernas pra você? Estava claro que não, que ela já não era aquela virgenzinha, era uma mulher feita, mas era verdade que eu tinha me confundido e tinha passado dos limites, com aquelas palavras tirei minha mão da perna dela, e comecei a balbuciar um pedido de desculpas, ela se levantou e quando eu ia responder, aparece de novo o marido dela, não o vi chegar e ele percebeu pelas nossas caras que algo tinha acontecido, esteve a ponto de perguntar mas não disse nada e se sentou, mas com a cara muito séria, enquanto ela dizendo que ia ao banheiro saiu disparada. Eu fiquei calado e o marido dela de repente disse, muito sério,
- Sabe, a Ana me falou de você. Me contou o que vocês três faziam, você com ela e o ex-namorado dela! Eu quase caí da cadeira do susto, não disse nada e fiquei com a boca aberta como um idiota, e ele continuou falando,
- Quando ele a deixou as coisas não foram bem pra ela, ficou muito arrasada, teve uma depressão tremenda. O ex-namorado dela não fez certo, a largou e ela estava muito apaixonada, na verdade acho que ainda não esqueceu ele completamente.
- Pela cara que você está, suponho que ela te disse alguma coisa, não leve pro pessoal, ela está muito magoada mas realmente não é com você. Mas me custou muito conseguir que ela voltasse a viver e a sorrir, já chorou demais e não vou deixar que a machuquem.
Eu ia dizer algo quando ela aparece de novo, senta e diz:
— Não tô a fim de continuar, não tô com fome e tô cansada, vamos pro hotel!! Mas Juan responde:
— Mas Ana, já que a gente tá aqui, é cedo, e a gente precisa experimentar aquela marisqueria que falaram pra gente e que você tava tão doida pra ir! Vai, anima!
Juan continuou insistindo e no final Ana aceitou, mas não voltou a falar comigo diretamente, só algumas respostas curtas ou sem importância, e sempre com atitude de me ignorar, ou diretamente com cara de nojo e puta da vida.
Juan percebeu e o tempo todo tentou mediar entre a gente, incluindo piadas ou conversas, mas ela não mudava de atitude. No restaurante, com o frutos do mar e o vinho branco Albariño que acompanhamos, as coisas começaram a mudar um pouco, mas imagino que era só pelo álcool, eu tinha me controlado e tava bem, além porque tinha que dirigir, já que sabia como aquele vinho é perigoso, tá fresquinho e desce fácil mas te embebeda muito antes do que parece, mas eles claramente tinham passado do ponto, os dois estavam com as bochechas vermelhas e dava pra notar em Ana porque ela já tava se soltando um pouco mais na conversa.
A conversa foi subindo de tom por parte do Juan, dava pra ver que o álcool tava soltando ele e cada vez ele falava de um jeito mais safado, até que na hora da sobremesa, Juan e todo o álcool que ele tinha tomado já não tinham nenhuma vergonha, e ele começou com temas muito mais delicados:
— Julio, você conheceu a Ana quando era jovem, como ela era, era gostosa, era como agora? E eu dizia:
— Sim, era muito gostosa, era bem novinha, quase uma adolescente.
— Julio, não acha que a Ana continua muito gostosa? Não conheci ela jovem, mas agora ela tá muito bem, né? Ao que eu respondia:
— Sim, na real ela tá muito gostosa, acho que melhor do que quando era novinha.
Mas as perguntas ficaram muito mais diretas:
— Ana me contou que você transou com ela e com o ex-namorado dela várias... às vezes, todos juntos num trio, é verdade? Eu não disse nada, mas a Ana é que respondeu pra ele,
- Juan, para, isso não importa agora! Mas ele continuou,
- Julio, a Ana me contou quando vocês se conheceram, que você foi o primeiro a foder o cu dela, é verdade? E também o primeiro a gozar na boca dela e fazer ela engolir a porra. Sabe, ela não deixa eu fazer nada disso com ela! Ao que a Ana respondia,
- Juan, você tá bêbado, não seja ordinário! Isso não é assunto pra falar aqui!! Eu não dizia nada, mas a verdade é que não tava confortável, e mesmo que por educação eu não fosse embora, a verdade é que tava desejando que o jantar acabasse, mas ele continuou falando,
- sim, sim, ela me disse que você e o ex-namorado dela comiam ela pelos dois lados ao mesmo tempo e que ela adorava, porque vocês tinham uns paus enormes!! Ao que ela repetia de novo,
- não seja grosseiro, cala a boca de uma vez!! E ele continuou,
- Julio, você pode me dizer, é verdade que vocês tinham tão grandes? E eu respondi tentando não piorar,
- o meu é normalzinho, o ex-namorado dela é que tinha grande! Eu disse, ao que o Juan replicou,
- Sim, ela já me contou, também me disse que você é bissexual e que também curtia receber o pauzão dele no cu, é assim? Mas antes que ele pudesse continuar, ela o interrompeu,
- sim, também é outro boiola que adora chupar pica e quando deixam o cu dele todo arrombado!! Olhando pra mim com cara de nojo, ao que o Juan acrescentou,
- sabe por que ele largou a Ana? Porque a Ana não deixava foder o cu dela!! Nesse momento a Ana cortou ele, e disse,
- cala a boca!! Isso não é um assunto que interesse nada pra ele, não é problema dele!! Mas o Juan seguiu,
- sabe, Julio? Ele arrombava ela quando fodia o cu dela, ela aguentava o que dava, mas ele queria todo dia, e ela aceitava e aguentava, e aguentava mais e mais, mesmo ficando toda arrombada e dolorida, tanto que um dia no pronto-socorro disseram que tava muito ruim e ela teve que parar, e quando ela não quis mais foder pelo cu, aquele babaca largou ela!! Eu olhei pra ela, que tinha baixado a vista por vergonha, e vi que ele também estava com os olhos úmidos e prestes a chorar. Mas naquele momento, eu disse, já sem vergonha e sem me importar com o que ele dissesse,
- toda vez que eu saía com eles, lembro que o ex-namorado dela queria me comer, e eu voltava com o cu destruído, na verdade eu sofria muito, não curtia nada! O que era verdade, não estava mentindo. E continuei falando,
- sou bissexual e não me importo de ser fodido, eu curto, mas com ele nunca foi bom, ele era muito animal.
- sabe? O ex dela não era um cara ruim, mas era muito imaturo e muito animal, ele gostava de sexo anal duro e não percebia o estrago que fazia com aquele pauzão que ele tinha!
E então Juan me perguntou,
- por que você voltava com eles? Por que repetiu tantas vezes!! Ao que respondi sem hesitar,
- naqueles ménages eu me divertia muito, apesar de voltar com o cu destruído e não conseguir sentar por vários dias, eu voltava porque o que realmente me encantava era o sexo com a Ana, adorava transar com ela, eu curtia muito, mas o que mais me agradava era ouvir como ela gozava, gritava de prazer e eu adorava fazer ela ter vários orgasmos, um atrás do outro, desde a primeira vez que lambi a buceta dela na praia e senti os orgasmos dela, por isso eu voltava sempre que podia!
Naquele momento, ao terminar de dizer isso, olhei para a Ana e ela me encarava fixamente, com os olhos bem abertos, mas já não era o olhar de ódio que ela tinha tido a noite toda comigo.
Com aquela resposta, Juan ficou pensativo mas não respondeu, não comentou mais nada sobre aquele assunto e continuamos jantando, terminamos e Juan não me deixou pagar, fomos embora e como tínhamos ido no meu carro, levei eles de volta ao hotel, e antes de deixá-los, Juan insistiu em trocar nossos celulares, caso algum dia voltássemos a entrar em contato.
Eu dei o meu, na verdade pensando que nunca mais saberia nada deles e muito menos os veria de novo. Mas poucos minutos depois de ir embora, recebo um whatsapp,
Fico todo desconcertado, paro o carro e começo a procurar, e de fato no chão do lado do passageiro tem uma carteira, abro e é a carteira dela, com cartões, documentos e dinheiro. É um pouco estranho ela me pedir pra subir no quarto, mas enfim, estaciono o carro e lá vou eu com a carteira, escrevo pra ela,
e ele responde,
Subo pro quarto e bato na porta, e lá está o Juan, fica atrás da porta, me faz entrar e quando fecha a porta atrás de mim, vejo que ele está totalmente pelado, e nesse mesmo instante, ouço a voz da Ana,
-Juan, querido, quem estava batendo na porta? E sai do banheiro, também completamente nua. Ela fica chocada de me ver ali, mas eu fico ainda mais, principalmente ao vê-la pelada, com os anos não tinha perdido seu corpinho, muito pelo contrário, tinha ganhado algumas curvas mas tinha todo o corpo firme, os seios e os mamilos um pouco maiores mas continuava linda.
Ela, sem muita pressa, pega um roupão e veste, mas o Juan diz,
-amor, deixei a carteira no carro do Julio, e ele trouxe pra mim. Ao que ela faz cara de surpresa, e ainda mais quando ele diz:
-meu amor, sabe, fiz de propósito, queria que estivéssemos todos no quarto, e não se cubra! tenho certeza que o Julio estava morrendo de vontade de te ver pelada de novo.
Juan se aproxima, agarra minha mão, e me leva pro lado dele, ao pé da cama. Então ele agarra ela com muita delicadeza e a senta na cama, e tira o roupão, deixando-a nua à minha vista, e diz:
-sabe, eu adoro minha mulher, quero fazê-la feliz, mas acho que ela não curte comigo como curtia antes, nunca consegui tirar dela mais do que uns gemidinhos, e quero ouvi-la gritar de prazer, como você me conta que ela fazia com vocês!!
Ao ouvir aquilo, a verdade é que comecei a ficar excitado, só a ideia de tê-la de novo já me deixava a mil, e ainda mais ao vê-la ali pelada, com o roupão que Juan havia aberto para que eu pudesse vê-la.
A verdade é que aquele homenzinho que no início até me caía um pouco mal, com o que aconteceu ao longo da noite foi me parecendo um cara legal e caiu muito melhor, mas ao ouvi-lo a verdade é que me parecia que ele era um senhor.
Me ajoelhei na frente dela, e subi a mão pela sua perna, ela deu um meio sorriso, e abriu as pernas, deixando sua buceta à vista, já não era como eu lembrava, era maior e com os lábios mais salientes para fora, mas não esperei para ver com detalhes e fui direto começar a lamber, bem devagar e com muito cuidado, até que vejo que ela se deita na cama e abre um pouco mais as pernas, começa a soltar pequenos gemidos e nesse momento eu apresso o jogo da minha língua, do clitóris até a entrada do ânus, muito mais intenso e mais rápido, o que faz aumentar seus gemidos.
Nesse momento o marido dela se aproxima, que fode seu pênis com a mão e começa a masturbá-lo, e ele diz:
- Assim, querida, aproveita, aproveita e me toca, me dá prazer também!!
Ao que ela responde aumentando o ritmo da masturbação, e eu aproveito para meter um par de dedos na sua vagina e apressar os jogos de língua e dedos ao mesmo tempo, o que faz com que ela comece a gemer com mais intensidade, já quase são aqueles gritos de prazer que eu lembrava. Continuo um pouco mais e ela tem um primeiro orgasmo, não muito escandaloso mas dava pra ver que ela tinha curtido, eu não parei, continuei com o jogo de dedos e língua, até descendo para lamber seu ânus, e também para meter um dedo em cada buraco.
Nesse momento, vejo que Juan está gozando, ela continuou masturbando ele com mais força e ele não aguentou, deixando a mão dela cheia do seu sêmen e algumas gotas sobre os seios, eu sabia o quanto ela gostava de beijos com sêmen, então parei os jogos com a língua, me aproximei e comecei a lamber seus seios e a mão, recolhendo todo o sêmen dele, e quando tinha tudo na boca, me aproximei para beijá-la, achei que ela ia recusar, mas no último momento ela também pegou minha cabeça e me beijou com paixão, recolhendo com a língua todo o sêmen do marido dela da minha boca.
Quando ela soltou minha cabeça, olhei para o marido e ele estava sorrindo e terminando de balançar o pau, e sem que ele fizesse nada, enfiei seu pênis na boca e comecei a chupar, era um pau pequeno e como tinha acabado de gozar já estava amolecendo, entrava inteiro na minha boca, e fui recolhendo suas últimas gotas de sêmen, ele ficou meio travado mas não fez nada, e se deixou chupar, até que recolhi tudo, volto a beijá-la, deixo todo o sêmen na boca dela, me afasto e digo ao Juan:
- agora beija sua mulher, e saboreia sua porra!!
Eu desço novamente para a buceta e continuo lambendo, e brincando com os dedos, lambendo e enfiando pelos seus dois buracos, só com a saliva os dedos entram e saem sem nenhum esforço, enquanto vejo que de fato Juan não esperou nem um segundo e está beijando-a apaixonadamente, e pelo pouco que transbordava pelos lábios, estavam compartilhando toda a gozada. Eu aproveito para ir me despindo, além de que minha excitação fez com que já estivesse tudo em ereção, e com a mão livre começo a me tocar, dedicando a outra e minha língua à sua buceta e seu cu.
Nesse momento os gemidos já voltavam a ser como os que eu conhecia, com grande volume e contínuos, claramente a mulher que eu lembrava, e seu marido também claramente estava curtindo, suando mas com um grande sorriso, e quando vê meu pau ereto, diz:
- vamos, vem, fode ela logo, que ela está desejando!! Ao que eu, todo excitado, não espero nem um segundo, levanto suas pernas até meus ombros e me ponho em cima, aponto e enfio até o fundo, bombando com força e até o fundo a cada enfiada, com as quais ela geme e grita cada vez que chego no fundo,
Juan se aproxima e eu digo:
- Juan, enfia na boca dela, para ela chupar você!! E ele também não sem esperar um segundo, ele já enfia na boca dela, ainda bem mole, mas ela não discute e, segurando seus testículos, começa a chupar, colocando-o inteiro na boca.
Ficamos assim por algumas bombadas, quando vejo que o pau do Juan já está duro de novo, olho para ela e digo:
- Não quer pelos dois lugares ao mesmo tempo? Ela aceita balançando a cabeça, não consegue falar com o pau do marido na boca. Eu seguro ela pela bunda e, sem tirar meu pau da sua buceta, viro ela de forma que fica por cima de mim, e digo:
- Juan, é sua vez, mete nela agora pelo cu, ela quer sentir os dois dentro de novo!!
Juan se vira e, depois de algumas tentativas, enfia no cu dela. O pau do Juan é pequeno, menor que o meu, o que ajuda a entrar sem problema no ânus, só com a pouca saliva que tinha deixado. Nesse momento, ela grita de novo e pede mais. Começamos a bombear buceta e cu ao mesmo tempo, e ela grita a cada enfiada. Ficamos muito excitados e bombamos cada vez mais rápido, enquanto ela grita, nos incentivando:
- Mais forte, mais, me dêem mais forte, seus cabrões, me fodem mais forte!! Até que notamos que ela tem um orgasmo brutal, com gritos de prazer, como aqueles que eu conhecia tantos anos antes.
O marido dela e eu também havíamos gozado, dentro do seu cu e da sua buceta. Ela se toca e pega o sêmen que saiu da sua buceta e do seu cu, e enfia com os dedos na boca do marido, que lambe com paixão.
- Assim, meu porquinho, chupa bem, chupa toda a porra!! Enquanto ela começa a beijar o marido de novo para lamber o sêmen da boca dele, me aproximo e digo:
- Aqui, lambam aqui os dois!!
E aproximo meu pau, ainda duro e pingando as últimas gotas de sêmen, até enfiar a cabeça entre os lábios deles.
Parecia que ele ia se afastar, mas, em vez disso, enfia meu pau na boca e começa a chupar, deixando na boca dele minha última descarga de sêmen. Ela se... Ela ficou alucinada, olhando pra ele, e disse:
— Meu porquinho, mas você é bi?
Ao que ele respondeu, tirando o pau da boca por um instante:
— Não, meu amor, não sou. Mas por você eu experimento qualquer coisa, tudo!
Ela respondeu com um sorriso e um beijão na boca, enquanto eu voltava a descer na bucetinha dela e começava a lamber todo o porra que ainda escorria da vagina e do cu dela.
Ficamos os três deitados na cama e, quando recuperamos um pouco as forças, eu disse:
— Ana, quero te pedir desculpas. Nunca tinha percebido o que a gente fez com você na época do seu ex. Em grande parte, culpa minha por ter colocado vocês naqueles jogos e por ter te perseguido. Entendo que você não queria saber mais da gente.
Ela ficou pensativa e me disse:
— Não, não precisa se desculpar. Eu era jovem e estava apaixonada, nunca percebi que ele realmente não me amava. Devia ter terminado antes. Minhas desculpas por ter te tratado daquele jeito!
E eu respondi:
— Não, comigo você não tem que se desculpar. Eu fui só uma pequena parte do estrago, e ainda acho que tive minha responsabilidade. Mas acho que você deveria pedir desculpas e agradecer ao seu marido. Ele mostrou como te ama.
Ele te trouxe aqui hoje pra te fazer gozar, e acho que conseguiu. Te vi como te via tantos anos atrás, e não importou pra ele que outro homem tenha transado com você. Ele te ama loucamente! Não o limite no sexo com você, você realmente curte, e ele quer curtir com você!
Nesse momento, Juan e Ana se olharam, sorriram e se beijaram com doçura. E eu completei:
— Olha o que ele fez: deixou outro homem chupar ele, chegou a chupar um pau e não se importou de lamber porra de outro homem pra compartilhar com você! Até acho que ele deixaria você comer o cu dele por você!
Os dois riram, e ela perguntou:
— É, meu porquinho, você deixaria eu te comer se fosse por mim? Sério?
Ele sorriu e não respondeu.
Então eu disse:
— Com tudo o que… Você aprendeu com a gente, devia dar a ele a chance de curtir igual a gente fazia com você!!
Nós três rimos, fomos alternando ao banheiro, e quando eu voltei, encontrei eles se beijando apaixonadamente na cama, não quis atrapalhar e comecei a me vestir, quando ela me vê, me diz:
- Já vai embora? Não aguenta mais como antes, pelo menos dois ou três seguidos?
Ao que eu respondi:
- Sim, claro que aguento, mas pensei que era melhor deixar vocês sozinhos!! Mas ela responde:
- Não, não vai ainda, você tem que me lembrar dos velhos tempos metendo na minha bunda, porque lembro que comigo você realmente curtia, e de quebra, tem que estrear o cu do meu maridinho!!! Eu rio e digo:
- Tá bom, quem vai primeiro, seu cu ou o dele? Ao que ela responde:
- Primeiro o do Juan, antes que ele mude de ideia!!
Juan fez cara de susto, acho que não esperava que ela falasse sério, mas ela acrescentou:
- Vamos, meu porquinho, já que você comeu meu cu, agora é a vez do seu, vem aqui e fica de quatro, tem que experimentar para saber o que eu sentia!!
Ele não discutiu e assumiu a posição, eu fui ao banheiro buscar algo para lubrificar, e comecei a brincar com um dedo no cu dele, ele estava muito nervoso já que nem um dedo entrava, e eu disse:
- Você está muito tenso, relaxa, tem que relaxar!
Ao que ela responde:
- Deixa, eu sei como relaxar ele, e se posiciona embaixo dele, e começa a chupar o pau dele, bem devagar. Efetivamente ele começa a ficar de pau duro e a gemer, e um dedo já entrava sem problema, tentei com dois dedos, e assim que ela aumentou a intensidade do boquete, também entraram sem problema, mas três dedos não entravam, nem com mais lubrificante, então ela se colocou completamente embaixo dele, de cabeça para baixo fazendo um 69, abriu as pernas dele e disse,
- Porquinho, aí está minha bucetinha, come direitinho!
Ele começou a comer a buceta dela, e acabou de relaxar, já arfava com três dedos no cu dele e eles entravam e saíam sem problema. Eu já tinha colocado tudo em Ereção, então tirei os dedos e coloquei meu pau na bunda dela, avisando que ia começar a empurrar, a cabeça entrou sem problema e conforme eu ia empurrando ela chupava com mais força e acariciava as bolas dele, e parece que o Juan também estava fazendo muito bem sua parte, porque ela começou a gemer.
Fui entrando com o resto e fui bombando sua bunda aos poucos, devagar mas enfiando todo meu pau nela até o fundo, com os gemidos do Juan cada vez mais altos, em parte de dor, mas ele não reclamava, até que depois de várias enfiadas ouço um gemido mais longo e ele fica quieto, vejo que ele gozou e encheu a boca da Ana de porra. Eu saio da bunda dela, ela se afasta e vai beijá-lo na boca, para dividir toda a porra entre suas bocas. Quando terminam, ela diz:
- Meu porquinho, você me deixou no meio do caminho, continua comendo minha buceta!!
E ela senta em cima da cara dele, se ajeitam e continuam com o 69, dessa vez com ele embaixo, eu continuo muito excitado e com toda minha ereção, fico atrás dela e posso ver claramente sua bunda, realmente não era aquele bumbum apertado adolescente que eu conheci, estava totalmente arrombado, ao mesmo tempo que ele lambe sua buceta, eu começo a lamber seu cu, e seus gemidos aumentam, até que ela me diz:
- Me fode logo essa bunda, me fode!!
Então fico atrás, encosto o pau e enfio até o fundo, só com o resto do lubrificante no meu pau ela entrou toda, ela geme forte e eu começo a bombar, devagar com movimentos que entram e saem por completo da sua bunda, obtendo gemidos cada vez que entra tudo, todos aumentamos o ritmo, e eu cada vez mais forte na sua bunda, enquanto ele não para de lamber sua buceta e ela de masturbar o pau dele já mole, até que ela chega a gozar num grande orgasmo, ficando exausta em cima dele, eu continuo com o vai-e-vem por alguns segundos até gozar na sua bunda. Eles continuam no 69, mas eu me aproximo para pegar toda minha porra, que vai saindo aos poucos da sua bunda, e quando Já chega, aproximo minha boca para compartilhar, em outro beijo com nossas línguas entrelaçadas.
Nós três deitamos na cama, desta vez eles voltam a se beijar, de forma apaixonada e sem parar. Eu volto ao banheiro e quando retorno me visto, eles não dizem nada e eu deixo o quarto.
Alguns dias depois recebo uma mensagem do Juan, ele agradece em nome dos dois e diz que me avisaria para marcar outro dia.
Não levo muito a sério, mas essa mesma noite chega outra mensagem, desta vez com um vídeo, um close do pau dele entrando e saindo do cu dela e dava pra ouvir ao fundo como os dois gemiam, até que no final ele sai do cu dela, goza na boca dela, se aproxima para beijá-la, e no final olham para a câmera e como ambos dizem:
— Para que você não se esqueça da gente!!
Dessa vez sim acredito que vou vê-los mais vezes...
3 comentários - Primeiro trio bissexual 6 (20 anos depois)