Repovoando Buceta III

Umas semanas depois daquele fim de semana louco, comecei a me sentir mal, estava indisposta, tonta e com vômitos. Aí minha mãe falou pra eu fazer um teste de gravidez, com um sorrisão e toda animada, ela foi comigo. E sim. Tava grávida, não sabia de quem — podia ser meu tio, meu pai ou meu avô — mas, de fato, ia ter um filho. 

A partir daí, as coisas foram um pouco diferentes do que eu tava acostumada. De repente, minha mãe começou a me ensinar como seria minha vida futura como mãe, o que eu tinha e devia fazer, e principalmente o médico falou: nada de sexo a partir dos 3 meses, porque podia machucar o bebê, e isso tinha que ser minha prioridade. Então, ia começar um período de abstinência, junto com o cansaço do dia a dia, porque a partir de agora eu ia cuidar da casa sozinha 100%, pra ganhar experiência. Assim, comecei a limpar, passar, cozinhar, lavar, estender roupa todo santo dia. Manter a casa em ordem me tomava um tempão, mal dava pra ir na escola, e eu já tava bem atrasada nas tarefas. 

Na minha casa, todo mundo me parabenizou, fizemos um baita almoço em família pra celebrar minha gravidez, mas já começaram a me cuidar, não podia beber. No jantar, entre risadas, conversas e muita festa, veio aquela pergunta da Clara: "Quem é o pai? 

Não sei, falei, tá entre meu tio, meu pai e meu avô, todo mundo rindo, falei vou ter que esperar fazer um teste de DNA, mas tô quase certa de que é do meu pai. 

Do mesmo jeito, na escola, todo mundo veio encostar na minha barriga, me parabenizar. A partir de agora, ia começar uma fase nova, bem complicada, mas muito feliz, e falaram que iam estar por perto pra qualquer coisa que eu precisasse, principalmente com os deveres da escola, a ajuda deles ia ser muito útil. O Lautaro foi o primeiro a se oferecer e a me ajudar, já que eu tava faltando uma aula ou outra, ele podia me explicar e me ensinar. Ele era um gato, simpático, agradável e, nada mais nada menos, o aluno com a maior média da escola. Então, ter ele como ajuda ia me servir pra caralho. 

Pronto, no decorrer dos primeiros meses, começaram os desejos, mas não só de comida, desejos de pau também. Tava muito ansiosa com a abstinência de transar, então meu pai nos primeiros meses me deu uma liberada. 

Repovoando Buceta III

Nada de buceta, mas de vez em quando eu ia arrebentar o cu, pra que o estresse e a ansiedade não afetassem meu bebê, e assim poder levar de boa, e foi isso, me ajudou pra caralho, de vez em quando, eu tava no limite, entre o cansaço da gravidez, a casa e a escola, precisava de noites de uma boa foda, que meu pai me dava rachando meu cu no meio. 

Mas isso não ia ser coisa de todo dia durante a gravidez, praticamente não dava, de vez em quando um anal e um oral, mas quase nada, tinha que tomar o maior cuidado com o bebê, era o que todo mundo me falava. Mas minha vontade só aumentava, passei de trepar todo dia pra quase nunca, e aos poucos ia sentindo um calorão cada vez maior lá embaixo, qualquer homem já me deixava excitada. 

Assim se passaram mais 2/3 meses, onde eu tinha que me acostumar a não desejar sexo, a não ser atacada de forma selvagem como aconteceu naquelas semanas. Mas quando meu pai estava em casa, o desejo me invadia, as necessidades de mulher transbordavam e minha buceta ficava muito quente e molhada. 

vadia

Quando eu acumulava tanta tensão, meu pai me dava uma mão pra me desestressar, e essa mão era pegando na minha boca, às vezes na boca, outras no cu, dessa vez foi na boca. Ele me colocou de bruços e enfiou o pau dele até o fundo da minha garganta, que recebeu gostosa o pinto dele. Enquanto ele metia na minha boca, eu saboreava a rola grande dele, o que meio que desativava meu desejo sexual. 

Já no sexto mês de gravidez, eu me sentia extremamente cansada e realmente me irritava ter que ir às aulas, então comecei a estudar de casa. Foi nessa época que o colega porta-bandeira, Lautaro, se ofereceu para ser meu professor e vinha toda semana me ajudar com as tarefas. A verdade é que eu passava tempo demais com ele ultimamente, e ele era praticamente o único homem com quem eu convivia, além do meu pai. Começamos a conversar mais, aos poucos fomos nos conhecendo melhor. Além de bonito e gente boa, ele era muito trabalhador, inteligente e dedicado a tudo que fazia, o que me intrigou. E comecei a sentir algo por ele. No começo era só curiosidade, mas com o tempo virou um certo desejo, já que eu tinha muita luxúria acumulada e ele era tão másculo. As mãos dele, o olhar dele, me deixavam com muito tesão. 

Numa dessas vezes que ele vinha, porque começou a vir umas 1 ou 2 vezes por semana, ele chegou tão perto de mim e colocou a mão na minha perna, a gente tava sozinho em casa, isso me fez pegar fogo. Depois de um tempinho de aulas, a gente fez uma pausa rápida e ele se aproximou, começou a puxar papo, primeiro sobre o bebê, mas depois as perguntas foram ficando mais pessoais, sobre mim, minha vida, me deixou super intrigada com a personalidade dele. Ainda mais que eu tava extremamente tesuda e ele percebeu isso, mas preferiu não fazer nada e continuar com as aulas. 

2 meses depois, já no último mês, não tinha feito absolutamente nada com meu pai. Tava há 3 meses de abstinência total, meu pai tinha estado muito ocupado tentando engravidar minha mãe de novo, então não sobrou nada pra mim. Como de rotina, uma vez por semana o Lautaro vinha com certeza, mas dessa vez as aulas foram um pouco diferentes, porque ele também tava muito estressado, tinha tido um dia ruim e tava chato pra caralho, e eu tava tão no fogo, praticamente no cio, precisava que alguém me comesse. No meio das lições, percebi que ele tava de pau duro, não era a primeira vez, mas dessa vez foi diferente: ele se aproximou de mim, e eu não me segurei, peguei na rola dele. Ele obviamente se assustou e deu um passo pra trás, mas naquele dia ele tava diferente, não sei exatamente o que era. Num dia normal e comum, ele teria seguido como se nada, mas hoje não: ele chegou perto do meu ouvido e falou baixinho. 

Lautaro:_Quer experimentar ela? 

Eu:_Provar o quê? 

Lautaro:_Isso aqui. 

Enquanto se levanta e desafivela o cinto, expondo seu pauzão pro ar. 

vadia

Eu não me segurei, precisava daquilo, comecei a lamber devagar, da base até a ponta e da ponta até a base, indo e voltando umas quantas vezes, até enfiar tudo na garganta e começar a chupar. Fazia tempo que não tinha um pau na boca, e eu chupei com vontade, muita vontade. Gogogo* ecoava no quarto enquanto eu me engasgava com o pau do Lautaro. 

Até que depois de um tempo chupando ele, ele gozou, esguichando vários jatos de leite na minha cara toda. Eu recebi, queria eles dentro da minha boca, mas não, ele jogou na minha cara, mesmo assim tentei engolir o máximo que pude. 

Depois disso, nem ele nem eu ficamos satisfeitos. Falei pra gente continuar por trás, mas ele recusou. Ele queria me comer pela buceta, eu falei que não dava, mas ele disse que ia fazer devagar e que não tinha risco. Mais ainda, ele me pegou, me deixou pelada e me jogou na cama. 

Lautaro:_Se aconteceu alguma coisa com ela, eu te faço mais dois. 

   incesto

E aí ele começou a meter devagar e suave até o fundo, enfiava tudo bem devagarinho, eu tava preocupada, mas não dava pra recusar, eu realmente precisava daquilo, então só coloquei a mão na barriga pra sentir se meu futuro bebê tava bem e me entreguei aos gemidos, feito uma puta. Era suave, mas chegava no fundo de mim, o que fazia eu gemer do mesmo jeito, não era muito forte, mas era de um prazer profundo. Eu tava completamente carente e ele veio preencher o vazio que tava faltando. Enquanto me comia, ele agarrava meus peitões, maiores que o normal por causa da gravidez, e ficava batendo neles, apertando e chupando. Nessa posição e nessa velocidade a gente transou por um bom tempo, até que ele tirou o pau e gozou nos meus peitos, parecia que tinha uma obsessão por esses dois melões. 

Um mês depois de tudo isso, nasceu meu precioso bebê, um homenzarrão de 3 quilos e 200, bem saudável e forte, graças a Deus. Depois disso, fizemos um teste de DNA e no final das contas, o pai do meu bebê era também meu pai. Então, a partir daí, ia começar minha nova vida como dona de casa, mãe e estudante, já que tinha que voltar pras aulas. Nesses dias, todos os meus colegas da escola vieram na minha casa, inclusive o Lautaro, pra me cumprimentar e dar os parabéns. Depois disso, ficamos conversando, e o Lautaro mostrou um certo interesse por mim e me convidou pra comer alguma coisa, e claro que eu aceitei. 

Fantasias

Passada a semana, chegou o dia do encontro. Coloquei um vestido lindo e me arrumei pra ele vir me buscar às 20:00. Deixei o bebê com minha mãe e fomos jantar num restaurante. Ele passou me buscar no carro dele e fomos pra um restaurante grande e bem chique, onde a gente comeu superbem. De entrada, pedimos uns petiscos do cardápio, e depois partimos pro prato principal, que era uma carne deliciosa com batatas e uma salada de acompanhamento. Como já estávamos meio cheios, só pedimos mais umas sobremesas e fomos embora. O jantar foi maravilhoso, e a presença do Lautaro mais ainda. Ele me contou sobre a vida dele: trabalha como administrador num lugar de correios, ganha muito bem, tem casa e carro próprio. É muito gato, educado e respeitoso. Realmente me diverti pra caramba. A gente combinou outro encontro, já que ele me convidou pra ir na casa dele, mas eu não ia deixar meu bebê com minha mãe a noite toda. Ele, todo cavalheiro, me deixou em casa, mas não sem antes se despedir com um beijo na boca. Na real, eu não precisava daquilo. A gente é obrigada a satisfazer as necessidades de qualquer um, desde que eles gozem dentro da gente pra gente poder ter bebês. Esse é o propósito de nos transformarem em mulher. 

Com o passar das semanas, a gente foi se aproximando mais. Ele me chamou pra mais encontros e eu tava muito a fim dele, então aceitei. Fomos tomar um drink, ao cinema, passear, saímos pra comer de novo, tomamos uma cerveja no apartamento dele, às vezes um mate na praça. A gente tava realmente se apaixonando um pelo outro, até que ele me pediu em namoro, e eu aceitei super feliz. Ele disse que se sentiu mal pelo que fez quando eu não era nada dele, então agora ele ia me comer todo dia, mas sendo namorada dele. Sem perder um segundo, fomos pro apartamento dele. 

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Me despi nua bem rápido, e ele também fez o mesmo, deixando o pauzão dele à mostra. Eu tava com um tesão danado, muito tarada, já que não via ação há meses — meu pai não me tocava mais e eu não tava indo na casa do meu avô. Então fui pra cima do pau dele. Comecei chupando as bolas, depois lambendo a cabecinha e fui enfiando devagar aquele membro enorme na minha boca, chupando sem parar, até o fundo. Meus lábios roçavam a barriga dele, o pau inteiro dentro da minha boca. Mas não durou muito, porque ele gozou rapidão. 

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Foi tão bestial a quantidade que eu nem consegui abrir a boca direito, só fechei os olhos e comecei a receber aquela descarga enorme que ele tava soltando na minha cara toda. Aos poucos e como dava, fui empurrando o esperma dele pra dentro da minha boca, mas não teve jeito, ele teve que ir buscar um guardanapo pra me limpar. 

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Quando terminei de me limpar, ele mandou eu ficar de quatro, levantando a bunda o máximo que pudesse. Ele começou a pegar nela e a dar tapas, brincando com ela. 

Lautaro:_Hoje vou te dar a melhor foda da sua vida (enquanto ecoava o som das palmadas na bunda). 

Eu fiquei muito excitada em silêncio, enquanto mexia minha bunda pra provocar ele, e consegui, porque ele arrancou a tanga que eu tava e meteu de uma vez. 

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Eu:_Ahh, não seja assim tão bruto. 

Lautaro:_Putas não falam, só gemem. (acelera o ritmo) 

Eu:_Ahahahahah, asiii, ahhhh 

Ele aperta minha bunda enquanto puxa meu quadril pra trás, pra meter ainda mais forte, enquanto eu só conseguia gemer de verdade, porque se eu falasse qualquer palavra que não fosse um gemido ou um grito de prazer, ele me dava um tapa bem forte na bunda. Ficamos assim por mais de meia hora, metendo forte e gostoso enquanto eu gemia sem parar, até que ele gozou dentro de mim, soltou outra baita carga de porra que dessa vez entrou tudo. 

Assim os dias foram passando e eu meio que me mudei pro Lautaro, mesmo não morando lá, passava muitos dias, às vezes dormia lá e outras vezes ia só pra meu namorado me comer. Mas tecnicamente eu ainda morava com meu pai, que também era o pai do meu filho, e com minha mãe, que foi viajar por 2 semanas inteiras com minhas tias (as irmãs dela) e em casa só ficou meu pai, que ia passar por uma mini abstinência que ele não ia aguentar e ia me usar pra ajudá-lo. Eu aceitei, desde que meu namorado concordasse, ele não teve problemas, contanto que ele fosse o único a me comer pela buceta, já que a gente tava tentando ter um filho. Em resumo, eu tinha os dois homens pelados esperando que eu satisfizesse eles, comecei com a boca chupando os dois, mas o Lautaro não queria um boquete, ele só queria me comer pela buceta. 

Desculpe nao posso ajudar com

Então ele sentou e fez eu sentar em cima, enquanto me penetrava. Meu pai ainda não tava satisfeito, ele queria que eu usasse minha boca, então subiu no encosto do sofá e enfiou o pau na minha boca. Enquanto eu chupava ele, meu namorado me comia pela buceta. Tive uma dupla penetração que me deixou sem ar, ainda mais quando os dois gozaram ao mesmo tempo. Mas não satisfeitos com isso, vinha um segundo round. 

De homem para mulher

Meu pai deitou e enfiou no meu cu, enquanto meu namorado, olhando na minha cara, metia na minha buceta com minha perna levantada. Fiquei completamente submissa nas mãos deles, que aproveitaram a situação arrombando meu cu e minha buceta com uma dupla penetração brutal. Fiquei gemendo assim por quase uma hora, até que os dois finalmente se cansaram e pararam, mas não foi de todo bom, porque soltaram juntos duas cargas cheias de esperma. 

Repovoando Buceta III

Gozaram, minha bunda e minha buceta estavam pegando fogo e cheias de porra da surra de cu que me deram, e pra piorar isso era só o começo dos longos dias que me esperavam transando com os dois, não sei se minhas pernas vão aguentar. 

Continua?? 

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