CONTINUAÇÃO
Olá! Entra! – ela me disse com um sorriso, dando um beijo na minha bochecha.
A primeira coisa que notei foram, como sempre, os peitões enormes dela que pareciam querer escapar. Ela usava uma regata muito decotada e muito cavada embaixo dos braços, era óbvio que não estava de sutiã e parecia desconfortável tentando manter tudo no lugar. A cada movimento, eles balançavam perigosamente, com risco de escaparem pelo meio ou pelo lado, então a cada minuto ela precisava ajeitar tudo para que ficasse no lugar.
Ela usava uns saltos altos intermináveis que chamaram minha atenção e um cigarro recém-aceso entre seus dedos longos e finos.
Ela me fez sentar e quase de imediato me ofereceu uma bebida, fria ou quente, conforme eu quisesse.
De um lado, não muito distante, estava o Adriano, fazendo dorsais numa barra fixada na parede, subindo e descendo uma e outra vez. Ele só piscou um olho para mim, e eu respondi com um 'oi, Adriano' baixinho.
Enquanto a Paula estava na cozinha, não consegui me desligar do corpo do meu vizinho. No torso completamente nu dele, se desenhavam perfeitamente uma infinidade de músculos que se marcavam a cada esforço. Totalmente depilado, bronzeado e suado, com gotas que rolavam como pérolas pela pele delicada dele. As pernas dele, semi-recolhidas, estavam num moletom largo cinza. Não consegui evitar olhar para a virilha dele, lembrando das palavras da minha vizinha naquele dia, tentando adivinhar nas formas dele quanto era verdade e quanto era mentira.
Paula voltou para perto de mim, eu ainda não sabia por que ela tinha me chamado. Ela tomou a palavra:
Amiga, vamos ser honestas... – aquele 'amiga' não me agradou, já que éramos só vizinhas...
Tô ouvindo...
Bom, com meu marido... quer dizer... acho que nós três somos cúmplices... você sabe... o que aconteceu no terraço...
Eu não disse nada, o que eu poderia dizer?
Naquele momento, Adriano parou de fazer exercícios e veio em nossa direção, onde estávamos sentadas, perto demais. O pau dele estava Muito perto dos nossos rostos, ele tinha um sorriso estampado na cara e me encarava. Paula, sem dizer nada, deu a última tragada no cigarro, apagou no cinzeiro, estendeu a mão e começou a acariciar a pica do marido. Fiquei chocada, sem reação. Aos poucos, um volume crescente começou a se marcar por baixo do moletom, cada vez maior. Meus olhos não conseguiam se desviar do pau dele, que já parecia enorme. Foi então que, diante do meu olhar incrédulo, ele encaixou os polegares no elástico da calça e puxou até os joelhos…
Fiquei muda, impressionada. Nunca, mas nunca na minha vida imaginei que alguém pudesse ter uma pica daquelas, juro, era do tamanho do meu antebraço. Não conseguia parar de olhar fixamente, hipnotizada pela visão. Paula acariciava de ponta a ponta como se fosse um bichinho de estimação. A pica foi endurecendo, e com isso ficando ainda mais impressionante. Ela estava a poucos centímetros de onde eu estava, se aproximou, beijou e começou a chupar e masturbar com a mão livre, devagar. Naquele momento, me senti uma puta. Inconscientemente, passei a língua nos lábios, molhando-os, morta de tesão. Acho que ele percebeu, porque um sorriso se desenhou nos lábios dele. Foi quando minha vizinha, parando de chupar, me disse:
Quer? Tem pra ambas…
Eu continuava sem dizer nada. Ela então começou a lamber de lado, desde a base, deixando uns quinze centímetros livres. Adriano estendeu a mão até minha nuca e começou a me puxar para perto. Me entreguei, fechei os olhos e senti a pele delicada da glande dele acariciar meus lábios. Abri a boca e, com esforço, permiti a entrada. Era tão gostoso…
Ele me segurava firme e fazia a pica penetrar quase até minha garganta. Paula lambia o resto. Entre as duas, comíamos aquela pica enorme. Tinha carne de sobra…
Ele me soltou, e as duas lambíamos a pica dele de ponta a ponta. Era tão gostoso, eu estava tão necessitada. Os lábios de minha vizinha passava tão perto dos meus que me causava arrepios estranhos, o sabor era delicioso, eu me perdia no prazer, Adriano de repente me segurou de novo pela nuca e empurrou fundo, mais fundo, tanto que não consegui evitar recuar e começar a tossir engasgada, Paula soltou uma gargalhada e me disse
Perversos vizinhos 2 de 2
Calma, calma, é só saber relaxar os músculos da garganta e aprender a respirar, olha, te ensino…
Mesmo com os olhos cheios de lágrimas, pude ver minha companheira começando a empurrar a rola do marido dela, pra dentro, mais pra dentro, aos poucos foi desaparecendo, a garganta dela pareceu alargar, senti uma inveja doida quando tudo sumiu da minha vista e ainda sobrou espaço pra ela esticar a língua e lamber os ovo dele, uma e outra vez…
Finalmente Paula parou com aquela garganta profunda invejável e me disse
Viu? É fácil!
Então ela pegou minha nuca e me levou de volta pro marido dela, mas a rola dele bateu de novo com pressa na minha garganta, mal conseguia respirar, eles entenderam, e minha vizinha então masturbou com ritmo a parte do tronco que ficava pra fora, ritmo, ritmo, mais ritmo, eu precisava parar, mas não conseguia, a mão que apertava minha nuca era a desculpa perfeita…
Minhas mãos estavam como cravadas nas pernas musculosas do Adriano, de repente começaram a se contrair, foi a primeira coisa que senti, devia me afastar, ia me dar nojo, mas fiquei como paralisada, fechei os olhos, a rola dele endureceu mais, se contraiu, finalmente…
Um tiro certeiro de esperma gostoso e delicioso invadiu minha boca, um pouco foi direto pra minha garganta, outra parte percorreu meus dentes, minha língua, outro tiro, e outro, o prazer daquele amargor especial era tanto que começou a escapar pelos meus lábios, não conseguia respirar…
Finalmente me soltei pra pegar ar, com a boca entreaberta, a porra escorreu pelos meus lábios, pelo meu queixo, tinha sido demais… senti minha buceta ferver, olhei pra minha vizinha, o peito esquerdo dela tinha escapado da camiseta, e o mamilo dela se destacava na minha vista, só consegui olhar de leve, a Paula me surpreendeu com um beijo de língua violento que me fez enlouquecer, nunca tinha beijado uma mulher, devia ter afastado ela, mas só deixei rolar, uma loucura, ela me beijou, me beijou e me beijou de novo, parecia querer dividir os restos de porra que ainda escorriam pelo meu rosto.
Ela pegou minhas mãos e colocou nos peitos dela, perguntou:
Gostou deles? Posso adivinhar que sempre gostou…
Ela chegou só um pouquinho mais perto, foi o suficiente, eu mergulhei entre eles, eram como dois travesseirões pra se aninhar, macios, fofinhos, incríveis…
Adorei lamber, acariciar, um, outro, os dois, me senti uma sapatão suja, mas era mais forte que eu, gostoso, delicioso, os mamilos dela endureciam respondendo à minha língua babada, tava perdida, amei aquela perfeição, invejável, era tentador tirar uma soneca no meio deles…
O Adriano me separou na hora, fiquei com a sensação de uma bebê que mama e é desmamada, de lado, ele pegou a camiseta da Paula com as mãos e rasgou no meio, agora os peitos dela completamente nus ficaram na minha frente, ele cuspiu no meio e começou a esfregar o pau enorme dele entre eles, já tinha recuperado a rigidez, fui uma espectadora de luxo, ela apertava os seios envolvendo a cobra do marido.
A Paula virou a cabeça na minha direção, me olhou com olhos perversos, devolvi o olhar, me aproximei, abri minha boca e fui na dela, nos comemos devagar, sedentas, putas, me sentia explodir por dentro, os minutos se alongaram, os beijos e as carícias também…
Meu vizinho me pegou pelo braço e me fez parar ao lado dele, agora era ele quem me beijava profundamente enquanto apertava a esposa dele entre os peitos. Ele me rodeou e começou a apertar meu jeans que cobria minha bunda, minhas mãos pecadoras deslizaram por todo o torso dele ainda suado e meus dedos ansiosos memorizaram um por um seus músculos perfeitos. De repente, senti na minha boca os gemidos dele, olhei para baixo, os peitos, o peito e o pescoço da Paula estavam brancos, cobertos daquele mel masculino. Acho que foi a primeira vez que tomei a iniciativa e fui para cima deles, se já gostava deles antes, agora gostava mais ainda, banhados de porra…
Uma das mãos do Adriano se enfiou perto do meu umbigo, tentando soltar o botão do jeans. Percebendo as intenções dele, parei a mão dele com a minha e implorei:
Não dá, para… tô menstruada…
Não importa – ele respondeu – a gente dá um jeito de qualquer forma
Tentei impedir ele, mas minha resistência foi muito fraca e aos poucos fui cedendo. Ele soltou o botão, abaixou o zíper e, puxando e puxando, o jeans foi cedendo. Depois tirou minha calcinha e meu absorvente íntimo, só o fio do tampão era testemunha do meu estado. Do outro lado, Paula me despia por cima. Senti vergonha de mostrar meus peitos pequenos, ainda mais com o que a minha vizinha tinha. Mesmo assim, ela me devolveu parte do que eu tinha dado a ela, sem fazer a menor observação sobre isso.
Adriano me levantou como um rei a uma princesa nos braços dele e foi para o quarto. Atrás, ela nos seguiu, terminando de se despir pelo caminho. A buceta dela totalmente depilada chamou minha atenção. Por fim, ele me jogou com força em cima do colchão.
Me acomodou como se nada, de quatro. As mãos dele acariciaram com calor minha bunda, era tão gostoso… De repente, a língua dele percorreu meus lábios, beijou meu clitóris, meu cu, uma e outra vez, uma e outra vez. Ela era espectadora de toda a cena. Percebi que ele tentou enfiar um dedo no meu cu, me contraí por instinto e reclamei:
Para! O que… O que tá fazendo?
Fica tranquila… você vai gostar…
Tá maluco? Vai me matar com esse pauzão desse jeito!
Mas como sempre, minha resistência era fraca, meus ‘não’ não eram convincentes, eu sabia que devia evitar, mas ao mesmo tempo queria provar. Rapidinho, Adriano já tinha o pau entre os dedos, apontando pro meu cu. Na primeira tentativa, só conseguiu arrancar um grito abafado, a dor foi de rasgar. Paula chegou perto, passou mais lubrificante e ela mesma abriu minhas nádegas com as mãos…
Mal consegui implorar, tremendo, com um ‘não, não, não…’ baixinho e pausado, mas logo o pau monstruoso do meu vizinho tentava me furar de novo. Meu esfíncter foi cedendo aos poucos, eu mordia com força o lábio inferior com os dentes de cima, apertava os olhos, senti ele entrando… meu Deus, que pau gostoso…
Adriano começou a meter no meu cu, que dor doce e gostosa. Já não conseguia mais morder o lábio, a cada estocada soltava um gemido, ele tava arrebentando meu cu como nunca tinha sido arrebentado na vida…
Paula se acomodou deitada com as pernas abertas, a buceta dela perto do meu rosto, começou a se acariciar os peitos me encarando. Ele continuava metendo forte no meu cu, entre gemidos eu adivinhei as intenções dela, não tava a fim, perguntei ofegante…
Que… aiii… espera… aiii… cê tá esperando o quê?
Vai, gata… nada é de graça… tem que dar pra receber…
Aiii… nem… aiii… sonha…
A mão do meu vizinho pegou na minha nuca e começou a me forçar pra baixo, igual quando ele me fez chupar o pau dele. Eu não queria, mas ele tinha força demais, fui cedendo aos poucos. Paula tinha um sorriso de puta no rosto, tava cada vez mais perto, o cheiro da buceta podre dela invadiu minhas narinas. Tentei forçar pra recuar, mas não consegui, meus lábios chegaram nela, me entreguei…
Comecei a beijar, chupar, lamber o clitóris dela, do jeito que dava. O marido dela tava destruindo meu cu e eu não conseguia me concentrar em tudo. Deixei meus preconceitos de lado e fiz da buceta dela um banquete. apetecível manjar, levei os dedos ao meu clitóris e comecei a me masturbar…
Foi mágico, explodi num orgasmo impressionante, infinito, perfeito… segundos depois ele tirou a pica do meu cu e banhou com porra morna toda minha costa, meu cráter e meus lábios, pra depois enterrá-la de novo fundo numa estocada final…
Ainda fervendo de prazer, me concentrei em continuar chupando a buceta da Paula, olhando fixamente aquelas duas enormes montanhas de carne que se erguiam diante de mim e que ela percorria com as mãos…
Senti o alarme do meu celular chamar minha atenção, era hora de me preparar pra ir trabalhar, tive que parar tudo naquele momento, xinguei, peguei meu jeans onde guardava o aparelho e minhas roupas que estavam espalhadas por todo lado, a última imagem foi vê-los se ajeitando pra continuar o jogo e me pedindo pra fechar a porta ao sair…
Passou o sábado e não os vi, só ficou a lembrança no meu cu, rasgado e inflamado, que com gosto entreguei. Hoje, domingo, termino de escrever minha história, não sei como vai continuar amanhã, só lembro deles esperando vê-los. Por enquanto, espero que minha menstruação passe e fico passando uma pomada anti-inflamatória no meu pobre bum…
Escreva-me com o título ‘PERVERSOS VIZINHOS’ para dulces.placeres@live.com
Olá! Entra! – ela me disse com um sorriso, dando um beijo na minha bochecha.
A primeira coisa que notei foram, como sempre, os peitões enormes dela que pareciam querer escapar. Ela usava uma regata muito decotada e muito cavada embaixo dos braços, era óbvio que não estava de sutiã e parecia desconfortável tentando manter tudo no lugar. A cada movimento, eles balançavam perigosamente, com risco de escaparem pelo meio ou pelo lado, então a cada minuto ela precisava ajeitar tudo para que ficasse no lugar.
Ela usava uns saltos altos intermináveis que chamaram minha atenção e um cigarro recém-aceso entre seus dedos longos e finos.
Ela me fez sentar e quase de imediato me ofereceu uma bebida, fria ou quente, conforme eu quisesse.
De um lado, não muito distante, estava o Adriano, fazendo dorsais numa barra fixada na parede, subindo e descendo uma e outra vez. Ele só piscou um olho para mim, e eu respondi com um 'oi, Adriano' baixinho.
Enquanto a Paula estava na cozinha, não consegui me desligar do corpo do meu vizinho. No torso completamente nu dele, se desenhavam perfeitamente uma infinidade de músculos que se marcavam a cada esforço. Totalmente depilado, bronzeado e suado, com gotas que rolavam como pérolas pela pele delicada dele. As pernas dele, semi-recolhidas, estavam num moletom largo cinza. Não consegui evitar olhar para a virilha dele, lembrando das palavras da minha vizinha naquele dia, tentando adivinhar nas formas dele quanto era verdade e quanto era mentira.
Paula voltou para perto de mim, eu ainda não sabia por que ela tinha me chamado. Ela tomou a palavra:
Amiga, vamos ser honestas... – aquele 'amiga' não me agradou, já que éramos só vizinhas...
Tô ouvindo...
Bom, com meu marido... quer dizer... acho que nós três somos cúmplices... você sabe... o que aconteceu no terraço...
Eu não disse nada, o que eu poderia dizer?
Naquele momento, Adriano parou de fazer exercícios e veio em nossa direção, onde estávamos sentadas, perto demais. O pau dele estava Muito perto dos nossos rostos, ele tinha um sorriso estampado na cara e me encarava. Paula, sem dizer nada, deu a última tragada no cigarro, apagou no cinzeiro, estendeu a mão e começou a acariciar a pica do marido. Fiquei chocada, sem reação. Aos poucos, um volume crescente começou a se marcar por baixo do moletom, cada vez maior. Meus olhos não conseguiam se desviar do pau dele, que já parecia enorme. Foi então que, diante do meu olhar incrédulo, ele encaixou os polegares no elástico da calça e puxou até os joelhos…
Fiquei muda, impressionada. Nunca, mas nunca na minha vida imaginei que alguém pudesse ter uma pica daquelas, juro, era do tamanho do meu antebraço. Não conseguia parar de olhar fixamente, hipnotizada pela visão. Paula acariciava de ponta a ponta como se fosse um bichinho de estimação. A pica foi endurecendo, e com isso ficando ainda mais impressionante. Ela estava a poucos centímetros de onde eu estava, se aproximou, beijou e começou a chupar e masturbar com a mão livre, devagar. Naquele momento, me senti uma puta. Inconscientemente, passei a língua nos lábios, molhando-os, morta de tesão. Acho que ele percebeu, porque um sorriso se desenhou nos lábios dele. Foi quando minha vizinha, parando de chupar, me disse:
Quer? Tem pra ambas…
Eu continuava sem dizer nada. Ela então começou a lamber de lado, desde a base, deixando uns quinze centímetros livres. Adriano estendeu a mão até minha nuca e começou a me puxar para perto. Me entreguei, fechei os olhos e senti a pele delicada da glande dele acariciar meus lábios. Abri a boca e, com esforço, permiti a entrada. Era tão gostoso…
Ele me segurava firme e fazia a pica penetrar quase até minha garganta. Paula lambia o resto. Entre as duas, comíamos aquela pica enorme. Tinha carne de sobra…
Ele me soltou, e as duas lambíamos a pica dele de ponta a ponta. Era tão gostoso, eu estava tão necessitada. Os lábios de minha vizinha passava tão perto dos meus que me causava arrepios estranhos, o sabor era delicioso, eu me perdia no prazer, Adriano de repente me segurou de novo pela nuca e empurrou fundo, mais fundo, tanto que não consegui evitar recuar e começar a tossir engasgada, Paula soltou uma gargalhada e me disse
Perversos vizinhos 2 de 2
Calma, calma, é só saber relaxar os músculos da garganta e aprender a respirar, olha, te ensino…
Mesmo com os olhos cheios de lágrimas, pude ver minha companheira começando a empurrar a rola do marido dela, pra dentro, mais pra dentro, aos poucos foi desaparecendo, a garganta dela pareceu alargar, senti uma inveja doida quando tudo sumiu da minha vista e ainda sobrou espaço pra ela esticar a língua e lamber os ovo dele, uma e outra vez…
Finalmente Paula parou com aquela garganta profunda invejável e me disse
Viu? É fácil!
Então ela pegou minha nuca e me levou de volta pro marido dela, mas a rola dele bateu de novo com pressa na minha garganta, mal conseguia respirar, eles entenderam, e minha vizinha então masturbou com ritmo a parte do tronco que ficava pra fora, ritmo, ritmo, mais ritmo, eu precisava parar, mas não conseguia, a mão que apertava minha nuca era a desculpa perfeita…
Minhas mãos estavam como cravadas nas pernas musculosas do Adriano, de repente começaram a se contrair, foi a primeira coisa que senti, devia me afastar, ia me dar nojo, mas fiquei como paralisada, fechei os olhos, a rola dele endureceu mais, se contraiu, finalmente…
Um tiro certeiro de esperma gostoso e delicioso invadiu minha boca, um pouco foi direto pra minha garganta, outra parte percorreu meus dentes, minha língua, outro tiro, e outro, o prazer daquele amargor especial era tanto que começou a escapar pelos meus lábios, não conseguia respirar…
Finalmente me soltei pra pegar ar, com a boca entreaberta, a porra escorreu pelos meus lábios, pelo meu queixo, tinha sido demais… senti minha buceta ferver, olhei pra minha vizinha, o peito esquerdo dela tinha escapado da camiseta, e o mamilo dela se destacava na minha vista, só consegui olhar de leve, a Paula me surpreendeu com um beijo de língua violento que me fez enlouquecer, nunca tinha beijado uma mulher, devia ter afastado ela, mas só deixei rolar, uma loucura, ela me beijou, me beijou e me beijou de novo, parecia querer dividir os restos de porra que ainda escorriam pelo meu rosto.
Ela pegou minhas mãos e colocou nos peitos dela, perguntou:
Gostou deles? Posso adivinhar que sempre gostou…
Ela chegou só um pouquinho mais perto, foi o suficiente, eu mergulhei entre eles, eram como dois travesseirões pra se aninhar, macios, fofinhos, incríveis…
Adorei lamber, acariciar, um, outro, os dois, me senti uma sapatão suja, mas era mais forte que eu, gostoso, delicioso, os mamilos dela endureciam respondendo à minha língua babada, tava perdida, amei aquela perfeição, invejável, era tentador tirar uma soneca no meio deles…
O Adriano me separou na hora, fiquei com a sensação de uma bebê que mama e é desmamada, de lado, ele pegou a camiseta da Paula com as mãos e rasgou no meio, agora os peitos dela completamente nus ficaram na minha frente, ele cuspiu no meio e começou a esfregar o pau enorme dele entre eles, já tinha recuperado a rigidez, fui uma espectadora de luxo, ela apertava os seios envolvendo a cobra do marido.
A Paula virou a cabeça na minha direção, me olhou com olhos perversos, devolvi o olhar, me aproximei, abri minha boca e fui na dela, nos comemos devagar, sedentas, putas, me sentia explodir por dentro, os minutos se alongaram, os beijos e as carícias também…
Meu vizinho me pegou pelo braço e me fez parar ao lado dele, agora era ele quem me beijava profundamente enquanto apertava a esposa dele entre os peitos. Ele me rodeou e começou a apertar meu jeans que cobria minha bunda, minhas mãos pecadoras deslizaram por todo o torso dele ainda suado e meus dedos ansiosos memorizaram um por um seus músculos perfeitos. De repente, senti na minha boca os gemidos dele, olhei para baixo, os peitos, o peito e o pescoço da Paula estavam brancos, cobertos daquele mel masculino. Acho que foi a primeira vez que tomei a iniciativa e fui para cima deles, se já gostava deles antes, agora gostava mais ainda, banhados de porra…Uma das mãos do Adriano se enfiou perto do meu umbigo, tentando soltar o botão do jeans. Percebendo as intenções dele, parei a mão dele com a minha e implorei:
Não dá, para… tô menstruada…
Não importa – ele respondeu – a gente dá um jeito de qualquer forma
Tentei impedir ele, mas minha resistência foi muito fraca e aos poucos fui cedendo. Ele soltou o botão, abaixou o zíper e, puxando e puxando, o jeans foi cedendo. Depois tirou minha calcinha e meu absorvente íntimo, só o fio do tampão era testemunha do meu estado. Do outro lado, Paula me despia por cima. Senti vergonha de mostrar meus peitos pequenos, ainda mais com o que a minha vizinha tinha. Mesmo assim, ela me devolveu parte do que eu tinha dado a ela, sem fazer a menor observação sobre isso.
Adriano me levantou como um rei a uma princesa nos braços dele e foi para o quarto. Atrás, ela nos seguiu, terminando de se despir pelo caminho. A buceta dela totalmente depilada chamou minha atenção. Por fim, ele me jogou com força em cima do colchão.
Me acomodou como se nada, de quatro. As mãos dele acariciaram com calor minha bunda, era tão gostoso… De repente, a língua dele percorreu meus lábios, beijou meu clitóris, meu cu, uma e outra vez, uma e outra vez. Ela era espectadora de toda a cena. Percebi que ele tentou enfiar um dedo no meu cu, me contraí por instinto e reclamei:
Para! O que… O que tá fazendo?
Fica tranquila… você vai gostar…
Tá maluco? Vai me matar com esse pauzão desse jeito!
Mas como sempre, minha resistência era fraca, meus ‘não’ não eram convincentes, eu sabia que devia evitar, mas ao mesmo tempo queria provar. Rapidinho, Adriano já tinha o pau entre os dedos, apontando pro meu cu. Na primeira tentativa, só conseguiu arrancar um grito abafado, a dor foi de rasgar. Paula chegou perto, passou mais lubrificante e ela mesma abriu minhas nádegas com as mãos…
Mal consegui implorar, tremendo, com um ‘não, não, não…’ baixinho e pausado, mas logo o pau monstruoso do meu vizinho tentava me furar de novo. Meu esfíncter foi cedendo aos poucos, eu mordia com força o lábio inferior com os dentes de cima, apertava os olhos, senti ele entrando… meu Deus, que pau gostoso…
Adriano começou a meter no meu cu, que dor doce e gostosa. Já não conseguia mais morder o lábio, a cada estocada soltava um gemido, ele tava arrebentando meu cu como nunca tinha sido arrebentado na vida…
Paula se acomodou deitada com as pernas abertas, a buceta dela perto do meu rosto, começou a se acariciar os peitos me encarando. Ele continuava metendo forte no meu cu, entre gemidos eu adivinhei as intenções dela, não tava a fim, perguntei ofegante…
Que… aiii… espera… aiii… cê tá esperando o quê?
Vai, gata… nada é de graça… tem que dar pra receber…
Aiii… nem… aiii… sonha…
A mão do meu vizinho pegou na minha nuca e começou a me forçar pra baixo, igual quando ele me fez chupar o pau dele. Eu não queria, mas ele tinha força demais, fui cedendo aos poucos. Paula tinha um sorriso de puta no rosto, tava cada vez mais perto, o cheiro da buceta podre dela invadiu minhas narinas. Tentei forçar pra recuar, mas não consegui, meus lábios chegaram nela, me entreguei…
Comecei a beijar, chupar, lamber o clitóris dela, do jeito que dava. O marido dela tava destruindo meu cu e eu não conseguia me concentrar em tudo. Deixei meus preconceitos de lado e fiz da buceta dela um banquete. apetecível manjar, levei os dedos ao meu clitóris e comecei a me masturbar…
Foi mágico, explodi num orgasmo impressionante, infinito, perfeito… segundos depois ele tirou a pica do meu cu e banhou com porra morna toda minha costa, meu cráter e meus lábios, pra depois enterrá-la de novo fundo numa estocada final…
Ainda fervendo de prazer, me concentrei em continuar chupando a buceta da Paula, olhando fixamente aquelas duas enormes montanhas de carne que se erguiam diante de mim e que ela percorria com as mãos…
Senti o alarme do meu celular chamar minha atenção, era hora de me preparar pra ir trabalhar, tive que parar tudo naquele momento, xinguei, peguei meu jeans onde guardava o aparelho e minhas roupas que estavam espalhadas por todo lado, a última imagem foi vê-los se ajeitando pra continuar o jogo e me pedindo pra fechar a porta ao sair…
Passou o sábado e não os vi, só ficou a lembrança no meu cu, rasgado e inflamado, que com gosto entreguei. Hoje, domingo, termino de escrever minha história, não sei como vai continuar amanhã, só lembro deles esperando vê-los. Por enquanto, espero que minha menstruação passe e fico passando uma pomada anti-inflamatória no meu pobre bum…
Escreva-me com o título ‘PERVERSOS VIZINHOS’ para dulces.placeres@live.com
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