Minhas Aventuras 5

Continuando com o relato da Lupita. Quando o Toño e o Manuel foram embora, fiquei puta com o que falaram da minha mãe. Pensei: vou dar um pé na bunda do Toño, não tô nem aí se ele contar pra todo mundo o que eu fiz com ele. O que importa é minha mãe, não quero que inventem mentiras sobre ela. Entrei em casa, ela tava normal. Sempre soube que ela era gostosa, mas nunca vi ela conversando com homem nenhum, só o normal com vizinhos, parentes, amigos. Era carinhosa com a gente (eu e meu irmão), mas a partir daquele dia eu ia prestar mais atenção.

Nos dias seguintes, o Toño queria me comer todo dia, mas não deixei. Só fomos transar uns três dias depois, na casa abandonada, mas sem o Manuel. Entramos, nos beijamos, ele puxou meus peitos pra fora e, feito um bezerrinho, se agarrou. Chupava como se quisesse tirar leite, mas só arrancou meus gemidos. Ao mesmo tempo, enfiou as mãos, uma na frente e outra atrás, tocando tanto minha buceta quanto minha bunda. Me encostei na parede e, como já conhecia o lugar, eu mesma procurei o canto da outra vez. Me sentia bem ali porque entrava a luz do poste da rua, já que não tinha janela. Ali eu via meus peitos sendo devorados, minhas auréolas babadas e meus biquinhos bem duros de tanto tratamento que tavam levando.

Ele tirou algo da bolsa, pensei que era droga, mas era só camisinha. Até aquele momento, nem tinha pensado em engravidar. Como viu que eu vi, ele disse que o irmão dele tinha dado pra evitar problemas. Antes de colocar a camisinha, me encostou na parede, se ajoelhou na minha frente, tirou minha calcinha e enfiou a cara na minha buceta. Falou: "Você já tá bem molhadinha" e meteu a língua. Começou a me chupar, mexia a língua bem gostoso, e eu segurei ele pela nuca, queria que ele enfiasse mais, que afundasse a língua toda. Comecei a rebolar, guiava ele pra onde sentia mais gostoso, e aí molhei a cara toda dele, gozei na língua dele. Ele levantou, colocou a camisinha e meteu tão gostoso. Bom, pelo menos foi o que eu senti. Ele levantou minha perna e eu sentia cada enfiada que ele dava. Eu mesma me empurrava contra ele. Queria que a... Se fosse maior pra me empalar mais, nessa posição gozei mais duas vezes, não queria que acabasse, ainda queria pica. Uma mina de 13 anos sendo submetida, entregue a uma paixão de adulto, gozou e meio que me decepcionei, queria mais. Perguntei por que seu amigo não veio, ela sorriu e disse: "Quer mais, né? Tô bem cachorra, agora quando eu me recuperar, fodo você de novo", respondi: "Não, quero chupar você". E me joguei na pica dela, saboreei a porra, tava mole e não subia. Ela disse: "Espera, ainda não me recuperei, você me esvaziou". Fiquei chupando um tempo e não insisti porque tinha que ir. Coloquei minha calcinha e ele me levou pra casa. Tava chegando e minha mãe tava lá fora. Toño falou: "Lá está a dona gostosa, vou parar aqui pra ela não desconfiar". Respondi: "Ok". Passaram-se vários dias em que eu prestava mais atenção na minha mãe. Num sábado, vi o primeiro sinal. Meu irmão trabalhava de manhã até as 5 da tarde e estudava das 6 às 10 na universidade, isso de segunda a sexta, então chegava depois das 11. Sábado e domingo ele não trabalhava; no sábado, ia com os amigos jogar futebol. Nesse sábado, vieram uns colegas e amigos do meu irmão porque iam jogar futebol e foram sentar no quintal de casa enquanto meu irmão vestia o uniforme. Eles já estavam de short e camiseta. Minha mãe saiu pra oferecer água e refrigerante. Eu fiquei dentro de casa, olhando pela janela. De lá, vi ela entregando os copos, mas um deles tava sentado atrás dos outros dois. Minha mãe se aproximou dele e ele puxou a pica pra fora do short na frente dela. Os outros não viam porque minha mãe tapava a visão, mas a minha não. Ele sorria pra ela e se esfregava na pica. Não via o rosto da minha mãe até que ela se virou; vi ela sorrir como se nada. Meu irmão saiu e foram embora. Fiquei com ela e perguntei quem era aquele cara. "É colega de trabalho do seu irmão. Por acaso você gostou dele?" Respondi que não. "Ainda bem", ela disse. "Por quê?", perguntei. "Porque não. Vale a pena, não tem futuro nem como namorado, eu não queria pra você, muito menos como marido. Só pra tirar mais reações dela, falei: "Bem, olhando direito, feio ele não é. Cê não acha que ele dá um bom genro?" Ela respondeu brava: "Nem brincando, não fala isso." Aí eu insisti: "Vou falar pro meu irmão me apresentar ele." Ela respondeu: "Cala a boca, você é louca." Deixei assim por uns dias, mas quando estávamos em casa, não tirava os olhos dela. O telefone tocava e eu não dava tempo dela atender, corria e atendia eu, e desligavam. Se ela conseguisse atender antes, eu não saía de perto até ela desligar. Perguntava quem era, e ela respondia: "Ninguém", "Enganaram", ou, já puta, falava: "O que você tem com isso?" Até que chegou sábado, os amigos vieram. Falei pro meu irmão na frente dela: "Me apresenta aquele rapaz." "Quem, o Jorge?" Minha mãe gritou: "Já, Lupita, já chega de brincadeira, para com isso." Respondi: "Por que você se irrita? Tá com ciúmes?" "Ciúmes de quê, estúpida?" ela disse. Eu e meu irmão ficamos de boca aberta, nunca tinha nos falado assim. Fui pro meu quarto, mas da janela, escondida atrás das cortinas, fiquei observando tudo. Um deles pediu o banheiro pro meu irmão e ele levou pra dentro. Os outros dois ficaram no quintal com minha mãe. Chegaram perto dela, e o Jorge ia pegar uma bunda dela, mas ela segurou a mão dele e olhou pra minha janela. Eu me afastei um pouco, pensando que ela tinha me visto, mas não. Ela falou alguma coisa pra eles e não soltou a mão dele. Parou de olhar pra minha janela e foram pra entrada de casa. Lá eu não via mais nada, mas ouvia. Escutei ela dizer pra eles serem mais discretos. Depois meu irmão e o outro amigo saíram e foram jogar. Como eu saía da escola às 6:30, falei pro Toño, meu namorado, pra ficar de olho nela de tarde até ele me buscar. Passaram-se vários dias, até que um dia, quando ele foi me buscar, falou que um cara tinha ido na minha casa, ficou um pouco mais de meia hora e depois foi embora. Pela descrição que ele deu, meu estômago embrulhou: era o Jorge. Toño me perguntou: "Vai me dar meu prêmio?" Eu tava tão puta que... Responde, agora não vem com essas merdas. Fui pra casa, ia reclamar com a minha mãe. Toño atrás de mim, falando e falando, eu nem ligava, até que ele me pegou pelo braço e disse: "E o que você vai falar pra ela? Que como você descobriu?" Você tem razão, Toño. Então como a gente faz? Ele disse: "Deixa eu pensar. Por enquanto, vamos um pouquinho pro nosso ninho pra você extravasar essa raiva." "Ok, vamos", respondi. No caminho, encontramos o Manuel. Ele perguntou: "Pra onde vocês vão?" A gente riu, não respondemos, e ele disse: "Ah, já sei. Beleza, depois vejo vocês." Eu falei: "Não quer ir com a gente?" Ele respondeu: "Sério?" "Sim." Chegamos no ninho, já dentro, Toño começa a me beijar, me agarra as nádegas e eu faço sinal pro Manuel pra ele me abraçar por trás. Aproveitando que Toño abria minhas nádegas, ele enfiou o pau no meio delas, mesmo eu ainda de calcinha. Senti ele bem duro, empurrando a calcinha contra meu cu ainda virgem. Sentia as picadas onde ele queria entrar, e mais ainda quando me curvei pra chupar o pau do Toño. Abaixei a bunda pra me ajoelhar, porque minha calcinha não ia aguentar muito e eu não queria que fosse o Manuel quem me estreasse por ali. Manuel disse: "Deixa que eu chupo ela." Toño cedeu o lugar pro amigo, colocou a camisinha, baixou minha calcinha e meteu na minha buceta. Comecei a chupar o Manuel e veio na minha cabeça o que eles falaram da minha mãe. Tirei o pau do Manuel da boca e perguntei: "Então vocês viram que comiam a minha mãe?" "Sim", disse Toño. "Assim que eles comiam ela, um na boca e outro na buceta." Ao ouvir isso, gozei só de imaginar. Toño me comeu até terminar. Saiu de dentro de mim. Manuel disse: "Agora eu continuo." Toño perguntou: "Traz camisinha?" "Não", respondeu Manuel. "Se não for com camisinha, não pode", disse Toño. "Por quê?", replicou Manuel. "Não vê que se a gente engravidar ela, não vamos saber quem é o pai?", disse Toño. Falei pro Manuel: "Se contenta com a mamada." Saímos de lá e eles me levaram pra casa.

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