Minhas Aventuras 3

Minhas Aventuras 3
peitos
muito gostosaFaz três meses da minha experiência com os policiais. Nesses três meses, fiquei com um cara que me entediava, porque era muito certinho, só mãozinha suada, enquanto eu estava soltando faísca de tão quente que andava. Queria pau. Na rua, olhava todos pra ver se estavam com o pau duro – claro, sem ser descarada, e tomando cuidado pra não ficarem me encarando, seja nos peitos ou na bunda, porque eu fazia olhinhos. Bom, esse namorado me levava ao cinema e até fingia que dormia pra ele aproveitar e meter a mão, mas nem assim. Às vezes, disfarçadamente, esfregava minha mão no pacote dele e nada. E quando a gente se beijava, eu esfregava os peitos nele, já que ele era mais alto. Uma vez, a gente ia sentar num banco e de propósito sentei em cima dele como se fosse acidente, e mesmo assim nada. Até que um dia a gente viu no cinema um filme com cenas um pouco eróticas, e pude ver que ele ficou de pau duro. Eu, tentando me insinuar, coloquei minha cabeça no ombro dele, mexi a cabeça até o ouvido dele e mordi a orelha dele de leve. Ele virou e me deu um beijo tão tarado que quase tive um orgasmo. Falei: "Vamos pra outro lugar". Saímos do cinema e ele disse: "Pra onde você quer ir?" Eu falei: "Vamos pra algum lugar onde a gente fique sozinho pra se beijar e se acariciar". Ele disse: "Onde seria bom?" (Quando ia de Santa Catarina pro centro de Monterrey, o ônibus deixava a gente perto de um hotel.) Eu falei: "Não sei, você que propõe". "Nem ideia", ele disse. Como se não estivesse querendo, guiei ele até um hotel que eu tinha visto. Quando a gente estava passando, falei: "Olha, você já entrou aí?" Ele disse: "Não, e você?" "Eu menos ainda" (e era verdade, nunca tinha transado num hotel). Falei: "Vamos ver como é". Com vergonha de alguém ver a gente, entramos. O atendente era um senhor não muito alto, mas me deu vergonha – o senhor me comia com os olhos. Quando ele nos deu a chave, fomos pro quarto. Virei pra olhar ele e consegui ver ele esfregando o pacote. Entramos no quarto e beijei meu namorado com muita luxúria. Coloquei minha língua nos lábios dele, convidando ele a meter a língua na minha boca. Abracei ele e assim caímos na cama. Comecei a tirar a... camisa e aí ele reagiu, me agarrou as nádegas por cima do vestido e começou a apertar. Tirei o vestido enquanto ele tirava a calça junto com a cueca. Vi o pau dele, um pau normal, um pouco cabeçudo, mas naquela altura não me importava com o tamanho. Ele agarrou meus peitos, tirou do sutiã e começou a chupar, mordiscando meus mamilos, que são meu ponto fraco. Desci minha mão, peguei o pau dele e perguntei: "Quer que eu chupe?" Ele se jogou sobre mim. Comecei a lamber ou "descascar", como dizem os homens, depois coloquei na boca e chupei com tanta vontade. Já estava com muita vontade de ter um pau na boca, sentir aquele gosto que tanto gosto. Tentei engolir tudo enquanto via o rosto dele. Ele gostava, especialmente quando eu sugava. Queria arrancar ele de tanto chupar, até que ele gozou. Engoli tudo, enquanto ia saindo, passava na boca. Continuei chupando, deixei bem limpinho. Deixei ele descansar um pouco para se recuperar. Comecei a masturbar para ele ficar duro de novo. Deitei de costas, abri minhas pernas e mostrei minha bucetinha com os dedos, abrindo para ele ver bem. Pensei em pedir para ele chupar, mas já estava com vontade de ser comida. Ele pegou o pau, apontou e me enfiou. Senti uma delícia. Abracei ele com minhas pernas e a cada enfiada eu dizia: "Assim, assim, mais, enfia tudo". Senti um orgasmo, depois outro quase seguido. Ficamos um tempo, ele serrando minha coisinha (só de lembrar agora escrevendo já me deu outro, hehe). Senti que ele acelerou as enfiadas e me perguntou: "Dentro ou fora?" "Fora", respondi. Ele saiu de mim, puxei e coloquei na boca de novo. Engoli a porra dele. Terminamos, saímos do hotel e pegamos o ônibus para minha casa. E, oh surpresa, no ônibus estava o policial do pauzão. Ele devia ter uns 28 a 30 anos, eu tinha 14, mas pelo meu corpo parecia mais velha. Para completar, o único assento era ao lado dele, junto à janela. Meu namorado disse para eu sentar ali. Pedi licença, ele se virou de lado e ao passar senti o ombro dele roçar nas minhas nádegas. Durante todo o trajeto... Discretamente, ele me olhava. Eu sentia uma sensação estranha, entre excitação e um pouco de medo de que ele dissesse algo. Chegando ao meu destino, descemos do ônibus e ele também. Ele vinha atrás de nós. Como meu namorado me deixava a um quarteirão de casa, nos despedimos com um beijo e ele voltou para pegar o ônibus de volta. O policial me seguiu e, antes de chegar em casa, chegou ao meu lado e disse: "Ei, você me deixa louco. Ninguém nunca chupou meu pau como você. Desde aquele dia, não paro de pensar em nada além de te comer. Só meti um pedaço da minha rola e quero te foder, te fazer minha. Você gostaria?" Não respondi, continuei andando. Ele ficou parado e, antes de entrar, virei para olhá-lo e, bem safadinha, sorri, dando a entender que sim. Ele sorriu de volta.

Passaram alguns dias e, um dia, vi a viatura estacionada na esquina, mas ele estava com outro policial e não parou para mim, só cumprimentei. Até que um dia saí da escola e ele estava sozinho na viatura. Desceu para me cumprimentar e foi assim que soube que se chamava Héctor, 30 anos, casado com 2 filhos, 5 anos de polícia e 9 de casado. Me convidou para sair. Combinamos de nos ver num sábado às 14h. Achava muito cedo porque sempre dizia em casa que ia para bailes. Ele disse: "Diga que vai ao centro (de Monterrey) com umas amigas ver roupas." "Está bem", respondi.

Nos dias que faltavam para o sábado, eu estava muito excitada e queria que o tempo passasse rápido. Até no sábado achava que as horas passavam muito devagar. Saí de casa às 13h45, cheguei no lugar do encontro pensando "tomara que ele não demore". Estava ansiosa. De repente, um carro estacionou ao meu lado e era ele. "Sobe", disse. "Já estava esperando desde 13h30." Subi no carro e perguntei de quem era. Ele disse que era dele, que no dia do ônibus o carro estava na oficina. Ele ligou o carro e eu perguntei: "Aonde vamos? Aonde você vai me levar?" Ele respondeu: "Você já sabe." Como era cedo, não imaginei que fosse para um hotel. Insisti: "Me diz aonde. Agora você vai ver." Pensei que fosse para Monterrey, mas ele pegou a estrada para Saltillo. Fiquei surpresa, mas depois de uns 5 quilômetros... Ele me levou para um motel, pensei: "Estou subindo de categoria, de monte para hotel, agora motel". Paguei a suíte, entramos na garagem e fomos para o quarto. Ele estava com uma sacolinha na mão e, ao entrar, me abraçou, agarrando minha bunda e enfiando a língua na minha boca. Me agarrei a ele e respondi, chupando sua língua. Ia tirar a camiseta dele, mas ele me segurou e me deu a sacola, dizendo: "Toma, vai se trocar, põe o que tem aí dentro". Eu estava de jeans e uma blusa fina. Entrei no banheiro e tirei um babydoll branco, meia-calça com ligas, um fio-dental super pequeno que enfiava na bunda e um sutiã todo transparente, que deixava meus mamilos à mostra, e os pelinhos da minha bucetinha saíam pelos lados do fio. Me olhei no espelho e adorei como estava. Ao sair do banheiro, ele já estava na cama, pelado e com o pau bem duro, se masturbando. Quando me viu, fez uma cara de surpresa e disse: "Você está muito sexy e tesuda". Fui me aproximando da cama e subi de quatro, peguei seu pau e enfiei na boca, abrindo o máximo possível. Ele empurrava minha cabeça, eu sentia até a garganta, como na primeira vez que o chupei. De novo, fazia "patinhos" – eram os engasgos que seu pau me provocava. A verdade é que ele estava bem gostoso. Ele se moveu para fazer um 69 e, ao tocar meu fio-dental, já estava encharcada. Ele disse: "Ai, gatinha, ainda nem te toquei e já está bem molhada, tá precisando, hein?". Afastou o fio e começou a chupar minha xoxota. Não levou nem um minuto e já tive meu primeiro orgasmo. Ficamos assim, eu não queria que acabasse porque ele estava bem duro e eu queria que ele me comesse assim, duro. Falei: "Agora me fode". Me apoiei e ele enfiou só um pouquinho, disse: "Foi assim que te peguei da outra vez, só a cabecinha". Eu balancei minha bunda para trás e, de uma vez, ele me enfiou tudo. Gritei de dor – nunca tinham enfiado algo tão grande em mim. Tentei ir para frente para aliviar a dor, mas ele me agarrou pela cintura, impedindo que eu escapasse. Ele me segurou assim, depois tirava metade e enfiava de novo. Cada enfiada do pau me fazia gritar, eu sentia minha bucetinha ficando mais... aberta, não era mais uma bucetinha, agora era uma pussy. Ele estava me curtindo, ria e dizia "você é bem putinha", isso me deixava com mais tesão, eu adorava quando ele me chamava de putinha, putinha. Virei para a direita e havia um grande espelho, me vi de quatro com um macho atrás de mim enfiando toda a pica, com meu fio dental pela metade, como se diz. A visão no espelho era tão impressionante que tive outro orgasmo, sentia a pica dele até nos meus ovários. De repente, senti que inchava mais e me encheu de porra. Claro que eu não ia segurar tanta porra, escorria pela minha buceta até minhas pernas e a cama. Ainda dentro de mim, eu a sentia dura, fui me mexer e ele não deixou, ainda estava agarrado nos meus quadris. Ele disse: "Não, miga, eu sou de 2 a 3 sem camisinha". Não entendi e ele começou a meter e sacar de novo. Eu sentia minha buceta rosa de tanto mete e saca. Disse: "Me deixa descansar". Ele respondeu: "Só mais um pouquinho, já vou gozar". Eu gozei de novo e então ele me encheu de porra de novo. Disse: "Vamos descansar um pouco, porque depois eu quero seu cu". Eu disse: "Você tá louco, vai me destruir". Ele sorriu enquanto dizia: "Vou te fazer serviço completo, esse cu não sai vivo de mim, se agora quando te tinha de quatro você fazia carinha... bem, carinha porque é só um, ou melhor, bunda hahaha". Rimos os dois. Dormi um pouco e acordei sentindo umas mordidas nos meus peitos. Ele queria comê-los e, como essa é minha fraqueza, fiquei com tesão de novo. Além disso, ele enfiava os dedos na minha fenda, quando comecei a ficar molhada, ele aproveitou e com meus próprios fluidos começou a enfiar os dedos no meu cu, lubrificando. Me beijou bem safado, deitei de lado, tirei o fio dental de lado e abri as nádegas, mostrando o que até então era meu furico. Não era virgem de cu, só tinham enfiado uma vez. Ele aproximou a pica e eu disse: "Devagar, papi". Novamente me surpreendi com o quanto estava excitada. Disse: "Papi". Nunca tinha chamado ninguém assim, mas ele já era meu dono, meu papi, meu macho, minha pica. Ele colocou a pica no meu cu e começou a enfiar devagar, lutou um pouco até que a cabecinha entrou. Doeu. mas foi de boa, senti cada centímetro, minha bunda foi se acostumando, eu mesma abria as nádegas, pensei que não ia caber tudo até sentir as bolas dele batendo na minha bunda, dava para sentir até no estômago. Do jeito que estávamos, ele me virou de bruços, pensei: "pronto, já era". Mas quando ele começou a meter e tirar, doeu tanto que mordi o travesseiro. Ele metia toda e tirava até a metade, depois metia de novo. Comecei a sentir um tesão a cada enfiada. Aí ele começou a meter com força e eu empurrava ou gemida. "Adoro como você geme", ele disse. Voltei a olhar a imagem no espelho — estava uma putaria, meu macho em cima de mim perfurando minha bunda. Ele viu que eu estava excitada e disse: "Gosta do que está vendo?" Respondi: "Sim, muito." "Por quê?", ele perguntou. "Porque vejo como você está metendo", falei. "Agora você vai ver melhor." E, sem tirar, ele me puxou para a beirada da cama, perto do espelho. Ali pude ver mais de perto como entrava e saía da minha bunda. Para ver melhor ainda, com as mãos, abri minha bunda — e sentir o pau me fez gozar de novo, bem gostoso. Acho que ficamos mais de meia hora, e eu gozei mais duas vezes. Mas com tanto vai e vem, deu vontade de cagar. Falei para ele, e ele respondeu: "Espera, aguenta, já vou gozar e encher sua barriga de porra." Ele tirou e eu comecei a soltar todo o ar — saía um barulho estranho, porque o ar saía junto com a porra, parecendo que eu estava fazendo bochechos. Ele riu e disse: "Olha só, acabei de sair e sua bunda já está reclamando." Corri para o banheiro, porque não aguentava mais, queria defecar. Saiu cocô, porra e sangue — é, ele arrombou minha bunda mesmo. Fiquei dolorida. Fiquei um tempo até sentir que tinha saído tudo. Ele bateu na porta: "Tudo bem?" "Sim", respondi. "Posso entrar?" "Pode", falei. Ele entrou e disse: "Vamos tomar banho?" "Beleza." Tirei o babydoll e entramos no chuveiro. Ele me ensaboou muito gostoso por trás, passou o sabão nas minhas nádegas e na minha bunda — ardia um pouco — e por baixo chegou na minha buceta. Depois começou a ensaboar meus peitos, apertava muito gostoso e eu fiquei excitada de novo. Procurei o pau dele — já estava bem duro — e esfreguei nas minhas nádegas. De repente, ele jogou o sabão, eu me agachei e... ele levantou e tentou me enfiar, mas eu virei, peguei no pau dele e enfiei na minha boca. Já tava pegando mais prática em chupar pau. Passei a língua por todo ele e, quando cheguei na cabeça, enfiei o máximo que pude. Ele agarrou minha cabeça e fodeu minha boca. Depois me levantou e enfiou na minha buceta. Me serrou encostada na parede, assim de pé de novo, e me encheu de porra. Saímos do banheiro e ele me comeu de novo na cama. Eu montei nele de frente enquanto ele chupava meus peitos. Foi gostoso pra caralho aquela sensação de estar me enfiando sozinha, subindo e descendo o quadril no ritmo que eu queria, enquanto ele alternava meus peitos na boca, mordendo e beijando. De repente, olhei pela janela e vi que já estava escuro lá fora. Gozamos quase ao mesmo tempo, e eu perguntei que horas eram. Ele disse: "Meia-noite e meia". Queeee! Me leva rápido pra casa, minha mãe vai me matar! Ela só deixa até as 10. Me vesti, coloquei minha roupa por cima do babydoll enquanto ele se vestia. Saímos voando. No caminho, ele me disse: "E se você ficar comigo a noite toda?" Eu respondi: "E sua esposa?" Ele falou: "Falo que me chamaram de urgência no trabalho, sem problema, já aconteceu antes. E na sua casa, o que você diz?" "Diz que perdeu o último ônibus." "Você tá louco", eu falei. "Ou, se quiser, eu falo com sua mãe que o carro quebrou." "Mas eu disse pra ela que ia com umas amigas, não com 'amigos'. E o que vou falar, que você é meu namorado de 30 anos?" Ele me deixou na esquina de casa. Antes de entrar, me arrumei o máximo possível. Ao entrar, minha mãe estava furiosa. Ela me perguntou: "De onde você vem?" "De uma festa." "E com quem você estava?" "Com minhas amigas do centro. A gente se atrasou e foi direto pra festa." "Mas já liguei pra todas suas amigas e todas estavam em casa." Nisso, meu pai entra e diz: "Ela desceu de um carro na esquina. Era um senhor." Eu falei: "Ele só me deu uma carona." Minha mãe, enfurecida, me deu um tapa. "Me diz de onde você vem!" "De um baile", respondi. Ela me deu outro tapa e disse pro meu pai: "Traga o cinto!" Ele fingindo que... Ela ficou ainda mais furiosa quando desceu do carro, deu um beijo no cara e andou estranho. "Já percebi", ela disse. Pegou o cinto e me bateu nas pernas (desde pequena, essa sempre foi a minha punição mais forte). "Tira a calça", ela ordenou. Eu, como uma tonta, nem me lembrei do babydoll e, na pressa, não sabia onde tinha deixado minha calcinha e sutiã. Quando abaixei minha calça, minha mãe arregalou os olhos e me viu com a roupa que estava usando. Ela começou a me chicotear as pernas e as bundas. "Ah, você quer andar de puta, é?" Rasgou minha blusa e a situação ficou ainda pior. Ela me levou ao meu quarto, tirou minha calcinha fio-dental e levou ao nariz. "Cheira a pau, a porra e tem pontos de sangue. Até o cu te arrombaram, né?" Não respondi. "Quem foi? Me diz quem foi!" Continuei sem responder. Minha punição: não sair mais para festas, só de casa para a escola e direto de volta para casa.

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