A Irmandade 3: O Final

A Irmandade (III e final). A chegada de Antonio Luís bagunçou nossas relações lascivas. Tanto a Adela quanto a Luci e eu estamos preocupados em como continuar aproveitando nossos corpos fogosos sem que ele perceba. Mas a coisa se complicou quando ele nos comunicou que pediu quinze dias de férias na empresa e que vai passá-los aqui, no chalé. Combinamos entre nós três estudar o método mais conveniente para evitar que ele nos pegue. Depois de três dias nos vendo escondidos, nosso humor está no chão. Irritáveis com a menor desculpa, especialmente a Adela, que é a que tem menos oportunidades. Já a Luci sempre dá um jeito de sumir da vista dos tios e acalmar sua ardente nervosidade, coisa que agradeço. Desde que entrou na Irmandade, perdeu os pudores e não tem vergonha de me pedir para chupar sua buceta quente, enquanto tira a calcinha. O que ainda não consegui fazer é desflorar seu cuzinho, e toda vez que coloco a boca ali, sinto uma vontade imensa de satisfazer meu delírio por aquele lugar. Mas a tia dela me proibiu. Diz que é preciso uma boa cerimônia para estrear o rabo da sua pequena safada e que eu tenho que ter paciência. Hoje, quarto dia de abstinência para minha desejada vizinha, aconteceu algo que me chamou a atenção. Lá pela manhã, antes de se deitar para pegar sol, como de costume, ela fez um sinal para eu chamar o Nimbo, enquanto colocava um papel dobrado na coleira dele. "Deixa a porta aberta ao meio-dia em ponto e prepara as câmeras", releio pela quinta vez o bilhete que ela me mandou. Também olho o relógio e as câmeras prontas como para uma festa. Uns passos leves me alertam da chegada dela. Sem dizer nada, me beija apaixonadamente na boca enquanto apalpa meu pau, que ainda não está preparado para surpresas. Ela se joga na cama e, levantando as pernas, me apressa para que eu coma sua buceta escorrendo, que aparece diante de mim sem nenhum pudor. Apesar do café da manhã, não abro mão da sobremesa e obedientemente me "mando pra dentro" do pirão que tão generosamente me é oferecido. O clitóris dela tá durinho quando eu pego ele entre os lábios e aperto. Minha língua entra e sai, sugando os fluidos que escorrem de dentro, expelidos pelas contrações da buceta. Os suspiros são abafados pra não entregar nossa presença pela janela aberta. Os dedos dela beliscam os peitos por cima da camiseta que parece que vai estourar. De repente, as pernas dela enlaçam minha cabeça e eu sinto sinais de sufoco quando o grelinho dela, todo tesudo, enfia no meu nariz. Um tremor agitado na barriga dela me avisa do orgasmo, enquanto os lábios da buceta dela, bem carnudos, abraçam minha língua tentando manter ela dentro do vulcão. Com minha pica dura, aponto pro lugar molhado e empurro até enterrar tudo. Mas minha vizinha, já mais calma, frustra minha tentativa ao me rejeitar e dar um beijo na cabeça brilhante do guerreiro, enquanto explica: - Agora não pode, pequeno. Tamo perdendo tempo. Foda-se suas câmeras e vamos pra janela. Acho que já achei a solução pro nosso problema. - Que problema? Por que tanta pressa agora? Por que você me deixa assim? Meu dedo aponta pro meu pau, enquanto dou de ombros, fazendo ela entender que não tô entendendo nada do que tá rolando. - Vem e você vai ver. E deixa seu irmãozinho pra depois, ele já vai ter tempo de se vingar. Me veio uma ideia e se der certo, tudo vai ser moleza. - O que você bolou agora? - as ideias da Adela me dão medo. - Considerando que eu amo meu marido e não queria perdê-lo, pensei que o melhor é incluir ele nas nossas brincadeiras. - E se não sair como você planeja? - Por isso pedi pra você preparar as câmeras. Uma pitada de chantagem, temperada com a fogosidade incontrolável dele, completa o programa. Agora não vamos perder tempo. O plano já tá em andamento. E pra isso conto com minha sobrinha inocente. O sorriso dela. Enigmática, me dá um calafrio. Pobre vizinho, penso enquanto ele me arrasta até a janela e me obriga a olhar pra baixo. No solário estão o marido dela e a sobrinha, ambos de biquíni. Bom, a Luci mais que um biquíni, usa duas peças minúsculas que fazem um esforço danado pra conter aquele montão de carne. Ela se deitou de bruços, empinando as curvas pra cima. Antonio Luís não tira os olhos daquela mulher gostosa que, a um passo dele, se oferece voluptuosamente ao sol. Pelo volume da sunga dele, dá pra adivinhar seus pensamentos. — Tio, me ajuda a passar óleo? Nas costas não alcanço. — Claro, querida sobrinha. E pegando um frasco, começa a espalhar um rastro na pele da jovem. Adela me manda começar a sessão de fotos e, com a câmera na posição, inicio o primeiro clique. As mãos do homem deslizam espalhando o líquido oleoso. Puxando a tira do sutiã pra passar por baixo. — Já vi que você não tem marca de sol aí. Posso soltar o fecho, pequena. — Como quiser, tio. Esses dias tomei sol pelada, por isso não tenho marcas. Antonio Luís não perde tempo. Num instante, tem as costas dela à mercê, e as mãos deslizam pelos lados, apalpando os belos peitos que se derramam na esteira. Depois, segue até a minúscula calcinha fio dental que, enfiada entre as nádegas, deixa à mostra uma bunda empinada, separada por uma tirinha de pano. As mãos se demoram sem disfarço no montinho, passando depois pras pernas e, especialmente, pra parte interna delas, que a jovem, descuidadamente, deixou separadas, permitindo que o olhar do tio chegue sem obstáculos pra espiar os lábios carnudos da buceta dela, fendidos pela tirinha. — Vira, sobrinha, que vou passar óleo na frente também. A voz dele sai rouca, e o volume da sunga é exagerado. Luci obedece sem reclamar e se vira, sem dar a entender que percebe que está quase nua na frente do tio. Mas ele... Ele percebe sim. Os olhos dela se arregalam e quase saltam das órbitas ao ver, a dois palmos do nariz dele, os enormes mamilos escuros, eriçados no meio daqueles peitos rosados lindos. Mais que um gotejo de óleo, é um jorro que sai quando ele aperta o frasco sem controle. A sobrinha sorri diante do rubor que surge no rosto do homem e, principalmente, do gaguejo quando ele se desculpa: — Per...dão... foi sem querer. Vou lim... limpar agora. Na mesma hora, ele lança as garras sobre ela e se apodera dos peitos, e com um movimento mal disfarçado, os aperta em vez de espalhar o óleo. Apesar do nervosismo, não esconde as intenções. As tetas o deslumbraram e o fazem superar qualquer hesitação. As mãos amassam descaradamente os peitos, e os dedos entram em contato com os mamilos, que vibram com o assédio. A jovem fecha os olhos e deixa ele fazer. Ela cumpriu sua missão com bons resultados, segundo me explicou Adela, que mal me deixa tirar fotos. Ela belisca meus mamilos e aperta minhas bolas sem parar. Pelo visto, a cena a excitou. Enquanto isso, o marido dela está ocupado tirando a calcinha fio-dental da jovem, que com recusas discretas indica que aquilo não está certo, que a tia pode pegá-los. Mas isso não é motivo para detê-lo. O tesão que ele está sentindo supera qualquer prudência. E quando consegue tirar a peça, se joga de cara naquela buceta depilada, cuja umidade chamativa põe em dúvida a atitude pudica da jovem. Mas ele não está para reparar em certos detalhes. A boca faminta dele se afunda naquele forno difícil de apagar, buscando aplacar a sede que tinha. Durante um bom tempo, só se ouve o barulho do chupamento e os gemidos da Luci, que já não faz cerimônia e aproveita o boquete que está recebendo. O tio dela levanta a cabeça e, vendo como ela esfrega os próprios peitos, tira a sunga, deixando no ar um rifle de grande alcance, duro, fino e levemente curvado para cima. Vamos. como as espingardas de parque de diversões. — Não ri dele — sussurra Adela no meu ouvido —. Comigo ele dá resultado. Onde você vê, ele é ideal pra bucetinhas apertadas. Acho que pode servir pra uma inauguração. A observação dela me faz desconfiar das suas intenções maliciosas. Antônio Luís já está batendo na entrada fumegante da jovem, quando minha vizinha me manda entrar em cena. Faço isso de má vontade. Não sei o que pode acontecer com a presença de um intruso. Me aproximo em silêncio. Precaução inútil. Com o barulho dos movimentos deles e os gemidos que os dois soltam, é difícil ouvirem qualquer coisa. — Oi. Bom apetite. Se picarem meu vizinho, não sai nem uma gota de sangue. Com os olhos arregalados, ele me olha como se eu fosse um marciano. Com o pau inteiro dentro da buceta da Luci e os dentes mordiscando os mamilos, ficou paralisado numa posição nada ortodoxa. — Oi... oi. O que... você... faz aqui? — Já viu. Ouvi barulho e achei que era o Nimbo. E quando vi que você tava com sua linda sobrinha, não quis perder a chance de vê-la no estado natural. Pode continuar, por mim. Não vou contar nada pra Adela. — Pra... Adela? Que Adela? Pelo visto, o susto deixou ele amnésico. — Quem você acha que é Adela? Sua esposa. Pelo amor de Deus. Sua esposa. — Ah. Minha esposa. Ah, sim. Adela, minha esposa. Que idiota, tinha esquecido dela. Você não vai contar nada, vai? — Não. Claro que não. Não sou dedo-duro. Me deixa. E sem dar tempo pra nada, me aproximo, afasto a cabeça dele dos peitos, acaricio eles suavemente e começo a torcer os mamilos. — Sim. Sim. Se ela não se importar. Nessa altura, já estou beijando os lábios ardentes da Luci, que com uma piscada me devolve o beijo. A língua dela se enrola na minha, e ficamos assim até os empurrões do meu vizinho me fazerem olhar pra ele. Ele recuperou o fogo e, com o fuzil firme, fuzila a adorável sobrinha. Eu desembainho o meu e aproximo da boca que acabei de beijar, que o Engole com fúria. Tiro por precaução, já que as mãos de Adela e a chupada da Luci tão me levando a um final antes da hora. E isso tem que ser saboreado com calma. Pego os peitos e aperto com vontade de ordenhá-los. O fruto vem na hora. Umas gotas grossas de cum materno brotam nos mamilos avermelhados, chamando a atenção do meu vizinho, que sem tirar o pau, aproxima os lábios das fontes e mama com gosto o néctar gostoso. É o momento que a esposa dele escolhe pra entrar. Quando ele consegue que um jato saia na direção da boca dela e os olhos dele se viram pra ver a sombra que o cobre, o tiro desvia e acerta os olhos e a testa dela. Totalmente nua e de pernas abertas, apoiando a buceta na boca da Luci, com os dedos beliscando os próprios mamilos e olhando fixo nos olhos do marido, tá a Adela. Aproxima a boca do rosto do marido e lambe devagar o cum derramado. Depois junta a boca na dele e dá um beijo apaixonado. As mãos do marido buscam os peitos da esposa e as dela, os mamilos dele. Se acariciam e se torturam ao mesmo tempo. Ofegam e gemem sem separar as bocas. Enquanto isso, a Luci aguentou a tensão demais e com grandes convulsões se contorce debaixo dos corpos que a prendem. Pede pra deixarem ela descansar um pouco. Antonio Luís é dominado pela esposa, que o joga na espreguiçadeira. Chupa o pau dele até endurecer de novo e enfia na buceta dela, deixando o corpo esticado no do marido. Levanta a bunda por um momento e aponta pra mim. Entendo a indireta e, aproximando a cabeça do meu pau do cu dela, vou enfiando sem parar até bater as minhas bolas nas do meu vizinho. Essa situação é nova pra mim. Sinto o pau dele do outro lado das paredes internas e fico excitado com a novidade. Eu e a Adela começamos a cavalgar ao mesmo tempo, evitando que qualquer membro saia da bainha. Um grunhido do meu vizinho indica que ele tá gozando, e sinto os jatos de porra batendo na minha glande apertada no canal estreito que se contrai e eu, sem conseguir me segurar, respondo com outra gozada forte, enchendo o cu da Adela que, pra não ficar por baixo, tá tendo um orgasmo fortíssimo. Já recuperados da briga, a gente se olha pelados e sorri. Meu vizinho olha pra nossa xota, surpreso com a coincidência. — Suponho que essa depilação tão bonita que vocês três têm é fruto do acaso — e balança a cabeça com um jeito safado. — O acaso é mãe de grandes alegrias, querido marido. E você, pra não ficar por baixo, vai ser empossado irmão da Irmandade das Xotas Depiladas. — Já entendi. Essa irmandade é a causa da sua amizade renovada com o vizinho. — Sim. As irmandades têm essas coisas boas. Que apagam os rancores entre os irmãos. Embora, pelo que vi, você não tava nem aí pra irmandade nem pra idade da sua sobrinha na hora de ter a fineza de passar óleo no corpo todo dela. Muito menos de foder ela quando tava na mão. Né, seu marido nojento? — Também não é pra tanto. Não vamos brigar agora por uma bobagem. Com chifre é igual com dente: dói na hora de nascer, mas depois você se acostuma e nem sente. E já que o assunto é esse, tô doido pra entrar nessa tal irmandade. A parafernália montada em volta do meu vizinho parece tirada de um aquelarre de filme. Ele olha pra um lado e pro outro com cara de puto. Quando vejo a tia e a sobrinha aparecendo com duas túnicas brancas transparentes e sem nada por baixo, quase morro de rir. Dessa vez, a Adela exagerou. Pra um simples barbear, o teatro que ela tá fazendo. Me obriga a vestir outra que ela trouxe enrolada e a ficar igual às duas. Ou seja, pelada e roçando no lençol. Porque era isso, um lençol simples com três buracos pra cabeça e os braços. O Nimbo olha pra gente, como se pensando como os humanos são estranhos, e continua com o osso de brinquedo, cagando pro que tá rolando ali. reduto febril. Adela manda o marido tirar a roupa e deitar na lona. Amarra os tornozelos dele nas laterais e as mãos por baixo. — Pra que tanto mistério? Precisa me amarrar assim? — É que a depilação vai ser feita pela Luci e, como é a primeira vez que ela usa uma máquina, pode ser que a mão escape — a cara que o Antônio Luís faz é de se ver, contando aqui fico devendo —. Mas não se preocupa se ela cortar sem querer, já temos o carro pronto pra te levar no hospital. No caminho, a gente aproveita e pede pros cirurgiões darem uma ajeitada no tamanho. A gargalhada geral deve ter sido ouvida na entrada do condomínio. — Que brincalhona você é, querida. Por um momento, você quase me convenceu do perigo. — Vai em frente, Luci. E não treme a mão. Não temos peça de reposição. A jovem passa a língua nos lábios com um sorriso safado. Demora a ação do sabão brincando com o florete meio mole, puxando a pele do prepúcio e mostrando uma glande desarmada que na ponta deixa escapar uma gotinha brilhante. Um dedo levado espalha ela pela superfície rosada e faz cócegas na área onde um dia pode ter tido freio, mas que agora é um ponto tão sensível que a levantar do suporte todo acontece sozinho, com a velocidade que um avestruz estica o pescoço diante de um perigo suspeito. Meu vizinho fica atento e de vez em quando o gogó faz uns movimentos estranhos debaixo do queixo, como se tivesse dificuldade pra engolir saliva. A sessão de depilação se sente no ar. Um silêncio denso nos rodeia e todos os olhares convergem num mesmo ponto. O pau comprido e curvado parece um farol que nos guia e nos deixa na expectativa, pensando que a qualquer momento pode cair abatido pela foice do ceifador. Mas não. A mão firme vai limpando o matinho, deixando uma clareira branquela e ridícula. Mesmo assim, a curiosidade que nos prende não deixa escapar nem um sorriso. A parte mais delicada é terminar a raspagem no Escroto enrugado que abriga dois ovos de galinha, grandes demais pra um pau tão fino. Mas a desproporção acaba sendo atraente e Luci não consegue evitar se sentir atraída. Limpa cuidadosamente toda a espuma e massageia com óleo aromático o púbis recém-batizado. E pegando os testíbooties nas mãos, enfia o pênis na boca e o saboreia gulosamente. A cena é quente e sinto meu membro subir por baixo do lençol. Adela também não ficou de fora da atração. Ela esfrega um seio com a mão pela abertura do braço e a outra mão desaparece por baixo da túnica, se perdendo entre as pernas. — Um momento, sobrinha. Essa parte tem outro intérprete. A interrupção da minha caliente Adela surpreende a todos, e a gente olha pra ela esperando uma explicação pra atitude. Ela se levanta e some dentro de casa, voltando quase na hora com o pote de geleia conhecido. Dessa vez tem compota de morango. Entrega pra Luci e manda ela passar bem. Coisa que ela faz com muito gosto. Depois manda ela também se lambuzar na virilha e se posicionar de um jeito que o iniciado saboreie à vontade. Ela não hesita, a cor avermelhada da compota se enfia entre os lábios semiabertos da vulva rosada e dá um ar exótico, ao mesmo tempo que esquenta o clima. A boca do meu vizinho não recua diante da oferta. A língua dele, igual uma cobra, sai em busca do morango com a rapidez que o camaleão pega os insetos. O som da sucção nos prende e excita. A mão de Adela agarra meu pau por cima do pano e eu aproveito pra apalpar os peitos dela. Nimbo não esperou ordem nenhuma. Com uma iniciativa típica de seres tarados, direciona a língua áspera pro membro caramelizado de Antonio Luís e aplica todo o conhecimento que tem na área. Com uma maestria incomum, lambe e relambe até não deixar nenhum vestígio da geleia, mas devido ao trabalho tão sutil que fez, o pau Cimbra como um junco, buscando contato com fortes arqueios de pelve. A retirada do cachorro faz com que meu vizinho abandone a tarefa, enquanto a jovem se recupera de um orgasmo e, quase como um rugido, solta: — Por favor, Adela, não me deixe assim. Eu tava quase gozando. Mas ao nos ver enroscados nas nossas amassos. Um encolher de ombros e um levantar de sobrancelhas nos pergunta em silêncio o motivo do estado dele. — Uma espécie de ser etéreo, musa da nossa irmandade, chupou teu florete e limpou ele. Se quiser repetir, é só pedir. A seriedade que Adela coloca nas palavras faz a gente segurar a risada presa nos pulmões. — Não sei como você fez, mas gostei pra caralho. Te imploro que repita pra eu ver. Senti uma língua estranha fazendo maravilhas. — Tá bom. Mas dessa vez vamos mudar de posição pra você sentir melhor. Vamos colocar suas pernas pra cima e bem abertas, pra você ver tudo direitinho. E pra não cansar, a gente segura elas, assim você curte. Tá bom, querido? O que eu digo, minha vizinha é capaz de convencer qualquer um, até a sentar na cadeira elétrica. — Sim. Siiiiim. Tá bom. O que você quiser, mas não demora. Mais do que um convencimento, parece uma súplica. Eu e Luci seguramos as pernas como explicado, deixando a bunda dele bem à mostra. A experiência que eu tive já me fazia lamber os beiços de tesão, pensando no que ia cair em cima do meu vizinho. E nunca foi tão bem dito: "Cair em ci-ma". A esposa querida pega o pote, enche a mão como se fosse um ungüento e esfrega no púbis alvo-rosado dele, junto com o pau eriçado. Depois, passa nos colhões, aproveitando pra massagear e, de quebra, enfia um dedo no cu dele. A resposta imediata é um aperto no dedo, tentando rejeitar a intromissão. — Não seja bobo, meu amor. Para de criar impedimentos e relaxa. Tom sedutor seguido de uma palmada na bunda é motivo suficiente. Dá pra ver como o esfíncter relaxa e deixa o dedo penetrar de novo. Depois outro segue o primeiro e, em seguida, vários montes de geleia entram no buraco dele, que já tá bem dilatado. Adela se afasta e observa as cores que o trabalho dela deixou. E, sem pensar muito, faz um sinal pra Nimbo, que parte pra cima da iguaria. Os olhos arregalados do meu vizinho e a tentativa de escapar com as pernas são quase simultâneos. Mas o bicho sabe bem o que faz. Em menos de um minuto, ele já levantou a vara até o topo e a vítima. Se é que dá pra chamar assim, sucumbe diante da impossibilidade de fugir. A língua tá chegando no cu dele, e as pernas perderam a tensão, ficando largadas nos nossos braços. O buraco se dilata a cada lambida. Abre e fecha como a boca de um peixe. O medo sumiu do rosto dele, e um fiozinho de baba escorre pelo canto dos lábios. Ele semicerra os olhos e fica com cara de cordeiro. O prazer tomou conta dele. Essa imagem me faz sorrir, porque me lembra da minha própria experiência nessa área. Minha vizinha, dona da situação, se diverte dando o tom certo pro cachorro, e as mãos inquietas dela manipulam os atributos que respondem à chama do desejo. Um pau longo e vermelho se desenrola, tremendo, esperando encontrar o abrigo de outra buceta. — O que cê tá fazendo, querida? Por que cê tá masturbando o Nimbo? As perguntas dela parecem carregar as próprias respostas, já que o olhar dela mostra receio diante do que vê. — Nada, amor — a voz de Adela sai rouca. — É a hora da iniciação de verdade. Todo coirmão tem que estar aberto a todas as possibilidades que o prazer oferece. E o melhor jeito de conseguir isso é estar preparado. Então fecha os olhos e curte a maior prova de lealdade que seu querido bicho vai te dar. — Cê não vai deixar ele meter tudo isso no meu cu, vai? É loucura. Vai rasgar tudo. — A voz dele sai medrosa, embora o relâmpago O que cruza suas retinas a trai. E eu tenho certeza do motivo. Além disso, suas pernas não mostram resistência para evitar o inevitável. Um pouco de geleia no pau dele e Nimbo enfia tudo na boca. Se nesse momento o animal der um susto, meu vizinho ganharia uma vaga no coral dos Meninos Cantores de Viena. A um sinal de Adela, o animal se joga no peito de Antonio Luís, batendo na entrada lambida com sua furadeira potente. Observo que o buraco se abre sozinho, sem esforço, como se estivesse impaciente pra entrar em combate, que não demora a começar. Uma investida guiada por uma mão firme enfia até a metade. O gesto de dor não é bem isso, só uma caretinha ao morder os lábios. Mas Nimbo não entende de demoras e, sem esperar ele se recuperar, enterra tudo que resta. Luci e eu soltamos as pernas dele, que se enroscam no lombo do animal, que começa a cavalgar rápido, bufando e baixando as orelhas peludas no pescoço. A jovem Luci, excitada com o que rola, tira a túnica e depois arranca a minha, me empurra na espreguiçadeira e, colocando a buceta ardente na minha boca, me cobre com o corpo e engole meu pau dolorido, que agradece a atenção. Por um tempo, esquecemos o que acontece ao redor e nos fundimos nos nossos próprios fluidos. Ela parece um rio aromático e adocicado, incontrolável ao roçar da minha língua e ao chupar seus líquidos. Suas bundinhas adoráveis se erguem aos meus olhos e o buraquinho escuro me hipnotiza com suas pulsações. Quando estou enfiando um dedo no objeto escuro do meu desejo, a mão de Adela me para e aborta a operação. Essa mulher insiste em me manter longe dessa bunda linda. Enquanto isso, Luci está chegando ao orgasmo. Sinto ela ficar rígida e empurrar a caverna molhada contra minha cara, esfregando sem pena, enquanto os peitos duros cravam no meu ventre, se espremendo nele. Ela se levanta, quase tremendo, e voltamos a A cena da iniciação. Antonio Luís está com as mãos livres e abraça Nimbo como se fosse um amante. Ofegante e com a pele suada, continua enroscado, respondendo aos últimos espasmos da ejaculação do seu fiel amigo, que tenta se soltar com o nó quase desfeito. O animal, com as orelhas baixas, se afasta do palco procurando onde recuperar as forças, e seu dono, com o pau duro e curvado, nos encara como se fôssemos estranhos. A esposa se aproxima e beija ele com ternura na boca. Também se livrou da túnica rústica que a cobria, e seu corpo esplendoroso se mostra cheio de paixão. — Agora você vai ter sua segunda recompensa, amor. — Ainda tem algo pra fazer? Depois disso, não sei o que pode passar nessa cabeça tão bonita que você tem. — Se você passasse nessa prova, eu tinha uma recompensa guardada só pra você. — Qual? — Uma que há dias eu leio nos seus olhos — e se virando para Luci —. Vem, linda, que chegou sua hora. A jovem, obediente, se aproxima deles. — Coloca seu lindo coelhinho na boca do seu tio, enquanto saboreia a espada guerreira dele. Enquanto te preparo. Debaixo da espreguiçadeira, ela tira um tubo de vaselina e começa a esfregar o buraco da sobrinha, que geme baixinho. Enfia um dedo e preenche o interior com o creme incolor. A suavidade com que se move mostra a colaboração dos músculos pequenos ao relaxarem. Dois dedos seguem a tarefa de dilatar aquele canal. O tio avisa pra ela não continuar, senão goza rápido, e Adela aproveita pra ordenar que a jovem se sente naquela espada curva. Ela vai devagar, mas sem parar, e sem um único gesto de hesitação, se deixa cair até que a bunda encosta no púbis raspado. E sem esperar instruções, começa a subir e descer todo o percurso do êmbolo, apertando os próprios peitos fartos e espremendo os mamilos eretos. O tio se deixa levar pelo ritmo e, segurando-a pela cintura, puxa ela com força a cada sentada. Adela entra em cena, ajoelhando-se e enfiando o rosto entre os dois. entrepernas, lambendo a boceta da sobrinha e as bolas do marido dela. Eu não aguento mais e seguro a Adela pela cintura e, de uma só enfiada, meto meu membro atormentado na boceta dela, que, transbordando de alegria, se abre como uma flor pra me receber. A entrada é macia por causa da quantidade de gozo que jorra sem parar, e a temperatura lá dentro é tão acolhedora que, mesmo com meu púbis batendo na bunda dela, continuo empurrando, buscando o fundo do vulcão. Percebo como as paredes da boceta dela se apertam e chupam com voracidade meu piru desenfreado. Mesmo assim, não me mexo, saboreando cada segundo da minha enfiada como se fosse o último da minha vida. Acaricio a maciez da pele dela, pelas costas largas até os peitos gostosos, e me delicio nos bicos dos peitos dela, que ficam duros, pedindo guerra. Por uns instantes, só se ouve um coral de gemidos e suspiros que transformam o lugar num centro de putaria desconectado da realidade. Cada um de nós se mexe por instinto, com os sentidos arrepiados em cada poro suado da pele. E quando volto a ter consciência, vejo que os atores mudaram de posição. A Adela tá por cima, esfregando o púbis dela no meu, enquanto os lábios carnudos da boceta ardente dela deslizam no meu pau com uma lentidão digna de câmera lenta, e a língua dela entrelaçada na minha. O calor da barriga dela se funde com a minha, e os olhos dela. Os olhos lindos dela, cor de mel, bem abertos, me deixam mergulhar fundo nela, e eu sinto que ela é minha sem ser minha, e me sinto dela sem ser dela. Tenho certeza de que a amo mais do que jamais imaginei. Senti no corpo dela os tremores de dois orgasmos, e ela não parou nem um segundo, continua esfregando meu pau cansado, que custa a responder como devia, embora os sinais da explosão estejam chegando a toda velocidade. Dou uma olhada no casal perto da gente, que também mudou de posição. A Luci tá de quatro, com o tio dela metendo por trás com o pistãozão comprido. que entra e sai do seu orifício recém-estreado com flexões exageradas. Seus gemidos adiantam o resultado e com fortes recuadas manifesta que está chegando ao clímax. Seu parceiro de ataque não fica para trás. Agarrado em seus quadris, investe e gruda na bunda empinada e assim, os dois juntos se contorcem com a respiração descompassada e suspiros profundos. Minha vizinha mordisca meus mamilos e se vira. Sua vulva avermelhada gruda na minha boca num beijo desenfreado. Enquanto isso, a boca dela chupa meu pau excitado e suas mãos apertam minhas bolas. A resposta é imediata, um calafrio que nasce na primeira cervical e morre no cóccix adianta a descarga que sai como um jato. As rajadas vão espaçando, mas ainda sinto o calor da boca dela, que não se abriu para impedir que uma única gota escapasse. Com cara de cansaço, nos olhamos os quatro enquanto um sorriso de satisfação se espalha em nossos rostos. Ninguém tem pressa de quebrar o silêncio, ou talvez seja que não sobram forças para emitir sons. O verão passa nos deixando o gosto amargo de ter que nos privar da presença da jovem Luci, que nos promete solenemente nos visitar na menor oportunidade que tiver, embora tenha nos pedido permissão para trazer uma amiga da cidade com pouca experiência em sexo. Rimos da sugestão dela, manifestando que a Irmandade está aberta a qualquer pessoa que tenha a mente aberta para colaborar com seus desejos. Enquanto isso, eu fico refletindo sobre a atração por Adela e como propor que vivamos juntos os três. Já sei que é uma situação extravagante, mas acho que me apaixonei por ela. Fim.

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