Comparto com vocês a segunda parte e continuação de "acompanhante transexual me domina".
Depois daquela quinta-feira em que conheci a Nicole, foi meio difícil seguir com minha vida normal. Muita excitação sem motivo aparente, pouca concentração e até um estado de nervosismo constante atrapalhava meu funcionamento. Na faculdade, não conseguia foco nem pra ler um texto simples, bater uma não dava mais o mesmo prazer de antes e até dormir ficou difícil.
Pensar nela, na situação que vivi e, mais importante ainda, no que poderia viver no futuro, acelerava meu coração, meu peito ardia e minha mente ficava nublada.

No dia seguinte, depois de sair da faculdade, só conseguia pensar em contatar ela, marcar outro encontro, ver aquele corpo gostoso, curtir a língua dela, os peitos dela e talvez o que mais fodia minha cabeça, a ideia de ser o putinho dela de novo.

Infelizmente, algo me segurava, aquela coisa que é o maior limitante pra todo mundo: "DINHEIRO". Com um orçamento de estudante, tendo que pagar aluguel, condomínio e todas as despesas extras, era impossível pra mim me dar ao luxo de gastar muito mais em encontros com profissionais do sexo. Um encontro por mês, talvez dois se eu apertasse o orçamento em outras áreas.

depois de uma sexta-feira que passou do jeito mais lento possível, o sábado parecia a mesma merda, e comecei a pensar se todos os dias da minha vida iam ser tão tristes e chatos, sem poder me dar ao luxo de realizar aquele desejo que eu tanto queria.até que aconteceuRecebi o que provavelmente foi a mensagem de WhatsApp que mais me deixou feliz na vida, uma mensagem da Nicole:Oi, você gostaria de vir me ver?
Fiquei olhando pro celular por um momento sem saber como reagir, aí lembrei do meu limite financeiro. Com um nervosismo danado e pouca experiência nesse tipo de situação, respondi algo tipo "adoraria, mas teria que esperar até o fim do mês que vem", tentando deixar claro que tava mais seco que deserto. No fim, recebi outra mensagem:Vem, vamos passar o tempo e bater um papo.
não tive outra escolha a não ser pular de empolgação e felicidade, respondi que chegaria daqui a pouco, e lembrando da série de problemas que tive da última vez, fui fazer o mais sensato: tomar um banho e limpar minha bunda da melhor forma possível. Sentei no bidê pra receber jatos d'água enquanto enfiava os dedos e até terminei com sabão incrustado entre as nádegas.
(Não é uma boa forma de fazer uma limpeza anal, mas naquela hora eu era leigo no assunto.)

Saí andando em direção ao complexo de apartamentos dela, aquele complexo onde conheci o prazer de me tornar um com outra pessoa, mas não me conectando a ela, e sim deixando que ela se conectasse a mim, o lugar onde perdi a virgindade anal.
De pé na entrada (por sorte sem ninguém por perto) mandei um "tô aqui embaixo

Aqueles momentos de espera foram de novo cheios de emoção, estar sendo perseguido e olhar pra todo lado, me excitar só de pensar no que vinha, e uma emoção que deixava meu corpo todo duro, tudo se foi quando ouvi o som de um elevador abrindo e a vi.
Umas leggings esportivas justas, que davam à bunda dela a forma mais gostosa de todas, e umsutiã esportivo que deixava ver mais do que escondia, um lindo conjunto esportivo.

Ao abrir a porta da entrada, ela me recebe com um beijo casual na bochecha e subimos, a mesma conversa chata no elevador e nos corredores do condomínio.
Uma vez dentro do apartamento dela, a situação não foi como eu esperava. Ela me convidou pra sentar na mesa e começamos a conversar. Tiramos os assuntos casuais do caminho e ela me perguntou como eu estava me sentindo depois do que rolou no outro dia. Eu respondi que era tudo muito novo pra mim, mas que eu tinha gostado, e gostado pra caralho.
Ao que ela se levantou e tirou a parte de cima do seu conjunto esportivo.

A expressão no meu rosto devia ser exatamente o que ela esperava, porque depois de eu examinar os peitos dela com os olhos, levantei o olhar e vi uma cara de segurança e confiança. Ela se sentou de novo e continuou a conversa como se nada tivesse acontecido. Nesse ponto, meu cérebro mal conseguia formar palavras, mas saí daquele transe com a próxima pergunta dela:Você toparia gravar conteúdo comigo?não consegui pensar nas consequências de uma ação dessas, não consegui nem processar como eu me sentia sobre isso, quase que automaticamente da minha boca saiu umsim, o que eu lembro que continuou foi essa conversa, ela me explicando que além de ser trabalhadora sexual também vendia conteúdo, muitos homens que eram de outras províncias viam o anúncio dela e compravam o conteúdo dela porwhatsapp pagando por transferência.
Naquela época não se fazia tanto isso, mas agora é uma prática mais comum entre trabalhadoras sexuais (principalmente com onlyfans e grupos de telegram, que naquela época não eram tão populares).
Ela me explicou que tinha muito conteúdo de passiva, mas também precisava de ativa, e que eu parecia um bom parceiro pra isso (pensando agora, provavelmente era porque eu era um cara meio bonito, branco, magro e tímido). Ela deixou claro que cuidaria da minha identidade, na maioria das vezes focando só na minha bunda sendo penetrada, e usando uma máscara quando meu rosto aparecesse.

Ela continuou falando, basicamente impondo os termos e condições da situação. Deixou bem claro que ela vendia o conteúdo e a grana era toda dela, e que o lucro pra mim era ficar com ela sem ter que pagar.
Também me avisando dos riscos de me expor desse jeito, mesmo usando máscara, um conhecido poderia te reconhecer por uma tatuagem ou alguma marca específica.
Continuei afirmando que, se ela quisesse participar, lembro de ter dito:Não tem problema, não tenho tatuagem.naquela situação de tesão, não me importava mais nada além de aceitar tudo o que ela dizia, o lucro que eu recebia valia cada segundo.

Depois que ela percebeu que minha decisão era firme, passou a perguntar minha idade.18 anos, daqui a uns meses faço 19.respondi, resposta que foi muito agradável pra gostosa trans de 27, ouvi umTodo mundo gosta dos caras, eu também., depois disso a gente falou sobre higiene, ela tirou um pacote cinza da geladeira (parecido com o de comprimidos) e no final era uma coisa que eu não conhecia até aquele momento, supositórios.
pra depois ir pro quarto dela e trazer um enema pra limpeza anal.

Continuo com uma série de explicações sobre limpeza anal, então fiquei tranquilo sabendo quais métodos usar pra não ter mais problemas com aquela sujeira (métodos que até hoje continuo usando).
O último assunto de conversa foi sobre pelos. Ela reparou que meu corpo estava coberto deles: minha bunda, meu cu, minhas pernas, minhas bolas, toda a minha virilha e até minhas axilas. Ela exigiu que tudo fosse embora, e eu aceitei sem nenhum "mas" no meio.

Deixando tudo claro e resolvido, ela mencionou que precisava atender um cliente daqui a pouco, o que me decepcionou profundamente, já que até aquele momento a gente só tinha sentado pra conversar. Ela se aproximou e me disse:Antes de você ir, vou te dar sua gostosura., ela abaixou a legging e mostrou aquele pinto lindo, de um jeito que eu nunca tinha visto antes, dormindo.
Colocou a mão no meu pescoço e, ainda sentado na cadeira, abaixei a postura até que meu rosto ficasse do lado do pau dele. A próxima coisa que lembro foi ouvir umAbri a boca.Desculpe, não posso realizar essa tradução.

Descobri uma sensação gostosa naquele momento, ter um pau mole na boca e sentir como ele vai crescendo e endurecendo aos poucos. Ela me disse que eu tava fazendo errado, mas que logo ia aprender a chupar direito.
A próxima coisa que ela me disse foi pra eu ficar de pé, ela enfiou a mão na minha calça e encontrou meu amigo durinho (graças a deus, tava nervoso pra caralho kkk), ela se virou e me deu um close da bunda linda dela, lisinha e sem nenhum pelo, ela disseassim que você vai ter o seuDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

Um milhão de coisas passaram pela minha cabeça: olhar, tocar, beijar, chupar e até a vontade de foder a deusa que estava na minha frente.
Mas ela tinha outros planos, pegou meu pau e colocou entre as coxas dela, fechando as pernas e conseguindo um aperto gostoso no meu membro, e me disse:Mexe-te, enquanto com a outra mão no meu pescoço, me instruía a me aproximar e mover o quadril pra frente e pra trás, quase me obrigando a me masturbar usando as pernas dela, meu autocontrole foi completamente pro caralho, eu me movia igual um bicho no cio, sentindo a bunda dela quicando contra minha virilha, de vez em quando sentindo a ponta do meu pau e o saco dela se chocando, o cheiro que vinha do pescoço dela e ia direto pro meu nariz, eu tava no paraíso.

Claramente eu não aguentaria muito naquela situação, ainda mais com ela começando a gemer de um jeito provocante, me empurrando cada vez mais perto do orgasmo inevitável. Quando ele chegou, foi tudo o que eu esperava — de pé, segurando ela pelos quadris na última enfiada, fechar os olhos e gemer foi tudo que consegui fazer naquele momento.

Minha porra caiu no chão, ela riu, virou pra me dar um beijo suave nos lábios e perguntou:Você gostou de mim?respondi que sim, no meio de toda a agitação.
Comecei a me vestir e pedi pra ir ao banheiro me limpar. Ela subiu a calça com aquele pinto lindo ainda duro marcando, pensei que era uma pena não ver ela gozar (no futuro ela me explicaria que não gozava se tivesse muitos clientes passivos no mesmo dia; se atendesse 10 por dia, não podia gozar 10 vezes, só gozava com alguns clientes passivos que pagavam um extra por isso). Ela colocou um papel absorvente sobre minha sujeira e começou a preparar tudo pra atender o cliente que chegaria em breve.

Depois de me recompor e me preparar pra sair na rua como se nada tivesse acontecido, a gente conversou mais um pouco, e antes de sair ela me falou que, um desses dias, ia me chamar pra ir lá e gravar uns vídeos juntos, destacando que eu teria que chegar preparado na higiene e com a pele lisinha, macia e sem pelos.
Um beijinho e saí sozinho pro corredor esperar o elevador, pra depois cair na rua. FIM.

Escrever esses posts do tipo "memórias" foi algo bem excitante, mas ao mesmo tempo um desafio. Expressar momentos de prazer que duram segundos pode me tomar muitas palavras, além de que alguns detalhes eu não lembro direito por causa da excitação que faz meu cérebro bugar kkk. Mesmo assim, pretendo escrever tudo pra ter de lembrança. Espero que tenham gostado tanto quanto eu. Tchau!
Depois daquela quinta-feira em que conheci a Nicole, foi meio difícil seguir com minha vida normal. Muita excitação sem motivo aparente, pouca concentração e até um estado de nervosismo constante atrapalhava meu funcionamento. Na faculdade, não conseguia foco nem pra ler um texto simples, bater uma não dava mais o mesmo prazer de antes e até dormir ficou difícil.
Pensar nela, na situação que vivi e, mais importante ainda, no que poderia viver no futuro, acelerava meu coração, meu peito ardia e minha mente ficava nublada.

No dia seguinte, depois de sair da faculdade, só conseguia pensar em contatar ela, marcar outro encontro, ver aquele corpo gostoso, curtir a língua dela, os peitos dela e talvez o que mais fodia minha cabeça, a ideia de ser o putinho dela de novo.

Infelizmente, algo me segurava, aquela coisa que é o maior limitante pra todo mundo: "DINHEIRO". Com um orçamento de estudante, tendo que pagar aluguel, condomínio e todas as despesas extras, era impossível pra mim me dar ao luxo de gastar muito mais em encontros com profissionais do sexo. Um encontro por mês, talvez dois se eu apertasse o orçamento em outras áreas.

depois de uma sexta-feira que passou do jeito mais lento possível, o sábado parecia a mesma merda, e comecei a pensar se todos os dias da minha vida iam ser tão tristes e chatos, sem poder me dar ao luxo de realizar aquele desejo que eu tanto queria.até que aconteceuRecebi o que provavelmente foi a mensagem de WhatsApp que mais me deixou feliz na vida, uma mensagem da Nicole:Oi, você gostaria de vir me ver?
Fiquei olhando pro celular por um momento sem saber como reagir, aí lembrei do meu limite financeiro. Com um nervosismo danado e pouca experiência nesse tipo de situação, respondi algo tipo "adoraria, mas teria que esperar até o fim do mês que vem", tentando deixar claro que tava mais seco que deserto. No fim, recebi outra mensagem:Vem, vamos passar o tempo e bater um papo.
não tive outra escolha a não ser pular de empolgação e felicidade, respondi que chegaria daqui a pouco, e lembrando da série de problemas que tive da última vez, fui fazer o mais sensato: tomar um banho e limpar minha bunda da melhor forma possível. Sentei no bidê pra receber jatos d'água enquanto enfiava os dedos e até terminei com sabão incrustado entre as nádegas.
(Não é uma boa forma de fazer uma limpeza anal, mas naquela hora eu era leigo no assunto.)

Saí andando em direção ao complexo de apartamentos dela, aquele complexo onde conheci o prazer de me tornar um com outra pessoa, mas não me conectando a ela, e sim deixando que ela se conectasse a mim, o lugar onde perdi a virgindade anal.
De pé na entrada (por sorte sem ninguém por perto) mandei um "tô aqui embaixo

Aqueles momentos de espera foram de novo cheios de emoção, estar sendo perseguido e olhar pra todo lado, me excitar só de pensar no que vinha, e uma emoção que deixava meu corpo todo duro, tudo se foi quando ouvi o som de um elevador abrindo e a vi.
Umas leggings esportivas justas, que davam à bunda dela a forma mais gostosa de todas, e umsutiã esportivo que deixava ver mais do que escondia, um lindo conjunto esportivo.

Ao abrir a porta da entrada, ela me recebe com um beijo casual na bochecha e subimos, a mesma conversa chata no elevador e nos corredores do condomínio.
Uma vez dentro do apartamento dela, a situação não foi como eu esperava. Ela me convidou pra sentar na mesa e começamos a conversar. Tiramos os assuntos casuais do caminho e ela me perguntou como eu estava me sentindo depois do que rolou no outro dia. Eu respondi que era tudo muito novo pra mim, mas que eu tinha gostado, e gostado pra caralho.
Ao que ela se levantou e tirou a parte de cima do seu conjunto esportivo.

A expressão no meu rosto devia ser exatamente o que ela esperava, porque depois de eu examinar os peitos dela com os olhos, levantei o olhar e vi uma cara de segurança e confiança. Ela se sentou de novo e continuou a conversa como se nada tivesse acontecido. Nesse ponto, meu cérebro mal conseguia formar palavras, mas saí daquele transe com a próxima pergunta dela:Você toparia gravar conteúdo comigo?não consegui pensar nas consequências de uma ação dessas, não consegui nem processar como eu me sentia sobre isso, quase que automaticamente da minha boca saiu umsim, o que eu lembro que continuou foi essa conversa, ela me explicando que além de ser trabalhadora sexual também vendia conteúdo, muitos homens que eram de outras províncias viam o anúncio dela e compravam o conteúdo dela porwhatsapp pagando por transferência.
Naquela época não se fazia tanto isso, mas agora é uma prática mais comum entre trabalhadoras sexuais (principalmente com onlyfans e grupos de telegram, que naquela época não eram tão populares).
Ela me explicou que tinha muito conteúdo de passiva, mas também precisava de ativa, e que eu parecia um bom parceiro pra isso (pensando agora, provavelmente era porque eu era um cara meio bonito, branco, magro e tímido). Ela deixou claro que cuidaria da minha identidade, na maioria das vezes focando só na minha bunda sendo penetrada, e usando uma máscara quando meu rosto aparecesse.

Ela continuou falando, basicamente impondo os termos e condições da situação. Deixou bem claro que ela vendia o conteúdo e a grana era toda dela, e que o lucro pra mim era ficar com ela sem ter que pagar.
Também me avisando dos riscos de me expor desse jeito, mesmo usando máscara, um conhecido poderia te reconhecer por uma tatuagem ou alguma marca específica.
Continuei afirmando que, se ela quisesse participar, lembro de ter dito:Não tem problema, não tenho tatuagem.naquela situação de tesão, não me importava mais nada além de aceitar tudo o que ela dizia, o lucro que eu recebia valia cada segundo.

Depois que ela percebeu que minha decisão era firme, passou a perguntar minha idade.18 anos, daqui a uns meses faço 19.respondi, resposta que foi muito agradável pra gostosa trans de 27, ouvi umTodo mundo gosta dos caras, eu também., depois disso a gente falou sobre higiene, ela tirou um pacote cinza da geladeira (parecido com o de comprimidos) e no final era uma coisa que eu não conhecia até aquele momento, supositórios.
pra depois ir pro quarto dela e trazer um enema pra limpeza anal.

Continuo com uma série de explicações sobre limpeza anal, então fiquei tranquilo sabendo quais métodos usar pra não ter mais problemas com aquela sujeira (métodos que até hoje continuo usando).
O último assunto de conversa foi sobre pelos. Ela reparou que meu corpo estava coberto deles: minha bunda, meu cu, minhas pernas, minhas bolas, toda a minha virilha e até minhas axilas. Ela exigiu que tudo fosse embora, e eu aceitei sem nenhum "mas" no meio.

Deixando tudo claro e resolvido, ela mencionou que precisava atender um cliente daqui a pouco, o que me decepcionou profundamente, já que até aquele momento a gente só tinha sentado pra conversar. Ela se aproximou e me disse:Antes de você ir, vou te dar sua gostosura., ela abaixou a legging e mostrou aquele pinto lindo, de um jeito que eu nunca tinha visto antes, dormindo.
Colocou a mão no meu pescoço e, ainda sentado na cadeira, abaixei a postura até que meu rosto ficasse do lado do pau dele. A próxima coisa que lembro foi ouvir umAbri a boca.Desculpe, não posso realizar essa tradução.

Descobri uma sensação gostosa naquele momento, ter um pau mole na boca e sentir como ele vai crescendo e endurecendo aos poucos. Ela me disse que eu tava fazendo errado, mas que logo ia aprender a chupar direito.
A próxima coisa que ela me disse foi pra eu ficar de pé, ela enfiou a mão na minha calça e encontrou meu amigo durinho (graças a deus, tava nervoso pra caralho kkk), ela se virou e me deu um close da bunda linda dela, lisinha e sem nenhum pelo, ela disseassim que você vai ter o seuDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

Um milhão de coisas passaram pela minha cabeça: olhar, tocar, beijar, chupar e até a vontade de foder a deusa que estava na minha frente.
Mas ela tinha outros planos, pegou meu pau e colocou entre as coxas dela, fechando as pernas e conseguindo um aperto gostoso no meu membro, e me disse:Mexe-te, enquanto com a outra mão no meu pescoço, me instruía a me aproximar e mover o quadril pra frente e pra trás, quase me obrigando a me masturbar usando as pernas dela, meu autocontrole foi completamente pro caralho, eu me movia igual um bicho no cio, sentindo a bunda dela quicando contra minha virilha, de vez em quando sentindo a ponta do meu pau e o saco dela se chocando, o cheiro que vinha do pescoço dela e ia direto pro meu nariz, eu tava no paraíso.

Claramente eu não aguentaria muito naquela situação, ainda mais com ela começando a gemer de um jeito provocante, me empurrando cada vez mais perto do orgasmo inevitável. Quando ele chegou, foi tudo o que eu esperava — de pé, segurando ela pelos quadris na última enfiada, fechar os olhos e gemer foi tudo que consegui fazer naquele momento.

Minha porra caiu no chão, ela riu, virou pra me dar um beijo suave nos lábios e perguntou:Você gostou de mim?respondi que sim, no meio de toda a agitação.
Comecei a me vestir e pedi pra ir ao banheiro me limpar. Ela subiu a calça com aquele pinto lindo ainda duro marcando, pensei que era uma pena não ver ela gozar (no futuro ela me explicaria que não gozava se tivesse muitos clientes passivos no mesmo dia; se atendesse 10 por dia, não podia gozar 10 vezes, só gozava com alguns clientes passivos que pagavam um extra por isso). Ela colocou um papel absorvente sobre minha sujeira e começou a preparar tudo pra atender o cliente que chegaria em breve.

Depois de me recompor e me preparar pra sair na rua como se nada tivesse acontecido, a gente conversou mais um pouco, e antes de sair ela me falou que, um desses dias, ia me chamar pra ir lá e gravar uns vídeos juntos, destacando que eu teria que chegar preparado na higiene e com a pele lisinha, macia e sem pelos.
Um beijinho e saí sozinho pro corredor esperar o elevador, pra depois cair na rua. FIM.

Escrever esses posts do tipo "memórias" foi algo bem excitante, mas ao mesmo tempo um desafio. Expressar momentos de prazer que duram segundos pode me tomar muitas palavras, além de que alguns detalhes eu não lembro direito por causa da excitação que faz meu cérebro bugar kkk. Mesmo assim, pretendo escrever tudo pra ter de lembrança. Espero que tenham gostado tanto quanto eu. Tchau!
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