Gente, aqui vai uma história de um cara que é daqueles que curte corno, mas consentido :p
Também tô conversando com a mina atual do cara e é meio inacreditável o que me contam, então na próxima vou postar algo dela também 😃
Olá, Cristian, sou um homem cuck, sou casado mas deixo minha mulher transar com outros de propósito e me mostrar o que fazem com ela. Minha mulher é muito sutil, tudo que ela me manda fica ali com a gente, ela é quem manda e quem realiza meus caprichos, mas vamos à história. Antes de começar, vou explicar: naquela época, tanto eu quanto minha namorada tínhamos a mesma idade, 18-3, fiquei com ela por 4 anos e isso aconteceu durante esses 4 anos. Sou um homem submisso, gosto que uma mulher me domine e faça o que quiser comigo, que me humilhe, e posso ficar vendo minha parceira transar com vários caras e já fiz isso, mas até hoje só por trás de uma tela. Bom, ela era uma garota muito gostosa, a mais bonita da escola, e eu consegui ser namorado dela. Ela se chamava Daiana, moreninha, baixinha, uns 1,50, rosto lindo, um corpo muito bem feito e definido, pra idade dela era muito bonita, humilde, uma garota de coração de ouro. Eu, por outro lado, era um punheteiro, e não via o que tava rolando, mas gostava da situação que vivia... Ela e eu começamos com um beijo num aniversário de 15 anos e uns meses depois eu perderia a virgindade com ela no meu quarto, e foi aí que ela me contou a situação dela. A mãe dela pagava tudo com sexo e incluía ela, a mãe entregou ela pra um parente quando ela tinha 18-5 e daí a vida dela só piorou. O aniversário de 15 anos dela foi ver a mãe sendo comida por 3 caras e depois ser colocada na cama com a mãe, onde perderam a virgindade do cu dela. A mãe dela era uma puta filha da puta que entregou ela pra um parente, um primo da mãe que, além de filho da puta, era um degenerado, e esse cara ainda dava ela pra outros degenerados experimentarem também. Ela contou tudo com detalhes, enquanto chorava e eu a consolava, e ela me pediu pra entender a situação dela (me pediu pra ser namorado dela e deixar que esse parente continuasse comendo ela). Assim que começamos, eu já sabia o que tava rolando. Vi ela de todos os jeitos e vi como deixavam ela. Um dia ela ficou na minha casa e pude ver o corpo todo dela cheio de marca. Ela não me contou, mas eu sabia que aquelas marcas eram porque tinham amarrado ela, e nas costas dela tinha marca de cinto, além do cu dela estar arrombado e todo vermelho (eu não sabia, mas me dava um tesão ver que minha namorada tava sendo comida do jeito que queriam). Ela não me contava muito quando comiam ela nem quantos eram, mas eu percebia só de olhar o corpo dela. E um dia, depois de mais ou menos um ano de relacionamento, a gente transou na casa dela. Tudo normal, terminamos e ficamos no quarto dela até que a mãe dela entra e nos vê. Discussão entre elas, gritos, e no fim, chorando, ela me pede pra ir embora. Eu só me despeço e, saindo, vejo sentado um preto gordo e velho numa poltrona lá fora, fumando de boa. Olhei pra aquele gordo, me deu curiosidade e ao mesmo tempo um tesão de saber se era aquele cara que tava comendo minha namorada. Indo pelo quintal, vou até a janela do quarto, mas só vi a Daiana pelada. Depois vejo a mãe dela entrar semi-nua, mas o gordo não entrou, continuava fumando até que se ouve o gordo: — Vem pra cá, putas! Mexam essas rabetas! Eu olho as duas irem pra cozinha (a casa era um quarto, sala e banheiro). Elas saíram e a mãe tirou o que tava vestindo: um sutiã verde e uma calcinha fio dental azul. O gordo tava sentado numa cadeira de praia que tinha, sem nada por baixo, mas não dava pra ver muito. Fui espiar pela outra janela e aí sim vi uma parada forte. Tava a Daiana e a mãe, de rabetas pra cima, na minha frente, de quatro, chupando o pau do gordo. Um pau preto que dava medo de tão grosso que era, acho que tinha uns 8 a 10 centímetros de grossura, mais ou menos (a mãe, pra ter 32 anos, tava muito bem, verdade, e a filha também, corpo pequeno as duas, mas a mãe era mais cheinha, uma gordinha sexy). O gordo filho da puta continuava fumando enquanto mandava as duas chuparem ele. As duas tavam cuidando do gordo, vi a Daiana chupar de um jeito que comigo nunca fez, se engasgava sozinha, dava beijo em tudo quanto é lado, chupava as bolas dele. Mesmo a mãe, o mais surpreendente foi ver que as duas ao mesmo tempo começaram a se masturbar enquanto atendiam o gordo. Daiana era mais sutil, passava os dedos e se tocava na buceta. Já a mãe, por outro lado, enfiava quatro dedos e até no cu, e com força. Eu, olhando na primeira fila, vendo aquelas duas bundinhas enquanto as duas cabecinhas faziam um boquete no gordo. O gordo era um filho da puta, falava de tudo pras duas, mas o que mais me excitou foi: "Luli, certeza que não é minha filha, né? Ela é preta igual a mim!" A mãe: "Você não era o único que me comia, sabia? Além disso, sabe bem que o pai também era preto." O gordo: "A filha daquele velho? O de Santa Fé?" Mãe: "Infelizmente sim, é do velho." O gordo: "Você, prima, era uma puta de marca maior. E me diz, não reclamou nada?" Mãe: "Você é idiota? Sabe que o Juan me enchia de porrada, e meu pai ficou sabendo que o cara que bateu nele também engravidou a filha dele. Ele mataria ele e a mim também." O gordo: "Mas se o velho foi morto pelos caras do governo, além de não ter herdeiro, já que a filha foi estuprada e morta, e o filho morreu de moto." A mãe: "Já foi, deixa pra lá." O gordo: "Você é uma puta e burra, mas eu sempre estou aqui pra ajudar." A mãe: "Sim, arrebentando o cu meu e da sua sobrinha, filho da puta." O gordo: "Qual é, se você sempre foi puta. E você, garota, não se salva. Da outra vez eu te perdoei, mas dessa vez não, garota." A mãe: "Eu tava na minha fase de hormônios e curiosidade, além de que o Juan me deixava na rédea curta e me enchia de porrada por qualquer merda. Por isso que eu fazia ele de corno. E ela já tá acostumada, só você que acreditou no choro dela, hahaha." O gordo: "É, daquela vez ela começou a choramingar, mas dessa vez que aguente." Mãe: "Vai aguentar sim, se é minha filha, hahaha." Enquanto atendiam o gordo, Daiana não falou nada durante toda a conversa (a verdade é que ouvir aquilo me excitou e aumentou minha curiosidade). De repente, o gordo se levanta e diz: "Bom, traz o colchão que eu quero enterrar até os ovos. E você, garota, continua chupando." Daiana atendeu o gordo por um tempinho, enquanto a mãe buscava o colchão. O gordo colocou ela pra chupar e, de uma vez, fez ela engolir tudo. A cara dela tava bem encostada nele, e eu vendo aquilo. Ela ficou assim um tempão, o gordo segurou ela presa, agarrou as duas mãos dela, ela tava indefesa até que a mãe chegou com o colchão e soltou ela. Daiana cuspiu saliva e respirava fundo, o gordo quase matou ela. Ela ficou caída no chão respirando. Na mesma hora, ele agarrou a mãe e abaixou ela um pouco, assim enfiou tudo; a mãe — haaaay filho da puta, bota saliva pelo menos, aaaaah, aaaah, aaarrrh; o gordo — cala a boca, puta, se você nem sentiu. Ele agarrou ela, colocou contra a mesa (de pé, mão, é a mesa) e começou a meter tão forte que a mãe gritava; a mãe — para, filho da puta, aaaarrrhhhh, aaaaah aaaah aaaah, mmmm; o gordo — se você não sente nada, puta, seu cu tá todo arrebentado. Além disso, eu te pegava assim quando você tinha 18-3 e mais forte!; a mãe — você, filho da puta, com o Juan viviam me estuprando, e além disso o Juan não queria que eu transasse com você e você me comia do mesmo jeito, e ele me enchia de porrada depois!!! aaaaahh aaaarrrhhh aaaasssssss! enquanto ele metia sem piedade; o gordo — e sim, o Juan tinha o pau mais pequeno e não queria que eu te deixasse bem aberta, mas você não hesitou em trair ele, puta!; a mãe — sim, ele e você eram uns filhos da puta, mais ele que me batia e me estuprava!!! A mãe gritava como uma condenada, o gordo metia sem piedade e numa dessas ele agarrou ela de um jeito que até eu fiquei impressionado, dava pra ouvir os tapas clarinhos e ele fazia as nádegas dela estralarem de tanto tapa, pobre cutie, meu deus, a cutie tava gritando, aaaaaaah aaaaaah aaaaaaaah com tanta força que cheguei a me assustar e me preocupar um pouco por ela, mas ao mesmo tempo me excitava porque sabia que a qualquer hora era a vez da Daiana. Ele continuava metendo e metendo, ela gritando, eu e a Daiana assistindo na primeira fila (eu queria ver melhor, ficar mais perto e, se soubesse, já tava com o pau de fora me masturbando). Ele agarrou a mãe pelo cabelo e meteu sem parar por um bom tempo, a mãe gritava e gritava, ele tava sacudindo ela muito forte, até que soltou ela e a cutie caiu de joelhos e se tocava na barriga; mãe — gordo filho da puta, você arrebentou meu cu; o gordo — fazia tempo que não te pegavam assim, puta; mãe — você é um filho da puta, pau. Gorda, me deixou sem cu, enquanto se tocava na barriga e respirava ofegante; o gordo — cê adora, putinha, bom, agora é vez da menina, vai, gostosa, fica de quatro e se prepara que vou te comer mais forte que sua mãe, vejo a Daiana se ajoelhar de quatro, rabetão virado pra mim, e enquanto pude ver que ela já tinha se preparado (tava enfiando 3 dedos no cu), o gordo cuspiu no cu dela e falava; agora sim, putinha, grita o quanto quiser que não tem salvação, além disso já tá bem lubrificada, a bucetinha da sua mãe me deixou cheia de barro (a raba cheia de cocô da mãe e assim ele foi meter); pude ver as costas do gordo enquanto tentava enfiar a pica na Daiana, ficou tentando até que conseguiu e conseguiu bem, a Daiana soltou um grito “paaaaara pelo amor de deeeeus!!!” O gordo ria e começou a meter sem pena, Daiana gritava e gritava; o gordo — toma, putinha!!!, achou que não ia arrebentar seu cu, aah sim, que putinha você é, tem o cu igual quando arrebentei sua mãe pela primeira vez!!!; Daiana — aaaah, sssss, aaaaarrrrrh, para pelo amor!!! (eu não conseguia parar de olhar, minha namorada tava tendo o cu arrebentado e só me excitava mais e mais) de repente ele se colocou por cima dela e pude ver melhor, e Deus, o cu da Daiana esticava pra fora e empurrava pra dentro, aquela pica abria as nádegas da Daiana, e o gordo não tinha piedade, tava partindo ela muito mal, e eu podia ver tudo na primeira fila, dei assim ela gritando tão alto, o gordo sem dar um respiro, a mãe jogada no chão vendo a filha ser arrebentada me excitou tanto que gozei, soltei uma quantidade de porra na parede, e passaram minutos e ele continuava metendo na Daiana tão forte, aquele gordo tinha uma resistência tremenda, até que num ponto ele levantou ela pela cintura e começou a sacudir, e eu podia ver a barriga da Daiana se deformar fazendo um volume pra fora (eu com os olhos fixos continuei vendo) a mãe não fazia nada, continuava jogada no chão, e a Daiana tava mal, tinha o rosto vermelho e cheio de lágrimas, além de que tava caindo, o gordo segurava ela, e assim em pé ele meteu até encher ela de porra; o gordo — aaaah, sua puta, vou encher teu cu; Daiana gritando e pedindo pra ele soltar ela, o gordo agarrou ela e apertou contra ele, e Daiana chorava e se tocava na barriga (o volume que formava). Quando ele tirou, Daiana soltou um jato amarelado e tentou sentar, mas o gordo agarrou ela e, pela mãe, levantou ela pelos cabelos e colocou as duas pra chupar; o gordo — vamo logo, suas putas, limpem minha pica, suas vadias, tem que cagar antes de eu comer o cu de vocês; a mãe — Você é um filho da puta nojento, ordinário. As duas ficaram atendendo o gordo por mais um tempo, depois o gordo mandou a Daiana pro quarto e deu dinheiro pra mãe, e nisso eu fui embora. No dia seguinte, vi a Daiana e cumprimentei ela com um beijo na boca e feliz, Daiana me contou o que a mãe dela tinha feito, só que com menos intensidade e mudando o tamanho da pica que comeram (ela me disse que era um gordo de pica pequena e que só dava pra aguentar, uma mentirosa, mas eu gosto disso). Daiana sempre me falava de um parente que não era o gordo, outro que conheci depois e que era quem comia ela, o gordo pagou pra arrebentar o cu dela. Minha vida com Daiana continuou até ela denunciar tudo e, bem, ela buscou outro caminho com outro homem. Eu, por minha parte, encontrei uma que me satisfaz, me faz de corno e eu amo ela.
Também tô conversando com a mina atual do cara e é meio inacreditável o que me contam, então na próxima vou postar algo dela também 😃
Olá, Cristian, sou um homem cuck, sou casado mas deixo minha mulher transar com outros de propósito e me mostrar o que fazem com ela. Minha mulher é muito sutil, tudo que ela me manda fica ali com a gente, ela é quem manda e quem realiza meus caprichos, mas vamos à história. Antes de começar, vou explicar: naquela época, tanto eu quanto minha namorada tínhamos a mesma idade, 18-3, fiquei com ela por 4 anos e isso aconteceu durante esses 4 anos. Sou um homem submisso, gosto que uma mulher me domine e faça o que quiser comigo, que me humilhe, e posso ficar vendo minha parceira transar com vários caras e já fiz isso, mas até hoje só por trás de uma tela. Bom, ela era uma garota muito gostosa, a mais bonita da escola, e eu consegui ser namorado dela. Ela se chamava Daiana, moreninha, baixinha, uns 1,50, rosto lindo, um corpo muito bem feito e definido, pra idade dela era muito bonita, humilde, uma garota de coração de ouro. Eu, por outro lado, era um punheteiro, e não via o que tava rolando, mas gostava da situação que vivia... Ela e eu começamos com um beijo num aniversário de 15 anos e uns meses depois eu perderia a virgindade com ela no meu quarto, e foi aí que ela me contou a situação dela. A mãe dela pagava tudo com sexo e incluía ela, a mãe entregou ela pra um parente quando ela tinha 18-5 e daí a vida dela só piorou. O aniversário de 15 anos dela foi ver a mãe sendo comida por 3 caras e depois ser colocada na cama com a mãe, onde perderam a virgindade do cu dela. A mãe dela era uma puta filha da puta que entregou ela pra um parente, um primo da mãe que, além de filho da puta, era um degenerado, e esse cara ainda dava ela pra outros degenerados experimentarem também. Ela contou tudo com detalhes, enquanto chorava e eu a consolava, e ela me pediu pra entender a situação dela (me pediu pra ser namorado dela e deixar que esse parente continuasse comendo ela). Assim que começamos, eu já sabia o que tava rolando. Vi ela de todos os jeitos e vi como deixavam ela. Um dia ela ficou na minha casa e pude ver o corpo todo dela cheio de marca. Ela não me contou, mas eu sabia que aquelas marcas eram porque tinham amarrado ela, e nas costas dela tinha marca de cinto, além do cu dela estar arrombado e todo vermelho (eu não sabia, mas me dava um tesão ver que minha namorada tava sendo comida do jeito que queriam). Ela não me contava muito quando comiam ela nem quantos eram, mas eu percebia só de olhar o corpo dela. E um dia, depois de mais ou menos um ano de relacionamento, a gente transou na casa dela. Tudo normal, terminamos e ficamos no quarto dela até que a mãe dela entra e nos vê. Discussão entre elas, gritos, e no fim, chorando, ela me pede pra ir embora. Eu só me despeço e, saindo, vejo sentado um preto gordo e velho numa poltrona lá fora, fumando de boa. Olhei pra aquele gordo, me deu curiosidade e ao mesmo tempo um tesão de saber se era aquele cara que tava comendo minha namorada. Indo pelo quintal, vou até a janela do quarto, mas só vi a Daiana pelada. Depois vejo a mãe dela entrar semi-nua, mas o gordo não entrou, continuava fumando até que se ouve o gordo: — Vem pra cá, putas! Mexam essas rabetas! Eu olho as duas irem pra cozinha (a casa era um quarto, sala e banheiro). Elas saíram e a mãe tirou o que tava vestindo: um sutiã verde e uma calcinha fio dental azul. O gordo tava sentado numa cadeira de praia que tinha, sem nada por baixo, mas não dava pra ver muito. Fui espiar pela outra janela e aí sim vi uma parada forte. Tava a Daiana e a mãe, de rabetas pra cima, na minha frente, de quatro, chupando o pau do gordo. Um pau preto que dava medo de tão grosso que era, acho que tinha uns 8 a 10 centímetros de grossura, mais ou menos (a mãe, pra ter 32 anos, tava muito bem, verdade, e a filha também, corpo pequeno as duas, mas a mãe era mais cheinha, uma gordinha sexy). O gordo filho da puta continuava fumando enquanto mandava as duas chuparem ele. As duas tavam cuidando do gordo, vi a Daiana chupar de um jeito que comigo nunca fez, se engasgava sozinha, dava beijo em tudo quanto é lado, chupava as bolas dele. Mesmo a mãe, o mais surpreendente foi ver que as duas ao mesmo tempo começaram a se masturbar enquanto atendiam o gordo. Daiana era mais sutil, passava os dedos e se tocava na buceta. Já a mãe, por outro lado, enfiava quatro dedos e até no cu, e com força. Eu, olhando na primeira fila, vendo aquelas duas bundinhas enquanto as duas cabecinhas faziam um boquete no gordo. O gordo era um filho da puta, falava de tudo pras duas, mas o que mais me excitou foi: "Luli, certeza que não é minha filha, né? Ela é preta igual a mim!" A mãe: "Você não era o único que me comia, sabia? Além disso, sabe bem que o pai também era preto." O gordo: "A filha daquele velho? O de Santa Fé?" Mãe: "Infelizmente sim, é do velho." O gordo: "Você, prima, era uma puta de marca maior. E me diz, não reclamou nada?" Mãe: "Você é idiota? Sabe que o Juan me enchia de porrada, e meu pai ficou sabendo que o cara que bateu nele também engravidou a filha dele. Ele mataria ele e a mim também." O gordo: "Mas se o velho foi morto pelos caras do governo, além de não ter herdeiro, já que a filha foi estuprada e morta, e o filho morreu de moto." A mãe: "Já foi, deixa pra lá." O gordo: "Você é uma puta e burra, mas eu sempre estou aqui pra ajudar." A mãe: "Sim, arrebentando o cu meu e da sua sobrinha, filho da puta." O gordo: "Qual é, se você sempre foi puta. E você, garota, não se salva. Da outra vez eu te perdoei, mas dessa vez não, garota." A mãe: "Eu tava na minha fase de hormônios e curiosidade, além de que o Juan me deixava na rédea curta e me enchia de porrada por qualquer merda. Por isso que eu fazia ele de corno. E ela já tá acostumada, só você que acreditou no choro dela, hahaha." O gordo: "É, daquela vez ela começou a choramingar, mas dessa vez que aguente." Mãe: "Vai aguentar sim, se é minha filha, hahaha." Enquanto atendiam o gordo, Daiana não falou nada durante toda a conversa (a verdade é que ouvir aquilo me excitou e aumentou minha curiosidade). De repente, o gordo se levanta e diz: "Bom, traz o colchão que eu quero enterrar até os ovos. E você, garota, continua chupando." Daiana atendeu o gordo por um tempinho, enquanto a mãe buscava o colchão. O gordo colocou ela pra chupar e, de uma vez, fez ela engolir tudo. A cara dela tava bem encostada nele, e eu vendo aquilo. Ela ficou assim um tempão, o gordo segurou ela presa, agarrou as duas mãos dela, ela tava indefesa até que a mãe chegou com o colchão e soltou ela. Daiana cuspiu saliva e respirava fundo, o gordo quase matou ela. Ela ficou caída no chão respirando. Na mesma hora, ele agarrou a mãe e abaixou ela um pouco, assim enfiou tudo; a mãe — haaaay filho da puta, bota saliva pelo menos, aaaaah, aaaah, aaarrrh; o gordo — cala a boca, puta, se você nem sentiu. Ele agarrou ela, colocou contra a mesa (de pé, mão, é a mesa) e começou a meter tão forte que a mãe gritava; a mãe — para, filho da puta, aaaarrrhhhh, aaaaah aaaah aaaah, mmmm; o gordo — se você não sente nada, puta, seu cu tá todo arrebentado. Além disso, eu te pegava assim quando você tinha 18-3 e mais forte!; a mãe — você, filho da puta, com o Juan viviam me estuprando, e além disso o Juan não queria que eu transasse com você e você me comia do mesmo jeito, e ele me enchia de porrada depois!!! aaaaahh aaaarrrhhh aaaasssssss! enquanto ele metia sem piedade; o gordo — e sim, o Juan tinha o pau mais pequeno e não queria que eu te deixasse bem aberta, mas você não hesitou em trair ele, puta!; a mãe — sim, ele e você eram uns filhos da puta, mais ele que me batia e me estuprava!!! A mãe gritava como uma condenada, o gordo metia sem piedade e numa dessas ele agarrou ela de um jeito que até eu fiquei impressionado, dava pra ouvir os tapas clarinhos e ele fazia as nádegas dela estralarem de tanto tapa, pobre cutie, meu deus, a cutie tava gritando, aaaaaaah aaaaaah aaaaaaaah com tanta força que cheguei a me assustar e me preocupar um pouco por ela, mas ao mesmo tempo me excitava porque sabia que a qualquer hora era a vez da Daiana. Ele continuava metendo e metendo, ela gritando, eu e a Daiana assistindo na primeira fila (eu queria ver melhor, ficar mais perto e, se soubesse, já tava com o pau de fora me masturbando). Ele agarrou a mãe pelo cabelo e meteu sem parar por um bom tempo, a mãe gritava e gritava, ele tava sacudindo ela muito forte, até que soltou ela e a cutie caiu de joelhos e se tocava na barriga; mãe — gordo filho da puta, você arrebentou meu cu; o gordo — fazia tempo que não te pegavam assim, puta; mãe — você é um filho da puta, pau. Gorda, me deixou sem cu, enquanto se tocava na barriga e respirava ofegante; o gordo — cê adora, putinha, bom, agora é vez da menina, vai, gostosa, fica de quatro e se prepara que vou te comer mais forte que sua mãe, vejo a Daiana se ajoelhar de quatro, rabetão virado pra mim, e enquanto pude ver que ela já tinha se preparado (tava enfiando 3 dedos no cu), o gordo cuspiu no cu dela e falava; agora sim, putinha, grita o quanto quiser que não tem salvação, além disso já tá bem lubrificada, a bucetinha da sua mãe me deixou cheia de barro (a raba cheia de cocô da mãe e assim ele foi meter); pude ver as costas do gordo enquanto tentava enfiar a pica na Daiana, ficou tentando até que conseguiu e conseguiu bem, a Daiana soltou um grito “paaaaara pelo amor de deeeeus!!!” O gordo ria e começou a meter sem pena, Daiana gritava e gritava; o gordo — toma, putinha!!!, achou que não ia arrebentar seu cu, aah sim, que putinha você é, tem o cu igual quando arrebentei sua mãe pela primeira vez!!!; Daiana — aaaah, sssss, aaaaarrrrrh, para pelo amor!!! (eu não conseguia parar de olhar, minha namorada tava tendo o cu arrebentado e só me excitava mais e mais) de repente ele se colocou por cima dela e pude ver melhor, e Deus, o cu da Daiana esticava pra fora e empurrava pra dentro, aquela pica abria as nádegas da Daiana, e o gordo não tinha piedade, tava partindo ela muito mal, e eu podia ver tudo na primeira fila, dei assim ela gritando tão alto, o gordo sem dar um respiro, a mãe jogada no chão vendo a filha ser arrebentada me excitou tanto que gozei, soltei uma quantidade de porra na parede, e passaram minutos e ele continuava metendo na Daiana tão forte, aquele gordo tinha uma resistência tremenda, até que num ponto ele levantou ela pela cintura e começou a sacudir, e eu podia ver a barriga da Daiana se deformar fazendo um volume pra fora (eu com os olhos fixos continuei vendo) a mãe não fazia nada, continuava jogada no chão, e a Daiana tava mal, tinha o rosto vermelho e cheio de lágrimas, além de que tava caindo, o gordo segurava ela, e assim em pé ele meteu até encher ela de porra; o gordo — aaaah, sua puta, vou encher teu cu; Daiana gritando e pedindo pra ele soltar ela, o gordo agarrou ela e apertou contra ele, e Daiana chorava e se tocava na barriga (o volume que formava). Quando ele tirou, Daiana soltou um jato amarelado e tentou sentar, mas o gordo agarrou ela e, pela mãe, levantou ela pelos cabelos e colocou as duas pra chupar; o gordo — vamo logo, suas putas, limpem minha pica, suas vadias, tem que cagar antes de eu comer o cu de vocês; a mãe — Você é um filho da puta nojento, ordinário. As duas ficaram atendendo o gordo por mais um tempo, depois o gordo mandou a Daiana pro quarto e deu dinheiro pra mãe, e nisso eu fui embora. No dia seguinte, vi a Daiana e cumprimentei ela com um beijo na boca e feliz, Daiana me contou o que a mãe dela tinha feito, só que com menos intensidade e mudando o tamanho da pica que comeram (ela me disse que era um gordo de pica pequena e que só dava pra aguentar, uma mentirosa, mas eu gosto disso). Daiana sempre me falava de um parente que não era o gordo, outro que conheci depois e que era quem comia ela, o gordo pagou pra arrebentar o cu dela. Minha vida com Daiana continuou até ela denunciar tudo e, bem, ela buscou outro caminho com outro homem. Eu, por minha parte, encontrei uma que me satisfaz, me faz de corno e eu amo ela.
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