Trio com minha esposa, festa continua

Para o dia do meu aniversário em abril, e se tudo desse certo, a gente faria. O dia do encontro chegou, era um sábado à noite. Ela vestiu um conjunto de lingerie azul que eu tinha comprado e ela não tinha usado ainda porque queria guardar para uma data especial, um vestido cinza justo que vai até bem debaixo da bunda — se não tomar cuidado ao sentar, pode mostrar mais do que devia. Eu falei que ela estava muito gostosa e que, se era só para se conhecer, aquela roupa dava a entender o contrário. Ela sorriu e disse: "A ideia é causar uma boa impressão." Minha sogra chegou para cuidar do nosso filho, e aí a gente se preparou para sair. Subimos no ônibus, e o pessoal ficou babando, admirando como ela estava linda. Chegando no ponto de encontro, J mandou mensagem dizendo que ia atrasar um pouco por causa do trabalho. A gente foi para o shopping dar uma volta e comer alguma coisa, meio nervosos, conversando sobre o que a gente ia ou não fazer. J mandou outra mensagem dizendo que já estava no local. Paguei a conta, e saímos. Se antes a gente já estava nervoso, agora era o dobro.Chegamos, nos apresentamos e fomos a um barzinho. Pedimos uma cerveja. Ele sentou na nossa frente, e ela se sentou de um jeito que dava pra ver um pouco da calcinha dela. Ele também, meio nervoso, ficava olhando disfarçado, como eu falei antes. Entramos num bar pra conversar, mas ela, que quase não bebeu, quis ir pra uma balada dançar. Então saímos pra procurar um lugar. Pedimos rum, que eu sei que ela adora e deixa ela soltinha. Dançamos com ela em rodízio e conversamos um pouco de tudo. Numa das músicas de reggaeton que tocou, os três dançaram bem colados, ela no meio de nós dois. Na minha vez, ela me deu um beijo, e ele, colado atrás dela, acho que ela sentiu o volume, porque se assustou.Saindo de perto de mim, ela me olhou com um pouco de luxúria e incerteza. Eu não sabia bem o que tinha acontecido, mas sem hesitar ela se virou e colocou a bunda no meu pau, que estava estourando. E se olhando fixo, dançando, ele não aguentou e quis beijá-la, mas ela conseguiu desviar, dizendo no ouvido que tinha muita gente e não queria passar por uma vagabunda. Ele entendeu, só ficou apalpando um pouco. Senti a mão dele no meio do meu pau e na bunda dela. Quando ele me sentiu, tirou a mão rápido e se afastou dela. Terminando a sequência de reggaeton, sentamos e já tínhamos acabado a garrafa. Ela disse que não queria ficar mais ali porque a música não era muito agradável, mas acho que era por outro motivo. Ele se ofereceu para irmos para o apto dele, que era perto, disse para levar as últimas cervejas e, enquanto bebia, aceitamos o convite. Comprando as cervejas, fomos para o apto dele.Enquanto estávamos sentados, ele começou a colocar música e eu fui ao banheiro. Quando voltei, encontrei os dois se beijando. Uma mistura de ciúmes e luxúria tomou conta do meu corpo. Quando perceberam minha presença, ele se assustou um pouco. Eu disse pra ele ficar tranquilo, que se eu recomendava respeito e que, se algo rolasse, que fosse com proteção e respeito. Ele aceitou e foi pro banheiro também. Quando ele se afastou, ela me disse que queria dar o beijo nele porque não tinha conseguido na discoteca, que se sentia mal por ele. Minha resposta foi que não tinha problema, mas que se ela estava bem, eu também estava. Quando J voltou, ele disse pra colocarmos música pra continuar dançando, torcendo pra que pudéssemos dançar os três. Aceitamos, ela foi procurar uma música adequada pra dançar, e nos preparamos de novo, mas dessa vez ela ficou de frente pra ele e de costas pra mim, dançando assim por alguns minutos. Ela colocou os braços no pescoço dele, e eu aproveitei pra tentar levantar o vestido dela, obviamente usando os movimentos da dança. Ela se deixava apalpar as nádegas diretamente, olhando nos olhos dele. Ele colocou uma mão na bunda dela, ao perceber que ela tinha o vestido levantado, colocou a outra mão na outra nádega, sem se importar dessa vez que eu também estava colado nela. Olhando nos olhos um do outro, foi ela quem tomou a iniciativa e o beijou. Foi um beijo longo. Se antes eu já estava a ponto de explodir, agora essa era a cereja do bolo. Depois do beijo, sem muita dificuldade, ela se virou, abaixou um pouco o vestido pra não mostrar a bunda pra ele e, sem dizer nada, colocou os braços da mesma forma no meu pescoço, me olhou nos olhos e me beijou super apaixonada. Eu fui abaixar minhas mãos até a bunda dela, e minha surpresa foi que J já tinha levantado o vestido até a cintura dela. Ele me ganhou, porque essa era minha intenção. Quando senti a mão de J no peito dela, não tinha mais volta. Eu estava brincando com as bordas da calcinha fio dental dela e tentando abaixar, mas ela não facilitava a manobra. A música acabou, e ela abaixou o vestido, se afastou de nós, pegou a cerveja dela e disse: "Vocês são muito... Inquietos, sentamos. Fizemos o mesmo, mas ele sentou de um lado e eu do outro dela, com cervejas na mão. Brindamos ao meu aniversário, e ela disse: "Por um aniversário inesquecível." Agradeci e trocamos um beijo cheio de luxúria. Nosso amigo disse: "Não comam na frente dos pobres." Ela riu e respondeu: "Pra você também tem, mas não come com ansiedade." Eu perguntei se ela lembrava que uma vez quis fazer um striptease para mais de uma pessoa. Ela ficou vermelha com o que eu disse e falou: "Acho que o J não vai se interessar." O J, sem pensar, respondeu: "Claro que sim, adoraria." Ela me perguntou: "Tem certeza?" Eu respondi: "O que você quiser, eu quero." Sem mais rodeios, ela deu um gole, foi para o banheiro, demorou uns minutos e, quando voltou, pegou o celular, escolheu a música certa, pediu para a gente se acomodar numa cadeira e começou o show. Primeiro, subiu no meu colo, de frente para o J, e com movimentos gostosos na minha pélvis, levantou o vestido. Meu amigo, alucinado, não perdia um detalhe dos movimentos dela, estava feliz. Eu, pior ainda. Quando ela tirou o vestido todo, foi direto para o J. Dessa vez, ficou de costas para mim, só eu via a bunda dela coberta pelo fio azul que ela usava, rebolando de frente para trás. O J, sem hesitar, colocou as mãos em cada nádega dela. Nessa altura, eu não aguentava mais. Tirei o pau da calça. Ela se levantou, deu um beijo nele, virou-se para mim e, quando viu que eu estava com a vara na mão, soltou uma risada, tirou o sutiã, se ajoelhou na minha frente e disse: "Espero que goste do seu presente." Começou a fazer um boquete fenomenal. Fechei os olhos para aguentar mais. Quando abri os olhos, por um movimento diferente do que a Mafe estava fazendo, minha surpresa: o J estava dando beijos na bunda dela. Ela me olhou, pedindo para deixar ele continuar. Com só um olhar, aceitamos. Ele já tinha afastado a calcinha dela e passou para a buceta dela, imagino bem molhada de tesão. Não tinha mais volta. Então, peguei ela pelo queixo, levantei e, sem... Palavras, a gente se beijou, eu sentei na cama e ela subiu no meu pau. Começou a cavalgar como uma expert. Nosso amigo, sem pensar, tirou a roupa, chegou perto da cama, na altura do rosto dela. Eu me recostei pra ter a visão do que sabia que ia rolar. Ela pegou com timidez na mão direita dele e começou a masturbar ele, olhando pra gente de vez em quando. Já sem nenhum pudor, pegou o pau do J e levou até a boca dele. Agora meu amigo tava curtindo a habilidade da Mafe. Ele segurou a cabeça dela, fazendo ela engasgar um pouco. Ela não resistiu. A gente trocou de posição: ele deitou, colocou uma camisinha e ela sentou nele. Eu aproveitei, passei um gel que tinha trazido, passei em mim e passei nela no cu. Ela sabia o que ia rolar, habilmente, como se já tivesse feito antes. Ela se deitou em cima do J, deu um beijo nele, pegou meu pau e ela mesma apontou pro cuzinho apertado dela. Comecei a penetração devagar, com cuidado pra não machucar. Ela, com a mão, controlava a entrada aos poucos. Quando entrou tudo e ela se acostumou com a gente dois, começamos um ritmo e ela teve uns orgasmos longos e barulhentos. Mesmo ela não sendo de gritar e exagerar, soltava uns gemidos gostosos. "Humhumhum! Não para", eu dizia. Eu não aguentei mais e gozei tudo nas nádegas dela. J aproveitou que eu me afastei, mandou ela ficar de quatro e ela obedeceu. Ele se ajeitou pra meter na buceta dela. Eu aproveitei pra ela limpar meu pau. Ela, sem hesitar, fez isso, olhando nos meus olhos. Eu vi o J metendo nela e, com um dedo, procurando o cu já dilatado dela. Ela percebeu o que ele queria, se afastou do meu pau, virou e disse: "Não se iluda, dessa vez é só pra ele, por causa do aniversário dele. Quando for seu aniversário, a gente pode tentar. Hoje não é sua vez." Ele entendeu as palavras dela e só falou: "Mas posso deixar o dedo aí, só isso?" E continuou com a mão no pau. Eu recuperei o fôlego, então mandei ela sair. Ele tirou a camisinha e colocou o pau pra ela chupar, ela fez com habilidade e ele disse que ia gozar, perguntou onde podia. Ela não se afastou em nenhum momento, o que a gente entende, porque ele ia terminar na boca dela. Quando ele gozou, ela engoliu o máximo que conseguiu. Eu, vendo aquela cena, também gozei. Os três já exaustos, ela foi pegar a roupa, entrou no banheiro, se lavou. Olhamos as horas e decidimos dormir, ela no meio de nós dois, um pouco mais tarde pegamos no sono profundo. Quando acordei, eles ainda estavam dormindo. O J tinha uma mão na teta direita dela por dentro do vestido. Eu fiz um movimento sutil pra acordar ela, ela perguntou que horas eram. "São 6", eu disse. Ela tirou a mão do J e falou: "A gente tem que ir". O J entendeu e disse: "Espero que não seja a última vez, e eu completo dois meses". Demos risada, ela deu um beijo na bochecha dele e saímos.No caminho pra casa, perguntei como ela se sentiu. Ela disse que curtiu muito, mas ficou com um peso na consciência, achando que tinha feito algo errado. Tentei acalmar ela, mas não foi o suficiente. Até hoje, a gente não repetiu nada, nem com o J nem com ninguém. Na verdade, paramos de falar com o J. Já tentei reviver essa experiência, mas não encontramos a pessoa certa. Ela tá topando, mas tomara que a gente ache. Deixo meu e-mail aqui, se alguém quiser opinar ou se candidatar. Casais também são bem-vindos.
Trio com minha esposa, festa continua

1 comentários - Trio com minha esposa, festa continua