✅VIZINHO OLHEIRO✅ Oi, me chamo Cláudia, minha história começa há um ano, quando me mudei pra um apartamento no centro, perto do meu trabalho. Dividíamos o lugar eu e três amigas. O prédio era bem antigo, daqueles com personalidade, mas cheio de defeitos, embora a localização fosse imbatível. Dois meses depois de me mudar, percebi no banho que alguém me olhava. Disfarçadamente, olhei pela janela, que, com o box aberto, deixava ver perfeitamente dentro do chuveiro. Ou seja, alguém estava me vendo pelada enquanto eu tomava banho. Longe de me irritar, isso me excitou, e continuei me lavando devagar, passando a esponja por todo o corpo. Sou uma garota de dezenove anos, bem normalzinha. O que mais se destaca em mim são meus peitos, que são grandes, e minha bunda, que é redonda e bem empinada. De resto, como eu disse, normal. A cena se repetiu todo dia durante aquela semana: eu me lavava e ele olhava. Ele estava dois andares acima do meu e, diferente de mim, na cozinha. Eu via os sapatos dele porque a vidraça era inteira. Um dia, enquanto eu tocava meus peitos cheios de espuma, decidi me masturbar pra ele. Enfiei a mão entre minhas pernas e comecei a acariciar minha buceta, a enfiar um dedo lá dentro, até gozar apoiada nos azulejos. Ficava com muito tesão saber que ele me olhava. Já sabia qual vizinho era: o senhor do quarto andar. Um homem de uns quarenta e cinco anos, bem conservado. Embora não fosse meu tipo, me incendiava saber que ele me espiava. Me dava tesão ver a cortina se mexer na altura do pau dele, o que indicava que ele se masturbava me olhando. Naquela semana, saía pra me masturbar todo dia. No sábado à noite, a gente se encontrou no hall. Os dois esperávamos o elevador quando nos cumprimentamos. — Oi, boa noite, senhorita. — Boa noite. Nessa hora, chegou um casal e entrou no hall. Quando entramos no elevador, eu me coloquei na frente dele e notei como ele me olhava. De repente, ele se aproximou de mim e comecei a ouvir a respiração dele no meu pescoço. O pau dele pressionava minha bunda, e eu, toda excitada... Me inclinei pra trás pra sentir melhor. Ele se mexia devagar pra não levantar suspeitas no casal, mas se esfregava na minha bunda, que eu empinava de propósito pra facilitar. Cheguei no meu andar e o casal me deixou passar, eles sabiam onde eu morava e meu vizinho continuou. Já em casa, fui direto pro banheiro, tava sozinha, acendi a luz e esperei vê-lo na janela. Dois minutos depois, ele tava lá. Dessa vez, ele puxou um pouco a cortina e a gente se olhou. Eu me despi devagar e ele ficou olhando sem se mexer. Surpreendi ele quando apaguei a luz e ele deixou de me ver — só uns segundos. Fui pro quarto, tinha colocado minha cama debaixo da outra janela e me deitei em cima. Me estiquei, abri as pernas e mostrei uma vista completa da minha buceta depilada e aberta. Ele arregalou os olhos e abriu mais a cortina, tirou o pau pra fora e, segurando ele, começou a se masturbar — primeiro devagar, depois mais rápido. Eu imitava os movimentos dele na minha buceta, enfiando dois dedos pra dentro. Até que vi o esperma dele jorrando do pau e gozei junto com ele. Na hora, vi ele limpando a porra que tinha sujado o vidro e o chão, escondeu o pinto na calça e, depois de me mandar um beijo, foi embora. Eu ainda tava tão tesuda que me masturbei mais várias vezes. Não vi ele de novo até quarta-feira, quando a gente se encontrou de novo no elevador. Dessa vez, a gente tava sozinho. Depois de cumprimentar ele, me virei de novo de frente pra ele e ele se esfregou na minha bunda de novo. Dessa vez, ele encostou a boca no meu pescoço e disse: — Você é uma putinha, adora me excitar e ver como me leva ao limite. — Sim, gosto que você me olhe e se masturbe enquanto faz isso. — Eu também gosto, adoraria te foder se você me deixasse. — Uma coisa é deixar você me olhar, outra é deixar você me comer. Enquanto eu falava isso, ele tentou me convencer, enfiou a mão por cima da minha calça jeans e procurou minha calcinha, me acariciou por cima. — Puta, você tá molhada. Abre mais as pernas, vou fazer você gozar agora. Ele começou a mexer os dedos, entrando e saindo da minha buceta. Quente e molhada enquanto ele não para de tentar me convencer -vadia, adoraria fazer isso com meu pau, você me enlouquece, queria provar o gosto da sua buceta. Deixa pelo menos eu chupar você. Chegam no apartamento dele e eu tiro a mão da minha calça, olho pra ele e vejo a frustração nos olhos dele e o volume na calça, e decido. -vem comigo. Ele me segue, abro a porta, sei que não tem ninguém, vou pro meu quarto, ele entra atrás de mim e eu tranco a porta. Ele me empurra contra a porta e me beija, dessa vez mete a mão por baixo da minha blusa e tira meus peitos do sutiã, morde eles enquanto desabotoa minha calça e deixa cair aos meus pés, enquanto eu suspiro descontrolada, mais excitada do que nunca. Ele me vira, apoia minhas mãos na parede e, abrindo minhas pernas, procura meu sexo e penetra com um dedo, depois dois, e entra e sai rápido, mais rápido, até eu gritar meu orgasmo apoiada na parede pra não cair. Então ele me vira e, ajoelhando, apoia minha perna no ombro dele e, me abrindo, começa a lamber meu coelhinho faminto, chupa sem cerimônia e me enlouquece, me agarro de novo na cabeça dele com outro orgasmo. Então ele me senta na cama, desabotoa a calça e tira o pau dele, eu me jogo pra chupar com vontade, enquanto acaricio os ovos gordos dele, o pau dele também é grosso, normal de comprido mas muito grosso, enfio inteiro na boca e masturbo ele com minha boca por um tempo até os gemidos dele me dizerem que tá perto. -você tem camisinha? -tenho – falo, pegando a caixa na mesinha. -ainda bem, porque tô morrendo de vontade de te foder. Ele coloca a camisinha, me faz ficar de joelhos na cama e, me empurrando pra frente, me coloca de quatro, me agarra pela cintura e se enterra dentro de mim, de uma só vez me penetra até o fundo, fica parado uns segundos e começa a se mover, é duro, entra e sai completamente me abrindo, me enlouquecendo esperando a penetração, grito de novo como uma vadia e ele me dá um tapa -cala a boca, vadia, que você vai fazer eu gozar. Logo em seguida, ele bate na minha bunda de novo sem parar de me foder, e eu gozo uma vez e nem sei quantas vezes mais sem ele parar de me foder, entra e sai, entra e sai, até que de repente sinto um dedo no meu cu. — Quero foder esse cu também. — Não sei. — Sim, sua putinha, vou foder essa sua bunda gostosa. Ele começa a enfiar o dedo devagar, depois mexe e eu sinto uma sensação estranha, aí faz o mesmo com dois dedos e depois de um tempo assim eu relaxo e tenho outro orgasmo. Ele tira o pau e sinto a cabeça no meu cu, empurra e sinto uma ardência forte. — Tá doendo. — Calma, putinha, vai ser só um momento, vou com cuidado. Sinto ele empurrar um pouco mais, um pouco mais até que a dor fica insuportável e eu grito de dor quando ele empurra e penetra meu cu por completo. — Não se mexe, pequena, agora vou começar a te foder, vai ver o prazer que isso te dá, com essa putinha que você é, vai gostar. Ele começa a se mover devagar e a dor passa, a mão dele acaricia o clitóris dela, belisca e esfrega, acelerando a penetração. Eu, relaxada, sinto meu cu dilatado e começo a curtir a enrabada. — Assim, putinha, vou gozar, mexe essa sua bunda gostosa, meu amor. — Sim, eu também, me esfrega. Os dois estão perto, o prazer faz eles gemerem no ritmo, a visão fica turva e nenhum dos dois percebe enquanto gozam — ele no cu da sua vizinha linda e desejada, e ela com o vizinho fodendo o cu virgem dela… Nenhum de nós dois vê aquela figura se masturbando na janela do quarto andar…
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