A viagem foi realmente muito desconfortável, quase não conversamos, nenhum dos dois sabia como lidar com o que vinha, já que tinha sido um fim de semana muito intenso, onde como casal chegamos ao ponto máximo de intimidade e, sinceramente, não me desagradou, me diverti pra caralho sendo a Cande, a namorada do Ramón, com os beijos apaixonados dele, as carícias, os abraços e, principalmente, o sexo descontrolado. Mas isso tinha acabado hoje, a partir de agora sou o Matías, o melhor amigo dele, pobre de novo, porra.
Quando chegamos, fiquei na casa dele até minha transformação se desfazer e eu voltar a ser homem, depois fomos comprar o carro que ele tinha me prometido e ele me deu mais que o dobro do que eu tinha pedido, exatamente 25 mil dólares em dinheiro vivo.
Ramón: — Valeu, amigão, não tenho palavras pra agradecer por tudo isso.
Matías: — Nem precisa, mano, foi um fim de semana da hora, me diverti pra caramba, mas por favor, não vamos falar mais disso, soa muito gay.
Ramón: — Hahaha, é verdade, então, falou, Mati, cuida da sua mãe e manda um abraço meu pra ela.
Naquela noite voltei como homem, com um carro pra não precisar fazer esforço desnecessário na bicicleta e com 25 mil dólares no bolso. Fui buscar ela, com o remédio ela já tinha melhorado, tava muito feliz pra caralho, no fim a viagem serviu pra salvar minha mãe, acho que isso basta. Mas naquela noite não consegui dormir tão tranquilo, a lembrança de como a gente transava não saía da minha cabeça, tava grudada em mim, e no fundo algo não parecia certo, voltar pra essa vida monótona e chata, sem emoção, sentir como o Ramón me olhava, é uma sensação estranha, dava pra ver desejo nos olhos dele e, de certa forma, gostei de provocar isso nele, sei lá, acho que não vou ter outro romancezinho como esse, bom, acho que não importa, de qualquer jeito, não sou mais uma garota.
Por outro lado, o Ramón também não conseguiu dormir, ele tava pior, nunca tinha tido nenhum contato feminino, esse foi o primeiro, e ele realmente tinha se apaixonado pela melhor amiga dele. Cara, a melhor lembrança da mulher em que ele se transformou, aquele sentimento, aquele desejo, aquela vontade, aquela paixão que ele sentiu, ainda pulsava no peito dele. Ia ser foda pra ele tirar da cabeça a imagem da Cande pelada esperando por ele.
Com o passar dos meses, aquele assunto nunca mais foi tocado. Nunca mais, jamais, ninguém falou sobre o tema, embora os dois morressem de vontade de comentar várias coisas, já que nenhum dos dois conseguiu tirar aquilo da cabeça e não passa um único dia sem que pensem nisso. Mas tinha um pacto pra respeitar. Só que nesse pacto nunca incluíram não se transformar de novo. Os dois não pararam de pensar naquilo. Aos 20 anos, com os hormônios a mil, ambos viviam de pau duro e batiam uma quase em uníssono. Mas pro Matías não bastava. Nem batendo uma, nem comendo outras mulheres, a tesão não passava nunca. Ele não conseguia apagar o fogo que tinha sentido naquela vez. Então tomou uma medida drástica: consumiu um dos comprimidos que tinham comprado naquela época (o Ramón tinha entregado os que sobraram).
E transformado em mulher, começou a se masturbar, mas o tesão não passava. Se tocou, se esfregou, enfiou os dedos até o fundo, mas nada, não sabia o que estava fazendo de errado, porque o fogo que sentia não tinha jeito de apagar, até que uns pensamentos levaram a outros e, no meio do ato em que se satisfazia, começou a pensar naqueles dias daquele fim de semana, naqueles dias em que Ramón a tocou, a masturbou e a comeu. Quando percebeu, não só estava pensando no amigo enquanto se masturbava, como também estava gozando enquanto se masturbava pensando nele. Aí percebeu que tinha um problema, um grande. De qualquer forma, Ramón também tinha, não tinha passado um único dia sem que ele tivesse se acariciado pensando em Cande.
Infelizmente para Matías, e por mais que não pudesse acreditar, a melhora que a mãe dele tinha tido não serviu de nada, já que depois disso ela piorou e despencou, com grandes problemas de saúde e, numa idade avançada, não houve tratamento que pudesse ajudá-la. E com muita dor, ele teve que se despedir do único familiar que tinha, já que o pai dele tinha morrido, a mãe era filha única e, claro, os avós já não estavam mais neste mundo, também com uma idade bem avançada. Matías tinha ficado órfão de vez. Ramón o acompanhou em toda essa dor que ele sofreu e não o deixou sozinho nem um minuto. Ele e os pais dele foram ao funeral da honrada mãe de Matías. Mais ainda, por decisão de Victor, a família Schwuchow se encarregou de absolutamente tudo que era necessário, afinal, ela tinha sido funcionária deles por muito tempo.
Por recomendação da mãe dele, Celeste, Ramón levou Matías para uma viagem curta para uns chalés da família perto das montanhas, para ele se distrair. E como estavam de férias e perto do aniversário de 20 anos dele, que jeito melhor de ele poder curtir do que numa viagem com o melhor amigo para esquecer os males da vida?
Os dois embarcaram rumo aos chalés para passar uma semana. total descanso e relaxamento, essa viagem fez muito bem pro Matías, em alguns momentos ele conseguiu esquecer o que tava rolando, cobrindo com outras lembranças e sim, era óbvio que iam ter memórias daquele fim de semana, mas agora era diferente, eram dois amigos, fazendo uma viagem de amigos, sem precisar fingir nada e sem a necessidade de um ser mulher, era diferente né, NÉ?
No começo foi estranho, já que Matías chegou ainda com o luto na cabeça, mas conforme os dias passaram, as risadas, as aventuras, os passeios, os jogos, as conversas, ele foi relaxando e curtindo a viagem, lá pelo terceiro dia já tava bem mais feliz, dava pra ver na cara dele, ele tava realmente aproveitando a viagem. E melhor, Ramón não queria que o aniversário dele (ou seja, depois de amanhã) fosse triste.
Ramón: — E aí, Mati? Como cê tá? Espero que esteja curtindo essas férias, minha mãe insistiu pra gente vir, ela só insistiu numa parada dessas porque você tava destruído. Kkkkkkkk.
Matías: — Kkkkkkkk, sim, amigo, tô me divertindo pra caralho, não tenho palavras pra te agradecer por isso, você é a única família que me restou.
A conversa entre os dois foi ficando cada vez mais profunda, finalmente Matías se abriu com Ramón e compartilhou um pouco de todo o peso que carregava, mas com tudo isso vieram os olhares e o contato físico entre eles, o que tinham evitado por esses meses finalmente tava rolando e os dois começaram a pensar naqueles flashbacks, mas ninguém falou nada pra não estragar o momento.
De noite, os dois foram dormir, mas não conseguiram, pela primeira vez nesses dias Matías teve problemas pra pegar no sono que não eram pelas lembranças tristes da mãe, mas por um calor que sentia no corpo, o mesmo calor que tinha sentido antes, aquela vontade, aquele desejo reprimido tinha se acumulado tanto que agora parecia um incêndio incontrolável e era pior, com o amigo do lado e de férias, isso ia ser foda e foi. No dia seguinte, foi muito tenso entre Ambos, os olhares entregavam tudo. Se olharam com desejo, com luxúria, com vontade, vontade de repetir aquilo que tinham feito e que era segredo, mas naquela longa noite na cabana não iam aguentar, e bastava um dar o primeiro passo pro outro seguir.
O primeiro passo foi do Matías. Ele mostrou as pílulas que tinham comprado e as que sobraram. Matías tinha tomado uma pra se masturbar e aliviar a vontade, mas ao contrário de funcionar, só piorou tudo. Então ele colocou uma na boca e disse: "Agora, depois de tomar isso, o efeito vai ser permanente. Se eu tomar e virar mulher, você me assumiria como sua namorada? Dessa vez oficial."
Ramón: (MUITO SÉRIO) "Não só isso, você seria parte oficial da minha família e faríamos muitas coisas juntos."
Matías fechou os olhos e engoliu a pílula. "Já não tem volta!" gritou.
Ramón: "Agora é só seguir em frente."
Uma hora depois, oficialmente, no aniversário dele, Matías deixou de existir. Agora era só Cande, a namorada do Ramón. E se jogou nos braços dele, onde se uniram num beijo apaixonado de reencontro, bem intenso. Cande envolveu os braços no pescoço dele e Ramón segurou firme a cintura dela, embora não precisasse, já que ela não ia a lugar nenhum dessa vez. E ainda se beijando, começaram a andar até a cama enquanto se despiam no caminho. Cande jogou o já pelado Ramón na cama e subiu em cima dele.
Cande começou a lamber o pau do Ramão, que nem precisava de preliminares, já tava durasso como pedra, era uma saudade de reencontro, eles tinham se sentido falta por muito tempo. Com muito amor, ela enfiou o pinto na boca e começou a chupar do jeito que já tinha feito mais de uma vez naquele quarto, até o fundo da garganta entrava e nem chegava a tirar ele da boca, descia de novo, ia da ponta até as bolas, cada centímetro de pica ela queria dentro da garganta, queria saborear, não queria soltar. Chupou por uns minutos, não foram muitos, até que...
Ramón agarrou ela pelos cabelos e se levantou, porque vinha uma grande carga que ele estava esperando soltar há meses. E assim, ele soltou cada gota de porra na boca de uma Cande, que abriu o máximo que pôde para tentar engolir tudo que o namorado dela desse.
Ela se deitou na cama abrindo as pernas pra ele entrar na buceta dela mais uma vez, depois de tanto tempo, ela também não precisava de preliminares, tinha a buceta super molhada e pegando fogo de tanto tesão que sentia. Ramón enfiou o pau de uma vez, tudo de uma só tacada, até o fundo, pra depois puxar até a ponta e recomeçar com toda a força. Era um sexo bruto, muito intenso, não tinha nada de romantismo, eles não estavam fazendo amor, estavam transando igual uns bichos, que era o que os dois precisavam. Os dois estavam no cio, não precisavam de frescura, precisavam transar e estavam transando. Ramón metia com toda a força, enquanto Cande só gemia e gemia, completamente entregue ao namorado que ia satisfazer ela pelo resto da vida.
Conforme os minutos passavam, eles iam se movendo, trocando de posição e diminuindo a intensidade, era como uma dança. Tinham começado bem agressivo, mas depois foi diminuindo e ficando cada vez mais lento e cadenciado, como se fosse um bailado, um grande valsa clássica, onde os dois dançavam no ritmo dos gemidos e, no meio do ato, os dois se uniram, alcançando uma sintonia perfeita, onde seus corpos se conectaram para nunca mais se soltar. Já não estavam mais transando, estavam fazendo amor. E olha que não se soltaram mesmo, nem depois de uma hora de sexo completamente apaixonado e romântico, onde estavam encharcados de suor, exaustos, e a barriga da Cande estava cheia de porra, assim como todos os lençóis e até o chão. Mas não satisfeitos com isso, continuaram trepando.
Dessa vez era a Cande quem marcava o ritmo, e não fizeram de forma vaginal, já que tava toda arrombada. Continuaram transando por mais uma hora, mas dessa vez foi a vez do cu dela, que também tava felizão de ver o Ramón. Da última vez, ele tinha ficado todo dolorido e não tinha sido tão gostoso, mas dessa vez não: foi o melhor sexo anal que ela já tinha tido. Ela mostrou isso nos outros 2 rounds que tiveram, até que finalmente o amigo dele caiu e não conseguiu mais levantar. Depois de 4 gozadas e mais de 2 horas de sexo sem parar, se jogaram na cama pra dormir exaustos.
Acordaram no dia seguinte ainda cansados depois da noite de putaria que tiveram. Tomaram um banho juntos e comeram alguma coisa. Como era o aniversário da Cande, saíram pra explorar a cidade, num rolê que era mais um encontro. Ele comprou uma lingerie linda pra ela, levou ela pra comer e deu vários outros presentes pra sua nova namorada. Ela teve o melhor aniversário da vida dela. Terminaram o dia no meio da praça da cidade com um beijo apaixonado e se falando "eu te amo" um pro outro.
Mas ainda faltava o melhor presente pra Cande, que iam dar à noite. Ela vestiu a lingerie que tinham comprado e teve que desfilar pro namorado, que sentou pra ver ela fazer uma dança erótica enquanto se aproximava devagar, até subir em cima dele e esfregar a bunda na virilha de Ramón, onde o pau dele tava mais duro do que nunca. Enquanto ela continuava esfregando e rebolando, ele começou a pegar e apalpar os peitos dela pra esquentar o clima. Conforme Ramón ia descendo as mãos em direção à buceta da Cande, ela ficava cada vez mais excitada, até que ele começou a masturbá-la em cima dele, enquanto ela parou de dançar pra começar a gemer por causa da punheta que o namorado tava metendo nela. Depois de uns beijos no pescoço pra melhorar o clima, Ramón arrancou a parte de baixo da lingerie, deixando as pernas dela completamente à mostra, abrindo o máximo que pôde pra continuar masturbando ela por um tempo, já que ela não demorou muito pra gozar jorrando. Mas a coisa não parou por aí, porque ele ia cobrar tudo que tinha gastado naquele dia. Ela curte, mas a bunda dela paga.
Ele pegou ela pelas pernas, se recostou no sofá e começou a meter por trás, de um jeito bem bruto, enquanto ela, já bem sensível por ter gozado agora pouco, começou a gemer bem alto gritando “assim assim mais mais mais”.
Não durou muito, porque depois de alguns minutos ele não aguentou o ritmo e gozou dentro dela, que gritou de prazer enquanto virava os olhos, sentindo a porrada de leite que o namorado dela tava despejando na bunda dela. Mas não ia acabar ali. Ele ainda não tinha cobrado tudo o que gastou, e o pau dele já ficou duro de novo na hora. Ainda faltavam mais rounds, e a Cande sabia disso.
Praticamente sem uma pausa sequer, esse cara deitou ela de lado, levantou a perna dela e enfiou de novo por trás, só que dessa vez mais devagar, era lento e controlado, chegando até o fundo do cu dela, enquanto Cande gemia, mas agora mais baixinho, era um gemido mais de tesão misturado com a respiração ofegante, porque não tava só metendo no cu dela, também tava batendo uma punheta pra ela. Isso não durou muito até ela gozar de novo, e não uma, mas duas vezes. Mas o sexo não acaba porque ela goza, ele mal tinha gozado uma vez, uma noite longa, muito longa de muito sexo anal o esperava, e foi assim, depois de mais de uma hora transando sem parar, finalmente ele ficou satisfeito, embora o cu da Cande estivesse destruído e cheio de porra. Tomaram um banho juntos e foram dormir depois de terem passado o melhor aniversário do mundo.
No outro dia não transaram, Cande não aguentava mais, a buceta e o cu dela estavam completamente doloridos e precisavam de um descanso, aliás, nem saíram da cama, ficaram o dia inteiro vendo uma maratona de séries, tomando café, comendo chocolate e de conchinha a tarde toda. Mas assim passou o penúltimo dia que restava das férias deles e, embora já tivessem visitado todas as atrações que a cidade tinha, ainda não estavam satisfeitos com a viagem, apesar de terem transado feito coelhos por 2 dias seguidos, faltava mais um e foi assim. O último dia que restava na cabana também não saíram pra lugar nenhum, mas diferente do outro, que passaram deitados vendo séries, esse passaram transando.
Na cama, no chão, na cozinha, no chuveiro, no sofá, na escada, eles transaram em todos os lugares, em todas as posições: de quatro, papai e mamãe, ela por cima, de lado, amazona, prendida, martelada, o selvagem, a gostosa, absolutamente de tudo, pela casa inteira. Só pararam pra comer, porque nem pra tomar banho deixaram de foder. No dia todo, deram mais de 10 rounds, foram umas 8 horas de sexo, onde a boca, o cu e a buceta dela ficaram cheios de porra. Depois de um dia desses, ficaram completamente exaustos, não tinham nem força pra levantar no dia seguinte pra pegar o voo de volta pra casa, casa que a partir de agora ia ser a do Ramón, já que ela ia se mudar oficialmente com ele.
Foram umas 3 semanas bem intensas, onde os dois se acostumaram a viver juntos, fazer coisas juntos e ficar um com o outro o dia inteiro, até que a Cande descobriu que aquela viagem de paixão com o Ramón não tinha ficado sem consequências, porque ela tava grávida.
A notícia foi incrivelmente bem recebida por todo mundo. A Celeste e o Víctor estavam muito felizes pelo filho deles, ele já tinha se tornado um homem, tinha conseguido uma parceira foda e ia ter um filho. Só faltava ele começar a cuidar dos negócios da família, mas já tava tudo encaminhado. A Cande tava muito nervosa, não sabia como lidar com aquilo, mas o Ramón, por outro lado, tava felizão. Esse era o começo da vida nova dele, junto com a sua love.
Fizeram um casamento enorme pra selar o love dos dois, toda a família swchuanger apareceu naquela boda chique, onde Ramón e Candela se casaram, essa última adotando o sobrenome do novo marido e sendo declarados marido e mulher. Já não eram mais namorados, agora eram esposos, prontos pra viver o maior love das suas vidas, começando pela lua de mel, outra viagem dessa vez pra uma ilha, cheia de aventuras e sexo.
Assim, encerrando a vida dos dois onde tudo começou com uma viagem de mentiras e terminou numa linda família, onde tiveram amor, viagens, sexo e 2 filhos, vivendo felizes para sempre. Fim.
Quando chegamos, fiquei na casa dele até minha transformação se desfazer e eu voltar a ser homem, depois fomos comprar o carro que ele tinha me prometido e ele me deu mais que o dobro do que eu tinha pedido, exatamente 25 mil dólares em dinheiro vivo.
Ramón: — Valeu, amigão, não tenho palavras pra agradecer por tudo isso.
Matías: — Nem precisa, mano, foi um fim de semana da hora, me diverti pra caramba, mas por favor, não vamos falar mais disso, soa muito gay.
Ramón: — Hahaha, é verdade, então, falou, Mati, cuida da sua mãe e manda um abraço meu pra ela.
Naquela noite voltei como homem, com um carro pra não precisar fazer esforço desnecessário na bicicleta e com 25 mil dólares no bolso. Fui buscar ela, com o remédio ela já tinha melhorado, tava muito feliz pra caralho, no fim a viagem serviu pra salvar minha mãe, acho que isso basta. Mas naquela noite não consegui dormir tão tranquilo, a lembrança de como a gente transava não saía da minha cabeça, tava grudada em mim, e no fundo algo não parecia certo, voltar pra essa vida monótona e chata, sem emoção, sentir como o Ramón me olhava, é uma sensação estranha, dava pra ver desejo nos olhos dele e, de certa forma, gostei de provocar isso nele, sei lá, acho que não vou ter outro romancezinho como esse, bom, acho que não importa, de qualquer jeito, não sou mais uma garota.
Por outro lado, o Ramón também não conseguiu dormir, ele tava pior, nunca tinha tido nenhum contato feminino, esse foi o primeiro, e ele realmente tinha se apaixonado pela melhor amiga dele. Cara, a melhor lembrança da mulher em que ele se transformou, aquele sentimento, aquele desejo, aquela vontade, aquela paixão que ele sentiu, ainda pulsava no peito dele. Ia ser foda pra ele tirar da cabeça a imagem da Cande pelada esperando por ele.
Com o passar dos meses, aquele assunto nunca mais foi tocado. Nunca mais, jamais, ninguém falou sobre o tema, embora os dois morressem de vontade de comentar várias coisas, já que nenhum dos dois conseguiu tirar aquilo da cabeça e não passa um único dia sem que pensem nisso. Mas tinha um pacto pra respeitar. Só que nesse pacto nunca incluíram não se transformar de novo. Os dois não pararam de pensar naquilo. Aos 20 anos, com os hormônios a mil, ambos viviam de pau duro e batiam uma quase em uníssono. Mas pro Matías não bastava. Nem batendo uma, nem comendo outras mulheres, a tesão não passava nunca. Ele não conseguia apagar o fogo que tinha sentido naquela vez. Então tomou uma medida drástica: consumiu um dos comprimidos que tinham comprado naquela época (o Ramón tinha entregado os que sobraram).
E transformado em mulher, começou a se masturbar, mas o tesão não passava. Se tocou, se esfregou, enfiou os dedos até o fundo, mas nada, não sabia o que estava fazendo de errado, porque o fogo que sentia não tinha jeito de apagar, até que uns pensamentos levaram a outros e, no meio do ato em que se satisfazia, começou a pensar naqueles dias daquele fim de semana, naqueles dias em que Ramón a tocou, a masturbou e a comeu. Quando percebeu, não só estava pensando no amigo enquanto se masturbava, como também estava gozando enquanto se masturbava pensando nele. Aí percebeu que tinha um problema, um grande. De qualquer forma, Ramón também tinha, não tinha passado um único dia sem que ele tivesse se acariciado pensando em Cande.Infelizmente para Matías, e por mais que não pudesse acreditar, a melhora que a mãe dele tinha tido não serviu de nada, já que depois disso ela piorou e despencou, com grandes problemas de saúde e, numa idade avançada, não houve tratamento que pudesse ajudá-la. E com muita dor, ele teve que se despedir do único familiar que tinha, já que o pai dele tinha morrido, a mãe era filha única e, claro, os avós já não estavam mais neste mundo, também com uma idade bem avançada. Matías tinha ficado órfão de vez. Ramón o acompanhou em toda essa dor que ele sofreu e não o deixou sozinho nem um minuto. Ele e os pais dele foram ao funeral da honrada mãe de Matías. Mais ainda, por decisão de Victor, a família Schwuchow se encarregou de absolutamente tudo que era necessário, afinal, ela tinha sido funcionária deles por muito tempo.
Por recomendação da mãe dele, Celeste, Ramón levou Matías para uma viagem curta para uns chalés da família perto das montanhas, para ele se distrair. E como estavam de férias e perto do aniversário de 20 anos dele, que jeito melhor de ele poder curtir do que numa viagem com o melhor amigo para esquecer os males da vida?
Os dois embarcaram rumo aos chalés para passar uma semana. total descanso e relaxamento, essa viagem fez muito bem pro Matías, em alguns momentos ele conseguiu esquecer o que tava rolando, cobrindo com outras lembranças e sim, era óbvio que iam ter memórias daquele fim de semana, mas agora era diferente, eram dois amigos, fazendo uma viagem de amigos, sem precisar fingir nada e sem a necessidade de um ser mulher, era diferente né, NÉ?
No começo foi estranho, já que Matías chegou ainda com o luto na cabeça, mas conforme os dias passaram, as risadas, as aventuras, os passeios, os jogos, as conversas, ele foi relaxando e curtindo a viagem, lá pelo terceiro dia já tava bem mais feliz, dava pra ver na cara dele, ele tava realmente aproveitando a viagem. E melhor, Ramón não queria que o aniversário dele (ou seja, depois de amanhã) fosse triste.
Ramón: — E aí, Mati? Como cê tá? Espero que esteja curtindo essas férias, minha mãe insistiu pra gente vir, ela só insistiu numa parada dessas porque você tava destruído. Kkkkkkkk.
Matías: — Kkkkkkkk, sim, amigo, tô me divertindo pra caralho, não tenho palavras pra te agradecer por isso, você é a única família que me restou.
A conversa entre os dois foi ficando cada vez mais profunda, finalmente Matías se abriu com Ramón e compartilhou um pouco de todo o peso que carregava, mas com tudo isso vieram os olhares e o contato físico entre eles, o que tinham evitado por esses meses finalmente tava rolando e os dois começaram a pensar naqueles flashbacks, mas ninguém falou nada pra não estragar o momento.
De noite, os dois foram dormir, mas não conseguiram, pela primeira vez nesses dias Matías teve problemas pra pegar no sono que não eram pelas lembranças tristes da mãe, mas por um calor que sentia no corpo, o mesmo calor que tinha sentido antes, aquela vontade, aquele desejo reprimido tinha se acumulado tanto que agora parecia um incêndio incontrolável e era pior, com o amigo do lado e de férias, isso ia ser foda e foi. No dia seguinte, foi muito tenso entre Ambos, os olhares entregavam tudo. Se olharam com desejo, com luxúria, com vontade, vontade de repetir aquilo que tinham feito e que era segredo, mas naquela longa noite na cabana não iam aguentar, e bastava um dar o primeiro passo pro outro seguir.
O primeiro passo foi do Matías. Ele mostrou as pílulas que tinham comprado e as que sobraram. Matías tinha tomado uma pra se masturbar e aliviar a vontade, mas ao contrário de funcionar, só piorou tudo. Então ele colocou uma na boca e disse: "Agora, depois de tomar isso, o efeito vai ser permanente. Se eu tomar e virar mulher, você me assumiria como sua namorada? Dessa vez oficial."
Ramón: (MUITO SÉRIO) "Não só isso, você seria parte oficial da minha família e faríamos muitas coisas juntos."
Matías fechou os olhos e engoliu a pílula. "Já não tem volta!" gritou.
Ramón: "Agora é só seguir em frente."
Uma hora depois, oficialmente, no aniversário dele, Matías deixou de existir. Agora era só Cande, a namorada do Ramón. E se jogou nos braços dele, onde se uniram num beijo apaixonado de reencontro, bem intenso. Cande envolveu os braços no pescoço dele e Ramón segurou firme a cintura dela, embora não precisasse, já que ela não ia a lugar nenhum dessa vez. E ainda se beijando, começaram a andar até a cama enquanto se despiam no caminho. Cande jogou o já pelado Ramón na cama e subiu em cima dele.
Cande começou a lamber o pau do Ramão, que nem precisava de preliminares, já tava durasso como pedra, era uma saudade de reencontro, eles tinham se sentido falta por muito tempo. Com muito amor, ela enfiou o pinto na boca e começou a chupar do jeito que já tinha feito mais de uma vez naquele quarto, até o fundo da garganta entrava e nem chegava a tirar ele da boca, descia de novo, ia da ponta até as bolas, cada centímetro de pica ela queria dentro da garganta, queria saborear, não queria soltar. Chupou por uns minutos, não foram muitos, até que...
Ramón agarrou ela pelos cabelos e se levantou, porque vinha uma grande carga que ele estava esperando soltar há meses. E assim, ele soltou cada gota de porra na boca de uma Cande, que abriu o máximo que pôde para tentar engolir tudo que o namorado dela desse.
Ela se deitou na cama abrindo as pernas pra ele entrar na buceta dela mais uma vez, depois de tanto tempo, ela também não precisava de preliminares, tinha a buceta super molhada e pegando fogo de tanto tesão que sentia. Ramón enfiou o pau de uma vez, tudo de uma só tacada, até o fundo, pra depois puxar até a ponta e recomeçar com toda a força. Era um sexo bruto, muito intenso, não tinha nada de romantismo, eles não estavam fazendo amor, estavam transando igual uns bichos, que era o que os dois precisavam. Os dois estavam no cio, não precisavam de frescura, precisavam transar e estavam transando. Ramón metia com toda a força, enquanto Cande só gemia e gemia, completamente entregue ao namorado que ia satisfazer ela pelo resto da vida.
Conforme os minutos passavam, eles iam se movendo, trocando de posição e diminuindo a intensidade, era como uma dança. Tinham começado bem agressivo, mas depois foi diminuindo e ficando cada vez mais lento e cadenciado, como se fosse um bailado, um grande valsa clássica, onde os dois dançavam no ritmo dos gemidos e, no meio do ato, os dois se uniram, alcançando uma sintonia perfeita, onde seus corpos se conectaram para nunca mais se soltar. Já não estavam mais transando, estavam fazendo amor. E olha que não se soltaram mesmo, nem depois de uma hora de sexo completamente apaixonado e romântico, onde estavam encharcados de suor, exaustos, e a barriga da Cande estava cheia de porra, assim como todos os lençóis e até o chão. Mas não satisfeitos com isso, continuaram trepando.
Dessa vez era a Cande quem marcava o ritmo, e não fizeram de forma vaginal, já que tava toda arrombada. Continuaram transando por mais uma hora, mas dessa vez foi a vez do cu dela, que também tava felizão de ver o Ramón. Da última vez, ele tinha ficado todo dolorido e não tinha sido tão gostoso, mas dessa vez não: foi o melhor sexo anal que ela já tinha tido. Ela mostrou isso nos outros 2 rounds que tiveram, até que finalmente o amigo dele caiu e não conseguiu mais levantar. Depois de 4 gozadas e mais de 2 horas de sexo sem parar, se jogaram na cama pra dormir exaustos.Acordaram no dia seguinte ainda cansados depois da noite de putaria que tiveram. Tomaram um banho juntos e comeram alguma coisa. Como era o aniversário da Cande, saíram pra explorar a cidade, num rolê que era mais um encontro. Ele comprou uma lingerie linda pra ela, levou ela pra comer e deu vários outros presentes pra sua nova namorada. Ela teve o melhor aniversário da vida dela. Terminaram o dia no meio da praça da cidade com um beijo apaixonado e se falando "eu te amo" um pro outro.
Ele pegou ela pelas pernas, se recostou no sofá e começou a meter por trás, de um jeito bem bruto, enquanto ela, já bem sensível por ter gozado agora pouco, começou a gemer bem alto gritando “assim assim mais mais mais”. Não durou muito, porque depois de alguns minutos ele não aguentou o ritmo e gozou dentro dela, que gritou de prazer enquanto virava os olhos, sentindo a porrada de leite que o namorado dela tava despejando na bunda dela. Mas não ia acabar ali. Ele ainda não tinha cobrado tudo o que gastou, e o pau dele já ficou duro de novo na hora. Ainda faltavam mais rounds, e a Cande sabia disso.
Praticamente sem uma pausa sequer, esse cara deitou ela de lado, levantou a perna dela e enfiou de novo por trás, só que dessa vez mais devagar, era lento e controlado, chegando até o fundo do cu dela, enquanto Cande gemia, mas agora mais baixinho, era um gemido mais de tesão misturado com a respiração ofegante, porque não tava só metendo no cu dela, também tava batendo uma punheta pra ela. Isso não durou muito até ela gozar de novo, e não uma, mas duas vezes. Mas o sexo não acaba porque ela goza, ele mal tinha gozado uma vez, uma noite longa, muito longa de muito sexo anal o esperava, e foi assim, depois de mais de uma hora transando sem parar, finalmente ele ficou satisfeito, embora o cu da Cande estivesse destruído e cheio de porra. Tomaram um banho juntos e foram dormir depois de terem passado o melhor aniversário do mundo.No outro dia não transaram, Cande não aguentava mais, a buceta e o cu dela estavam completamente doloridos e precisavam de um descanso, aliás, nem saíram da cama, ficaram o dia inteiro vendo uma maratona de séries, tomando café, comendo chocolate e de conchinha a tarde toda. Mas assim passou o penúltimo dia que restava das férias deles e, embora já tivessem visitado todas as atrações que a cidade tinha, ainda não estavam satisfeitos com a viagem, apesar de terem transado feito coelhos por 2 dias seguidos, faltava mais um e foi assim. O último dia que restava na cabana também não saíram pra lugar nenhum, mas diferente do outro, que passaram deitados vendo séries, esse passaram transando.
Na cama, no chão, na cozinha, no chuveiro, no sofá, na escada, eles transaram em todos os lugares, em todas as posições: de quatro, papai e mamãe, ela por cima, de lado, amazona, prendida, martelada, o selvagem, a gostosa, absolutamente de tudo, pela casa inteira. Só pararam pra comer, porque nem pra tomar banho deixaram de foder. No dia todo, deram mais de 10 rounds, foram umas 8 horas de sexo, onde a boca, o cu e a buceta dela ficaram cheios de porra. Depois de um dia desses, ficaram completamente exaustos, não tinham nem força pra levantar no dia seguinte pra pegar o voo de volta pra casa, casa que a partir de agora ia ser a do Ramón, já que ela ia se mudar oficialmente com ele.Foram umas 3 semanas bem intensas, onde os dois se acostumaram a viver juntos, fazer coisas juntos e ficar um com o outro o dia inteiro, até que a Cande descobriu que aquela viagem de paixão com o Ramón não tinha ficado sem consequências, porque ela tava grávida.
A notícia foi incrivelmente bem recebida por todo mundo. A Celeste e o Víctor estavam muito felizes pelo filho deles, ele já tinha se tornado um homem, tinha conseguido uma parceira foda e ia ter um filho. Só faltava ele começar a cuidar dos negócios da família, mas já tava tudo encaminhado. A Cande tava muito nervosa, não sabia como lidar com aquilo, mas o Ramón, por outro lado, tava felizão. Esse era o começo da vida nova dele, junto com a sua love.
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