Favores Sexuais

A viagem foi realmente muito desconfortável, quase não conversamos, nenhum de nós sabia como encarar o que estava por vir, já que tinha sido um fim de semana muito intenso, onde como casal chegamos ao ponto máximo de intimidade e realmente não me desagradou, me diverti muito sendo Cande, a namorada do Ramón, com seus beijos apaixonados, suas carícias, seus abraços e principalmente com o sexo descontrolado dele. Mas isso tinha terminado hoje, a partir de agora sou Matías, seu melhor amigo pobre, de novo.

Quando chegamos, fiquei na casa dele até minha transformação desfazer e eu voltar a ser homem, depois fomos comprar o carro que ele tinha me prometido e ele me deu mais que o dobro do que eu tinha pedido, exatamente 25 mil dólares em dinheiro vivo.

Ramón: Valeu, amigo, realmente não tenho palavras pra te agradecer por tudo isso.

Matías: Não precisa, cara, foi um fim de semana foda, me diverti pra caralho, mas por favor não vamos mais falar disso, isso soa muito gay.

Ramón: Kkkk tem razão, bom, até mais, Mati. Cuida da sua mãe e manda um abraço da minha parte.

Naquela noite voltei como homem, com um carro pra não ter que me esforçar desnecessariamente com a bicicleta e com 25 mil dólares no bolso. Fui buscá-la, com o remédio ela já tinha melhorado, estava realmente muito feliz, a viagem no final serviu pra salvar minha mãe, acho que com isso é suficiente. Mas naquela noite não consegui dormir tão confortável, a lembrança de como a gente transava não saía da minha cabeça, tava impregnada em mim e algo no fundo não se sentia bem, voltar pra essa vida monótona e chata, sem emoções, sentir como o Ramón me olhava, é uma sensação estranha, dava pra ver desejo nos olhos dele e em parte eu gostei de provocar esse desejo, sei lá, acho que não vou ter outro mini romance assim, bom, acho que não importa, de qualquer forma, não sou mais uma garota.

Por sua parte, Ramón também não conseguiu dormir, e ele tava pior, ele nunca tinha tido nenhum tipo de contato feminino, esse tinha sido o primeiro, realmente Ramón tinha se apaixonado pelo seu melhor Amigo, ou melhor dizendo, da mulher em que ele se transformou, aquele sentimento, aquele desejo, aquela vontade, aquela paixão que sentiu, ainda batia forte no peito. Ia ser difícil pra ele tirar da cabeça a imagem da Cande pelada na mente dele, esperando por ele.

Com o passar dos meses, esse assunto nunca mais foi tocado, ninguém nunca mais falou sobre isso, embora os dois estivessem morrendo de vontade de comentar várias coisas, já que nenhum conseguiu tirar isso da cabeça e não havia um único dia em que não pensassem nisso. Mas havia um pacto a respeitar, só que nesse pacto nunca incluíram não se transformar de novo. Os dois não paravam de pensar nisso. Aos 20 anos, com os hormônios a mil, ambos viviam de pau duro e se masturbavam quase em uníssono, mas pro Matías não era o suficiente. Nem se masturbando, nem transando com outras mulheres, a tesão nunca passava. Ele não conseguia apagar o fogo que sentiu naquela vez, então tomou uma medida drástica: tomou uma das pílulas que tinham comprado naquela época (o Ramón tinha entregado as que sobraram).Favores lllE, transformada em mulher, começou a se masturbar, mas o tesão não passava. Ela se tocou, se esfregou, enfiou os dedos até o fundo, mas nada. Não sabia o que estava fazendo de errado, porque o fogo que sentia não tinha como apagar. Até que uns pensamentos levaram a outros e, no meio do ato de se satisfazer, começou a pensar naqueles dias do fim de semana, naqueles momentos em que Ramón a tocou, a masturbou e a comeu. Quando percebeu, não só estava pensando no amigo enquanto se masturbava, mas também estava gozando enquanto se masturbava pensando nele. Aí ela entendeu que tinha um problema, e grande. De qualquer forma, Ramón também tinha — não havia passado um único dia em que ele não se tocasse pensando na Cande.

Infelizmente para Matías, e por mais que não conseguisse acreditar, a melhora que sua mãe teve não serviu para nada. Depois daquilo, ela piorou e despencou. Com sérios problemas de saúde e em idade avançada, não houve tratamento que pudesse ajudá-la. Com muita dor, ele teve que se despedir do único familiar que tinha, já que seu pai havia morrido, sua mãe era filha única e, claro, seus avós já não estavam mais neste mundo — também com idade bastante avançada. Matías havia ficado completamente órfão. Ramón o acompanhou em toda aquela dor e não o deixou sozinho nem por um minuto. Ele e seus pais compareceram ao funeral da honrada mãe de Matías. Mais ainda, por decisão de Victor, a família Swchuanger assumiu absolutamente tudo o que foi necessário — afinal, ela havia sido funcionária deles por muito, muito tempo.

Por recomendação da Madre Celeste, Ramón levou Matías para uma mini viagem a algumas cabanas da família perto das montanhas, para que ele se distraísse. E como estavam de férias e perto do seu aniversário de 20 anos, que melhor forma de comemorar do que numa viagem com seu melhor amigo para esquecer os males da vida?

Os dois seguiram para as cabanas para passar uma semana. Uma semana inteira de descanso e relaxamento realmente fez muito bem ao Matías. Em alguns momentos, ele conseguiu esquecer o que estava acontecendo, abafando com outras memórias. E sim, era óbvio que eles teriam lembranças daquele fim de semana, embora agora fosse diferente. Eram dois amigos fazendo uma viagem de amigos, sem precisar fingir nada e sem que um deles tivesse que ser uma mulher. Era diferente, né? **NÉ?**

No começo foi diferente, já que Matías ainda estava de luto, mas conforme os dias passavam, com as risadas, aventuras, passeios, jogos e conversas, ele foi relaxando e aproveitando a viagem. Já no terceiro dia, ele estava muito mais feliz, dava pra ver no rosto dele. Ele realmente estava curtindo a viagem. E melhor ainda: Ramón não queria que ele passasse o aniversário (ou seja, depois de amanhã) triste.

Ramón: E aí, Mati? Tudo bem? Espero que esteja curtindo essas férias. Minha mãe insistiu pra gente vir, você tava tão devastado que ela nem pensou duas vezes. Hahahahaha.

Matías: Hahahaha, sim, mano, tô curtindo muito. Nem tenho palavras pra te agradecer por isso, você é a única família que me resta.

A conversa entre os dois foi ficando cada vez mais profunda. Finalmente, Matías se abriu com Ramón e compartilhou um pouco de toda a angústia que carregava por dentro. Mas com isso vieram os olhares e o contato físico entre eles. O que vinham evitando por meses finalmente estava acontecendo, e ambos começaram a pensar naqueles flashbacks, mas nenhum disse nada para não estragar o momento.

À noite, foram dormir, mas não conseguiram. Pela primeira vez nesses dias, Matías teve problemas para pegar no sono de novo, mas não por causa das lembranças tristes da mãe, e sim por um calor que sentia no corpo. O mesmo calor que tinha sentido antes. Aquela vontade, aquele desejo reprimido tinha se acumulado tanto que agora parecia um incêndio incontrolável. E era pior ainda com o amigo do lado e de férias. Isso ia ser difícil. E assim foi. No dia seguinte, a tensão entre eles estava enorme. Ambos, os olhares os entregavam, se encararam com desejo, com luxúria, com vontade, vontade de repetir aquilo que tinham feito e que era um segredo, mas naquela longa noite na cabana não iam aguentar e bastava que um desse o primeiro passo, para que o outro o seguisse.

O primeiro passo foi dado por Matías, ele mostrou as pílulas, aquelas que tinham comprado e que tinham sobrado. Matías tinha tomado uma para se masturbar e aliviar a vontade, mas, ao contrário de funcionar, só piorou tudo. Então, ele colocou uma na boca e disse: "Agora, depois de tomar isso, o efeito vai ficar permanente. Se eu tomar e virar mulher, você me faria sua namorada? Dessa vez, oficial."

Ramón: (MUITO SÉRIO) "Não só isso, você seria parte oficial da minha família e faríamos muitas coisas juntos."

Matías fechou os olhos e engoliu a pílula. "Não tem mais volta", gritou.

Ramón: "Agora só resta ir tudo pra frente."

Uma hora depois, oficialmente para seu aniversário, Matías deixou de existir. Agora só existia Cande, a namorada de Ramón. E ela se lançou em seus braços, onde se uniram num beijo apaixonado de reencontro, muito furioso. Cande envolveu seus braços no pescoço dele, e Ramón segurou com força sua cintura, embora não fosse necessário, já que ela não ia a lugar nenhum dessa vez. E ainda se beijando, começaram a caminhar em direção à cama enquanto se despiam no caminho. Cande jogou na cama um Ramón já nu e subiu em cima dele.vadiaCande começou a lamber o pau do Ramón, que nem precisava de preliminares, já estava duro como uma pedra. Era uma saudade de reencontro, eles tinham se sentido falta por muito tempo. Com muito amor, ela enfiou o pênis na boca e começou a chupá-lo como já soube fazer mais de uma vez naquele quarto. Até o fundo da garganta entrava, e ela nem chegava a tirar da boca antes de descer de novo. Ia da cabeça até as bolas, cada centímetro do pau ela queria dentro da garganta, queria saborear, não queria soltar. Ela o chupou por alguns minutos, não foram muitos, até que...vadiaRamon segurou-a pelo cabelo e ficou de pé, pois vinha uma grande carga, que ele estava esperando soltar há meses, e assim despejou cada gota de porra na boca de uma Cande que abriu o máximo que pudo para tentar engolir tudo que o namorado lhe desse.relato eroticoEla se deitou na cama, abrindo as pernas para que ele entrasse em sua buceta mais uma vez. Depois de tanto tempo, ela nem precisava de preliminares — sua ppk estava super molhada e ardendo de calor. Ramon enfiou o pau de uma vez, tudo de uma vez, até o fundo, para depois puxar até a ponta e começar de novo com toda a força. Era um sexo bruto, muito forte, sem nenhum romantismo. Eles não estavam fazendo amor, estavam fodendo de um jeito muito selvagem, que era o que os dois precisavam. Os dois estavam no cio, não precisavam de frescuras, precisavam transar e transavam. Ramon a embestia com toda a força, enquanto Cande só gemía e gemía, completamente entregue ao seu namorado, que ia satisfazê-la pelo resto da vida.TransformacaoConforme os minutos passavam, eles se moviam, mudavam de posição e a intensidade diminuía, era como uma dança. Tinham começado de forma muito agressiva, mas depois foi diminuindo e ficando cada vez mais lento e suave, como se fosse uma dança, um grande valse clássico, no qual ambos dançavam ao ritmo dos gemidos e, no meio do ato, os dois se uniram, alcançando uma sintonia perfeita, onde seus corpos se conectaram para não se soltarem mais. Já não estavam só transando, estavam fazendo amor. E olha que não se soltaram, nem depois de uma hora de sexo completamente apaixonado e romântico, onde estavam encharcados de suor, exaustos e a barriga da Cande estava cheia de porra, assim como todos os lençóis e até o chão, mas não satisfeitos com isso, continuaram fodendo.mudanca de sexoEmbora dessa vez fosse a vez da Cande ditar o ritmo, e não fizeram de forma vaginal, já que ela estava muito arrombada, continuaram transando por mais 1 hora, mas dessa vez foi a vez do seu cu, que também estava muito feliz em ver o Ramón. Da última vez, ele tinha ficado muito dolorido e não tinha sido tão prazeroso, mas dessa vez não, foi o melhor sexo anal que ela já tinha tido, e ela provou isso nas outras 2 vezes que fizeram, até que finalmente o amigo dele caiu e não conseguiu mais levantar. Depois de 4 gozadas e mais de 2 horas de sexo sem parar, se jogaram na cama para dormir exaustos.

Acordaram no outro dia ainda cansados depois da noite de paixão que tiveram, tomaram um banho e comeram algo. Como era o aniversário da Cande, saíram para passear pela cidade, num grande rolê que era basicamente um encontro. Ele comprou uma lingerie linda para ela, a levou para comer e comprou muitos outros presentes para sua nova namorada, fazendo com que ela tivesse o melhor aniversário da vida. Terminaram no meio da praça da cidade com um beijo apaixonado e trocando "eu te amo".troca de corpoMas ainda faltava o melhor presente para a Cande, que iam dar à noite. Ela vestiu a lingerie que tinham comprado e teve que desfilar para o namorado, que se sentou para ver como faziam uma dança erótica enquanto ela se aproximava lentamente, para subir em cima dele e esfregar a bunda na virilha do Ramon, onde o pau dele estava mais duro que nunca. Enquanto ela continuava esfregando e mexendo os quadris, ele começou a pegar e apalpar os peitos dela para esquentar o clima. À medida que o Ramon ia baixando as mãos em direção à buceta da Cande, ela ia ficando cada vez mais excitada, até que ele começou a masturbá-la em cima dele, enquanto ela parou de dançar para começar a gemer pela punheta gostosa que o namorado estava dando, seguida de uns beijos no pescoço para melhorar o clima. O Ramon arrancou a parte de baixo da lingerie, deixando as pernas dela completamente à mostra, abrindo-as o máximo que pôde para continuar masturbando por um tempo, já que ela não demorou muito para gozar jorrando. Mas a coisa não parava por aí, porque ele ia cobrar tudo o que tinha gastado naquele dia — ela curte, mas o cu dela paga.troca de generoEle agarrou suas pernas, se recostou no sofá e começou a penetrá-la por trás, de forma bem brusca, enquanto ela, que já estava bem sensível por ter gozado recentemente, começou a gemer alto gritando "assim assim mais mais mais".

Não demorou muito, já que ele, depois de alguns minutos, não aguentou o ritmo e gozou dentro dela, que gritou de prazer enquanto os olhos ficavam brancos ao sentir a grande carga de sêmen que seu namorado estava depositando em sua bunda. Mas isso não ia terminar aí. Ele ainda não tinha cobrado tudo o que gastou e seu pau instantaneamente ficou ereto de novo, faltavam mais rounds e Cande sabia disso.Desculpe nao posso ajudar comPraticamente sem parar, ele a virou de lado, levantou sua perna e a penetrou por trás novamente, embora dessa vez mais suave, era lento e controlado, chegando ao mais profundo de seu cu, enquanto Cande gemía, mas dessa vez mais devagar, era um gemido mais de excitação misturado com sua respiração ofegante, já que não só estavam metendo no seu cu, como também a estavam masturbando. Isso não durou muito até que ela gozasse de novo, e não uma, mas duas vezes mais. Mas o sexo não acabou porque ela gozou, ele mal tinha gozado uma vez, o aguardava uma noite muito, muito longa de muito sexo anal e assim foi, depois de mais de uma hora fodendo de novo, finalmente ele ficou satisfeito, embora o cu de Cande estivesse destruído e cheio de porra. Tomaram um banho e foram dormir depois de terem passado o melhor aniversário do mundo.

No dia seguinte não transaram, Cande não aguentava mais, sua buceta e seu cu estavam completamente doloridos e precisavam de uma pausa, aliás nem sequer saíram da cama, ficaram o dia todo vendo uma maratona de séries tomando café, comendo chocolates e de conchinha a tarde toda. Mas assim passou o penúltimo dia que lhes restava de férias e embora já tivessem visitado todas as atrações que a cidade tinha, ainda não estavam satisfeitos com a viagem, apesar de terem fodido como coelhos por 2 dias seguidos, faltava mais um e assim foi. O último dia que lhes restava na cabana também não saíram a lugar nenhum, mas ao contrário do outro que passaram deitados vendo séries, esse passaram fodendo.De homem pra mulherNa cama, no chão, na cozinha, no banheiro, no sofá, na escada, eles transaram em todos os lugares, em todas as posições: de quatro, papai e mamãe, ela por cima, de ladinho, amazona, agarrada, martelando, selvagem, a sexy girl, absolutamente de tudo, pela casa toda. Só pararam pra comer, porque até no banho não paravam de foder. No dia todo, foram mais de 10 rounds, umas 8 horas de sexo, e a boca, o cu e principalmente a buceta dela ficaram cheios de porra. Depois de um dia desses, ficaram completamente exaustos, sem forças nem pra levantar no dia seguinte pra pegar o voo de volta pra casa — que, a partir de agora, seria a do Ramon, já que ela oficialmente ia se mudar com ele.

Foram umas 3 semanas bem agitadas, nas quais os dois se acostumaram a viver juntos, fazer coisas juntos e ficar um com o outro o dia todo. Até que a Cande descobriu que aquela viagem de paixão com o Ramon não tinha sido em vão: ela estava grávida.

A notícia foi incrivelmente bem recebida por todos. Celeste e Victor estavam muito felizes pelo filho — ele já tinha virado homem, arrumado uma parceira maneira e ia ter descendência. Só faltava começar a assumir os negócios da família, mas tudo já estava nos trilhos. A Cande estava bem nervosa, não sabia como encarar aquilo, mas o Ramon, por sua vez, estava feliz. Esse era o começo da vida nova dele, acompanhado pela sua amorzinho.Relato tgFizeram um casamento grandioso para selar o amor dos dois, toda a família Schuwanger compareceu à luxuosa cerimônia, onde Ramón e Candela se casaram, esta última adotando o sobrenome do novo marido e sendo declarados marido e mulher, não eram mais noivos, agora eram esposos, prontos para viver o maior amor de suas vidas, começando pela lua de mel, outra viagem, desta vez para uma ilha, repleta de aventuras e sexo.Favores lllE assim terminou a vida de ambos, onde tudo começou com uma viagem de mentiras e terminou numa linda família, onde tiveram amor, viagens, sexo e 2 filhos, vivendo felizes para sempre. Fim.

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