Essa história é de uma mina que conheci num jogo chamado imvu, ela é uma boa pessoa mas tem um passado sombrio, contei pra ela sobre essa página mas ela não se interessou nem um pouco, ela é uma mulher do bem, então é isso, aqui vai a história 🙂 Antes de começar, quero dar um contexto, isso aconteceu por volta de 2011, quando eu tinha uns 18-5 anos, sou latina, original da Guatemala, e a gente morava nos Estados Unidos. Meu pai tava desempregado e éramos uma família de 6, tava tudo muito fudido, lembro que a gente vivia das esmolas que a igreja onde minha mãe tava dava, e foi essa igreja e o pastor que apresentaram esse homem pro meu pai. Já falei demais, vamos começar. Eu tava voltando da escola, quando entrei em casa senti um clima pesado entre meus pais, só ignorei a situação e fui direto pro meu quarto com meus irmãos (sou a segunda de 4 irmãos e a mais velha das meninas). Meu irmão me recebeu com minhas duas irmãs mais novas, e aí meu pai me chamou pra conversar (eu vi ele meio abatido). Fui falar com ele e minha mãe tava esperando, e a gente teve uma conversa muito triste. Meu pai me contou a situação que a gente tava passando e como eu podia ajudar. Ele explicou tudo direitinho, foi uma conversa desconfortável, com lágrimas do meu pai e minhas. Minha mãe deixou a gente a sós, mas também chorou (basicamente, meu pai me disse que eu ia morar na casa de um homem com outras minas e que teria sexo de todo tipo com ele e com as outras minas, junto com uma conversa desconfortável sobre sexo ><, eu era virgem e inocente, tudo aquilo era novo pra mim). Meu pai, muito triste, não me obrigou nem tentou me convencer, ele só explicou e eu aceitei, com medo, mas pelo bem da minha família. Meu pai me mostrou o contrato que dizia o que ele tinha me explicado (o contrato dizia que meus pais receberiam 10 mil dólares por mês até eu completar 18 anos, parecia mais um livro do que um contrato, e ao mesmo tempo me fez pensar como algo assim existia). No contrato não dizia que eu tinha que ser virgem, e meu pai falava que se eu não fosse, o velho nunca ia descobrir, e o Ele me deu permissão pra eu ficar com o garoto que eu quisesse, que minha virgindade era minha e eu era livre pra dar pra quem eu quisesse. Eu disse pra ele que era virgem, mas que não queria aquilo, que ia deixar assim. Com isso resolvido, meus pais assinaram e dois dias depois eu parti no carro desse senhor. Eu, com medo, triste e ao mesmo tempo vergonha do que estava vivendo. Foi uma viagem longa de carro, nos arredores da cidade. Quando chegamos, uma mulher e outros garotos me receberam. A mulher me levou pro meu quarto, onde me esperavam minhas coisas, um livro explicando as regras e como tudo funcionava na casa (não podia ter celular nem computador; se quisesse falar com minha família, tinha que usar um telefone que tinha no meu quarto; não podia sair sem permissão e só podia ir com o motorista; se quisesse ver minha família, ele me levaria, e só às terças e sextas; e mais um monte de coisas que não importam). O quarto tinha muitas comodidades: ar condicionado, chuveiro e banheiro próprio, um armário que era praticamente outro quarto, mas vazio, TV, uma cama de casal, uma mesa que eu usaria pra café da manhã, almoço e jantar, etc. Fiquei no quarto um bom tempo. Me deram almoço, falei com meu pai por telefone, até chegar a tarde, quando uma mulher entrou e me fez ficar seminua enquanto dois homens tiravam minhas medidas (naquela época eu era magrinha e não tinha muito corpo desenvolvido, era retinha :p, muito pálida e com o cabelo meio curto, também era baixinha, 1,47 — continuo baixinha ><). Depois de tirarem minhas medidas, a mulher só me disse que teria algo pra mim no dia seguinte e que eu usasse o que trouxe à noite (ou seja, minha estreia). Ela foi embora, eu fiquei sozinha de novo, e uma jovem mulher linda entrou pra me cumprimentar (ela se chamava Carolina, era loira, olhos azuis e alta, além de ter um corpo muito bem feito). Conversei com ela, ela me contou sobre as outras garotas. Ela era a mais velha, tinha 19 anos e estava por conta própria sob contrato de um ano (basicamente, quando eu fizesse 18, o contrato com meus pais se encerra, mas eu podia escolher um contrato de um ano onde o dinheiro fica pra mim). daria pra mim, não pros meus pais) ela me contou coisas que o caderno não dizia, entre elas cuidar da minha boca porque as paredes tinham microfone e o telefone era escutado 24 horas por dia, além de um quarto de castigo que ela disse que eu não ia gostar nada de ir pra lá. depois ela me levou pra me apresentar pras outras meninas, éramos 12 no total, mas a Carolina e outra garota estavam por conta própria. não foi grande coisa, algumas nem falaram comigo e outras só me cumprimentaram e pronto. depois a Carolina foi me preparando, eu contei que era inocente e ela ficou preocupada comigo e me acalmou. eu, verdade seja dita, tava muito mal ><. a Carolina me contou como era o homem e eu fiquei preocupada, e aí meu medo aumentou. por sorte ela me acompanhou, me ajudou a me acalmar e também me levou até ele. ela me vestiu, me penteou e me maquiou (colocou uma saia daquelas de anime colegial, uma regata justa da Hello Kitty e nada mais, nada de roupa íntima nem sapatos). fomos juntas até o quarto onde entramos juntas, o homem apareceu só com uma toalha (velho, cabelo grisalho e barba, tinha o corpo atlético e tatuagens de animais). ele nos viu e nos recebeu com um beijo na boca das duas ><, abraçou nós duas e apalpou nossas bundas, e depois acompanhou a Carolina até a porta (a Carolina usava um vestido ousado, daqueles de ir pra balada, prateado, um cabelo lindo e muito bem maquiada, não usava sapatos nem roupa íntima). eu tava paralisada de nervoso e medo, enquanto via o velho apertando e dando tapas na bunda da Carolina, depois encostou ela na porta, levantou a saia dela e eu pude ver tudo da Carolina, ela não tinha calcinha por baixo, e tinha um plug anal dourado (na época eu não sabia o que era). ele apalpou ela, enfiou os dedos na buceta dela e eu vendo tudo na primeira fila. ele deixou ela assim por um tempo e depois deixou ela sair, e o velho me disse: "finalmente sozinha, pequena". eu só respondi com a cabeça e um sorriso leve (tava muito nervosa e com medo, não sabia o que me esperava). ele me fez perguntas se eu tava bem, se tinha comido e se tinha Tomado banho, eu continuei balançando a cabeça e sorrindo levemente. Ele disse: "Calma, pequena, você está em boas mãos, cuido de todas igual." Eu respondi de novo com a cabeça e não pude evitar olhar o que me esperava (de nervoso, quase não levantava a cabeça e, olhando pra baixo, pude ver aparecendo a rola mais longa, grossa, branca do mundo, aquela coisa media 30 cm e tinha uma largura máxima de 9 cm, sei porque ele mesmo me disse >< e é óbvio que aquilo não era natural e parecia uma bola de futebol americano). Eu fiquei paralisada e, ao mesmo tempo, meu coração estava a mil por hora. Ele percebeu e disse: "Calma, bby, com o tempo você se acostuma." Em seguida, me beijou, enfiou a língua, me levantou no estilo princesa e me levou pra cama, que era gigantesca, igual à rola dele (nunca soube o tamanho). Já na cama, começou a me tocar. Ele não teve dó nenhuma, apertou meus peitos, sacudiu eles, fez o mesmo com minha bunda e bateu bem forte >< (ele tinha a mão pesada e grande, cobria toda minha raba com a mão). Ele não falava muito espanhol, mas eu entendia inglês perfeitamente (sabia xingamentos em inglês, mas em espanhol não). Desde que começou a me tocar, ele me chamou de tudo: slut, ninfomaníaca, foxy, etc. Eu, quietinha e assustada, só fiquei parada, respondia que sim, mas a vontade de chorar me venceu em um ponto. Enquanto ele tocava minha buceta e meu cu, enfiou os dedos e eu vi ele aproveitando o que estava fazendo comigo. E acho que me ver triste, com lágrimas nos olhos, gostou, porque quando olhei pro lado, ele pegou minha cabeça e me fez olhar de novo (eu estava de barriga pra cima e ainda de roupa). Os dedos enrugados dele tiraram minha virgindade (quando ele enfiou, senti uma dor aguda). Ele chegou a enfiar 2, e só me xingava e segurava minha cabeça pra eu olhar na cara dele. Ele ria, me dizia coisas horríveis (o que sua namorada gosta de ouvir quando tá sendo comida :p). Depois de um tempo, ele tirou os dedos da minha buceta e limpou na minha camiseta (estavam com sangue). Depois, me mandou tirar toda a roupa e tomar uns comprimidos que tinham ali. (tem anticoncepcionais e um estimulante afrodisíaco) eu obedeci o que ele mandou e ele pega um pote prateado com lubrificante (nunca soube o que tem, mas quando usava com a gente, nossa buceta ardia em chamas, no sentido sexual) ele passa uma boa quantidade de lubrificante na mão e me manda: "vira e abaixa"; eu obedeci e, vendo minhas mãos apoiadas na cama, ele enfiou os dedos de novo com lubrificante. No começo, me deu nojo, mas depois de alguns segundos comecei a me sentir estranha (tinha um efeito anestesiante, mas sentíamos algo por dentro). Ele enfiou os dedos por um bom tempo e colocou muito daquele lubrificante (era rosa e cheirava bem) e não era ruim, comecei a gostar, relaxei e até comecei a gemer. Foi aí que ele disse: "Bem, sua putinha, já fez efeito. Vem cá e chupa". Só de ouvir isso, meu corpo se jogou nele e eu meti a coisa dele na boca (não entrou nem metade, só a cabeça, e eu nem sabia o que tava fazendo, só enfiava e tirava a cabeça dele da minha boca sem abrir os olhos). Ele começou a falar um monte: "Isso, putinha, come ela, isso, isso, bem feito, sua vadiazinha, se sua mãe visse o que você tá fazendo, com certeza desmaiava, sua puta, isso, filha de uma puta, continua chupando" e mais coisas horríveis ><, mas eu não parei, continuei enfiando o pau dele na boca e lambendo a cabeça (fiquei sentada na cama o tempo todo). De repente, não sei por que, comecei a passar a língua no pau inteiro dele, da base até a cabeça, de baixo pra cima. Ele: "Isso, putinha, minha putinha, seu pai com certeza adoraria ver você fazendo isso! Era uma filha de uma puta, você gosta do meu pau grande, olha como você curte um pau aos seus 18-5, sua mãe também ficou de boca aberta quando viu o que a filha ia comer, porque sua mãe eu já tinha comido, sua puta" (eu não queria ouvir e até queria morder o pau desse cara ><, odiava ele). Ele continuou me insultando e, num momento, me puxa pelo cabelo, puxa forte e começa a bater no meu rosto com o pau dele, continuou me insultando e assim me fez chupar as bolas dele e começou a... Primeiro me masturbei com uma mão, depois com duas (fiquei ali um tempão). E entre insultos, ele me puxou forte pelo cabelo, me obrigou a abrir a boca e cuspiu todo o sêmen dele dentro (tinha um gosto horrível, e além disso ele foi muito bruto comigo). Enquanto me xingava, mandou eu engolir e continuar chupando ele (eu não aguentei mais, comecei a chorar com o pau dele na minha boca). Ele riu ao me ver chorando e só mandou eu ficar de quatro. Eu entendi o que ele queria, mas perguntei: "O que é isso?" enquanto chorava ><; ele: "Olha o monitor, minha pequena" (colocou um vídeo, e o que vi em seguida me deixou gelada). Na tela, vi um vídeo da Carolina e de outras garotas sendo praticamente massacradas por aquele cara. Ele não tinha pena de nenhuma, metia tudo inteiro e também no cu delas (vi o que me esperava e só queria morrer). Enquanto assistíamos o vídeo, ele ia falando nomes de posições, brinquedos sexuais, etc. Ele: "Pronto, agora fica de quatro, puta." Eu não disse nada, só obedeci. Já na posição, ele deu uns tapas na minha bunda, passou mais lubrificante e disse: "Isso vai te dar prazer, puta." Eu só olhava para minhas mãos e não queria olhar para outro lugar. De repente, sinto ele me penetrando. Ele foi colocando devagar, mas não se segurou: meteu e meteu e meteu até minha bunda encostar na barriga dele (não senti muita dor, mas aquela coisa dentro de mim era demais, sentia aquilo se mexendo). No começo, acho que ele sentiu pena de mim, ou me ver chorando amoleceu o coração dele, porque pelo menos foi suave. Ele me deixou assim por um bom tempo. Nesse meio tempo, comecei a me sentir estranha, minhas pernas começaram a tremer e senti uma coisa gostosa lá embaixo, além de sentir cada centímetro daquele pau dentro de mim. Ele continuou falando coisas horríveis, mas me excitou quando disse que eu era a mais linda das putas dele, que se dependesse dele ele casava comigo e tal. Mas o mais forte foi quando ele disse que não queria se cuidar comigo e que queria me engravidar >< (isso nunca aconteceu). Eu comecei a me sentir mais solta e comecei a gemer, a gritar, comecei a gostar. Mas a paixão durou pouco. Quando ele percebeu que eu estava gostando... Tava gozando, ele começou a meter mais forte e voltou com os insultos horríveis dele (me secou :p). Já não tava mais curtindo, o pau dele tava rasgando eu por dentro, tava ardendo, como se tivessem batido no meu estômago. Ele só continuou metendo e metendo, cada vez mais forte, o filho da puta não tinha mais pena de mim. Ele batia o corpo dele no meu com tanta força que até me mareei, mas onde eu me perdi de vez foi quando ele me fez olhar pra tela de novo pra ver como ele tava me comendo. Eu vi o que tava acontecendo comigo, vi o pau dele deformando meu estômago, sobressaindo depois do meu umbigo. Eu não queria olhar, mas ele tava me obrigando, e quando me recusei, ele deu uma estocada forte. Eu continuei me recusando a obedecer, e aí ele me virou, colocou meus pés na minha cabeça. Eu pedi piedade, implorei, até falei "amo, por favor, deixa eu descansar". Ele não me escutou e continuou me insultando e humilhando, e de repente me deu um tapa e disse: "Se eu te ordeno algo, você faz e ponto, sua puta. Entendeu, sua puta? Agora você me pertence, paguei por você!!!" Enquanto me comia, metendo e tirando o pau dele até quase sair da minha buceta e estocando forte; eu só repetia "sim, amo" com lágrimas a cada coisa que ele falava (na minha mente lembrei que meu pai não me obrigou a isso, mas era necessário pra minha família, por isso aceitei, mas já não queria mais estar ali ><). Ele me fodeu assim e eu via na tela como ele tava me comendo, até que num ponto ele pegou minhas pernas, colocou contra ele e me fodeu assim até soltar todo o sêmen dele dentro da minha buceta (me deu tanto nojo sentir aquilo dentro de mim e ao mesmo tempo vergonha ><). Ele, ainda segurando minhas pernas, se deixou cair de costas na cama e eu senti uma dor dilacerante por dentro. Por causa da dor, acompanhei o movimento e fiquei por cima dele (queria sair, mas não queria fazer nada que ele não mandasse e ao mesmo tempo não sabia se já tinha acabado). Depois de um tempo, ele me manda chupar o pau dele. Obediente, eu fiz. Fiquei chupando um bom tempo e enquanto fazia isso, pude sentir o gosto do lubrificante misturado com sangue e sêmen. Já ali começou a doer tudo embaixo, uma dor forte, mas Continuei chupando, fiz ele gozar até que ouvi a porta abrir e escutei a voz da Carolina e de outra garota (vieram limpar a bagunça). As duas estavam só de avental e lingerie (a outra garota eu não conhecia muito bem, só sabia que se chamava Erica, era magra, de pele morena e tinha tatuagens na coxa e na bunda). Elas começaram a limpar enquanto eu continuava chupando (senti vergonha e humilhação ><). Depois me limparam e ele me mandou pro meu quarto. Carolina me ajudou a levantar e ir até a porta. Custei a chegar no meu quarto, tava com muita dor e me sentindo fraca (custei a dormir aquela noite). Os dias foram passando e ele continuou me comendo sozinha (normalmente sempre éramos mais de 3 garotas atendendo o velho), mas onde eu sofri foi quando num único dia ele me comeu 6 vezes, começando bem cedo de manhã e terminando tarde da noite, com um 3 onde tive minha estreia anal, mas não com ele — ele ia me destruir 2 dias depois ><... E bom, foi assim que começou minha vida. A vida lá não era tão ruim, tínhamos muitas regalias, além de que ele nos levou todas pra uma escola particular só de garotas, onde consegui me formar toda quebrada, mas consegui. E depois dos meus 18, aceitei o contrato por um ano, onde com o dinheiro comprei minha casa e minhas coisas. Atualmente, tenho um relacionamento com meu primeiro e único namorado, e sim, contei tudo da minha vida pra ele, e ele me aceitou assim. Linda e forte história.
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