Velho me embebedou e comeu minha mulher

Olá, meu nome é Roberto, tenho 31 anos, sou casado com uma mulher gostosa chamada Karla, ela tem 33 anos, é baixinha, pele branca, muito sensual, umas pernas brancas e grossas e um par de melões bem suculentos, umas nádegas bem empinadas e gostosas, e uma buceta bem avantajada que fica uma delícia quando ela usa legging de lycra, dá pra ver tudo. Nossa vida sexual era boa, a gente transava bem gostoso e eu sempre comprava roupas sexy pra vestir ela e comer ela bem gostoso — bom, pelo menos era o que eu achava, que eu tava fazendo gostoso. Sempre tive a fantasia de ver minha amada sendo comida por outro pau, mas nunca comentei nada com medo dela ficar brava, já que ela é bem conservadora (pelo menos era o que eu pensava). O que aconteceu foi sem planejar e foi a coisa mais gostosa que já vivi na minha vida sexual.

Vou contar: um dia fomos numa festa de uma tal amiga da minha esposa, mas elas quase não se dão bem, não sei por que ela convidou. Tava tudo bombando, minha esposa tava com um vestido justo e bem curto, vermelho, mal tapava a bunda dela, e uns saltos plataforma bem altos. Ela tava linda e bem puta, a desgraçada. Todo mundo olhava descaradamente pra ela, mas especialmente um senhor de uns 55 anos, chuto eu, não tirava os olhos dela. Ele tava na mesa do lado. Quando fui ao banheiro e voltei, encontrei ele sentado do lado da minha esposa, com a desculpa de que tava muito sozinho na mesa dele. Ele perguntou se eu não me importava, eu disse que não tinha problema. Aí começamos a conversar, eu via ele olhando as pernas da minha esposa sem disfarçar. Ele chamou ela pra dançar, mas ela não quis.

Eram umas doze horas e já quase não tinha ninguém. Eu queria continuar bebendo e minha esposa já tava meio alta, então melhor falei pra ela irmos pra casa continuar bebendo e comentei que tinha uma roupa nova pra ela modelar pra mim. Falei também se podia convidar nosso novo amigo, que se chama Roque. Ela disse que sim, se eu quisesse, mas que aí não daria pra usar a roupa nova. Falei que tinha mais tempo pra isso. que lo invite e claro que aceito, fomos comprar duas garrafas de tequila e chegando começamos a beber como loucos, mas ele e eu, minha esposa nos deixou sozinhos um tempo e disse que ia ficar à vontade e tomar um banho porque estava toda suada. demorou uns vinte minutos pra voltar, tempo suficiente pra eu estar mais que bêbado. me surpreendi ao vê-la como estava vestida: uma licrinha azul celeste minúscula, sem calcinha, dava pra ver a buceta dela mais que deliciosa, marcava os dois lábios e a rachadura cheia de pano. tinha uma blusa bem justa e curta que deixava ver o tempo todo.

roque ficou tipo hipnotizado olhando a pussy da minha karlita, eu tava tão bebado que não ligava, sabia que minha esposa me respeitava e além disso aquele velho não era nada atraente. roque agiu rápido, com vantagem, mandou a gente beber direto da garrafa até o fundo, primeiro eu, depois minha esposa e ele, mas claro que ele já sabia beber, a gente ficou bêbado muito rápido. quando já eram duas da madrugada, quase não conseguia ficar de pé, minha esposa só ria de tudo e roque ficava zoando ela e fazendo piadas. roque foi ao banheiro e quando voltou notei que tava com uma ereção enorme, dava pra ver o volume bem grande, e como ele tava sentado na nossa frente, ficava de frente pra minha esposa, que viu e acho que gostou porque olhava sem vergonha. fui ao banheiro e enquanto mijava encontrei uma cueca bem velha pendurada, era a cueca daquele velho degenerado, ele tinha tirado pra mostrar a cock. quando voltei, ele chamou minha esposa pra dançar e ela me pediu permissão, eu disse que sim, claro. o velho puxou ela sem perder tempo, agarrou na cintura e colou no corpo dele, deixando ela sentir o membro na minha mulher bem na minha frente, sem eu fazer nada. minha esposa nem se mexeu um centímetro. depois ele continuou dando bebida até acabar a segunda garrafa. só lembro que me levaram pra cama, os dois juntos, e a fita apagou de repente. Acordei já eram três horas, dormi uns 20 minutos. Virei pra sala, tava tudo silencioso, com a luz acesa. O velho tava sentado no sofá. Depois ouvi o barulho de uns chinelos vindo do outro quarto e, que surpresa, era minha esposa que tava vestida com a roupa que eu tinha comprado pra ela. Ela usava uma cinta-liga e umas meias azul-rei que contrastavam com a pele branca dela, e uns saltos bem altos. Tava espetacular, dava pra ver toda a buceta dela, raspada e branquinha, e os peitos redondos dela estavam de fora. Pensei em levantar e expulsar aquele cara da minha casa, mas mal conseguia ficar de pé. Enquanto pensava no que fazer, o cara levantou do sofá e começou a beijar minha mulher e a passar a mão nela toda. Beijava o pescoço dela, tocava a buceta dela, mordia os peitos dela, dizia: "Você tá uma gostosa hoje, vai ser minha puta essa noite", e minha esposa respondia que sim.

Então, Roque deitou minha esposa no sofá e começou a chupar a buceta gostosa dela, comia com desespero, como se tivesse possuído. Minha esposa pedia pra ele meter logo, mas ele não ligava, disse com autoridade: "Eu sei como vou te foder, e você vai fazer tudo que eu mandar, entendeu?" "Tá bom, seu Roque, vou fazer o que o senhor pedir." Então, seu Roque mandou minha esposa: "Vai deitar do lado do seu marido e me espera." Assim ela fez, minha mulherzinha apagou a luz da sala e se meteu na cama comigo. Deitou, dava pra sentir a respiração dela bem ofegante enquanto ela acariciava a vulva dela, que tava toda babada pela saliva daquele filho da puta. Meu pau tava prestes a explodir, mas tava coberto, então não dava pra ver. Passaram uns cinco minutos, e aí entra seu Roque, completamente pelado e com o pau bem duro. Media uns 23 cm de comprimento, era grosso, quase o dobro do meu, cheio de veias e com a cabeça brilhante. Sentou minha esposa na beira da cama e começou a comer ela de boca. Meteu sem piedade até fazer ela vomitar jatos de saliva e arrancar lágrimas dos olhinhos dela. E como ela tava cheia de tesão... Correu tudo no rosto dela, ela ficou espetacular. Eu nunca tinha feito aquilo com ela, só tinha visto nos vídeos pornô. Depois, ela sozinha engolia aquela pica até chorar de prazer, enquanto Dom Roque humilhava ela e também a mim. Ele dizia: "Você é uma putinha do caralho, tenho que vir te comer já que seu maridinho não sabe fazer direito. Chupa essa pica, isso sim é pica, porra, não essas merdinhas."

Essas palavras me fizeram gozar sem nem me tocar. Jorrei uma porrada de porra, mas continuei duro o tempo todo. Depois, ele deitou ela na cama, deixando os quadris dela na beirada e a cabeça e parte das costas sobre o meu abdômen. O velho se posicionou na beira da cama e apontou aquele rolo de carne na entrada da buceta da minha amada esposa. Enterrou devagar. Ela gemeu ao sentir aquela pica enorme lá dentro. Depois, ele começou a bombar com mais força. Minha Karlita gemia mais gostosa a cada estocada. "Ai, que pica enorme que o Dom Roque tem", e continuava gemendo. Dom Roque começou a foder ela com movimentos selvagens e rápidos. Eu não podia acreditar que aquele velho se movia melhor que eu na cama e que comia minha esposa de um jeito mais gostoso. A cama rangia e meu corpo se mexia junto com as penetradas que ele dava na minha mulher. Dava pra ouvir o entra e sai, um estalo que saía da entrepernas da minha Karla. Ela estava completamente encharcada, cheia de fluidos vaginais. Depois de quase uma hora penetrando ela e tirando pelo menos três ou quatro orgasmos da minha esposa, e deixando ela banhada de porra — já que esse filho da puta tinha gozado três vezes em cima da minha agora esposa puta —, ele tirou a pica e encheu a cara dela de leite. Jorrava porra em jatos. Eu fiquei impressionado. Deixou ela toda besuntada, minha pobrezinha esposa.

Depois, sem dizer nada, ele se levantou e foi embora. Ouvi a porta. Eram quase 4 da manhã. Minha esposa ficou apagada ali, deitada em cima de mim, e eu todo melado da minha própria porra. Deitei ela do meu lado, coloquei o travesseiro dela e fiquei olhando. Ela estava toda desmontada, cheia de suor no corpo todo, a cara cheia de porra escorrida, a barriga e as meias cheias de porra. Buceta cheia de fluidos e até um pouco de xixi, eu tava tão excitado que comecei a beijar ela do jeito que tava, foda-se se tinha gozo na bochecha ou nos lábios dela. Abri as pernas dela e comecei a meter, ela nem acordou, continuou dormindo. Eu gozei e dormi também.

No outro dia, acordei umas 10 da manhã, ela já tava acordada, lavando roupa e bem banhada. Perguntei o que tinha rolado na noite anterior, ela disse que o Dom Roque foi embora assim que me colocaram no quarto e que ela dormiu junto comigo. Perguntei se ela tinha visto o presentinho que deixei, ela disse que tava maneiro, mas como tava íntimo, tinha que lavar porque podia ter alguma coisa estranha. Disse que naquela noite ia usar pra mim, que era só meu. Enfim.

Não sei como aquele velho fez ela cair, não sei como minha esposa deu a buceta, mas foi delicioso. Tentei localizar o velho, mas não consegui ainda, assim que achar, vou convidar ele de novo pra casa. Eu tenho comido a Karla desde aquele dia, mas não consegui fazer ela gemer nem deixar ela destruída igual o Dom Roque fez. Na real, percebi que às vezes a gente transa e depois ela fica se acariciando a bucetinha, acho que sente falta dos 23 cm de pica dele. Espero que logo eu possa dar isso pra ela, pra ela aproveitar e eu também.

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