No aniversário, minha esposa e eu comemos minha irmã

Depois de conviver comendo e bebendo muito álcool, a festa acabou ficando só nós. Apenas minha mulher, minha irmã, meu pai e eu...
Continuamos bebendo os quatro, conversando animadamente na sala. Ana, minha mulher, sentada junto ao meu pai, e minha irmã Zoe e eu em outro sofá. Ouvíamos anedotas, histórias e relatos bem picantes, já que estávamos totalmente à vontade por estarmos bêbados. Meu pai comentou que, sendo uma conversa de bêbados, valia falar de tudo e depois deveríamos esquecer o que foi dito. Ana perguntou: "E o senhor teve aventuras fora do casamento?" Ele falou de uma em particular que teve no começo do seu casamento.

Minha irmã e eu não questionamos. Minha irmã falou da sua separação por ter encontrado o parceiro na cama com outra mulher. Ana comentou que vários colegas de trabalho queriam comer ela. E eu falei do meu voyeurismo desde criança. Continuamos bebendo e a conversa já era em pares: meu pai com Ana, e minha irmã comigo. Ana já brincava com o cabelo do meu pai com uma mão, e ele explorava com o olhar todo o corpo dela, deixando cair uma das mãos sobre uma coxa semi-descoberta dela. Enquanto isso, eu estava abraçando minha irmã, que me dizia o quanto me amava desde que era criança. Ao ver nosso pai acariciando Ana, minha irmã quis se levantar para separá-los, porque Ana já tinha levado a cabeça do meu pai ao seu peito. Eu a detive, apertando-a contra meu corpo, dizendo: "Deixa eles, estão felizes assim."

Não os interrompemos e comecei a acariciar Zoe, dizendo: "Espero que não se incomode com minhas carícias." Ela respondeu: "Nada, você sabe que te amo muito e permito tudo. Mas seria melhor se estivéssemos sozinhos." Ela apoiou a cabeça no meu ombro, fechando os olhos. Meu pai disse a Ana: "Já te levo pro quarto?" Ela assentiu com a cabeça. Eles foram embora enquanto eu já acariciava as pernas de Zoe, beijando seu pescoço. Ela se estremecia e, levantando a cabeça, buscou meus lábios. Nos beijamos ardentemente, brincando com nossas línguas, enquanto eu apertava uma de suas... peitos, e ela suspirava e pedia para não parar. Depois de ficarmos nos tocando por um bom tempo, ela perguntou: "Já terão dormido meu pai e sua mãe?" Só respondi: "Vamos ver". Zoe me acompanhou e espiámos os três quartos, vendo em um deles meu pai e Ana já metendo de cachorrinho, totalmente pelados. Disse a Zoe: "Vem, vamos para outro quarto, não acho que eles vão parar por pelo menos umas boas horas".

Ao entrar no quarto, fiquei atrás de Zoe, encostando meu pau nas suas nádegas e beijando todo o seu pescoço. Ela se virou e nos beijamos na boca desesperadamente. Depois nos despimos e nos jogamos na cama, onde beijei seu pescoço, virando-a para beijar todo o seu corpo, incluindo as nádegas. Coloquei-a de barriga para cima novamente e massageei, beijei e chupei seus peitos, mordendo suavemente os mamilos várias vezes. Depois desci até sua buceta, lambendo seus lábios vaginais e o clitóris, enfiando a língua na vagina repetidamente, fazendo com que ela mexesse os quadris. Ela levantou as pernas sobre meus ombros, arqueando o corpo e enterrando minha cabeça entre suas pernas. Em poucos minutos, ela atingiu o orgasmo, soltando um gritinho abafado.

Ela pediu: "Agora mete, me come", ao que respondi: "Não, antes me dá um boquete gostoso". Ela obedeceu, lambendo primeiro todo o pau, depois chupando com gosto, sugando e lambendo a cabecinha de forma circular, uma e outra vez, até que parei para dizer: "Agora sim, minha putinha, abre as pernas porque vou enfiar tudo". Ela só disse: "Sim, me dá tudo, papi, e sempre serei sua putinha".

Peguei suas pernas abertas, colocando-as sobre meus ombros, e a enfiei até o fundo. Me mexi devagar, e em poucos minutos ela gemeu e disse: "Não tira, vai, vai". Depois de 10 minutos, acelerei o ritmo e fui fazendo movimentos circulares, arrancando gritos de prazer dela. Minutos depois, avisei: "Vou gozar dentro de você" e fiz isso.

Depois de me recuperar, disse: "Vira de costas e levanta a bunda, que vou acabar com ela". Ela respondeu: "Não, por aí não, nunca fiz isso". por ali, mas ele fez, eu falei, vou fazer com cuidado e você vai ver que vai gostar. Lambi o cu dela e coloquei a cabecinha, empurrando devagar, entrando um pouquinho, ela gritou dizendo, para, tá doendo, empurrei mais e aos poucos entrei com a rola toda, voltei a mexer suavemente e ela só fazia força, mas minutos depois começou a gemer pedindo pra fazer mais rápido, acelerei meus movimentos por mais de 5min até ela ter outro orgasmo, mas eu continuei bombando aquele bumbum até ela ter mais um orgasmo, era um prazer sentir o atrito da minha rola nas paredes daquele bumbum até que não aguentei mais e joguei tudo dentro dela.

Dormimos a noite toda juntos, assim como meu pai com minha mulher, de manhã nos reunimos na cozinha perguntando, como foi a noite de vocês, Ana e Zoe sorriram e disseram em uníssono, muito bem, Ana acrescentou, mas acho que dormi em má posição porque estou toda dolorida, rimos, e Zoe disse, olha cunhada, me convida mais vezes pra outro chupão bom.

1 comentários - No aniversário, minha esposa e eu comemos minha irmã

Relato corto y conciso sin tanto rollo y al grano... Me gustó ahí te van +10