Memórias de Minhas Putas Tristes 1 - Crônicas de Caminhone

Memórias de Minhas Putas Tristes 1 - Crônicas de CaminhoneÉ que a Mariana Robles sempre sorria pra mim no escritório, era casada, mas mesmo assim transei com ela várias vezes em diferentes motéis da Cidade do México.fotos caseirasEra dessas mulheres que sempre dão explicação sem ninguém pedir e justificava a putaria dela me dizendo: "é que já tô muito mal com meu marido". E sim, o Ernesto, marido dela, era um inútil, um parasita que ela sustentava, porque, mesmo sendo muito piranha, a Marianita Robles era boa pra caralho em fazer dinheiro, e o infeliz anão parasita do marido dela se aproveitava disso. Fim de papo, não tava nem aí pra vida íntima dela com aquele corno miserável, contanto que ela fosse pro motel comigo.cornudoFizemos em todo lugar, no escritório, no motel, no meu carro, mas vocês sabem, típica cristã caretona que depois de ter uns orgasmos daqueles sempre acabava se sentindo culpada.muito gostosaE assim passamos muitas noites, tardes e manhãs juntos, às vezes só brincávamos na cama e ela começava a se excitar. Imagino que o Ernesto, o marido dela, ou era um precoce ou tinha um pau pequeno, porque a Marianita, ao sentir meu membro, parecia enlouquecer. Ela até tirou a camisinha naquela primeira vez que sentiu meu pau duro. Ainda lembro daquela vez num motel perto do metrô Politécnico da linha amarela. Naquele lugar, a Marianita dava umas sentadas do caralho no meu pau enquanto o corno ligava pro celular dela — umas 30 chamadas perdidas, contamos eu e ela. O cara sabia que ela tava sendo infiel. Enfim, pobre infeliz, aposto que quando a Mariana chegou, beijou ele com a mesma boca e língua que minutos antes tinha chupado meu pau. Pobre otário, me dava tanta pena. E ela, bom, ela era só mais uma puta hipócrita. Crônicas de caminhoneiro. Instagram: @castillos.truking. Comenta! Me segue.

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