Frambu y su cóctel de vida XXII

Meu pai me entregou um presente muito especial na frente dos meus avós, minhas tias, minha irmã, minha mãe e do meu namorado Eze. Finalmente chegava a noite esperada e com algo mais... Ao voltar do banheiro, deitamos abraçados e eu estava apoiada no peito dele. A gente dormiu. No dia seguinte era meu aniversário, tava feliz porque passaria com meu namorado, meus pais, minha irmã, meus três avós e minhas tias. Ao acordar, vi a hora no meu celular e tinha várias mensagens das minhas amigas, alguns contatos em comum das minhas amigas, colegas de hóquei e do instituto de inglês. Li tudo por cima e me abracei no Ezequiel, e ele me acariciou devagar.

Eze: - Bom dia, gostosa...
Eu: - Finalmente chegou o grande dia...
Eze: - O dia de quê..?? - eu olhei pra ele meio estranhando - já sei, meu amor... feliz aniversário, minha linda - me deu um beijo na boca enquanto acariciava minha cabeça.
Eu: - Ah, pensei que você tinha esquecido...
Eze: - Pelo amor de Deus, não... como vou esquecer, meu amor!! Tenho algo especial pra você, meu bem...
Eu: - Ah é? O que é?? - ele se levantou e pegou algo da mala dele, era um pacote grande.
Eze: - É que pedi pra minha mãe me ajudar a escolher algo pra você, mas ela também mandou algo da parte dela, do meu pai e dos meus irmãos...
Eu: - Ah, não precisava... - abri e tinha um conjunto de lingerie, mais um pareo de praia - uauuuu... é lindo demais.
Eze: - Gostou? O conjunto ela me ajudou a escolher, mas quando você ficou comigo, eu olhei seu tamanho de roupa e memorizei, por isso consegui comprar pra você.
Eu: - Que detalhista! Muito obrigada... obrigada mesmo...
Eze: - Te amo, minha linda. Feliz 18 aninhos, minha gata...
Eu: - Aninhos? Me faz sentir uma neném bem pequenininha... - ri.
Eze: - É pra te fazer rir, minha linda... além disso, gosto quando você fala assim no diminutivo, soa lindo na sua boca e ao ouvir sua voz...
Eu: - Obrigada, meu amor... você é um amor comigo... - ouve-se batendo na porta.
Pai: - Bom dia... podemos entrar, minha princesinha?
Eze vestiu uma camiseta e um short. pijama e eu coloquei o camisolin, mas de tanto frenesi de sexo com meu namorado, minhas tetas e meu pescoço estavam marcados, e eu coloquei por cima um roupão cobrindo essas partes e abri a porta. Fui abrir e vi meus pais esperando com uma bandeja com o café da manhã e um mini bolo com um balão e um laço, e minha irmã do lado com o celular na mão pronta pra tirar fotos. Mamãe: - Feliz aniversário, meu amor... Papai: - Que vooocêee teeenhaaa feeeeliz... vamos... me ajudem a cantar - minha mãe, Eze e minha irmã acompanhavam meu pai - que você tenha feliz... que você tenha, Francesquita... que você tenha feliz... Feliz dezoito anos, meu docinho de açúcar... - meu pai me deu muitos beijos na testa. Eu: - Obrigada, papai... Papai: - Uauu... fazia tempo que você não me chamava assim, meu anjinho! Eu: - Vou te chamar mais vezes assim, papai - ele sorriu e deixou espaço pra minha mãe. Mamãe: - Feliz aniversário, meu amor, minha menina mais linda... parabéns. Eu: - Obrigada, mãe... - ela me deu muitos beijos nas bochechas e acariciou meu cabelo. Guille: - Feliz aniversário, esquisitinha... Eu: - Obrigada, bobinha... - ela me abraçou e deu um tapinha nas minhas costas. Papai: - Só por hoje, você pode tomar café aqui com o Eze... tenta não fazer muita bagunça senão vai ouvir aquela voz de sargento - meu pai imitou a voz da minha mãe - sujam tudo e não limpam! Mamãe: - Eu não falo isso nem falo assim, só digo pra não sujarem porque depois quem limpa sou eu. Guille: - Sou a escrava da casa - imitou a voz. Papai: - Sou uma empregada dessa manada de macacos - acrescentou imitando a voz da minha mãe. Eze, minha irmã e meu pai riram, eu só sorri porque via a cara séria da minha mãe. Ficamos no meu quarto com o Eze tomando café da manhã juntos. Depois de tudo, entre beijos, carinhos e abraços. Eu: - Olha isso... - abri a porta do meu guarda-roupa - o que você acha desse vestido? Eze: - É muito bonito, mas muito mais bonita é você, amor... - eu sorri pra ele - você é muito gostosa, muito linda... muito doce... muito minha... - ele se aproximou e a mão dele acariciou minha bochecha. Eu: - Mas... amor... não, agora não vamos poder fazer nada porque... - meu celular estava tocando - desculpa... preciso atender, é uma ligação das minhas amigas, é que li as mensagens delas e não respondi

Eze:
- Claro, meu amor... atende tranquila, eu enquanto isso vou levar isso pra sua mãe

Eu:
- Obrigada...
- atendendo o celular -
- Alô?

Ezequiel levou a bandeja pra cozinha

Nati:
- Moranguinho da minha vida, feliz aniversário, gataaa... o que você tava fazendo? Já te fizeram a festinha pessoal?? Já soprou a vela?
- as duas rimos

Eu:
- Oi, Naranji... obrigada... a gente tava tomando café da manhã com o Eze... não e não sobre a outra coisa... isso fica pra outro momento...
- ri

Nati:
- Me escuta... a gente tinha combinado com as meninas de se encontrar pra almoçar alguma coisa, comer algo leve... só nós... entendeu?

Eu:
- Tá bom... vou ver como falo pro meu amor que vou passar um tempo com vocês mais tarde

Nati:
- Vamos, morango, não se faz de sombra do Eze ou ao contrário... agora que terminamos o colégio e você já é maior de idade e cumpriu tudo que seus pais pediram, a gente tem que aproveitar e fazer aquilo que planejamos...

Eu:
- Sim, sim, lembro da viagem de compras pro Chile que a gente planejou...

Nati:
- Que inteligente a minha amiga... deixa eu ver que horas a gente se encontra e a gente se vê no restaurante, aquele bonito do centro

Eu:
- Beleza, então... obrigada... obrigada por ligar...

Nati:
- Te amo, irmã

Eu:
- Te amo, Naranji
- desliguei e vesti um vestido de algodão e uns sapatos baixos, arrumei um pouco o cabelo e saí. Fui até a cozinha e minha mãe estava agachada guardando na geladeira coisas que tinha comprado pra hoje e um pouco pro fim de semana
- Mãe... viu o Eze?

Mãe:
- Acho que tá com seu pai no escritório... parece que quando seu pai vê ele, monopoliza ele...
- as duas sorrimos. Fui até o escritório e meu pai estava conversando com o Ezequiel, a única coisa que consegui ouvir do meu pai:

Pai:
- Fica tranquilo, Eze querido... pode contar com todo meu apoio e se for decisão de vocês, eu concordo...
- abri a porta sem bater
- Oi, meu Coelhinho... tava tendo uma conversa com o querido Ezequiel Eze:
- Você tá bem, love?
Eu:
- Emm... sim sim, só que... preciso falar com você, love, e depois com você, pai...
Pai:
- Claro, coração...
Eze:
- Já vou, love...
- falando com meu pai - assim que eu me desocupar, a gente continua, Dom Martin
Pai:
- Claro, querido... fica tranquilo...
Levei Eze pela mão até meu quarto
Eze:
- O que foi, meu love...?
Eu:
- Queria te contar uma coisa, que eu devia fazer com minhas amigas, mas agora tô na dúvida... mas antes de tudo... do que vocês tavam falando com meu pai? Tavam falando do nosso relacionamento, tipo você e eu?
Eze:
- Não, não, meu love... a gente tava falando da empresa, dos negócios, meu love... sabe que seu pai é muito conversador e confia em mim pra tudo, e ele tava me contando sobre o funcionamento da empresa dele, enfim... coisas do trabalho, love.
Eu:
- Ahhh, pensei que... - meu celular tocou e eu não reconheci o número, aí desliguei
Eze:
- O que foi? Quem era?
Eu:
- É que não sei... mas tava te falando que pensei que vocês tavam falando da gente e talvez você tava contando pra ele da sua proposta de a gente se juntar e meu pai tava super de acordo e queria te convencer que é uma boa ideia e... - meu celular tocou de novo, era o mesmo número da outra vez, desliguei de novo
Eze:
- Não, não, love... fica tranquila, ok? Você e eu já conversamos sobre isso e eu já entendi sua decisão, love... - ele acariciou minha bochecha e me olhou fixo - te amo, minha gostosa...
Ele passou a mão pelos meus ombros e me abraçou, me prendendo entre os braços dele, e foi me beijando devagar pelo pescoço, e eu gemendo sem parar. Ele despiu meu vestido, deixou uma alça caída pra ver meus peitos que estavam durinhos, e eu ainda tava com o celular na mão. Ele me segurou e me encostou na parede, enquanto passava a mão na minha calcinha encharcada e enfiava um dedo pela lateral, continuando grudado nos meus peitos, e eu gemia mais alto. O celular tocou de novo, e em vez de desligar, eu atendi. Quando vi que tinha respondido, falei com a voz entrecortada:
Eu:
- mmmm... alô??.. Uuuyyyyy.. aggghhhh...
Blas:
- Oi Frambu... Do outro lado, quando ouvi a voz, percebi que era o Blas. Eze, sei lá se por causa do tesão, nem notou a ligação, e eu também não pedi pra ele parar. Feliz aniversário, gostosa... só queria te cumprimentar e desejar que você se divirta muito... embora eu perceba que estão te dando um belo presente de aniversário... você tá falando comigo enquanto seu namorado te fode? Te excita a situação de me deixar louco e querer que eu bata uma pra você, ouvindo seus gemidos e aquele infeliz te fodendo? Ah, Frambu... pelo amor de Deus... adoraria que você visse como meu pau tá, todo duro só de ouvir você gemendo igual uma putinha que adora uma rola... Eze se aproximou da minha boca e me beijou enquanto eu afastava um pouco o celular da orelha pra responder aos beijos dele, e deixei o celular de lado na mesa do computador, ainda em ligação, enquanto Eze me virava e me levava pra minha cama. Ele me deitou na cama e me masturbou com os dedos, me fazendo morder o travesseiro pra abafar meus gritos de prazer. Ele me masturbou tão gostoso que, quando gozei, tentei me sentar e arrumar minha roupa. Eu: - Love... tava te falando que vou me encontrar com minhas amigas pra comer alguma coisa... Eze: - Acho uma boa ideia, todas vão com os namorados? Eu: - Não, não é que vai ser uma saída só de garotas e... não quero que você fique bravo ou chateado, mas vou almoçar com elas... e se você quiser, à tarde a gente sai junto, tá? Eze: - Tá bem, love... não se preocupa. Eu vou ficar aqui com seu pai, trabalhando... se diverte. Eu: - Obrigada... love. Você é único! Dei um beijo nele e terminei de me arrumar pra sair, e nisso cruzei com meu pai. Pai: - Que linda você tá, coelhinha! Eu: - Obrigada... é... vou sair pra comer com minhas amigas e, como é uma saída de garotas, o Eze vai ficar aqui com vocês... tá bom? Pai: - Se ele concordar, não tenho problema, muito menos sua mãe... Eu: - Te amo, pai... Pai: - Antes de você ir, do que queria falar comigo, coelhinha? Eu: - Nada, nada... já perguntei pro meu namorado sobre isso. Papai: - Se comportem bem, você e suas amigas... Eu sorri e saí com meu carro. Quando cheguei na casa da Emma, ela e a Ingrid já estavam lá, a gente ia se encontrar todas no restaurante do centro. Chegamos no restaurante e, ao entrar, procuramos uma mesa pra nós seis e conseguimos uma perto da janela que dava pra esquina. Todas sentamos e eu coloquei meu celular de lado. Ingrid: - Por que você tá colocando o celular na mesa, Fran? Eu: - Pra caso alguém me ligue pra dar um salve ou eu receba alguma mensagem... Emma: - Pra mim, a Fran tá sendo vigiada de longe pelo rebelde... Rosario: - Mas e aí, a gente já terminou tudo. Devíamos fazer isso há muito tempo... se juntar pra almoçar. Eu: - Sim, sim... mas tô preocupada com... Jazmin: - O que aconteceu? O Ezequiel ficou bravo porque você saiu com a gente? Eu: - Não, não, tá tudo bem... só que hoje, quando eu tava em casa com o Eze, recebi uma ligação que acho que era do Blas. Emma: - Sério? E o que ele disse? Eu: - É que eu tava bem na hora me beijando com o Eze quando ele ligou, em vez de desligar, atendi e, quando percebi, coloquei no ouvido e ele me cumprimentou pelo meu aniversário e disse que... que sortudo é meu namorado por estar me dando um momento de sexo... Nati: - Pera... pera... Você atendeu seu ex enquanto tava transando com o Eze??? - E eu assenti com a cabeça, toda corada - ah, mas que gostosa você é... - ela caiu na risada. Todas as outras também riram. Eu: - Preciso ir no banheiro, mais alguém quer ir ou quer me acompanhar? Todas: - Não... Eu: - Ah, beleza... Valeu. Já volto. Perguntei pro garçom onde era o banheiro, segui as instruções e esperei num canto, enquanto pensava no que tinha rolado: "Não podia ter acontecido aquela ligação com o Blas, não entendo por que atendi... por que deixei ele ouvir a gente transando com o Ezequiel... não podia ser mais idiota..." Tava imersa nos meus pensamentos quando levei um susto ao sentir alguém me tocar por trás e, quando me virei, minha cara ficou pálida ao ver o Blas. Blas: - Oi, minha linda Fran... Eu: Ô... oi... oi Blas
Blas:
- Feliz aniversário...
Eu:
- Ah... obrigada...
- Ele chegou mais perto de mim, querendo me dar um beijo
- Não, não... obrigada pelo seu parabéns, mas prefiro só de palavra

Blas:
- Olha, Frambu... a gente nunca teve aquela conversa pendente sobre por que nos separamos, por que você não quis mais ficar comigo... e acho que chegou a hora de a gente conversar, nós dois...

Eu:
- Agora não, nesse momento nem hoje, não... outro dia a gente conversa... te prometo

Blas:
- Tá bom... e... pena não ter sabido que ia te ver, senão trazia um presente pra você...

Eu:
- Não, Blas... não precisa... sério... obrigada

Blas:
- Bom... você veio com seus pais almoçar?

Eu:
- Não, não... tô com minhas amigas

Blas:
- E seu rebelde? Deixou ele na mão?

Eu:
- Não é da sua conta onde ou com quem ele está...

Blas:
- Não fica brava, linda... achei que ele tava aqui com você

Eu:
- Obrigada pelo parabéns, mas eu vim no banheiro e já tô demorando demais...

Blas:
- Ok... se diverte

Eu:
- Obrigada...

Fui até o banheiro e tava com uma cara muito pálida

CONTINUA... Faltam dois capítulos pro final.

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