Apesar dos meus recentes 22 anos, tenho muita experiência sexual e espero não entediar vocês e que continuem me apoiando porque tudo é real. Como dizia minha vó, puta nasce, mas se aperfeiçoa, e é isso que tento alcançar porque o sexo é parte fundamental da minha vida. Como já contei antes, Germán, o amigo do papai, é meu sugar daddy há um tempo. O Germán foi picado pelo bichinho do sado.Uma tarde transando no hotel, ele me contou que tinha um amigo que praticava e que toda vez que ele relatava uma das aventuras, ficava muito excitado. Me perguntou se eu experimentaria e, lógico, disse que sim. "Que puta linda você é, gata", ele disse e me comeu sem parar. No outro encontro no hotel, ele me trouxe de presente o conjuntinho que mostro na foto e aí percebi que a coisa era séria. Como nenhum dos dois nunca tinha feito isso, nunca soubemos como criar o clima.
Passaram-se meses e ele nunca mais tocou no assunto, então o conjuntinho ficou na minha mesa de cabeceira. Uma terça-feira, ele me ligou para contar que a esposa viajaria para Córdoba por questões de negócios da família e que tínhamos o fim de semana todo para nós, e ele queria realizar a fantasia de me comer na própria cama dele.
A esposa viajou na sexta à tarde até segunda, e na mesma sexta me instalei no apartamento dele. Ele pediu que levasse o conjunto que tinha me dado de presente. Realizei o sonho dele de me comer na cama dele, transando a noite toda. Amanheci de conchinha com meu macho na cama onde ele dormia com a mulher.
Depois de tomar mate como café da manhã, o Germán saiu para resolver uns compromissos. Me senti dona do apartamento, a mulher da casa. Ele voltou por volta das 4 da tarde e maratonamos uma série abraçadinhos na sala. Por volta das 20h, o celular dele tocou e imaginei que fosse a esposa, mas ouvi ele responder baixinho. "Já volto, meu amor", ele disse e desceu.
Ao voltar, atrás dele entrou um veterano alguns anos mais velho que o Germán, depois soube que tem 64 anos. Careca, cara bonachona, alto e magro. Ao entrar, o cara disse "holissss", o que achei simpático. O velho me olhou de cima a baixo, eu estava com um short de... Lino branco que sabia que deixava transparente minha calcinha vermelha e uma camiseta bem de ficar em casa. "Ela é a Agus", disse o German, dei um beijo na bochecha dela e disse "prazer".
"Que gostosa, mano", ele disse dando uma palmada no German.
Eu me sentia constrangida, não sabia que íamos ter visitas e minha cara deve ter denunciado, porque quando fui preparar café, o German me seguiu até a cozinha.
"Perdão, Agus, meu amor, não fique brava. Ele é o Pablo, meu amigo de quem te falei, o do Sado. Convidei ele pra ver se pode nos guiar pra realizá-lo."
Beijei ele e disse: "Você manda, papai".
Voltamos e nos soltamos como bons anfitriões. A conversa foi esquentando com o que o veio relatou e notei que o German estava de pau duro. De repente, o Pablo me perguntou: "E te interessa, bebê?" "Muito", eu disse. "Se seu macho tá decidido, poderia te dar uma sessão como teste. Você tem tudo que precisa: cara de putinha, boca de chupadora e uma bunda de loucura", disse sem se importar com o amigo. O German me olhou e disse: "Se aceitar, vai lá e coloca a roupinha de puta". Me levantei e o velho me deu um tapa na bunda e disse pro German: "Que pedaço de bunda a menina tem", o German sorriu lisonjeado.
Voltei vestida com o conjuntinho e o Pablo exclamou: "Filha da puta, que gostosa você tá". Me puxou pelo braço, me colocou de bruços nos joelhos dele e começou a me dar palmadas na bunda que iam aumentando de intensidade, cada vez mais fortes. "Toma, por putinha entregue e chupadora", ele me dizia enquanto me batia. Minha buceta ficou molhada como nunca. Ele passou um dedo e, mostrando meus fluidos pro German, disse: "Pronto, amigo, ela é super putinha, olha como ela gosta". Se levantou e me ordenou que o despisse. Deixei ele pelado e fiquei hipnotizada por suas bolas grandes, enrugadas e peludas. Seu pau era normal, mas estava duríssimo. Ele cuspiu na minha cara e disse: "Chupa bem ou te encho de tapas". Lambi seu cu, enfiei aquelas bolas enormes na boca e engoli o pau dele. "Deus, tão pequena e sabe tanto. Toma, por putinha", senti o tapa de mão aberta que fez meus óculos voarem. Gozei. Gritei meu orgasmo e me ganhei. uma sequência de tapa na cara. Você só para quando eu mandar, filha da puta, ele disse agarrando meu cabelo. Entendeu, vadia? Sim, amo. Rasteje e pegue os óculos da sua mãe. O German se masturbava cegamente. Rastejei até meus óculos e senti um chute no estômago. Vai, vadia, ele gritou. Coloquei os óculos e ele me puxou pelo cabelo, cuspindo nas lentes. Vou te foder, vadia, já que você tá tão no calor. Mas primeiro tenho que fazer uma coisa, me espera de buceta aberta no sofá. Pegou o cinto e disse: vira de bunda pra cima. Obedeci e as chicotadas começaram a cair na minha bunda e nos meus peitos. Aiii, vou gozar, gritei, e depois de uma chicotada forte na bunda, ele me deu permissão. Gozei gritando, olhei meus peitos todos marcados e imaginei minha bunda pela ardência e dor que sentia. Ele foi até onde estava o German e o amarrou com as mãos para trás, preso à cadeira. O German se deixou fazer. Ele me ordenou ir até o móvel e trazer uma garrafa de Chandon que tinha visto. O German jorrava porra do pau sem se tocar. Respirava ofegante e gemida. O velho se sentou numa cadeira frente a frente com o German e me ordenou: vem aqui, detonada, monta no meu pau com essa bunda descomunal que você tem, olhando pro seu macho nos olhos. Abri a bunda e fui enfiando o pau, dando um último sentão até as bolas. Olhava pro German que dizia: olha essa carinhaaa como ela goza quando você detona a bunda dela, Pablo. É uma fera essa vadia, a melhor bunda que comi, disse o velho degenerado. Monta, vadia do caralho, monta, e começou a torcer meus mamilos até machucar. Gozei com um gemido profundo. Ele pegou a garrafa e começou a enfiar o bico e o gargalo na minha buceta. Minha bunda estava cheia do pau dele e minha buceta, da garrafa. Me senti super usada, humilhada, e veio outra gozada. Como se nota que você é vadia, como você goza, ele disse, mas dessa vez me fodeu a boca. Olhei pro German e ele gozou pra caralho. Agora vou fazer seu cu apoiada na mesa. Não solta a garrafa, seu safado. Saí de cima do Pablo com a garrafa enfiada no meu cu. Pablo foi até onde o German estava e passou o pau na cara dele. German reclamou e deu um tapa que ecoou forte.
"Essa putinha merece que meu pau esteja molhado pra entrar nessa bunda linda... chupa." Nunca imaginei que um sugar daddy fosse chupar um pau com tanto gosto. Vendo ele chupar, gozei de novo com a garrafa enfiada na minha buceta. Pablo tirou da boca dele, me agarrou pelo cabelo e me deu vários tapas na cara até me fazer chorar.
O limite era não me machucar de verdade, mas marcas podiam. Ele me fez apoiar na mesa, empinando a bunda. Tirou a garrafa da minha buceta fazendo barulho de ventosa e logo a enfiou no meu cu. Doeu muito, mas não falei nada.
"Vai querer na buceta com camisinha, amor?" Ele perguntou dessa vez com doçura. "Por favor, sim, papi." Ele colocou a camisinha com cuidado e me enfiou o pau na buceta.
Pablo me comeu com ternura, ele precisava curtir a transa. Ele metia e enfiava a garrafa um pouco mais no meu cu, me dando um prazer que nunca tinha sentido. Beijando minhas costas, ele gozou na minha buceta.
Tirou a garrafa do meu cu com cuidado e me perguntou se eu queria gozo. Eu disse que sim, amor. Me sentou em cima da mesa e me deu a melhor chupada de buceta e cu que já tinham me dado. Fez eu ter meu primeiro orgasmo squirting da vida.
Me beijou, passando parte dos meus fluidos, e disse: "Você é linda, babe". Desatou o German agradecendo e deu por encerrada minha primeira sessão sadomasoquista.
Com o tempo, nos apaixonamos e hoje tenho dois sugar daddies que me comem de formas diferentes. Até a próxima.
6 comentários - Mi primera sesion sado (real amateur)