Mature inocente e gostosa

Olá, queridos amigos, como vocês estão? Espero e desejo que bem, eu por aqui voltando, com umas coisinhas lindas pra contar pra vocês, um pouco de putaria que tive a sorte de viver e sempre que passo por algo assim gosto de compartilhar. Sou meio paranóico, muitos amigos e conhecidos me falaram sobre o Poringa, sim! Foram muitos e eu sempre fico com aquela desconfiança de ser descoberto, por isso não posto fotos nem sobrenomes, só gosto de compartilhar o que vivi e fico mais feliz ainda com os comentários de vocês.

Bom, vou contar: quem acompanha meus relatos sabe mais ou menos o que eu faço. Isso aconteceu comigo há cerca de um mês. Faz um tempo que eu estava transportando uma Mãe e uma Nora, já tínhamos feito várias viagens e as ocasiões eram diferentes porque tinha dias que viajavam juntas e outros que iam separadas. A mãe tem 45 anos, mora no interior, pega um ônibus até um terminal onde eu tenho que buscá-la. Mulher normal, uma senhora muito educada, baixinha, nariz fino, bochechas bem vermelhas, cabelo liso bem preto, corpo normal, 1 filho. A Nora, mulher do filho dela, tem 18 anos, 2 filhos, um de quase três anos e outro de 7 meses, 1,60m, cara redonda, olhos claros, sardas, peitão amamentando e meio gostosa.

Hoje vou falar da Cele, e como é gostoso comer uma madura "inocente", por assim dizer…
Depois conto sobre a Martu… a Nora que também comeu uns paus…
Com a Cele já conversávamos com certa confiança. Uma vez fiz um comentário porque ela teve que trocar de calça pra poder entrar onde ia, ela ficou vermelha e deixou escapar uma risadinha que não conseguiu esconder. Daí em diante, eu, safado e boca suja, já tinha mudado o vocabulário pra brincar com ela.
A Cele está há 27 anos com o marido e hoje, infelizmente, estão passando por um momento complicado com o filho, isso vem dificultando a vida dela. Pra animar ela, sempre falo coisas lindas, quando viaja sozinha levo algum doce, falo que ela tá muito gostosa hoje, elogio ela. Se vejo que fez alguma mudança estética, etc., etc., ela já com um pouco mais de desenvoltura, elogia meu perfume e minha cavalheirice.
Era uma quinta-feira sob chuva torrencial, voltávamos de sair mais cedo já que o horário tinha sido cortado em uma hora por um motivo "x", a Cele estava meio caída, aquele assunto tinha pegado nela. Ao chegar, vou para a parte coberta do estacionamento em frente à rodoviária, estacionei de frente para a parede para poder olhar para a estrada e esperar o ônibus que ia demorar uma hora e pouco, e pensei em atravessar até uma padaria que tem ao lado da estrada para comprar algo para comer e passar o tempo. Voltei correndo porque a chuva tinha se intensificado e me enfiei nos primeiros bancos de trás, ela já tinha se mudado para trás para poder acomodar todas as suas coisas para o ônibus, ela dali podia pegar as coisas que estavam no bagageiro sem esforço. Quando entrei, ela procurava algo.
-PQP, estão na mochila..
-O que você procura, Cele?
-As chinelas... vim para cá arrumar as coisas e molhei os tênis, tem um poço d'água e nem me liguei de olhar antes de descer
-Nãoooo, deixa que eu ajudo
-Tranquilo
Ela se ajoelhou com a bunda para trás e se esticou a ponto de mostrar a barriguinha apoiada no encosto do banco, eu pensei comigo mesmo... (caralho, se eu te pegar assim, deixo teu cu soltando faísca).. de repente ela me olhou, parecia que tinha ouvido o que eu pensei, eu estava com um pedaço de sonho na boca e açúcar na ponta do nariz, ela me olhou e num tom de resmungo me disse...
-Olha lá...
-Hã?
-Se comporta... e riu...
Eu fiquei completamente sem reação, quando ela sentou soltou um "uff" e ficou de costas para a porta como se tivesse cansado tentando pegar a bolsa, quando tirou as chinelas eu sacudi as mãos tirando o excesso de açúcar para ajudá-la, peguei um dos pés dela e tirei o primeiro tênis, ela me olhou e sorriu, eu disse
-Que pezinho lindo e pequeno.... e ela corou de novo, mas me chamou a atenção que logo em seguida ela se Os olhos dela ficaram vidrados, então abracei ela porque entendia o momento que estávamos vivendo, e falei (vamos pra cima, temos que continuar sendo fortes). Quando nos separamos, ficamos de mãos dadas e decidi acariciar a bochecha dela pra limpar aquela lagriminha que escorreu. Ela colocou a mão dela sobre a minha e ficamos nos olhando fixo. Eu falei:
— Que gostosa você é… tomei coragem e beijei ela… e pra minha surpresa, ela respondeu o beijo também. Nos abraçamos, continuei beijando e acariciando ela. Quando nos soltamos de novo, a reação dela foi estranha: ela colocou a mão na testa, olhou pra baixo, me encarou de novo e falou:
— O que eu fiz?
— O que a gente fez?
E eu beijei ela de novo. No começo ela ficou meio dura, então dessa vez fui descendo pelo pescoço, orelhas, enfiando meus dedos no cabelo dela pela nuca, passando a mão nos peitos e na bunda dela… Ela relaxou os braços e só deixou eles apoiados nos meus ombros. A respiração dela era muito excitante. Parei de novo e olhei nos olhos dela, ela me encarou fixo, os olhos dela pareciam dizer que eu tinha o controle pra fazer o que quisesse. Toquei os peitos dela de novo, o quadril, a barriga e mandei a mão pra dentro da calça. Ela tava usando uma calça tipo pantalona, com elástico na cintura. Acariciei a pussy dela sem vergonha nenhuma e comecei a masturbar ela por cima da calcinha. Ela respirava cada vez mais forte e só deixava a boca quieta pra eu continuar beijando. Puxei a calcinha dela pro lado e com carinho fui enfiando meu dedo. Ela parou de me beijar, se afastou uns centímetros da minha boca, mas continuou de olhos fechados e a testa encostada na minha. Olhei as janelas e a caminhonete estava bem embaçada, então decidi continuar explorando as sensações dela. Depois de notar que a buceta dela estava molhada, fui tirando a mão devagar, acariciando até a barriga dela, fora da calça. Me afastei pra trás e, segurando os pezinhos dela, juntei as pernas dela e coloquei elas de lado no meu corpo. Coloquei meus dedos nas laterais do quadril dela, entre A carne dela e o tecido da calça, peguei o elástico da cintura, comecei a puxar pra baixo, trazendo ela pra mim. Ela deixou, não falou nada e apoiou as duas mãos no banco. Com um movimento leve, levantou o corpo pra separar a bunda do assento e deixar a calça deslizar. Deixei ela de calcinha, era de tecido fino, cor rosa quase salmão. Sentei no meio, abaixei meu short e cueca. Ela olhou pro meu pau e me encarou nos olhos, sem dizer uma palavra. Peguei ela pela cintura, abri as pernas dela pra uma passar pro outro lado do meu corpo e coloquei ela sentada em cima de mim. De novo, ela apoiou os braços nos meus ombros e perguntou nervosa:

— Não dá pra ver, né?
— Não, fica tranquila.

Levantei o moletom e o sutiã dela e deixei os peitos dela na altura do meu rosto. Os bicos eram estranhos, tipo cones rosados. Comecei a chupar os peitos dela todinhos, ela só olhava com as mãos nos meus ombros. Eu, com as minhas, ia passando a mão no corpo dela todinho, fazendo carinho. Ela já tinha soltado o peso dela em cima de mim, e a buceta dela, separada mas presa pela calcinha, descansava em cima do tronco do meu pau. Era uma sensação de tecido e pentelho gostosa demais. Quando parei de beijar ela, passei a mão entre as pernas dela e puxei a calcinha pro lado. Peguei meu pau com a mão direita e coloquei na entrada dela pra começar a entrar. Fui entrando bem devagar, não queria machucar ela. Parecia que dava uns pulsos pequenos que iam fazendo eu chegar mais e mais pra dentro. Ela tava nervosa, olhava pra todo lado. Beijei ela de novo e perguntei:

— Cê tem medo?
— Sim.
— Se te incomodar ou se quiser que eu pare, me fala.

Ela balançou a cabeça que sim e eu não entendi.

— Paro?
Ela me encarou.
— Balancei a cabeça que sim... ou não?
— Não, não. Eu disse que se te avisasse...
— Posso continuar te fazendo minha?

Ela me olhou fixo e passou a mão no meu cabelo.

Comecei a beijar ela de novo e a gente começou a transar. O nervosismo entregava ela, não parava de olhar pra todo lado, tava meio com vergonha de me tocar, de gemer, de se mexer... Passei a mão roçando a dela. Nalgas e, de safado, acariciei a bunda dela com a ponta do dedo. Ela se alertou na hora e falou:
— Não, não, por aí não.
— Desculpa, não era isso, só queria te arrepiar, fazer cócegas…
— Tá bom.
— Fica tranquila.
Ela se cobria um pouco o corpo, era eu que me mexia. Peguei ela pela cintura, tipo puxando pra perto. A respiração dela encurtou, me olhou nos olhos, de repente fechou eles apertando e colou a testa na minha. Eu agarrei ela pelos ombros, por trás, e dei uma enfiada como se fosse empalar ela. Vi ela levantar a cabeça de olhos fechados e senti que encheu minha pica com os fluidos dela… Mantive o ritmo constante, agarrei o rosto dela e falei:
— Mais um, me dá outro desses… E ela concordou, balançando a cabeça de leve.
Continuei me mexendo, chupando até os pelos, e de repente ela se agarrou no meu pescoço com as duas mãos e molhou meu pau todo de novo. Acelerei o ritmo, ela parecia pedir pra eu gozar, porque os nervos dela estavam à flor da pele. Eu pensava no que fazer quando gozasse, não sabia se ela se cuidava ou o que era. E quando senti a goza na cabeça da pica, tirei de dentro dela e, segurando pela cintura, encostei ela bem em mim pra terminar de soltar toda a porra entre nós, mexendo ela pela cintura pra frente e pra trás. Ela olhou rápido pra baixo e começou a mexer a pélvis em cima do pau, bem de leve, com vergonha, tipo me masturbando, fazendo eu descarregar tudo, até eu parar de me contorcer.
— Que bagunça, pra que tenho guardanapos…
Ela olhou pra todo lado rápido e quis levantar pra pegar nas bolsas. Eu apertei ela e não deixei sair de cima de mim.
— A gente tá se sujando, Marcos…
Eu mandei uma de psicólogo e falei:
— Se olha… Olha a mulher que acabei de ter nas minhas mãos. Cê acha que vou deixar você se afastar assim?..
— Vão nos ver, vai… E eu aceitei. Ela desceu de mim, segurando os joelhos e dizendo: "Tô velha, hein". A gente se limpou, ela me ajudou e eu ajudei ela. Falei um monte de coisas lindas do corpo dela, e ela ria, mas se vestiu rápido. A gente conversou sobre como se sentiu. Arrependida e tipo "não", ela me disse que gostou, mas sente culpa. Eu não subi minhas calças, fiquei com a pica meio boba de fora, aí aproveitei pra me desculpar:
- Não quis te comer a bunda.
- Quando você me tocou, pensei que ia meter o dedo.
- Hahahaha, paraaaa!!!! Primeira vez… Sorri de um jeito safado e perguntei:
- Tá sem uso?
Ela, colocando o cabelo atrás da orelha e olhando pro lado, respondeu:
- Não, foram 2 vezes, mas doeu. Não sei, é algo gostoso, mas doeu muito, e por isso não quero mais.
- Só duas vezes que você experimentou, Cele?
Aí ela ficou mais séria e disse:
- Você é meu terceiro homem, Marcos. Minha primeira experiência sexual foi com um cara aos 16, e foi só aquela vez. Depois, só meu marido, e com ele eu experimentei. Agora você. Não sei o que deu em mim, como me deixei levar… Tô estranha.
- Desculpa, Cele, talvez foi minha culpa. Ela encolheu os ombros e perguntou:
- E você não se sente culpado?
Aí tive que usar a psicologia de novo e completei:
- Éhhh, sim, mas tudo tem algo que compensa. Olha pra você, é muito difícil ter uma mulher assim.
- Ahh, fala sério.
- Ok, não acredita em mim… Eu toquei o céu, falei, apoiando a mão na perna dela.
- Vai, eu sou uma mulher super normal, não me faz essa…
- Pra mim não é.
- Ah, tá, tá.
Faltavam uns 40 minutos pra chegada do ônibus enquanto a gente conversava. Ela tinha os pés em cima de mim, eu massageava eles, subia com a ponta dos dedos e roçava as pernas e zonas sensíveis dela. Cele, num momento, tinha voltado a sorrir. Os pés dela roçavam minha pica que tava de fora porque eu não tinha subido as calças. Eu comecei a puxar ela contra mim, e ela foi ficando dura. Ela olhou, abriu os olhos e, com um sorriso, disse:
- Marcoooos, se veste, por favor.
- Olha o que você fez.
- Não, eu não… neném.
- E agora?
- O quê?
- Tenho que acalmar ela… Hahahaha. Peguei ela pelo braço e pelo pescoço e beijei de novo.
- Não, Marcos, por favor… Eu me apertei mais contra a porta e puxei os pés dela pro meio. Ela ficou deitada no banco de trás, eu desci a calcinha dela. Roupa dela toda, até a calcinha, e ela de novo levantou o corpo pra conseguir fazer sem esforço.. ficou tudo na perna direita dela, subi o moletão dela e encaixei a perna direita dela entre os bancos da frente, subi em cima dela e meti, de uma vez, ela abriu a boca de prazer soltando o ar, tenho uma rola considerável e sinceramente estranhei que em nenhum momento incomodou ela, comecei a meter pra chegar o mais fundo possível na barriga dela, ela tava com o rosto do lado do meu e os braços dela nas minhas costas me segurando pelos ombros, de repente notei que ela subiu mais os joelhos, os pés e os calcanhares tocavam minha bunda, eu tava sem controle..

— pelo amor de Deus, Cele

— shhh

De repente a cabeça dela inclinou pra cima e soltou uma baforada de ar, umazinha deliciosa ela me deu.. tirou as mãos das minhas costas, passou pra frente, segurou minha cara e começou a me beijar, a língua dela percorria minha boca, eu empurrava e empurrava mais fundo, o segundo gozo chegou quase na hora….

— Ai, Deus

— que delícia?

— nada, não para, não para

A testa dela apoiou no meu ombro e as pernas dela subiram sozinhas de novo pra cima, quando terminou de soltar, o corpo dela relaxou como um saco de batatas, eu continuei, queria mais… de repente ela fala

— que foda que você tá me dando, filho da puta…. Você tava afim de mim mesmo?

— viu? Quero te comer toda, mas aqui não posso fazer tudo que quero…

De repente, ela fez algo que me deixou louco, me olhou nos olhos e falou

— e o seu?

— você quer…

— sim, claro….

Me firmei e em umas poucas metidas já tinha começado a bufar como um touro, apoiei os braços com as palmas no banco pra me levantar, ia jogar toda a porra pra cima, então ela me abraçou e apertou contra o corpo dela, eu só falei…

— toma!!! aí está…. e gozei dentro dela, ela segurou minhas bochechas com as duas mãos de novo e começou a me beijar enquanto mexia a pélvis de novo como se quisesse me sugar até secar..

— Pelo amor de Deus, Cele… ela só riu e colocou a mão na testa

— Pelo amor de Deus Marcos… o que eu tô fazendo… rapidamente peguei os guardanapos e tapei a buceta dela antes que meu esperma caísse no banco…
—Se um dia eu pegar essa sua buceta com a língua, eu desmonto ela… ela riu e tapou o rosto como se estivesse envergonhada…
—Já desmontou… derreteu ela toda enquanto se segurava e passava suavemente o guardanapo entre os lábios e seu lindo púbis
—Sério?
—Sim, não tinha esses tremores há muitos anos…
—E olha que você me apressou
—Hahaha não tô acostumada
—Espero que tenha gostado
—Infelizmente sim, disse enquanto terminava de tirar o grosso do meu esperma com os guardanapos…
—Como assim infelizmente?
—Sim, Marcos, infelizmente, acabei de trair meu marido com um cara que conheço há um mês, não uma, mas duas vezes, vim de ver meu filho numa situação de merda e me deixei comer como se nada tivesse acontecido ou eu me importasse… me sinto um lixo… é estranho
—Cele, ele não vai saber…
—Espero que não, pelo amor de Deus, mas tá, desculpa, tô sentimentalmente estranha com minha situação… me perdoa pela histeria… passou um tempinho e ela me perguntou
—E você?
—Eu vou cortar meu pau e colocar numa moldura, olha a gostosa que acabei de comer
—Hahaha viu? dá o fora, idiota…
—Cele, você é uma mulherão, sei lá, eu me sinto bem, você me deu uma parte de você que foi maravilhoso conhecer… adoraria que se repetisse mil vezes… mas juro que nunca mais vou insinuar isso
—Obrigada por me entender…
—Não diga isso… pra mim foi maravilhoso…
—Não sei o que vou fazer
—Fazer o quê?
—É que tenho medo que ele descubra
—E como? … Para de encher o saco, Cele…
Quando vimos o ônibus chegando, ela juntou as coisas e me cumprimentou com um beijo no rosto meio rápido, mas como o ônibus demorou um minutinho por causa do semáforo, ela se virou e, com as bolsas na mão, me deu um abraço… fiquei completamente desnorteado, ainda não viajamos de novo, mas conversamos pelo WhatsApp, sempre pergunto se ele desconfiou, se percebeu ou se fez algum comentário, ao que Ela me respondeu, graças a Deus nada, Marcos, mas por favor não chama a desgraça... Kkkkkkkk
Já vai cair de novo... E vou fazer de tudo com ela...

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