Hoje vou deixar mais uma história pra vocês
Espero que vocês curtam muito.
valeu pelos pontos e pelos comentários
Com a Andrea, nós casamos. Não foi fácil, acabamos cheios de dívidas, empréstimos e créditos pra todo lado. A família dela e a minha ajudaram muito, principalmente meu tio. A festa foi monumental, e o lugar pra lua de mel de uma semana foi uma casa de campo longe de todo barulho. Foi assim que chegamos na cabana — não era um hotel, mas pelo menos estávamos confortáveis. Desfizemos as malas e passamos o dia explorando o campo, depois voltamos pra casa. Tínhamos tudo que precisávamos, descansamos e, à noite, fomos pra cama. A Andrea tava ansiosa pela noite de sexo tão desejada, mas minha cabeça tava em outro lugar. As dívidas me preocupavam demais. Quando tudo acabasse, a gente ia ficar muito apertado, e talvez por isso eu não conseguia ficar duro. Conversei com a Andrea, ela entendeu o que tava rolando e tentou me acalmar, dizendo que quando eu estivesse mais tranquilo, a gente ia transar gostoso pra caralho. Eu me sentia muito frustrado, mas com o passar dos dias, ela mostrava estar feliz e me dizia que nem tudo na vida era sexo. Foi assim que, explorando o campo como fazíamos todo dia, encontramos dois caras muito simpáticos. A gente começou a conversar. Eles moravam há anos num campo vizinho e costumavam andar a cavalo — coisa que a Andrea sempre quis fazer. Depois de horas de conversa, o Carlos teve a ideia de nos ensinar a montar com a ajuda do Alfredo. Finalmente vi minha recém-casada esposa feliz, e claro que aceitamos. No dia seguinte, eles trouxeram um par de cavalos e, com muito esforço, montamos neles. Foi uma delícia. Nós quatro andamos a cavalo boa parte da tarde e, ao chegar em casa, a Andrea me disse:
Andrea love, que atentos são nossos vizinhos, finalmente realizei meu sonho de montar uma égua.
A verdade é que sim, são muito atenciosos com a gente.
Andrea, cê não acha que a gente devia pelo menos chamar eles pra jantar? Amanhã é sábado e domingo a gente já vai embora.
Acho maneiro, não tem nada de errado nisso, até porque com o jeito que se comportaram bem, eles mereceram.
Andrea, então eu cozinho algo pra nós quatro, mas convida eles você, que eu fico com vergonha de fazer isso.
Naquela noite, dormi profundamente como não fazia há tempos, mas a Andrea não parava de se virar na cama. De manhã, depois do café, fui chamar nossos vizinhos enquanto ela preparava o jantarão. Não sei o que me fez refletir: eu ia convidar dois machos alfa pra jantar em casa com minha mulher precisando de atenção. Mas o respeito que os dois tinham me dava confiança de que nada do que eu imaginava aconteceria, embora não soubesse por que só de pensar na Andrea dando pra eles já fazia meu pau subir como há muito tempo não conseguia. E comecei a pensar que talvez não fosse tão ruim se rolasse — pelo menos assim ela teria a grande noite de sexo que tanto sonhava. Lembrei de quando a gente namorava e trepava igual coelho, e logo a imaginei dando pros dois ao mesmo tempo. Será que era certo desejar que isso acontecesse? Só seria uma vez com eles, já que não os veríamos de novo por muito tempo. Fiquei pensando nisso até que finalmente os encontrei. Depois de cumprimentá-los e bater um papo por um tempo, convidei os dois pra jantar em casa, e eles toparam super felizes. No caminho de volta, percebi o brilho nos olhos deles e a animação por virem aqui. Será que a Andrea já tinha esquentado eles? Não seria estranho, já que ela, mesmo sem ser voluptuosa, era muito desejada. Cheguei em casa e almoçamos.
Andrea e você convidou eles?
Se o love e ficaram muito felizes por isso, acho que você é muito a fim deles.
Andrea sim, notei desde o começo, mas eles são muito respeitosos, não acha?
Acho que te vendo assim, elas vão perder todo o respeito.
Andrea, assim como?
Com essa saia curta, céu, tu tá pedindo pra ser comida, bebê, e ainda por cima essa camiseta.
Andrea, que idiota que você é, amor. Se fosse assim, já tinha me comido, não é verdade? Além disso, eu não tenho peitão.
Você sabe que isso é o de menos, meu bem.
Andrea, para de falar besteira, cê acha mesmo que eu vou transar com eles?
E por que não? Será que não pode rolar?
Andrea, por mim não acho não, bebê, mas pelo que você tá dizendo, acho que você quer que aconteça, e muito, talvez pela sua própria frustração, amor. Mas tudo isso já vai passar, minha vida, e vai ser só uma lembrança triste. Abracei ela e dei um beijo, era a primeira vez que meu pau pelo menos tentava reagir. Ela percebeu na hora, tenho certeza que foi aí que eu me declarei oficialmente um corno manso de vez.
Andrea, te deixa tão excitada, céu? Vamos pra cama.
Fomos pra lá, a Andrea já quis transar na hora, engoliu minha pica e depois de um tempo brincando com ela com a boca, percebeu que não tava dando certo. Aí ela subiu em cima de mim e, esfregando a buceta dela na minha pica, me dizia
Andrea, você se imagina estar assim em cima do Carlos, céu? Como seria, Alfredo? Cê acha que já estariam me comendo ou seria só isso?
Com essas palavras, minha pica começou a reagir e então Andrea continuou.
Andrea, tem bebê, com certeza o Carlos deve ter um pau maior que o seu, vai doer quando ele meter na minha buceta, céu, e você, onde vai estar, amorzinho? Sentado numa cadeira olhando como comem a sua mulherzinha.
Diante disso, minha pica começou a soltar porra mesmo estando ainda meio mole.
Andrea, com certeza o Carlos vai gozar dentro, amorzinho. O que você faria, bebê? Que gostosa, olha como você gozou. Essa noite você vai estrear como corna, minha vida. Como eu te amo, céu.
Eu só ficava olhando ela se mexer em cima de mim, imaginando como o Carlos e o Alfredo comiam ela. Aquela visão me deixava muito excitado. Não era só agora que eu queria que aquilo acontecesse — eu não sabia que dali pra frente isso ia virar rotina: ver minha mulher gozando nos braços de um verdadeiro macho. Ela terminou exausta, deitada do meu lado. Na minha cabeça, ecoavam as palavras dela que no começo me irritaram, mas agora só me deixavam com mais tesão. Não sabia direito por que isso tava acontecendo comigo. A Andrea nunca foi tão fogosa comigo. Talvez agora ela fosse assim só porque eu não funcionava na cama como um macho. Eu sentia meus chifres começarem a crescer, e aquilo me excitava tanto que fui pro banheiro e bati uma punheta daquelas.
Assim, assim, pega ela assim nessa puta, arrebenta bem a pussy dela, não tem piedade, uff olha como ela se contorce, a puta, siiiim, que ela sinta tudo, que sofra com teu pau a filha da puta, ela pede devagar, não liga, enfia até o fundo, não importa se ela chora, não, o cu não, esse cu é meu, por favor não arrebenta ele não ahhh ahhh ahhh
Acabei de gozar um baita jato de porra e depois tomei um banho e me deitei do lado dela. Agora queria mais do que nunca que esses dois grandes problemas enchessem ela de pica até matar, afinal de contas, é o que ela tanto queria.
Espero que vocês curtam muito.
valeu pelos pontos e pelos comentários
Com a Andrea, nós casamos. Não foi fácil, acabamos cheios de dívidas, empréstimos e créditos pra todo lado. A família dela e a minha ajudaram muito, principalmente meu tio. A festa foi monumental, e o lugar pra lua de mel de uma semana foi uma casa de campo longe de todo barulho. Foi assim que chegamos na cabana — não era um hotel, mas pelo menos estávamos confortáveis. Desfizemos as malas e passamos o dia explorando o campo, depois voltamos pra casa. Tínhamos tudo que precisávamos, descansamos e, à noite, fomos pra cama. A Andrea tava ansiosa pela noite de sexo tão desejada, mas minha cabeça tava em outro lugar. As dívidas me preocupavam demais. Quando tudo acabasse, a gente ia ficar muito apertado, e talvez por isso eu não conseguia ficar duro. Conversei com a Andrea, ela entendeu o que tava rolando e tentou me acalmar, dizendo que quando eu estivesse mais tranquilo, a gente ia transar gostoso pra caralho. Eu me sentia muito frustrado, mas com o passar dos dias, ela mostrava estar feliz e me dizia que nem tudo na vida era sexo. Foi assim que, explorando o campo como fazíamos todo dia, encontramos dois caras muito simpáticos. A gente começou a conversar. Eles moravam há anos num campo vizinho e costumavam andar a cavalo — coisa que a Andrea sempre quis fazer. Depois de horas de conversa, o Carlos teve a ideia de nos ensinar a montar com a ajuda do Alfredo. Finalmente vi minha recém-casada esposa feliz, e claro que aceitamos. No dia seguinte, eles trouxeram um par de cavalos e, com muito esforço, montamos neles. Foi uma delícia. Nós quatro andamos a cavalo boa parte da tarde e, ao chegar em casa, a Andrea me disse:
Andrea love, que atentos são nossos vizinhos, finalmente realizei meu sonho de montar uma égua.
A verdade é que sim, são muito atenciosos com a gente.
Andrea, cê não acha que a gente devia pelo menos chamar eles pra jantar? Amanhã é sábado e domingo a gente já vai embora.
Acho maneiro, não tem nada de errado nisso, até porque com o jeito que se comportaram bem, eles mereceram.
Andrea, então eu cozinho algo pra nós quatro, mas convida eles você, que eu fico com vergonha de fazer isso.
Naquela noite, dormi profundamente como não fazia há tempos, mas a Andrea não parava de se virar na cama. De manhã, depois do café, fui chamar nossos vizinhos enquanto ela preparava o jantarão. Não sei o que me fez refletir: eu ia convidar dois machos alfa pra jantar em casa com minha mulher precisando de atenção. Mas o respeito que os dois tinham me dava confiança de que nada do que eu imaginava aconteceria, embora não soubesse por que só de pensar na Andrea dando pra eles já fazia meu pau subir como há muito tempo não conseguia. E comecei a pensar que talvez não fosse tão ruim se rolasse — pelo menos assim ela teria a grande noite de sexo que tanto sonhava. Lembrei de quando a gente namorava e trepava igual coelho, e logo a imaginei dando pros dois ao mesmo tempo. Será que era certo desejar que isso acontecesse? Só seria uma vez com eles, já que não os veríamos de novo por muito tempo. Fiquei pensando nisso até que finalmente os encontrei. Depois de cumprimentá-los e bater um papo por um tempo, convidei os dois pra jantar em casa, e eles toparam super felizes. No caminho de volta, percebi o brilho nos olhos deles e a animação por virem aqui. Será que a Andrea já tinha esquentado eles? Não seria estranho, já que ela, mesmo sem ser voluptuosa, era muito desejada. Cheguei em casa e almoçamos.
Andrea e você convidou eles?
Se o love e ficaram muito felizes por isso, acho que você é muito a fim deles.
Andrea sim, notei desde o começo, mas eles são muito respeitosos, não acha?
Acho que te vendo assim, elas vão perder todo o respeito.
Andrea, assim como?
Com essa saia curta, céu, tu tá pedindo pra ser comida, bebê, e ainda por cima essa camiseta.
Andrea, que idiota que você é, amor. Se fosse assim, já tinha me comido, não é verdade? Além disso, eu não tenho peitão.
Você sabe que isso é o de menos, meu bem.
Andrea, para de falar besteira, cê acha mesmo que eu vou transar com eles?
E por que não? Será que não pode rolar?
Andrea, por mim não acho não, bebê, mas pelo que você tá dizendo, acho que você quer que aconteça, e muito, talvez pela sua própria frustração, amor. Mas tudo isso já vai passar, minha vida, e vai ser só uma lembrança triste. Abracei ela e dei um beijo, era a primeira vez que meu pau pelo menos tentava reagir. Ela percebeu na hora, tenho certeza que foi aí que eu me declarei oficialmente um corno manso de vez.
Andrea, te deixa tão excitada, céu? Vamos pra cama.
Fomos pra lá, a Andrea já quis transar na hora, engoliu minha pica e depois de um tempo brincando com ela com a boca, percebeu que não tava dando certo. Aí ela subiu em cima de mim e, esfregando a buceta dela na minha pica, me dizia
Andrea, você se imagina estar assim em cima do Carlos, céu? Como seria, Alfredo? Cê acha que já estariam me comendo ou seria só isso?
Com essas palavras, minha pica começou a reagir e então Andrea continuou.
Andrea, tem bebê, com certeza o Carlos deve ter um pau maior que o seu, vai doer quando ele meter na minha buceta, céu, e você, onde vai estar, amorzinho? Sentado numa cadeira olhando como comem a sua mulherzinha.
Diante disso, minha pica começou a soltar porra mesmo estando ainda meio mole.
Andrea, com certeza o Carlos vai gozar dentro, amorzinho. O que você faria, bebê? Que gostosa, olha como você gozou. Essa noite você vai estrear como corna, minha vida. Como eu te amo, céu.
Eu só ficava olhando ela se mexer em cima de mim, imaginando como o Carlos e o Alfredo comiam ela. Aquela visão me deixava muito excitado. Não era só agora que eu queria que aquilo acontecesse — eu não sabia que dali pra frente isso ia virar rotina: ver minha mulher gozando nos braços de um verdadeiro macho. Ela terminou exausta, deitada do meu lado. Na minha cabeça, ecoavam as palavras dela que no começo me irritaram, mas agora só me deixavam com mais tesão. Não sabia direito por que isso tava acontecendo comigo. A Andrea nunca foi tão fogosa comigo. Talvez agora ela fosse assim só porque eu não funcionava na cama como um macho. Eu sentia meus chifres começarem a crescer, e aquilo me excitava tanto que fui pro banheiro e bati uma punheta daquelas.
Assim, assim, pega ela assim nessa puta, arrebenta bem a pussy dela, não tem piedade, uff olha como ela se contorce, a puta, siiiim, que ela sinta tudo, que sofra com teu pau a filha da puta, ela pede devagar, não liga, enfia até o fundo, não importa se ela chora, não, o cu não, esse cu é meu, por favor não arrebenta ele não ahhh ahhh ahhh
Acabei de gozar um baita jato de porra e depois tomei um banho e me deitei do lado dela. Agora queria mais do que nunca que esses dois grandes problemas enchessem ela de pica até matar, afinal de contas, é o que ela tanto queria.
3 comentários - Nossa lua de mel gostosa
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van 10+