O Advogado Aproveitador 22, 23, 24 e 25

O advogado aproveitador 22 e com a outra mão acariciava sua cabeça, ela ria ternamente... Sua inocência era visível... Deslizei minha mão até seu ventre, lentamente percorri aquele caminho que me levava à caverna inexplorada, aquela joia que hoje seria completamente minha e sem censura... Ela estremeceu e me disse: sinto algo novo, uma sensação que nunca tive... Cheguei onde começava sua vagina e parei meu dedo indicador ali, procurando a fresta da separação, e pude senti-la. Mal comecei a tocar, ela soltou um gemido. Desci completamente até a entrada de sua buceta e senti o quanto era apertadinha. Dei uma massageada suave para ela não se assustar, enquanto com a outra mão tocava seus seios... Levantei e a levei até a beira da cama, deslizei seu short até os joelhos, vi sua calcinha azul com umas rosas desenhadas, lentamente a desci e, ao deixá-la na altura dos joelhos também, pude apreciar aquela cavidade quase sem pelos... Bem apertada, ninguém a havia explorado. Deixei-me cair como um faminto e lambi seu umbigo, deslizei minha língua percorrendo cada centímetro de pele até onde começava sua buceta. Com minha língua tentei separar seus lábios para ver o rosado daquela xota, mas comecei a chupar e ela começou a gemer... Leydi: que delícia, me sinto tão bem, doutor, é uma coisa tão gostosa, por favor não para. Ela pegou minha cabeça com as mãos e, inexperiente, começou a levantar o quadril para que eu chupasse melhor. Era evidente que, com a dose perfeita de prazer, essa menina seria uma grande putinha... Então minha língua se encarregou de provocar as cócegas do prazer, despertou as sensações daquela buceta virginal. Lamber, morder e, finalmente, quando a garota se contorceu de prazer com um aaaaaaaaaaa, descarregou na minha boca seus sucos, aqueles fluidos saindo de uma caverna virginal me excitaram e eu os bebi, tomei do seu néctar... Ela ficou envergonhada e, pegando com minha mão o que sobrou, espalhei em sua cu... E enfiei um dedo, que abria caminho mais para fora do que com sua permissão... Está doendo um pouco, essa sua coisa não vai caber ali... É grossa e comprida... Carlos: calma, Leydi, você só precisa se deixar levar, eu vou enfiar lá e você vai gostar, assim como gostou do que minha língua fez... Continuei aquela invasão no cu mais apertado que já havia invadido, sabia que quando meu pau entrasse, iria revirar todo o interior dessa pequena e que a dor para ela seria indescritível, mas o prazer que daria à minha pica seria o maior, nem Blanquita tinha sido capaz de tanto, enfiei o segundo dedo e já não havia espaço para mais, pedi que ela ficasse de quatro, mas virada para mim, disse: vou continuar fuçando seu cu, mas enquanto isso, vem chupar meu pau, ela me olhou com espanto e dúvida... Disse: abre a boca e enfia na sua boca, chupa, lambe, faz do seu jeito, passei mais de seus fluidos no ânus e continuei com a invasão, ela lambia desajeitadamente a cabeça, lambeu o comprimento e a grossura do meu pau, a garota babava, disse: cospe e me masturba com sua mão, ela fez, cuspiu e com um pouco de nojo, começou a me masturbar... Era delicioso, pois em sua ingenuidade, fazia devagar, mas delicioso... Assim, Leydi, você vai pegando o jeito, agora continua masturbando, mas enfia a cabeça na sua boca e mexe sua língua... Ela fez assim, percebi que seguia instruções à risca, que delícia... Mmmm Leydi, essa boca está pronta para dar prazer... Tirei meus dedos do seu cu, um pouco sujos de merda... E disse: chupa eles, ela aceitou com mais nojo, glup glup, os encheu de saliva e limpou, engole sua saliva, garota, depois disso, enfiei meu pau, peguei sua cabeça e investi contra sua boca até o fundo, sua boca se abriu além do que ela pensava que abriria... Até o fundo e lá, como de costume e como eu amo, bombei devagar, mas sem parar... A garota começou a chorar, queria se soltar, a prendi e continuei metendo, sentia o catarro que se formava dentro de sua boca, ela queria soltar e respirar. O doutor aproveitador 23 fiz ela aguentar de repente o catarro saiu pelo nariz, ela não aguentava mais ia se afogar, me olhava com medo, de repente, eu gozei e soltei toda minha porra na boca dela... Ela engoliu ar com sêmen e seu catarro limpei o rosto... E falei viu? Acabamos de me dar prazer... Foi muito gostoso... Obrigado gata. Leydi: senti que ia me afogar... Carlos: eu sei e desculpa mas hoje vou te levar do inferno ao céu... Você já provou um pouco do céu e agora está no inferno, chupa de novo deixa ele duro, ela se aproximou e chupou de novo já com mais experiência, eu continuei invadindo com meus dedos seu cu e pedi que acariciasse minhas bolas... Ela fazia como eu mandava, era uma submissa rigorosa... Quando meu pau ficou duro. Carlos: vamos ao final do inferno minha menina, não cabe nem mais um dedo, você só conseguiu receber 2... É mais apertado do que imaginei, mas não vou deixar sem arrombar... Vai doer, então não grita, se for chorar faz baixinho... Toma esse remédio pra aliviar a dor... Vira e manda essa bunda pra cá... Chegou a hora... Como era seu proceder fez tudo ao pé da letra, mas preferi pedir pra descer da cama e deitar sobre ela deixando a bunda na beirada, e pedi que com as mãos abrisse as nádegas... Vi aquele buraquinho tão apertado, fiquei no limite, não conseguia controlar minha vontade de arrombar... Cuspi direto no cu e espalhei com meus dois dedos sabia que não era lubrificante suficiente nem muito menos a dilatação certa, mas não tinha mais o que fazer aquele cu não dava mais, tinha que ser arrombado assim mesmo... Apontei minha cabeça e fiz pressão no esfíncter... Ela sentiu a dor... Eu estava sentindo uma resistência real, uma resistência muito apertada, insisti com outra investida naquele cu, que não cedia, ela gritou um Ai doeu e se debateu coloquei minha mão na cintura e fiz pressão ela não podia se mexer mais, estava presa... Por favor por aí não! Tô pintando sua bunda... Não ouvi esse pedido... Tentei entrar de novo e pela terceira vez seu cu me rejeitou, inquieto procurei creme e passei na sua bunda... Carlos: Gata, vou rasgar seu cu, agora não vou ceder pra negativa do seu ânus, vou continuar perfurando até a cabeça entrar, ok, essa é a parte mais dolorosa... Leydi: É que dói e vai doer mais... Mas tudo bem, você sabe o que me faz... Voltei ao começo e apontei meu pau de novo, dessa vez ela tensionou o cu mais que o normal e eu rompi aquele buraco, senti ela estremecer mas não conseguia se mover pela pressão que eu fazia, além disso seu cu fechado não cedia então minha força e sua resistência acabaram rompendo seu cu... Sangue começou a sair daquele anel... Ela sentia ardência naquele pedacinho de carne do seu cu... Começou o choro, chorava com um sentimento de dor, eu pedia pra ela se acalmar que o pior já tinha passado... Deixei meu pau dentro, ela mesma recuou e eu soltei meu pau, empurrei um pouco, só entraram 3/4 do pau, então não insisti mais, comecei o vai e vem devagar, cuspi mais uma vez e deslizei mais rápido aquele pedaço de carne, mmmm que delícia que prazer, aquele cu mesmo sem me deixar entrar completo, era a coisa mais gostosa que já tinha provado, entrava tão apertado que não conseguia imaginar o que ela estava sentindo... Continuei bombando, peguei ela pela cintura com as duas mãos e enfiei meu pau de novo e de novo, não sei quando ela acompanhou meu ritmo movendo a bunda pra cima e pra baixo, ai ai ai, me dá assim devagar, assim lento, mmmmm tô gostando, me dá maaaaaaaaais, ouvir isso me acelerou e o mete e saca rápido mudou de ritmo, acelerando senti que ia gozar naquela bunda... Vou gozar, toma leitinhooooooooo, um, dois, três, quatro, cinco, cinco tiros dentro!!! Algo bestial, ela tinha feito... Estávamos encharcados... Deitei sobre seu corpo satisfeito e dolorido... Carlos: Pronta pro céu? Leydi: Ainda tem mais? Tô cansada... Carlos: Nena, falta o melhor: sua virgindade. A que todo homem deseja, a que um tarado anseia... você me entregou a virgindade anal... Mas a vaginal, essa todos desejam, é seu maior tesouro... E estou prestes a saborear...
Leydi: Sim, estou pronta! Beijei seu pescoço, desci com beijos até sua orelha, que mordi devagar, e enfiei minha língua dentro, lambendo, brincando... Imediatamente sua pele arrepiou. Continuei beijando seu pescoço novamente e fui para suas costas. Senti como ela se arrepiada a cada beijo. Lambi o caminho marcado pela coluna, desde o cóccix até a nuca e vice-versa... Ela se estremecia, "mmmmm aaaaaaaaaaa, mmmmmm, aaaaaaaaaaa", era o que se ouvia, enquanto sua respiração ficava ofegante...
Disse para ela ficar de pé e a beijei lentamente, depois com luxúria. Ela se agitava cada vez mais... Sua buceta estava reagindo, acariciei seus lábios vaginais com meus dedos, que já estavam ficando molhados... Sentia, sabia que ela estaria pronta logo. Meu pau foi ficando duro pouco a pouco, ela notou e tomou a iniciativa, agarrando meu pedaço de carne e começou a esfregar com uma das mãos, enquanto a outra acariciava minhas bolas. Desci aos seus seios, que estavam duros, seus mamilos rosadinhos, muito bem formados... Chup Quase senti quando rompeu dentro dela, a membrana que dava as boas-vindas ao meu pau e inaugurava sua vida sexual... Ela cravou mais as unhas, mmmm aaaaaáai doeu sim doeu, mas não tanto quanto minha bunda... essa era a ideia, então enfiei a parte que faltava, ela recebeu com gosto, mmmm já entrou tudo... Mordeu o lábio e me olhou com cara de safada, deixei meu peso nos braços esticados e comecei a entrar e sair daquele buraco recém-inaugurado... O sangue se misturou bem com seus fluidos e logo parou de parecer tão vermelho... Continuei metendo, aaaaaáai, que gostoso.... mmmmmm isso é o céu, está delicioso.... Carlos: você gosta, gata? Leydi: sim, eu gosto, está muito bom, que sensação diferente... Estou gostando cada vez que você mete e tira, de repente sem ver como mas ela gozou de novo, estava encharcada... Levantei suas pernas e coloquei sobre meus ombros, arqueando seu corpo levantei um pouco sua cintura, e penetrei mais rápido e mais forte, chegando no fundo da sua buceta, continuei metendo, aaaaaáai, aaaaai, que gostoso, para que já não aguento, já não aguento, para, mmmmmm paraaaaaaaa.... De repente ela se soltou e mijou tudo no caminho enquanto tremia, vi o prazer que estava sentindo.... Carlos: Gata, essa noite você realmente gozou... E sofreu... Mas bem-vinda ao céu... Peguei ela e a levantei, passando minhas mãos por baixo de suas pernas fazendo uma espécie de cadeira, juntando minhas mãos na sua nuca, curvando ela um pouco, mas deixando-a manejável, a enfiei no meu pau, ai que buceta gostosa... Gosto assim... É muito delicioso, acelerei as estocadas, não ia aguentar mais então tirava e enfiava de novo... Depois parava e cravava, movia minha cintura para chegar mais fundo, dei muito seguido e forte, de repente de novo essa garota mijou, incrivelmente estava testemunhando outro orgasmo de uma iniciante... Baixei ela, coloquei de quatro e dei, com tudo... Mmm que buceta deliciosa, quero leiteeeee, eu só estava concentrado em uma coisa, satisfazê-la dar meu leite quente, continuei dando aquela apertada use a palavra: buceta continuava estreita mas molhada O doutor se aproveitou 25 Uma cavidade, que há alguns instantes era pura, estava prestes a ser o ninho da minha semente, continuei enfiando enquanto abria suas nádegas e vislumbrava o outro buraco arrombado que a menina tinha, com os traços da guerra, rachado... gretado e com sangue saindo dali, ela soltou um pequeno gemido com um pouco de dor agarrei bem suas nádegas e a puxava para mim e a afastava no ritmo do meu vai e vem, ela entendeu e começou a fazer esses movimentos sozinha... Dava para ouvir o clap, clap clap que sua umidade propiciava... Continuei com minha broca, mmmmm aaaaaáay buceta de verdade isso aqui é o céu também se sente.... Deslizava ao longo do meu cacete na sua caverna e ela apertava a largura do meu pau esse prazer esquisito que sentia era o máximo, a peguei e a deixei firme enquanto comecei a meter com força até o fundo... Aaaaaáay assim assim assim, vai, vai mais mais mais não para nãooooooooo e ela gozou mais uma vez mas dessa vez não deixei que se recuperasse não parei o mete e saca....vai assim assim asiiiiiiii, e ela soltou um pouco de urina enquanto eu continuava metendo e gozei dentro aaaaaaaa toma meu leite sua puta você me fez suar e me deu a experiência mais completa.... Três tiros do meu leite quente recebeu essa use a palavra: buceta.... Aaaaaaaaaaa descansei abracei ela e ordenei que tirasse os lençóis da minha cama deitamos no chão outros e nos aconchegamos sem roupa para dormir. Leydi: não está doendo tanto minha bunda agora. Carlos: não comemora amanhã vai doer sua safada, sim toma os remédios que te dei com 7 dias já vai estar bem curada e espero que com essas cicatrizes ganhe espaço sua bunda, assim fica mais fácil enfiar qualquer pau aí. Leydi: eu só quero seu pau em mim mais nada. Foi maravilhoso ouvir essas palavras da minha jovem e inexperiente amante. Que bem dormi, quando acordei todas já tinham ido para as lojas, tomei um banho, tomei umas vitaminas porque o dia ia Estar espetacular como sempre, desde que Dona Karla tinha cedido aos meus chantagens... Então tomei um bom café da manhã e fui para o escritório, e aquela voz doce... A suavidade gentil dos seus lábios disse: "Bom dia, doutor! Karlita ligou para avisar que chega à tarde... Vamos jantar e depois te levo para casa, se cuida, nos vemos logo..." Ela só respondeu: "Claro, Carlitos, tenha um bom dia... Te amo!". Caramba, ela já estava dando um passo à frente, eu só desliguei. Não era possível que, depois de algumas bocetas comidas e de ser amo e senhor de algumas mulheres, eu ficasse nervoso com uma jovem que parecia uma menina... Não havia dúvida, eu gostava daquela garota para mais do que só uma foda ou para fazê-la minha putinha... Era mais que isso... Mas claro, foder ela era um prêmio. Depois de me aprontar, fui ao local do encontro... E lá estava ela, sentada num banco, Dona Karla... Seu cabelo liso, maquiada, usando um colar e um vestido florido... Justinho no corpo, seu bumbum enorme marcava perfeitamente... Mas aquele espaço entre as nádegas deixava ver que ela estava usando um fio dental... Como eu sabia? Bom, quando me aproximei, pedi para dar uma volta e ela aceitou... Karla: "Estou aqui porque meu marido não sabe de nada disso e quero que nos ajude a recuperar nossas posses, já que você é um filho da puta, aproveitador que come quanta mulher pode... Mas a minha Karlita você não vai foder, vim por isso também..." Carlos: "Dona Karla... Mas como vai?, Boa tarde!!!, Que bom que veio, venha suba no carro e vamos direto para o céu!... Mmmm que delícia!". Abri a porta do carro e aquela senhora gostosa entrou, eu saboreava aquela perna, aquelas nádegas, aquela buceta, estava salivando... como se tivesse anos sem transar com alguém... Passamos em frente a uma loja de sex shop e, como se fosse um supermercado, dei uma lista para ela... Dona Karla me olhou com uma cara de reprovação e indicou que não iria comprar... "Coloque os óculos escuros e vá, só entregue a lista para quem atender você... Mas você está loco! Ela me deixou louco... Se eu tô doido, corre e vê que quanto mais você demorar, mais tarde a gente termina a sessão... Desço do carro e entro na loja...

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