Uns anos atrás, criei uma página numa plataforma famosa cujo nome começa com R. A página era de confissões, a maioria de cunho sexual. Um dia, uma garota postou uma confissão que me chamou a atenção, porque falava que o namorado dela demorava mais de uma hora pra gozar — um problema que eu também tive. Então, entrei em contato com ela pra conversar sobre o assunto. A gente foi ficando "amigo", digamos assim (na real, a gente se falava todo dia). Eu, brincando, dizia que queria que ela fosse minha namorada pra levar ela pra praia (ela me disse que nunca tinha ido à praia). Até que um dia eu resolvi falar sério: que ia levar ela pra praia. A gente mora em estados diferentes, então pra mim era uma viagem muito longa, quase 24 horas no total do meu estado até o dela, e de lá até a praia mais próxima. Mas eu tava determinado. Ela não acreditava que eu fosse capaz, mas eu falei que ia fazer com uma condição: a gente ia dormir junto. Ela aceitou.
Como trabalho de casa, era muito fácil só pegar meu notebook e me mudar. Foi o que eu fiz. Quando cheguei na cidade dela, mandei uma mensagem pedindo o endereço. Ela não queria me dar, e aí já comecei a achar que ela era fake e que na verdade era um cara (óbvio que já tinha considerado essa possibilidade, mas tava muito tarado, kkkk). Depois de várias recusas, ela disse que tava com medo, mas que aceitava me encontrar num lugar público. Falei que, se quisesse, até na delegacia a gente podia se ver, kkk. No fim, combinamos de ir num Starbucks.
Cheguei primeiro. Fiquei nervoso. Pedi um café e fiquei olhando pra porta, esperando ver se alguém com a descrição dela entrava: moreninha, cabelo liso e escuro, peito pequeno, bunduda e altura média. Finalmente, uma garota assim entrou e veio na minha direção. A gente se cumprimentou com um beijo no rosto e ela sentou pra conversar. A garota era mais nova que eu, então a gente tinha gostos diferentes, mas isso ajudou a sempre ter assunto. Já com mais confiança, levei ela pra dar uma volta na minha caminhonete. (bom, ela me dava as direções e eu dirigia) perguntei se o namorado dela não se importava de eu visitá-la e ela disse que óbvio que não contava pra ele, então coloquei minha mão sobre a dela e ela segurou a minha como resposta. Fui deixá-la em casa, mas ela pediu pra eu parar umas quadras atrás. Antes dela descer, falei que tinha ido pra levar ela pra praia, ela riu, mas eu disse que era sério. Ela pensou um pouco e disse que queria ir, mas como ia explicar pra mãe? Falei que podia ficar uns dias num hotel pra ela arrumar uma desculpa pra sumir uns 4 dias. A gente se beijou e ela desceu do carro.
Ela começou a me mandar mensagem direto durante minha estadia, disse que queria sair comigo todo o tempo que eu estivesse lá e claro que aceitei. Ia buscá-la na universidade (já tava terminando o semestre) e daí a gente ia comer ou tomar uma sobremesa. Eventualmente, levei ela pro meu quarto de hotel, onde a gente se beijava, mas quando eu tentava tirar a roupa dela, ela dizia que tinha namorado, haha.
Quinta à noite, depois de deixá-la em casa, ela disse que a gente podia ir pra praia na sexta quando ela saísse da escola, mas que tinha que voltar até terça, no máximo, porque inventou uma viagem de fim de curso pra mãe.
Sexta, passei pra buscá-la na facul. Ela tava com uma mochila meio grande, mas não me parecia bagagem suficiente. Disse que, como supostamente ia pra um acampamento, ia viajar leve, então eu teria que comprar roupa pra ela na praia.
Quando chegamos no hotel, mal entramos no quarto e começamos a nos beijar. Dessa vez ela deixou eu tirar a roupa dela. Tava indo devagar pra não parecer desesperado, mas ela, sem rodeios, puxou minha rola pra fora da calça e começou a me masturbar. "Quanto tempo esperou por isso?", disse a putinha. De propósito, ela tava me fazendo esperar. Comecei a masturbar ela também e, bem quando fui por cima dela pra começar a meter, ela mandou eu usar camisinha. Falei que não. preocupada que eu não fosse gozar rápido, e me disse que nunca tinha feito sem camisinha e muito menos ia fazer com um estranho, coloquei a camisinha e começamos a transar, ela quis me chupar de novo e tirou a camisinha, me pediu pra colocar outra pra continuar, mas eu falei que era a única que tinha (era mentira). Ela ficou pensativa por um tempo e disse "ok, mas não goza dentro, hein!" Me deu sinal verde pra penetrar ela sem camisinha e foi o que eu fiz. Já estávamos uns quarenta minutos transando com camisinha e eu sentia que estava longe de gozar, mas assim que começamos a transar sem camisinha, acho que não aguentei nem cinco minutos e gozei. Mal consegui tirar meu pau pra gozar na barriga gostosa dela. Essa puta me deixou excitado por uma semana, então minha gozada foi bem explosiva, espirrou até no queixo dela, nos peitos, e claro, a barriga dela ficou cheia de porra, o umbigo completamente coberto e começou a escorrer pelos lados, sujando os lençóis. Depois que terminei de gozar, penetrei ela de novo com a pouca ereção que ainda tinha e nos beijamos.
Foram poucos dias que ficamos lá, mas transamos como loucos. Quando voltamos pra cidade dela, perguntei se ela queria ir pro hotel pra transar uma última vez antes de eu ir embora, e ela disse "ei, me respeita, lembra que eu tenho namorado". Não soube se ficava com raiva ou ria, saiu uma mistura dos dois, haha. Deixei ela na casa da amiga com quem supostamente ia ficar (uma mina também gostosa, por sinal, mas isso é outra história) e nos despedimos com um beijo.
Mantivemos contato por um bom tempo, visitei ela mais vezes e até ela veio me ver. Hoje em dia quase não nos falamos, mas escrevendo essa história, estou com vontade de voltar a falar com ela.
Como trabalho de casa, era muito fácil só pegar meu notebook e me mudar. Foi o que eu fiz. Quando cheguei na cidade dela, mandei uma mensagem pedindo o endereço. Ela não queria me dar, e aí já comecei a achar que ela era fake e que na verdade era um cara (óbvio que já tinha considerado essa possibilidade, mas tava muito tarado, kkkk). Depois de várias recusas, ela disse que tava com medo, mas que aceitava me encontrar num lugar público. Falei que, se quisesse, até na delegacia a gente podia se ver, kkk. No fim, combinamos de ir num Starbucks.
Cheguei primeiro. Fiquei nervoso. Pedi um café e fiquei olhando pra porta, esperando ver se alguém com a descrição dela entrava: moreninha, cabelo liso e escuro, peito pequeno, bunduda e altura média. Finalmente, uma garota assim entrou e veio na minha direção. A gente se cumprimentou com um beijo no rosto e ela sentou pra conversar. A garota era mais nova que eu, então a gente tinha gostos diferentes, mas isso ajudou a sempre ter assunto. Já com mais confiança, levei ela pra dar uma volta na minha caminhonete. (bom, ela me dava as direções e eu dirigia) perguntei se o namorado dela não se importava de eu visitá-la e ela disse que óbvio que não contava pra ele, então coloquei minha mão sobre a dela e ela segurou a minha como resposta. Fui deixá-la em casa, mas ela pediu pra eu parar umas quadras atrás. Antes dela descer, falei que tinha ido pra levar ela pra praia, ela riu, mas eu disse que era sério. Ela pensou um pouco e disse que queria ir, mas como ia explicar pra mãe? Falei que podia ficar uns dias num hotel pra ela arrumar uma desculpa pra sumir uns 4 dias. A gente se beijou e ela desceu do carro.
Ela começou a me mandar mensagem direto durante minha estadia, disse que queria sair comigo todo o tempo que eu estivesse lá e claro que aceitei. Ia buscá-la na universidade (já tava terminando o semestre) e daí a gente ia comer ou tomar uma sobremesa. Eventualmente, levei ela pro meu quarto de hotel, onde a gente se beijava, mas quando eu tentava tirar a roupa dela, ela dizia que tinha namorado, haha.
Quinta à noite, depois de deixá-la em casa, ela disse que a gente podia ir pra praia na sexta quando ela saísse da escola, mas que tinha que voltar até terça, no máximo, porque inventou uma viagem de fim de curso pra mãe.
Sexta, passei pra buscá-la na facul. Ela tava com uma mochila meio grande, mas não me parecia bagagem suficiente. Disse que, como supostamente ia pra um acampamento, ia viajar leve, então eu teria que comprar roupa pra ela na praia.
Quando chegamos no hotel, mal entramos no quarto e começamos a nos beijar. Dessa vez ela deixou eu tirar a roupa dela. Tava indo devagar pra não parecer desesperado, mas ela, sem rodeios, puxou minha rola pra fora da calça e começou a me masturbar. "Quanto tempo esperou por isso?", disse a putinha. De propósito, ela tava me fazendo esperar. Comecei a masturbar ela também e, bem quando fui por cima dela pra começar a meter, ela mandou eu usar camisinha. Falei que não. preocupada que eu não fosse gozar rápido, e me disse que nunca tinha feito sem camisinha e muito menos ia fazer com um estranho, coloquei a camisinha e começamos a transar, ela quis me chupar de novo e tirou a camisinha, me pediu pra colocar outra pra continuar, mas eu falei que era a única que tinha (era mentira). Ela ficou pensativa por um tempo e disse "ok, mas não goza dentro, hein!" Me deu sinal verde pra penetrar ela sem camisinha e foi o que eu fiz. Já estávamos uns quarenta minutos transando com camisinha e eu sentia que estava longe de gozar, mas assim que começamos a transar sem camisinha, acho que não aguentei nem cinco minutos e gozei. Mal consegui tirar meu pau pra gozar na barriga gostosa dela. Essa puta me deixou excitado por uma semana, então minha gozada foi bem explosiva, espirrou até no queixo dela, nos peitos, e claro, a barriga dela ficou cheia de porra, o umbigo completamente coberto e começou a escorrer pelos lados, sujando os lençóis. Depois que terminei de gozar, penetrei ela de novo com a pouca ereção que ainda tinha e nos beijamos.
Foram poucos dias que ficamos lá, mas transamos como loucos. Quando voltamos pra cidade dela, perguntei se ela queria ir pro hotel pra transar uma última vez antes de eu ir embora, e ela disse "ei, me respeita, lembra que eu tenho namorado". Não soube se ficava com raiva ou ria, saiu uma mistura dos dois, haha. Deixei ela na casa da amiga com quem supostamente ia ficar (uma mina também gostosa, por sinal, mas isso é outra história) e nos despedimos com um beijo.
Mantivemos contato por um bom tempo, visitei ela mais vezes e até ela veio me ver. Hoje em dia quase não nos falamos, mas escrevendo essa história, estou com vontade de voltar a falar com ela.
0 comentários - Férias com uma estranha