continuo entregando minha esposa

Na sexta-feira ela me esperava pra gente ir jantar, tava com um vestido colado que não deixava nada pra imaginação, uns brincos em formato de coração, os lábios pintados de um vermelho forte, tava uma delícia.
-Oi, papai... você gostou de como me arrumei... tô bonita...?
-Você está deliciosa... me sinto o homem mais sortudo do planeta...
- Bem... não é pra tanto... - ela se aproximou e me deu um beijo de língua, enquanto apertava meu volume por cima da calça. - não esquenta muito não... senão depois você esvazia rapidinho...
-Você me deixou em jejum há quase uma semana... e te ver assim ainda me excita demais...
- Prefere que eu me vista mais caseira...? ou você gosta que outros homens me vejam assim...? p... produzida... kkk...
Comi a boca dela e tentei me acalmar, não queria de novo deixar ela excitada e gozar na hora, mas já sentia que era algo inevitável, muitos dias sem transar e agora ela toda produzida. Eu dirigi até o restaurante onde a gente costuma ir, os garçons olhavam pra ela quase surpresos, ela nunca se arrumava muito, era como se a vissem pela primeira vez, e obviamente adoravam o que viam.
O jantar transcorria como um jantar normal, a gente batia papo sobre trabalho, os estudos dela, ela me servia vinho à vontade, e aquilo me soltava como sempre, e ela também bebia. Perto da sobremesa, notei o olhar penetrante dela, sentia que algo estava por vir.
-Quando você estava tomando banho outro dia... me disse pra convidar os caras pro seu aniversário... e adicionou o Matías..., eu te contei que o Matías passou a mão na minha bunda... e eu adorei... e me beijou de língua e eu adorei... pra que você quer que eu convide ele...?
Fiquei calado, ela já veio com tudo, tava excitadíssimo, a abstinência de vários dias, o álcool, a produção dela, me deixaram com as defesas lá embaixo.
- Você tem vontade que eu tenha um amante...? vontade não me falta... e um cara como o Mati... pode me dar umas boas alegrias, acho... além disso, ele tem namorada... só seria meu amante...
Sentia meu pau duríssimo, notava que ela estava excitada com as próprias palavras e que o álcool também a desinibia e soltava a língua dela. Eu não conseguia responder.
- Se você não me responder, vou considerar que é um sim... e vou aproveitar a semana pra ir preparando ele pro seu aniversário... digo... pra ele se sentir mais à vontade... os pais da noiva moram no interior de Buenos Aires, e ela quase todo fim de semana viaja... posso ir pedindo pra ela vir... talvez depois eu possa levar ele até a casa de carro... você se desculpa dizendo que não tá se sentindo bem... e eu levo ele até lá e fico um tempo conversando com ele... o que você acha...?
Me sentia como um boxeador contra as cordas, e além disso, minha excitação estava fora de controle.
- Você quer que eu seja sua amante...? ou prefere não saber... e que eu coma ela escondido...
-Que filha da puta... você me deixa louco... eu morro de ciúmes... mas sinto que não te como mais como antes...
-Eu também sinto muito... te amo... e quero poder transar melhor... com homens que me façam gozar... e me sentir como a putinha deles... você gosta que eu me faça de putinha de outros...?
Sentia meu pau pulsando dentro da minha cueca.
-Você me deixa louco... tô apaixonadíssimo por você...
-Então vamos testar... tô com muita vontade... depois do teu aniversário vou levar ele pra casa... e vou bater um papo com ele...
Levantou a taça e brindou comigo
-Pelos meus amantes... e pelo meu marido...
Levantei minha taça e ainda me aproximei para beijá-la.
No caminho de volta no carro, ele pegou minha mão e levou até a virilha dele, me fazendo acariciar o tempo todo durante a viagem.
-Que bom que você me deixa ter amantes...
-Me assusta bastante...
-Sempre vou te amar... e minhas amantes também, claro...
-Que filha da puta que você é...
-Quero que me comam de novo bem forte... bem quentes... e me deixa louca que você saiba disso e consinta...
Ela não quis fazer amor, só me masturbou, enquanto me masturbava, ela me dizia.
-Não acho certo você me comer... porque você vai gozar rapidinho e eu vou ficar toda molhada... não é...?
—Sim, meu amor...
-Está muito bom... então se tudo der certo... domingo de manhã você me come... depois que me deixarem bem satisfeita, hein... -disse ela enquanto acelerava a masturbação e me fazia gozar montes de porra na mão dela.
No sábado seguinte era a reunião, vieram alguns amigos, meus filhos ficaram um tempo e foram pra casa de uns amigos. Quando meus amigos estavam indo embora, chegaram os amigos da Mara. Colocamos uma música, muita cerveja, a Mara veio me beijar e me disse.
-É agora que você diz que não tá se sentindo bem, se desculpa e vai pro quarto... com a luz apagada, você pode ficar de olho no que rola aqui... depois eu levo o Mati pra casa... quer? Mas não se toca... fica de voyeur sem bater uma... quero você bem gostosa e molhada amanhã quando eu voltar?
-O que você disser, minha rainha...
-Se eu demorar um pouco, não se preocupa... eh... -me deu um beijo profundo.
Passou um tempo e me desculpei com os caras, dizendo que não tava me sentindo muito bem, que ia deitar. Da escuridão do quarto eu olhava pra sala, a Mara tava dançando com o Matías, tava de costas pra ele e rebolando a bunda de um jeito sensual, ele segurava ela pela cintura e encostava bem forte, num momento, ele acariciava os peitos dela enquanto dançavam, a Mara se afastou dele, os colegas dele ainda estavam na frente, aos poucos foram indo embora, a Mara falou pro Matías que podia levar ele em casa, eu vi o sorriso do cara, sorriso de vitória. Quando eles foram embora eu me deitei e, pra mim, tudo foi espera. Custou, mas finalmente peguei no sono. Lá pelas sete da manhã eu ouvi a porta, a Mara entrou no quarto só de lingerie, eu já tinha acendido o abajur.
-Que gostosa você está... -eu disse a ela.
-É que transar bem te relaxa e muda seu humor... -ela me disse com cara de safada. Quer que eu te faça uma punheta... porque tô cansada...
-Me conta o que aconteceu...
-Tira a roupa...
Ele se acomodou entre minhas pernas e começou a me bater uma devagar.
- Agora só vou te dizer que foi maravilhoso... - ela falava enquanto acelerava a punheta. - que nunca tinha te traído... agora também não... porque você escolheu ser corno... - sentiu que estava perto de gozar, acelerou a masturbação e disse - só vou te dizer que gozei três vezes... - fazendo cara de puta enquanto meu pau cuspia jatos de porra que caíam na minha barriga, com a língua dela pegou um pouco de sêmen e me beijou.
- Te amo... corno...
continuo entregando minha esposa

3 comentários - continuo entregando minha esposa