Olá, meu nome é Sandra e por este meio quero compartilhar uma série de relatos meus e de algumas pessoas que me contaram suas experiências, como amigas, claro, com o consentimento delas. Bem, começo com minha descrição: tenho 50 anos, pele branca, meço 1,65, busto 34C, sou magra, não sou muito larga de quadril, mas dizem que tenho uma bunda boa. Morava em Santa Catarina, uma cidade colada em Monterrey. Desde nova, sempre fui muito safada, a ponto de no colégio, depois de um bom amasso, pegar na pica do meu namoradinho por cima da calça dele, até que um dia ele me mandou chupar ele. Pensei que ia sentir nojo, mas por causa da putaria que eu tava, não foi assim, e menos ainda quando ele gozou na minha boca. Pelo contrário, adorei o gosto do esperma dele, e daí em diante, sempre que podia, eu chupava. Ficamos assim por uns meses. Um dia, ele pediu pra deixar ele meter a pica em mim, mas eu tinha medo de engravidar, porque achava que, do jeito que eu ficava excitada, podia acontecer. Adorava como ele chupava meus peitos e como ele apalpava minha bucetinha, até que um dia ele sugeriu dar o cu pra ele, que por ali não tinha risco de gravidez. Falei que ia pensar. Num sábado, fomos numa festa na beira da cidade e, antes da festa acabar, saímos rumo à minha casa. Como tinha muito mato, ele me levou por ali, de repente me tirou do caminho, me levou atrás de umas árvores, tirou a pica dele e me ajoelhou pra chupar. Na hora, meti na boca. Eu tava de saia leve e blusa, e enquanto chupava, ele passou a mão nos meus peitos. Depois, se jogou no chão, ficou debaixo de mim, meteu a mão na minha bucetinha e, aos poucos, foi se virando, baixou um pouco minha calcinha e enfiou a língua. Nunca tinha feito isso antes, senti uma delícia, e pela primeira vez tive um orgasmo. Gozei na cara dele, na boca dele, ele enfiava a língua, e assim, nessa posição, começou a percorrer até meu cu. Outra onda de prazer, sensações que nunca tinha sentido. E eu, chupando, enfiava a pica dele o mais fundo que podia. Tava super excitada, ele falou: "Chupa. Perguntei pra ele como? Ele disse: passa a língua de baixo até a ponta. E foi assim que comecei a fazer. Depois, ele enfiou de novo na minha boca, até que ele falou: "espera, vou gozar". Eu disse: "quero que você goze, sim". Ele: "não, quero te comer, quero meter a pica em você". Levantei e me apoiei numa árvore, levantando minha saia. Ele aproximou a pica da minha bunda e, pelo tanto que eu tava molhada e com tesão, falei: "não, por aí não. Mete pela frente". E sem dizer nada, ele enfiou. Doeu pra caralho e eu quis me soltar, mas ele me segurou firme pela cintura e começou a se mexer, com uma metida e tirada gostosa que me fez gozar de novo, agora empalada na pica dele. Já não tinha medo de engravidar, só queria que ele continuasse me comendo. Mais umas metidas e ele tirou e gozou fora. Vi todo o leite que ele jorrou, molhou minha saia e parte da minha blusa. Só nessa hora vi meus peitos de fora, mas ainda tava com tesão. Queria mais. Peguei a pica dele e falei: "quer que eu chupe?" Ele se aproximou e eu me abaixei de novo, coloquei na boca. Começou a ficar dura. Ele disse: "quer que eu termine na sua boca?" Não respondi. Quando senti que tava bem dura, me levantei e, me apoiando na árvore, levantei a saia. Quando ele ia meter, segurei a pica e direcionei pro meu cu. Ele se surpreendeu. Falei: "devagar, por favor". E, mesmo com um pouco de dificuldade, ele foi enfiando aos poucos. Meu esfínter foi relaxando, senti um gostoso quando a cabeça entrou. Não era muito grande, acho que isso ajudou a não doer tanto. Ou foi o tesão que eu tava. Ele meteu tudo, a pélvis dele batendo na minha bunda, uma metida e tirada gostosa até que encheu meu cu de leite. Escorria pelas minhas nádegas e pernas. Ele disse que eu tinha um cachorrinho no cu, talvez porque quando ele metia, eu afrouxava a bunda, e quando ele tirava, eu apertava a pica pra não deixar sair. Depois, ajeitamos a roupa e, abraçados, fomos pra minha casa. Quando não vinha ninguém, ele pegava na minha bunda. Pra mim, foi algo maravilhoso. Foi assim que perdi minha virgindade.
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